A surra da Amazon ainda não acabou

Ontem eu tratei aqui no blog do tiro de canhão que a Amazon deu no próprio pé. Contudo, o assunto continuou rendendo, e achei que cabia retomá-lo, para incluir novos fatos e informações que surgiram.

Em primeiro lugar, a surra que a Amazon tomou não apenas cresceu, mas finalmente surgiram alguns números que ajudam a dimensionar a cagada feita pela empresa (e pela agência de propaganda VML, sobre a qual tratarei algumas linhas adiante).

Segundo informa o Estadão (aqui), o tuíte do João Doria, que trazia o vídeo no qual ele “desafiou” a Amazon, atingiu a marca de 59 milhões de engajamentos. Conforme informa O Antagonista (aqui), o vídeo em questão alcançou 125 milhões de pessoas.
Mas o que significam estes números?
Eles parecem contraditórios, não?!
Na verdade, não. O vídeo foi publicado no Twitter e no Facebook – então, os 125 milhões se referem à soma, ou seja, todo mundo que viu o vídeo. Os 59 milhões tratam APENAS do Twitter. Além disso, nem o Estadão nem O Antagonista informaram a fonte de seus dados – portanto, podem ser fontes diferentes, com métodos de mensuração diferentes.

Contudo, esses números NÃO são muito confiáveis, por várias razões.
Uma mesma pessoa pode gerar 10 “engajamentos” no mesmo vídeo, distorcendo a mensuração total. O fato concreto é que o “desafio” do Doria teve uma audiência brutalmente maior do que a propaganda burra da Amazon. É possível estimar que a audiência do João Doria tenha sido no mínimo 20 a 30 vezes maior do que a da Amazon.
Em suma, a Amazon tomou uma surra quantitativa brutal, monstruosa.

Mas e no quesito qualitativo?
Outra surra.
Os números mostrado pelo O Antagonista apontam 92% de saldo positivo para o prefeito. Novamente, não ponho a mão no fogo pelo número exato, mas basta ler os comentários que estão no Facebook da postagem original do vídeo que é fácil perceber que a maioria esmagadora apoiou a iniciativa do prefeito, e repudiou a propaganda da Amazon.
Esta proporção faz sentido pois, conforme lembrei no post de ontem aqui no blog, a pesquisa DataFolha do mês passado indicava que 97% dos paulistanos são contra as pichações. Tendo em vista que a campanha da Amazon recorre a esta questão como ponto de partida, é lógico assumir que ela terá uma rejeição parecida – acima de 90%, no mínimo.

Diante destes números, que são absolutamente avassaladores e desastrosos para a Amazon, cabe perguntar: POR QUE UMA EMPRESA FAZ UMA CAGADA MONUMENTAL DESSAS?
Será que ninguém, nenhuma alma viva, na Amazon, ou na agência de propaganda, tem capacidade intelectual e profissional para perceber o tamanho da burrada antes de colocar isso no ar?

Pois é… Aí começa o problema central.
Não tenho idéia de quem foi o responsável, dentro da Amazon, pela aprovação dessa campanha burra e tosca. Todavia, surgiram informações sobre a agência VML que ajudam a oferecer algumas respostas do lado da agência de propaganda.

Como está claro e cristalino aqui, pelo menos 2 funcionários da agência VML são militontos petistas de facebook, do tipo que chama o impeachment de “golpe” – e isso já sintetiza o (baixíssimo) QI dos envolvidos.

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A grande questão, assim, é debater como (e por que) uma empresa coloca profissionais de tão baixa estirpe em cargos relevantes: uma pessoa que coloca sua militância política acima dos interesses da empresa (e dos clientes desta empresa) merece o olho da rua.

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Se o sujeito quer ser militonto de facebook, defender corruPTos e bandidos, passar recibo de ignorante, problema dele. Entretanto, no momento em que ele carrega essa ignorância para o ambiente profissional, ele está prejudicando a empresa.
O caso da Amazon comprova isso sem nenhuma sombra de dúvida: o militonto partiu do pressuposto (falso) de que haveria uma “polêmica” em torno da “cidade cinza” (como eu expliquei ontem), e a propaganda foi baseada inteiramente nessa bobagem, gerando um desastre do ponto de vista de relações públicas para a Amazon.

Eu sou dono de um Kindle há alguns anos. Adoro o produto, recomendo sempre aos amigos e alunos.  Mas confesso que, se dependesse dessa propaganda medonha, não compraria o produto hoje – e não se trata da crítica subliminar que a propaganda faz aos muros cinzas, livre das pichações, rabiscos e sujeiras. O problema é que a propaganda não exalta as qualidades do produto (são muitas, mas quem ainda não tem o produto não conhece), não comunica ao cliente potencial absolutamente NADA que possa motivá-lo a comprar o produto – ou mesmo a conhecê-lo um pouco melhor.

Nos livros mais básicos de marketing, é sempre explicado o “Modelo AIDA”, que consiste em usar a comunicação/promoção com o intuito de obter: (1) ATENÇÃO > (2) INTERESSE > (3) DESEJO > (4) AÇÃO do público-alvo.
Resumidamente, a comunicação (que engloba a propaganda, mas não se limita a ela), deve primeiro chamar a atenção do cliente potencial, depois criar algum interesse (seja pelo produto, seja pela marca ou empresa), despertar o desejo (de comprar, de conhecer mais informações/detalhes) e, finalmente, gerar uma ação concreta (comprar o produto, por exemplo).
A propaganda pavorosa que a agência VML produziu não atinge NENHUM dos 4 quesitos mais básicos, rudimentares e essenciais da comunicação. Nada. Zero!

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Trata-se de um fiasco brutal, produzido por militontos de facebook que não sabem separar suas deficiências mentais e ideológicas do seu trabalho. Não é apenas falta de profissionalismo, é pior do que isso.

Concorrentes da Amazon: PAGUEM a agência VML para continuar atendendo a gigante norte-americana e vocês terão a chance de dominar o mercado! Sério mesmo: descubram quanto a Amazon está pagando para a VML, e ofereçam 20% a mais para que a agência CONTINUE fazendo a comunicação da Amazon. Isso vai garantir o futuro de vocês!!!! Lembrem-se do ensinamento de Napoleão Bonaparte:

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Uma propaganda ruim que criou um desastre: o caso Amazon Brasil

Qualquer aluno de graduação nas áreas de Administração, Marketing ou Publicidade aprende, no início do curso, que o objetivo primordial da COMUNICAÇÃO (que engloba propaganda, publicidade, relaçõs públicas, ações nos pontos de vendas etc) é estabelecer um vínculo entre a empresa e um determinado público-alvo (“target”). Isso é básico, elementar.

Porém, o pessoal do marketing da Amazon esqueceu das lições mais básicas de marketing!

Nesta terça-feira, 28/03, colocaram no ar, nas redes sociais, uma propaganda ruim, burra, sem nenhuma relação com o produto que supostamente estariam tentando promover (o Kindle, leitor de livros eletrônicos), e, pior, sem NENHUM apelo para o público-alvo que DEVERIAM tentar atingir.

Eis aqui a propaganda burra:

Como pode ser visto nesta peça, não é possível identificar nenhum elemento capaz de promover um produto específico (o Kindle), nem tampouco a empresa (Amazon). A peça é ruim porque é incapaz de fazer uma comunicação efetiva de uma marca, produto ou empresa. A agência que criou a peça deveria enfiar um saco de papel na cabeça, disfarçar que deu vontade de cagar e sair de fininho.

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Pior: o mote central da campanha é um chavão que há poucas semanas estava nos jornais/sites diariamente: a determinação do Prefeito João Dória em combater diuturnamente as pichações que infestam a cidade.

Vamos nos aprofundar no mote central da campanha, então.

Desde que assumiu o mandato, há pouco mais de 3 meses, João Dória tem sido uma fonte permanente de recalque, inveja e ódio das viúvas do Haddad. Isso se deve, basicamente, ao fato de que em apenas 1 dia (qualquer dia destes 3 meses, pode escolher) João Dória faz mais pela cidade do que Fernando Haddad fez em longos e intermináveis 4 anos (que pareciam 200 anos de martírio para o paulistano que teve que aturar seu ciclofascismo incompetente coberto pelo verniz da pseudo-intelectualidade de um chucro autoritário cheio de vácuo).

A imprensa, absolutamente tomada pelas viúvas do Haddad, vem tentando, em vão, achar pelo em ovo para criticar o Dória. Um exemplo recente: o Estadão achou relevante publicar uma notícia que jamais seria considerada notícia quando Haddad era prefeito. Num lapso, Doria disse que a Lapa ficava na Zona Norte, e não na Zona Oeste – mas Fernando Haddad era o mais perdido prefeito de SP: jamais sabia a localização de NENHUM bairro, exceto Jardins, e não sabia NADA sobre a cidade. Passou 4 anos sem conhecer a cidade, e a imprensa sempre “passou pano” – porque, afinal, era o “prefeitão do amor”, o queridinho dos militontos.

O problema é que, como a campanha eleitoral de 2016 provou, a imprensa perdeu a credibilidade de uma forma avassaladora. Vamos lembrar o que apontavam as pesquisas de intenção de voto poucos meses antes da eleição?

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Desde que assumiu, João Doria está dando um baile na imprensa. Jornais, revistas e sites perderam o monopólio da comunicação, pois o prefeito usa as redes sociais de forma eficaz e eficiente: ele mesmo se comunica, DIRETAMENTE, com o eleitor/cidadão. Através de vídeos (alguns gravados, outros tantos ao vivo), Doria mostra visitas surpresas a escolas, postos de saúde e outras instalações municipais, o que deixa o cidadão com a sensação de que o prefeito está trabalhando, fiscalizando, cobrando, enfim, fazendo.

Além disso, João Doria conseguiu, em pouco tempo, mostrar que é possível realizar ações concretas e necessárias – por exemplo, o programa que está conseguindo reduzir drasticamente a fila de espera por exames, o “Corujão da Saúde”. O programa é um sucesso estrondoso, contrariando os “especialistas” que os jornalistas  consultavam para pedir opiniões. Esse tipo de ação, capaz de gerar resultados reais e necessários, atinge em cheio as pessoas reais, a população/eleitores/cidadãos de verdade, não os militontos de facebook do complexo PUCUSP. Como Fernando Haddad passou 4 anos fazendo ciclofaixas inúteis (caras, ruins, mal planejadas e pessimamente mal executadas) e deixou a cidade abandonada, ver os resultados produzidos pela gestão Doria em tão pouco tempo foi um choque para o cidadão normal (isso exclui os militontos de facebook, meros pirralhos mimados bancados pelos pais).

E esta situação levou ao contexto da propaganda da Amazon.

Graças ao projeto “Cidade Linda“, a gestão Doria está promovendo ações permanentes de limpeza e manutenção na cidade. Uma das ações que compôem este programa é o combate à pichação e à sujeira. Como não havia muito a ser criticado nesta iniciativa (segundo o DataFolha, 97% dos paulistanos são CONTRA pichações), a imprensa resolveu produzir uma pseudo-polêmica: Doria estaria deixando a cidade “cinza”. A partir daí, a “cidade cinza” virou mote para os militontos de facebook. E a Amazon resolveu usá-lo como essência da sua campanha:

As viúvas do Haddad (meia dúzia de gatos pingados que fazem um barulhão nas redes sociais mas não consegue encher uma kombi) dominam as redações dos jornais, revistas, rádios, TVs e sites, mas não têm NENHUM contato com a realidade da população. Para fingir ter alguma relevância, inventaram que haveria uma “polêmica” envolvendo a disposição de João Doria para combater os pichadores. Ora, se 97% da população é CONTRA as pichações, não há “polêmica” nenhuma. Um assunto pode ser chamado de “polêmico” quando há 50% ou menos de aprovação, mas quando 97% da população é favorável a uma determinada posição/política, não há polêmica. 97% é quase unanimidade!

Aí, algum “JÊNIO” na Amazon acha inteligente usar como mote de uma propaganda a defesa de uma posição que é rechaçada por NOVENTA E SETE PORCENTO DA POPULAÇÃO – não precisa um QI acima de 10 para perceber que isso é uma burrice monstruosa!

João Doria não é um político. Ele já mostrou que sabe se comunicar. E foi isso o que ele fez. Na manhã do dia 28, ele publicou um vídeo curto, mas que em menos de 1 hora já tinha sido visto mais de 40 mil vezes (no mesmo horário, a propaganda da Amazon tinha sido vista aproximadamente 3 mil vezes):

A Amazon colheu os frutos da sua burrice em pouquíssimo tempo:

De maneira bem objetiva, João Doria deu uma rasteira na Amazon – e bastou ser inteligente, haja vista que a propaganda da empresa é de uma burrice quase haddadiana.

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João Doria não deu tempo para que os jornalistas recalcados repercutissem a provocação da Amazon: às 08:44 da manhã ele lançou o desafio para que a Amazon contribuísse com as bibliotecas e escolas de São Paulo, e deixou a bola no campo da empresa. Agora, cabia a ela responder.

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Claramente a Amazon não estava preparada para isso. Ela só conseguiu produzir uma resposta ruim às 20:13 – ou seja, aproximadamente DOZE HORAS DEPOIS. Ao longo destas 12 horas, 3 empresas ofereceram apoio à Prefeitura: Kabum, MultiLaser e Saraiva.

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Enquanto era massacrada pela burrice, e outras empresas aproveitavam a oportunidade, a Amazon só conseguiu produzir uma resposta ruim, fraquíssima, vaga:

Os principais problemas com a “resposta” dada pela Amazon 12 horas depois:

  1. Demorou muito. A campanha, ancorada nas redes sociais, deve saber usar os prós e contras da mídia escolhida – e nas redes sociais a velocidade é essencial. Entre 8 da manhã e 8 da noite, a Amazon permaneceu em silêncio, sem saber o que fazer. Passou vergonha.
  2. Foi fraca. Havia, na resposta da Amazon, um vídeo oferecendo UM (repito: APENAS UM) download gratuito de UM livro eletrônico (entre uma relação de mais ou menos 15 títulos, escolhidos pela Amazon), e um texto fraco, com uma vaga menção à doação de “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação (fiquem ligados)“. Centenas? QUANTOS, EXATAMENTE? 100, 200, 500? Quando? Quais instituições? Uma resposta vaga, superficial. Insuficiente.

Em suma, a Amazon aprovou (e colocou no ar) uma propaganda incapaz de se comunicar com pessoas interessadas em seu produto (kindle), ou seja, falhou em atingir o público-alvo. Será que a agência VML e a Amazon acreditaram que os 3% que são favoráveis às pichações compram Kindle? Os caras nem sabem ler!!!

Para piorar, a propaganda partiu do pressuposto errado (a “polêmica” da “cidade cinza” criada pelos militontos de facebook jamais foi real; não havia “polêmica” coisa nenhuma) e, por óbvio, seguiu um conceito furado. E quanto ao roteiro da propaganda? Horroroso. Misturou trechos de livros bons com lixos do tipo “50 tons de cinza”, projetados nas paredes da cidade… Sério, QUE PORRA É ESSA, AMAZON?

Uma propaganda ruim, que teria sido ignorada por completo, não fosse a rápida e sagaz resposta do João Doria – que colocou a Amazon contra a parede em apenas alguns segundos. A partir daí, a Amazon não soube responder da forma correta, nem no tempo adequado – o que abriu caminho para que a empresa fosse massacrada nas redes sociais, enquanto outras empresas tiravam proveito da situação.

No fim do dia, a Amazon, a agência que criou a propaganda horrenda e os responsáveis pela aprovação da peça estavam mais ou menos assim:

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Os concorrentes da Amazon, por outro lado, deveriam estar com vontade de pedir à empresa que renove a conta na atual agência, a tal VML, pois ela prestou um favor imenso a todo mundo – menos à Amazon!

A propósito: a sede da Amazon no Brasil fica neste conjunto empresarial aqui (todo CINZA!):

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HADDAD TRANQUILÃO: um perfil criado para mentir e caluniar pertence a um funcionário da gestão Haddad

Ora, ora, ora, que coisa interessante…

Acabo de descobrir, no Implicante (íntegra AQUI) que o “personagem” Haddad Tranquilão, que tem perfis no Facebook e no Twitter, é na verdade um militante/funcionário da Prefeitura de São Paulo, nomeado por Fernando Haddad em 17 de Julho de 2014. Segundo publicou com exclusividade o Implicante:

EXCLUSIVO: autor de páginas ofensivas a Dória foi nomeado pela gestão Haddad

Por meio de ação judicial, o candidato tucano chegou à autoria dos sites ofensivos. O acusado também é autor da página “Haddad Tranquilão”, que serve para falar bem do petista.

O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, João Dória, conseguiu descobrir o autor de páginas que o ofendiam. Diante da notícia, a campanha de Fernando Haddad (PT) alegou que se tratava de um “militante virtual”.

Não é bem assim.

O referido cidadão foi NOMEADO pelo governo petista. As informações são de natureza pública e estão no Diário Oficial do Município[…] Desse modo, a coisa já muda MUITO de figura. Em se tratando de um integrante da administração municipal (e não há informação de que tenha saído), tudo ganha uma nova dimensão. Deixa de ser uma brincadeira do autor do tal “Haddad Tranquilão” e passa a ser um ato de funcionário nomeado, de um integrante da administração pública exercendo cargo de confiança.

E, assim, o petista Fernando Haddad deverá responder por isso. Afinal, não foi mesmo ação isolada de um “militante virtual”.

A lorota agora cai por terra.

 

Haddad Tranquilão

O nome do militante? PEDRO GALVÃO DO AMARAL PINTO BARCIELA, nomeado por Fernando Haddad como “Administrador de Parque III, Ref.DAS-10, do Departamento de Parques e Áreas Verdes, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente”, como pode ser lido no Diário Oficial da Cidade de São Paulo AQUI.

Mas não é só isso! Aproximadamente um mês (sim, APENAS UM MÊS) depois de ser nomeado por Haddad, para fazer sabe-se lá o quê, o sujeito abriu uma empresa (detalhes completos AQUI):

Barciela Consultoria
CNPJ 20.838.420/0001-59
Nome fantasia Barciela Consultoria
Razão social Pedro Galvao do Amaral Pinto Barciela
Data de abertura 14/8/2014
Natureza jurídica Empresário Individual – Código 2135
Status da empresa Ativa
Atividade econômica principal Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos – CNAE 5819100
Capital Social R$ 500,00 (Quinhentos reais)

Não é curioso?! Ora, por que o sujeito abre uma empresa um mês depois de ser nomeado para um cargo público? Para receber como PJ?

Fica ainda mais curioso: Pedro Galvão do Amaral Pinto Barciela tem graduação em TURISMO. Por que alguém graduado em turismo abre uma empresa especializada em “edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos”?

Consta na página do Facebook do “personagem” Haddad Tranquilão (e, obviamente, não dá para saber se é verdade) que ela foi criada em Outubro de 2012. O que o militante fazia na época?

Não tenho idéia. Mas, para colocar a cereja no bolo: Pedro é filiado ao PT (QUE SURPRESA!!!!) e, aparentemente, candidato a vereador em São Paulo (veja AQUI). Não localizei um site oficial do TSE ou TRE com a listagem definitiva dos candidatos já aprovados/homologados, e este site não me pareceu muito confiável, então essa informação da candidatura vou tentar averiguar em outras fontes para ter certeza (se for o caso, atualizarei a informação aqui posteriormente).

Será que é apenas “coincidência”? Eu acho que não!

Depois as pessoas insistem em confundir marketing com “propaganda enganosa” ou com “mentiras” e tem gente que não sabe por quê…

ESCOLA SEM PARTIDO: uma cruzada contra a falácia do espantalho

Conforme eu escrevi AQUI no blog, pretendo tratar da iniciativa ESCOLA SEM PARTIDO (vou usar a abreviação ESP, para facilitar) mais frequentemente.

Nos últimos meses, esta iniciativa ganhou espaço no debate público, sendo discutida em jornais, revistas, sites noticiosos e, claro, redes sociais. Ótimo! É urgente discutir a educação no Brasil, haja vista que a qualidade do ensino brasileiro é péssima; tudo o que puder ser feito para melhorar os vergonhosos indicadores de qualidade deve ser feito.

Contudo, ao acompanhar a repercussão sobre a ESP, em especial as críticas feitas ao projeto, fica evidente que o maior inimigo desta valorosa iniciativa chama-se “falácia do espantalho”. Os críticos à iniciativa, ao invés de argumentarem com base naquilo que ela realmente propõe, preferem criticar a idéia por diretrizes e intenções que ela simplesmente não apresenta.

Quem recorre à falácia do espantalho numa discussão, na prática, reconhece que não tem argumentos para rebater aquilo que está sendo discutido. Trata-se de um estratagema reservado aos fracos, aos ignorantes e aos que já perderam. E o que não falta, atualmente, é gente burra se metendo em debates que não tem condição (nem honestidade) intelectual para acompanhar.

Desta forma, ao invés de apresentar seus argumentos, mostrar fatos, os desprovidos de argumentos recorrem ao caminho “fácil”: afirmam que a ESP pretende calar os professores, pretende acabar com as discussões nas escolas, dizem que o projeto “quer calar a educação“, e diversas outras mentiras.

Ao fazer isso, os ignorantes tentam ganhar a opinião pública, infelizmente na base da mentira. É preciso, pois, disseminar a verdade.

O intuito da Escola Sem Partido NÃO é proibir o debate. Pelo contrário: o objetivo é justamente permitir que haja um debate qualificado, ou seja, que os alunos tenham acesso a diferentes e amplas visões, de tal sorte que possam formar suas opiniões e escolhas de maneira embasada – exatamente o oposto do que ocorre hoje, pois os alunos do ensino básico e médio, em especial, são usados por professores que se aproveitam de sua posição de autoridade e “poder” dentro da sala de aula para uma verdadeira lavagem cerebral.

Vamos fazer um teste rápido? Qualquer pessoa que tenha sido aprovada nas aulas de História ou Geografia ouviu falar em diversos “representantes” ou “ídolos” da esquerda, certo? Marx, Sartre, Foucault, Che Guevara, Fidel Castro, Mao-Tsé-Tung, Stálin, Mussolini etc… Quantas, por outro lado, ouviram falar em John Locke, Hayek, Mises, Chesterton, Tatcher, Churchill? No Brasil, quem “depende” dos seus professores de História e Geografia (não apenas, claro, mas principalmente), só recebe informações oriundas da esquerda! Parece que não existe outra visão de mundo.

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O problema não se restringe aos “professores-militantes”: os livros didáticos também estão contaminados, e oferecem informações distorcidas e/ou erradas (e não é por acaso).

O nome dele é Mario Furley Schmidt e ele é o responsável por um dos capítulos mais obscuros da história da educação no país. Mario é considerado o autor que mais vendeu livros de História no Brasil. Sua coleção, Nova História Crítica vendeu mais de 10 milhões de exemplares e foi lida por mais de 30 milhões de estudantes. Só tem um problema – Mario Schmidt não é historiador e sua obra não passa de mero panfleto marxista. Por receber 10% do preço de cada livro vendido, porém, Schmidt ficou milionário da noite para o dia.

A Nova História Crítica foi recomendada pelo Ministério da Educação. Na compra feita pelo MEC em 2005, o livro representava 30% – a maior parte – do total de livros de história escolhidos. Segundo o editor da Nova Geração, Arnaldo Saraiva, a obra “é o maior sucesso do mercado editorial didático dos últimos 500 anos”. Na coleção, feita para alunos de 5ª a 8ª séries, Schmidt faz contundentes elogios ao regime cubano, afirma que a propriedade privada aumenta o egoísmo, critica o acúmulo de capital e faz apologia ao Movimento dos Sem-Terra (MST). Além disso, trata Mao Tsé-Tung como um “grande estadista e comandante militar”. Por toda obra, o capitalismo e o socialismo são confrontados com informações maniqueístas, distorções bizarras, erros teóricos primários e releituras descompromissadas de qualquer apreço histórico.

Abaixo, algumas páginas de um livro da coleção “Nova História Crítica” (clique para ver a imagem maior), que está mais detalhado AQUI:

Portanto, antes de mais nada, é preciso conhecer quais são as propostas e idéias apresentadas pelo Escola Sem Partido. O vídeo abaixo dá um resumo:

O fundador da iniciativa ESP, Miguel Nagib, escreveu no O Globo (íntegra AQUI):

Sem citá-lo nominalmente, editorial do GLOBO acusa o Projeto de Lei Escola sem Partido — que tramita no Congresso e em dezenas de casas legislativas por todo o país — de tentar “proibir o professor de abordar determinados temas e autores, e mesmo tolher a explicação de ideologias, negando-se ao estudante o acesso a conhecimentos gerais”. E sugere que o seu objetivo seria combater a doutrinação de esquerda com uma doutrinação de direita. Será isso mesmo? Em que consiste, afinal, o PL?

Inspirada no Código de Defesa do Consumidor, a proposta torna obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino básico de um cartaz com os seguintes deveres do professor:

1) não se aproveitar da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias;

2) não favorecer nem prejudicar ou constranger os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas;

3) não fazer propaganda político-partidária em sala de aula nem incitar seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas;

4) ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, apresentar aos alunos, com a mesma profundidade e seriedade, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito da matéria;

5) respeitar o direito dos pais dos alunos a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Será isso “doutrinação de direita”? Será isso “retrógrado”? Ora, esses deveres já existem! Os professores já são obrigados a respeitá-los, sob pena de ofender a liberdade de consciência, de crença e de aprender dos alunos (art. 5º, VI e VIII; e art. 206, II, da CF); a neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado (arts. 1º, V, 5º, 14, 17, 19, 34, VII, ‘a’, e 37, da CF); o pluralismo de ideias (art. 206, III, da CF); e o direito dos pais sobre a educação religiosa e moral dos seus filhos (Convenção Americana sobre Direitos Humanos, art. 12, IV).

O projeto não pretende substituir a doutrinação esquerdista — que grassa nas escolas e universidades — por uma doutrinação de direita, mas apenas assegurar o respeito à CF e à CADH no segredo das salas de aula. Não é verdade que pretenda proibir a abordagem de determinados temas, autores e ideologias.

Em http://www.programaescolasempartido.org, pode-se ler seu texto para verificar que o que ele faz é explicitar o dever do professor de não impor aos alunos suas próprias opiniões e preferências religiosas, morais, políticas, ideológicas e partidárias.

O projeto é 100% sem partido, e é por isso que está levando pânico aos partidos que aparelharam o sistema educacional.

Felizmente, há críticas bem feitas ao projeto de lei (alguns exemplos AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI), ou seja, críticas que se propõem a acrescentar, melhorar, aperfeiçoar a idéia inicial. Para tanto, é preciso dizer “o trecho X apresenta uma proposta ruim, que ficaria melhor do jeito Y”.

Qualquer idéia, seja uma proposta de negócio, seja um projeto de lei, deve partir de um rascunho inicial, um esboço. Ao longo do tempo da discussão deste esboço, novas idéias serão incorporadas, alguns trechos do rascunho inicial serão apagados, outros serão corrigidos, alguns tantos serão incluídos… Esse é o processo natural!

Para que o processo caminhe, as críticas são muito bem vindas, desde que elas sejam baseadas naquilo que o esboço inicial apresenta. Infelizmente, isso não tem sido observado pela maioria das críticas que vêm sendo feitas ao projeto de lei e à ESP. Aliás, cabe ressaltar: a iniciativa chamada Escola Sem Partido tem vários anos, e o projeto de lei ora apresentado no Senado é apenas uma das consequências desta iniciativa mais antiga. É bom que não se confunda a iniciativa ESP com o Projeto de Lei (PL) que está no Senado, nem com os demais projetos de lei que estão em discussão/tramitação nas Assembléias de diversos Estados atualmente. As duas coisas estão relacionadas, mas são distintas.

No último dia 05/08, no ValorEconômico, um artigo que segue à risca a definição de falácia do espantalho (AQUI) é de corar de vergonha. O autor do texto não apenas não se deu ao trabalho de ler o projeto de lei que está no Senado, como, pior, simplesmente inventa um monte de coisas que NÃO fazem parte do projeto proposto pela ESP. Criticar um projeto que não leu? Vergonhoso. Criticar um projeto afirmando que ele tem um objetivo quando, na verdade, o objetivo é outro? Desonestidade intelectual.

Lamentavelmente, o autor desta pérola da falácia também ignorou completamente os fatos. O mais gritante deles: sim, existe doutrinação nas escolas. O segundo mais gritante: a educação no Brasil é muito (muito!) ruim – e isso decorre de uma série de fatores (razões). Uma destas razões (não a única, obviamente) é que há professores que estão mais preocupados em doutrinar do que em ensinar.

O autor desta pérola da falácia do espantalho que o Valor Econômico publicou deveria conhecer o Colégio Estadual Professora Maria Gai, em Curitiba, aonde os alunos do 1º B, orientados por sua “professora” de Sociologia, Gabriela Viola, produziram esta beleza aqui:

Finalmente, é preciso destacar mais um fato relevante que vem cercando as discussões sobre o projeto ESP: o nível intelectual de seus críticos/detratores.

Fernando Haddad, o pior Ministro da Educação da História do Brasil e o pior prefeito da História da Humanidade, criticou o ESP, assim como Dilma Ruinsseff.Quando dois boçais como Haddad e Dilma criticam alguma idéia/iniciativa/fato, há 99,8% de chances de esta idéia ser excelente.

Mas não foram apenas estes “jênios” que se manifestaram sobre a ESP: Marcelo Rubens Paiva, Renato Janine Ribeiro e Leandro Karnal são outros nomes que escolheram a falácia do espantalho e a ignorância dos fatos. O nível de argumentação dos três “jênios” petistas é mais rasteiro do que o cu da cobra no subsolo.

Não bastassem estes “jênios da rassa”, há, claro, aqueles que se dizem jornalistas mas não conseguem disfarçar seu petismo adestradinho, como o sempre dispensável Leonardo Sakamoto, dono de um dos blogs mais cretinos já criados.

Ah, temos também o grande PENSADOR, INTELECTUAL, Tico Santa Cruz (quem?!), que também tem medo do ESP, por isso prefere disseminar mentiras ao invés de apontar, com base nos fatos, quais são os problemas do ESP. Outro grande PENSADOR, INTELECTUAL que tem medo do ESP é o sempre brilhante (sim, isso foi uma óbvia ironia) Gregorio Duviver. Ambos, não por acaso, são defensores ferrenhos do petismo, da corrupção, do crime, do roubo do dinheiro público etc…(sem mencionar a dependência de dinheiro úblico, tipo Lei Rouanet)

Seria coincidência que sindicatos e grupos formados por militontos do PT, PSOL e outros partidos de extrema-esquerda são integralmente contrários ao ESP? E não poderia deixar de mencionar a UNE, aquela ONG financiada pelo Estado e dominada pelo PCdoB há uns 20 anos…. O eterno linha-auxiliar PCdoB, o partido comunista, é contra o ESP (outra falácia do espantalho desta linha-auxiliar do PT está AQUI).

Até o PSTU, que defende a revolução comunista/socialista armada, é contra o ESP – claro! Gente do PSOL, de extrema-esquerda que ainda apoia sem pudores a ditadura militar bolivariana, e raramente sabe ler e/ou escrever, tem medo do ESP também.

E quando os “coletivos” que servem de linha-auxiliar do PT (ESTE, ESTE, ESTE ou ESTE) se colocam contra o ESP, é coincidência? Juntem-se a eles os blogs sujos, e a mídia chapa-branca, todos financiados com dinheiro público pelo PT, e pergunto novamente: será coincidência?

Não, isto não é coincidência, é medo. Com método: a falácia do espantalho.

Como nenhum destes picaretas consegue rebater os argumentos que efetivamente sustentam o projeto ESP, eles afirmam que a iniciativa pretende criar um tipo de censura, pois fica mais fácil “convencer” a opinião pública a ser contra a censura – e, destarte, contra o Escola Sem Partido. Eles todos optam pelo caminho fácil oferecido pela falácia do espantalho: criam um “espantalho” (a afirmação de que o projeto ESP defende censura) e criticam o espantalho, ao invés de criticar as propostas REAIS do ESP.

Alguns dias atrás, uma tal “Associação Nacional de História” (ANPUH), que obviamente é contra o ESP, pois apoiá-lo demanda uma liberdade que eles não reconhecem, pagou um mico gigantesco do Twitter:

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O jornalista Alexandre Garcia havia publicado em seu twitter um vídeo curto, apoiando o projeto Escola Sem Partido. Entre outras coisas, ele apenas apontou o FATO de que muitos professores ensinam História de forma errada, distorcida, para que suas preferências ideológicas prevaleçam sobre os fatos.

Irritada, pois sabe que isso é verdade, a tal “ANPUH” escreveu que o jornalista Alexandre Garcia havia sido “porta-voz do ditador João Figueiredo”, e indicou o período compreendido entre 1974 e 1978.
O problema é que neste período (1974-1978) o presidente era Ernesto Geisel, não Figueiredo. O tweet da associação de professores de História que NÃO sabem História foi desmascarado, eles apagaram o tweet posteriormente, mas o mico foi registrado.

ATUALIZAÇÃO: Depois que eu já havia publicado este post, o jornalista Alexandre Garcia jogou mais uma pá de cal na patética ANPUH, como pode ser lido AQUI.

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Pode-se concluir, assim, que quem critica o Escola Sem Partido, não por acaso, integra o grupo daqueles que defendem o PT, a corrupção, o uso do Estado por apenas um partido, defendem ditaduras que prendem e matam quem discorda do governo (como Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, Irã) etc…

Em suma, quem critica o ESP não aceita, jamais, ter seu status quo questionado.

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E não poderia faltar o próprio PT recorrendo às mentiras para afirmar que o ESP quer proibir o debate, quando o projeto quer fazer justamente o oposto disso.

E, claro!, há os professores-militontos de sempre (mostrei outro tipinho desse AQUI):

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Mais uma vez: com um “time”  deste quilate zurrando contra o ESP, minha vontade de apoiar a iniciativa só aumenta!  Não só isso: o fato de ver estes boçais demandando que o país continue a ter escolas COM partidos me oferece a certeza de que o Escola Sem Partido é uma iniciativa urgente!

Isto posto, quero manifestar a MINHA opinião sobre o Escola Sem Partido. Porém, como este post já ficou muito longo, farei isso num outro texto. Publico brevemente, incluindo um caso que aconteceu comigo, no colegial, quando tive uma professora-petista – aquele tipinho que encaixa uma ou duas aulinhas (bem vagabundas) entre as dezenas de atividades do partido.

ESCOLA SEM PARTIDO: Uma iniciativa necessária

Há muito tempo acompanho a iniciativa ESCOLA SEM PARTIDO (AQUI no blog, inclusive), e nos últimos meses, felizmente, este assunto ganhou corpo.

Pretendo escrever mais sobre o tema, mas por ora vou mostrar apenas algumas imagens que ajudam a entender a importância dessa iniciativa:

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Destaco: o sujeito se diz PROFESSOR.

Alguém tem qualquer dificuldade para imaginar como são as aulas de um sujeito com este nível intelectual, e com esse entendimento sobre o papel de um professor?

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Você leu tudo isso e ainda tem dúvidas se o problema da doutrinação nas escolas é algo “apenas” pontual, limitado a professores que militam ao invés de ensinar, ou se é algo generalizado, amplo?

Compreensível.

Para dirimir esta dúvida, leia isso AQUI.

Infelizmente há um contingente gigantesco de profesores que usam sua posição de autoridade para ensinar bobagens e fazer uma verdadeira lavagem cerebral em crianças e adolescentes.

Vou retomar este assunto, pois me interessa muito.

Mais um surto de ignorância do politicamente correto causando polêmica numa propaganda

Está virando rotina: propagandas que pretendem oferecer um toque de humor (não importa se conseguem ou não atingir seu objetivo) acabam virando alvo de militontos do politicamente correto (MPC) – e, com efeito, acabam por desnudar a ignorância atroz destes militontos robóticos, programados para gritar “machista!” (ou “misógino!”, “homofóbico!”, “transfóbico!”, “heterofóbico!”, “racista!”) para qualquer coisa.

Para entender este caso mais recente (a reportagem, da Exame, pode ser lida AQUI na íntegra, e abaixo faço um resumo, com grifos meus):

Uma campanha da Aspirina, da Bayer, está sob intensas críticas nas redes sociais. A peça, inclusive, ganhou um leão de bronze na categoria Outdoor, no Festival de Publicidade de Cannes, que acontece essa semana na França.

Na campanha criada pela agência AlmapBBDO para a Aspirina e para a sua versão com cafeína (CafiAspirina), uma situação é apresentada em duas cores. A cor verde traz uma frase e remete à Aspirina. A cor vermelha, que de certa forma “contraria” a primeira frase, representa a CafiAspirina.

Três frases compõem as peças da campanha:
– “Relaxa, até parece que estou gravando isso” .MP3
– “Calma amor, não estou filmando isso” .MOV
– “Tá tudo bem, não estou anotando nada” .DOC

As siglas finais remetem aos arquivos de áudio, texto e vídeo.

Na internet, as pesadas críticas giram em torno do conteúdo da frase sobre o vídeo, considerada machista. A frase parece descrever uma situação em que um homem grava cenas de sexo com a parceira sem ela saber, mesmo ele negando o fato. Essas “sex tapes” não consentidas (e até as consentidas), muitas vezes, trazem sérios problemas. A pessoa, por “vingança” após o fim do relacionamento, pode divulgar fotos e vídeos íntimos do ex-parceiro na internet.

As outras duas frases da campanha parecem envolver um ambiente político ou investigativo, onde se capta informações confidenciais. Mesmo assim, é difícil entender o significado dos anúncios e o que a marca quis dizer com as cores e as frases. O “CafiAspirina” seria uma versão “mais ousada” da aspirina? Ou uma versão mentirosa? Ou uma versão “mais apimentada”? Um tanto confuso…

Nas redes sociais, Ana Paula Passarelli, coordenadora do curso “Gênero na Publicidade” da ESPM São Paulo, divulgou um post onde critica a campanha, que acabou viralizando.

Na página da AlmapBBDO no Facebook, várias pessoas fizeram críticas:

“Nossa, publicitário tem mesmo que ser estudado. Os caras pagam de entendedores das tendências da sociedade, mas sequer conseguem enxergar o problema que é ter uma peça que normaliza a invasão de privacidade e o revenge porn. Nunca antes houve tanta luta das mulheres e você fazem uma campanha LIXO e MACHISTA dessa, só provando que quem criou isso (e quem julgou também né) não manja nada de sociedade!!!!!!”, escreveu Helen Macedo.

“Que bosta de propaganda. Se orgulham de oprimir mulheres? Que tipo de profissionais são vocês?”, escreveu Zink Mariana.

“Além de misógino, sem graça, não merece nem um leão da Parmalat”, postou Julia Faria.

Outros comentários:

– “Parabéns por fazer gracinha com uma situação onde via de regra uma mulher é exposta, massacrada e execrada. Parabéns por reforçar a Cultura do Estupro e o machismo que a alimenta. Parabéns, parabéns, parabéns, parabéns…”

– “Revenge Porn é crime”.

A agência AlmapBBDO, responsável pela campanha, enviou o seu posicionamento oficial à EXAME.com:

“Com relação à discussão envolvendo o anúncio de Aspirina, a AlmapBBDO esclarece que não houve a intenção de tratar com indiferença abusos de qualquer natureza. Mas entendemos que pode ter havido interpretações diferentes da mensagem que a peça queria passar. A AlmapBBDO repudia a prática de filmagem não consensual e qualquer espécie de violência ou invasão de privacidade. Ficaremos atentos para evitar o problema no futuro”.

Vamos por partes.

1) O primeiro trecho da reportagem que eu destaquei é este aqui:

Na internet, as pesadas críticas giram em torno do conteúdo da frase sobre o vídeo, considerada machista. A frase parece descrever (…)

Repare, dileto leitor, que os dois verbos que eu negritei (CONSIDERADA e PARECE) indicam a total subjetividade da interpretação da frase sobre o vídeo. Parecer é diferente de SER.

Os militontos do politicamente correto (MPC) são treinados para achar preconceito em tudo, até mesmo num “Bom dia”. Eles fazem isso mais uma vez.
A frase foi CONSIDERADA machista, pois PARECE descrever “uma situação em que um homem grava cenas de sexo com a parceira sem ela saber, mesmo ele negando o fato“. Parece descrever é diferente de DESCREVE.

Pois eu, quando vi as peças, especialmente essa da frase em questão, não pensei numa gravação de sexo, não. Eu imediatamente imaginei um casal, e para ser mais específico, imaginei a mulher gravando o marido fazendo alguma coisa trivial, mas sofrendo um “acidente” típico de uma pegadinha – por exemplo, o sujeito vai consertar alguma coisa, trocar uma lâmpada, pendurar um quadro, sei lá, cai da escada e se estatela no chão. A mulher, filmando tudo, garante que não filmou – mas depois o casal vê aquele vídeo constrangedor (para ele, claro!) exibido na TV ou no YouTube (e a mulher ri da cara do marido). Algo leve, bem humorado, sem traumas…

Mas os militontos, por limitantes e limitados, jamais conseguem pensar, são treinados “pavlovicamente” a reagir sempe com seu discurso histérico – e foi exatamente o que fizeram, ao sair gritando que a propaganda estaria fazendo “gracinha com uma situação onde via de regra uma mulher é exposta, massacrada e execrada“.

Mas não para aí: a pessoa é tão limitada, instruída a repetir o discurso batido (e burro) de sempre, que já associa a frase àquela coisa inexistente na realidade mas super relevante para os militontos, a tal “cultura do estupro”: “Parabéns por reforçar a Cultura do Estupro e o machismo que a alimenta“. Essa pessoa, aliás, ainda escreve a falácia “cultura do estupro” em letras maiúsculas – será que é um país, uma cidade ou um nome próprio?

As demais reações mostradas pela reportagem da Exame vão TODAS na mesma linha: são variações sobre o mesmo tema, repetidas de forma bovina. Pavlov ficaria orgulhoso!

Esses limitantes MPC não são apenas chatos e ignorantes, mas revelam-se incrivelmente infelizes: ao invés de imaginar uma situação bem humorada, de cara se jogam na conclusão de que se trata de “revenge porn” ou qualquer coisa que o valha. Essa gente precisa de terapia, não de facebook!

Aliás, por falar na ignorância mastodôntica das feminazi…

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2) O jornalista que escreveu a matéria (Guilherme Dearo) confessou, em diversos trechos, que não entendeu a propaganda. Grifei alguns destes trechos:

As outras duas frases da campanha parecem envolver um ambiente político ou investigativo, onde se capta informações confidenciais.

Mesmo assim, é difícil entender o significado dos anúncios e o que a marca quis dizer com as cores e as frases. O “CafiAspirina” seria uma versão “mais ousada” da aspirina? Ou uma versão mentirosa? Ou uma versão “mais apimentada”? Um tanto confuso…

E a “dor de cabeça” causada pelo “vazamento de informação” seria resolvida com uma simples aspirina?

Se o sujeito não entendeu a propaganda, por que ele não pediu ajuda a alguém capaz de entendê-la antes de redigir a matéria?

O verbo “parecer” na primeira frase destacada mostra que o Guilherme fez uma aposta: pode ser que a frase diga respeito a X, mas também pode ser sobre Y, ou Z, ou W – ou nenhuma das alternativas. Em suma, pode ser isso, pode não ser – não sei!

Mas eu não esperava que um jornalista da Exame fosse capaz de interpretar um texto tão complexo e longo – afinal, há mais de 4 palavras envolvidas.

3) Finalmente, chegamos no trecho que está diretamente ligado ao item 1, e fecha um ciclo:

Nas redes sociais, Ana Paula Passarelli, coordenadora do curso “Gênero na Publicidade” da ESPM São Paulo, divulgou um post onde critica a campanha, que acabou viralizando.

O post da Ana Paula Passareli apenas corrobora o sucesso de Pavlov: AQUI. Ela, professora de uma disciplina chamada “Gênero na Publicidade”, analisa toda e qualquer frase (ou situação) buscando por discriminação, preconceito e afins – mesmo que não haja nada disso. É o equivalente politicamente correto a “procurar pelo em ovo”.

Ela procurou pelo em ovo, a busca reverberou, viralizou no Facebook (bobagens viralizam com uma facilidade impressionante) a empresa e a agência de propaganda, desnorteadas e amedrontadas, recuaram. E assim nasceu mais uma narrativa ignóbil destes tempos sombrios em que as pessoas se deixam levar por narrativas toscas e expressões falsas como “cultura do estupro”.

As pessoas que não conseguem raciocinar e, algumas até com boa intenção mas pouco neurônio, se deixam levar por essas asneiras; depois, saem repetindo a expressão bovinamente. Mais uma vez, Pavlov sorri em seu túmulo.

É triste, ademais, ver uma professora que não sabe usar nem o adjunto adverbial “onde”, tampouco a conjunção “que”:

E pra quem está comentando: “não fala que é video íntimo ou que é um homem filmando uma mulher”.
SÉRIO? SÉRIO MESMO?
Na cultura machista que vivemos, no contexto cultural atual, você ainda vai continuar fazendo análise de mídia sem entender o contexto onde ela está inserida?
SÉRIO?

Insatisfeita em desfilar seus clichês feminazis, a professora ainda faz um jabá para o seu curso na ESPM:

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Aí, fui conferir os detalhes sobre o tal curso, no link que ela indicou. Depois de rolar a página e ver aqueles clichês e chavões de sempre das feminazi (aquilo é um curso ou uma comunidade do orkut?), eis que surge o currículo das professoras, e uma delas (ou um deles, pois não sei se Djamila é homem ou mulher – ou se está em algum dos outros 87 novos gêneros criados no politicamente correto) me chamou a atenção:

Djamila Ribeiro é Mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de SP; Membro fundadora do Mapô – Núcleo de Estudos Interdisciplinar em Raça, Gênero e Sexualidade da UNIFESP; Colunista do Blog da Boitempo e do site da Carta Capital.

Colunista do blog da Boitempo?

Colunista da Caca CaPTal?

Desculpa, mas precisava escancarar a natureza do “curso” desta forma?
Essas são as “professoras” que a ESPM anda contratando? Colunista da Caca CaPTal? Blog da Boitempo?
Ok, eu sei que estamos em crise, mas precisa baixar o nível desta forma?

R.I.P educação superior.

2016-06-22 23.36.06

E sobre a propaganda em si?

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Fraca.
Insossa.
Sem graça.
Nas palavras do Tio Sam, “no big deal”.
Não merece, na minha opinião, nenhum prêmio, assim como não merece causar tanto mimimi.

Mas como eu já afirmei diversas vezes, inclusive neste blog (AQUI, AQUI e AQUI, por exemplo), as empresas precisam saber que, hoje, são alvo fácil destes militontos limitantes. Ou elas enfrentam esses grupelhos (extremamente pequenos, restritos, irrisórios, mas organizados e barulhentos, o que causa a falsa impressão de que a propaganda ofendeu milhões de pessoas quando, na verdade, trata-se apenas umas poucas dezenas que muitas vezes nem se ofenderam, apenas precisam repetir o discurso decoradinho), ou elas seguirão presas fáceis para a ignorância do politicamente correto.

As empresas precisam fazer suas escolhas. E devem estar prontas para lidar com as consequências.

TCHAU, TCHAU, QUERIDA – NÃO PRECISA VOLTAR

Dilma Ruinsseff, a pior presidente da História do Brasil, finalmente foi afastada. A “gerentona” mais incompetente do universo virou apenas um parágrafo ruim num livro madraço de História do Brasil. E começo a comemoração com este vídeo:

O que escrever agora? Sinceramente, tenho tantas coisas que gostaria de escrever, que não sei se é melhor produzir um post quilométrico, ou dividir em vários posts. Evidentemente não estou “feliz” com o momento atual – o Brasil está numa crise econômica, política e moral sem precedentes. E, diferentemente do que andam dizendo alguns imbecis, o afastamento da Dilma não resolve nada de pronto.

Primeiro, porque o afastamento ainda não é definitivo – o Senado precisa discutir os crimes da gerentona incompetenta e fazer a votação final. Segundo, porque o lulopetismo enfiou o Brasil num buraco sem fundo, e a Dilma, em especial, arrasou a economia de uma forma surpreendente até mesmo para os bananas da Unicamp que sempre defenderam as cagadas monstruosas da mandatária, mas ultimamente vinham abandonando o barco furado e ensaiado umas críticas xoxas com o intuito de agradar meia dúzia de incautos.

Agora, com o afastamento temporário da Dilma e um novo governo em exercício, as expectativas são boas, e há uma possibilidade (repito: POSSIBILIDADE) de melhoras.

Contudo, 13 anos de PT destruíram o país.

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O Brasil está num estado calamitoso – e não me refiro apenas à economia. Esses 13 anos de lulopetismo arrebentaram instituições, leis, práticas, valores. A sociedade piorou, emburreceu – nem tudo isso foi consequência direta do desastre PT, é claro, mas a organização criminosa que assaltou/tomou o Estado degradou o Brasil de maneira avassaladora e rápida. Algumas poucas coisas que haviam melhorado no país terão de ser reconstruídas do zero. Outras tantas, precisarão de amplas e abrangentes consertos.

Não estou me referindo apenas às empresas, autarquias e instituições públicas que o lulopetismo arrasou. Muitos pensarão apenas na Petrobras e outras estatais, nos fundos de pensão, no BNDES, nos bancos públicos, órgãos como IPEA e Embrapa… etc…
Sim, o lulopetismo devastou todas estas instituições. Mas ele fez muito pior.

Graças ao lulopetismo, o debate público no Brasil virou uma guerrinha tosca e rastaquera de coxinhas” versus “mortadelas – e até jornais antes respeitados se jogaram no esgoto, como por exemplo a Folha de São Paulo, que acabou virando um folhetim grotesco, um palco vagabundo que abriga a escória da ignorância e da estupidez (os Boulos e Duvivers da sarjeta lulopetista), além das jornas que nem sequer tentam mais disfarçar que há tempos estão de quatro, abanando o rabo para o PT – e seus narizes, tingidos de marrom, são prova evidente. Recentemente, aliás, a Folha adicionou a “lacroeconomista” Laura Carvalho, que produz boçalidades em série (parece até formada ana Unicamp, coitada) para se juntar ao time de notáveis jornas/colunistas que já contava com o “brilhantismo” de Janio de Freitas, Barbara Gancia, Vladimir Safatle, Juca Kfouri, André Singer, Antonio Prata, Bernardo Melo Franco, Celso Rocha de Barros (coitado), Marcelo Freixo e outras “sumidades da asnice”. Todos eles contribuíram para rebaixar o nível do debate de forma vexatória – isso sem mencionar os blogs sujos e sites financiados com recursos públicos para difundir mentiras, ataques rasteiros e campanhas de desinformação entre aqueles que se acham inteligentes mas disputam seu capim com as vaquinhas do Brasil.

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A campanha eleitoral de 2014 mostrou isso de maneira brutal: as mentiras deslavadas do PT se espalhavam desenfreadamente, e a “oposição”, fraca e subserviente, não conseguiu responder à altura (ou à baixeza, para ser mais acurado).

Durante 2015, o estelionato eleitoral cometido pelo PT ficou tão evidente que até mesmo alguns “jornas13” e “isentões tiveram que reconhecê-lo – mas seguiam firmemente defendendo o PT, como lhes é peculiar, obviamente.

No final das contas, por tudo isso e por muito mais, hoje o Brasil acorda um pouco melhor. O simples fato de não termos mais a organização criminosa no governo federal faz com que o país esteja melhor.
É preciso, claro, enfrentar os gravíssimos problemas, mas sem o PT há alguma chance.

Dilma e Lênin