O brilhantismo de John Entwistle

Infelizmente é muito comum a maioria das pessoas darem pouca importância ao baixista de uma banda – qualquer banda. Isso, porém, é um erro.

As melhores bandas da História, sem exceção, têm baixistas memoráveis – desde John Paul Jones a Paul McCartney, passando por Roger Glover, Geddy Lee, Jack Bruce, Cliff Burton, Geezer Butler, Flea (a única coisa que presta no red Hot Chilli Peppers, aliás), Chris Squire e Steve Harris, para citar alguns poucos.

Abaixo, dois vídeos que achei há pouco no YouTube demonstram o brilhantismo de John Entwistle, que, para mim, está entre os 5 melhores baixistas de todos os tempos (junto com John Paul Jones, Roger Glover, Chris Squire e Jack Bruce).

No primeiro vídeo, a linha de baixo foi isolada dos demais instrumentos (demora um pouco para começar o som, então quem não tiver paciência pode ir direto para 1:13), e no segundo vídeo o som inclui todo mundo. É uma diversão ouvir o som do baixo isolado e depois percebê-lo “por baixo” da guitarra, da bateria e da voz (fantástica) do Roger Daltrey.

John Bonham: 35 anos

Exatamente 35 anos atrás morreu aquele que, para mim, é o maior baterista da História: John Henry Bonham.

On September 24, 1980, Led Zeppelin drummer John Henry Bonham—aka “Bonzo,” aka “The Beast”—downed forty (40!) shots of vodka at the home of guitarist Jimmy Page, practiced for a few hours with his bandmates, and then, understandably, passed out.

Come the morning of September 25, 1980, Bonham was dead, having choked on his own vomit at age 32.

Bonzo, heavy metal’s most monstrously mighty Destroyer God of Percussion, was a legend in life and he’s loomed only larger over music and humanity alike throughout the 35 years since we lost him.

A seguir, alguns momentos brilhantes do primeiro e único baterista da minha banda número 1, Led Zeppelin:

Duetos que valem a pena

Alguns duetos valem a pena serem vistos e revistos sempre…
 

1) Roy Orbison & K. D. Lang

 

2) Elton John & K. D. Lang:

 

3) David Coverdale & Chikenfoot (banda irregular, a despeito de formada por Sammy Hagar, Michael Anthony e Joe Satriani):

 

4) Aerosmith & Run DMC

 

5) AC/DC & Steven Tyler

 

6) Robert Plant & Jimmy Page & Steven Tyler & Joe Perry

 

Rush e Heart finalmente no Rock & Roll Hall of Fame

E duas das minhas bandas favoritas FINALMENTE entraram para o Rock and Roll Hall of Fame nesta quinta-feira.

Rush drummer Neal Peart said the honor was especially important to fans of the Canadian rockers. “It reflected back on them,” he said. “We’ve always said it’s not something that meant a lot to us, but we knew our fans cared so much to be validated like that — that their favorite band, like their favorite sports team, should be celebrated as champions.”

Heart’s Nancy Wilson said she “felt like [she] got into the cool ball team,” adding that many artists already in the Hall were some of Heart’s biggest influences. Heart was also acknowledged by Public Enemy’s Chuck D, who compared the Wilson sisters’ breaking of barriers to that of his own band. “Heart persevered and just broke through a mould and it’s the same thing with us in our genre,” he said. Other inductees included Quincy Jones, Randy Newman, Donna Summer and blues great Albert King. “Albert King is why guitar-face was invented,” said John Mayer.

Fonte: AQUI.

No primeiro vídeo, as irmãs Ann e Nancy Wilson se apresentam na cerimônia em que foram oficialmente aclamadas no Rock and Roll Hall of Fame, junto com Jerry Cantrell, Chris Cornell, Mike McCready e demais membros da atual formação do Heart (a música é um dos grandes sucessos do Heart, “Barracuda”).

No segundo vídeo, uma das minhas (várias) músicas favoritas do Heart, “Alone”, em versão acústica, num show de 2003 em São Francisco.

No terceiro vídeo, uma homenagem que as irmãs Wilson fizeram ao Led Zeppelin em 2012 (recomendo, aliás, que esta versão seja comprada na iTunes, pois é a única coisa que prestou desta homenagem, que contou com figuras como Lenny Kravitz e Foo Fighter mostrando que não têm talento para nada, muito menos para honrar clássicos do Rock – tirando a versão do Heart de Stairway to Heaven, o resto foi um horror incomensurável).
No quarto vídeo, uma versão de Stairway to Heaven mais antiga, feita pelo Heart em 2008. 
Um adendo: coloquei as duas versões da mesma música em sequência porque na minha humilde opinião de devoto do São Led Zeppelin, o Heart é uma das pouquíssimas (talvez a única, na verdade) capazes de fazer um “cover” do Led Zeppelin sem copiar a música original ou sem destrui-la completamente.
Quem quiser pode procurar no YouTube covers antigas (décadas de 1970, 1980) de músicas como “Rock and Roll”, “Kashmir” ou “Hot Dog” e comprovar a qualidade destas versões.


Como se não bastasse, o Heart foi uma banda pioneira no mundo do rock and roll mais “pesado” tendo mulheres como âncoras da banda (ao lado de Joan Jett, registre-se).

Uma banda que sempre teve pegada, muito talento e a voz incrível da Ann Wilson.






Jonathan Douglas "Jon" Lord

O dia estava indo bem, até saber que Jon Lord morreu.
A última vez que me senti assim foi quando Ronnie James Dio morreu.
Obviamente, nunca conheci nenhum dos dois (não pessoalmente). Mas, graças à música, ao talento e à competência de ambos, me sentia próximo – quase um amigo.
Inexplicavelmente, quando Dio morreu, passei uma semana inteira triste Agora, com Jon Lord, a sensação se repete.

Desnecessário dizer o quão importante Jon Lord foi para a música, especialmente para o hard rock. Fundador de uma das bandas mais importantes do rock, da qual sempre fui fã incondicional, músico GENIAL….
Bom, melhor do que falar (ou escrever), é ouvir:

Jonathan Douglas “Jon” Lord, mais conhecido como Jon Lord (Leicester, 9 de Junho de 1941 – 16 de Julho de 2012), foi um compositor, pianista e organista inglês, mais conhecido por ter integrado as bandas Deep Purple, Whitesnake, Paice, Ashton & Lord, The Artwoods e Flower Pot Men, além de ser pioneiro na fusão do rock com música clássica.


Em 1968, Lord fundou a banda de rock inglesa Deep Purple, onde era praticamente o líder da banda até 1970. Ele e o baterista Ian Paice, foram os únicos integrantes constantes da banda durante sua existência (1968-1976) e a partir de quando eles se reformaram em 1984, até a saída de Lord do Deep Purple, em 2002.


Em 11 de novembro de 2010, Jon Lord foi eleito membro honorário da Faculdade de Stevenson, em Edimburgo. Em 15 de julho de 2011, foi concedido à ele um grau honorário de Doutor em Música pela Universidade de Leicester, em sua cidade natal.

As 100 melhores canções de rock de todos os tempos

O site de compartilhamento de músicas on-line Grooveshark disponibilizou uma playlist com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. A lista, que compreende o período de 1955 a 1986, traz desde os célebres Buddy Holly, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Jimi Hendrix e Beatles, até clássicos contemporâneos como Aerosmith e Nirvana.

A lista disponibilizada pelo Grooveshark é uma compilação de 20 listas especializadas.homer-rock-and-roll

Em 2010, a AOL Music também fez uma lista com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. Diferentemente da lista compilada pelo Grooveshark, a lista da AOL foi baseada na avaliação de cerca de 200 mil ouvintes, entre 2005 e 2010.

Na lista do Grooveshark, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, da banda britânica Rolling Stones, aparece na primeira posição. Na lista da AOL Music, “Stairway to Heaven”, dos também britânicos Led Zeppelin, é que tem o posto de primeiro lugar. Além de The Rolling Stones e Led Zeppelin; Pink Floyd e Beatles são as bandas que mais vezes aparecem em ambas as listas.

Lista do Grooveshark: http://tny.gs/nfrBa0

Lista da AOL Music: http://aol.it/a08mvY

ORIGENS

As origens do rock and roll remontam na transição entre as décadas de 1940 e 1950, através de uma combinação de diversos gêneros musicais (predominantemente afro-americanos) populares naquele momento. Estes incluíram: o gospel norte-americano, a folk music, o blues – em especial as formas elétricas desenvolvidas em Memphis, Nova Orleans, Texas, e outros lugares – à base do boogie woogie tocado no piano e um jump blues que foram se tornando conhecidos coletivamente como rhythm and blues. Também adicionaram-se influências de country music e jazz.No entanto, elementos de rock and roll podem ser ouvidos em gravações country da década de 1930 e blues dos anos 1920.

Quando muitos brancos norte-americanos experimentaram o jazz e o blues afro-americanos, que frequentemente, era relegada a condição de produto musical racial (código da indústria fonográfica para estações de rádio de rhythm and blues) e raramente era ouvida pela corrente majoritária branca. Poucos músicos negros de rhythm and blues, notadamente Louis Jordan, The Mills Brothers e The Ink Spots, alcançaram algum sucesso, embora em alguns casos (como o da canção ‘Choo Choo Ch’Boogie’, de Jordan), este êxito tenha sido alcançado com canções escritas por compositores brancos. O gênero western swing da década de 1930, geralmente tocado por músicos brancos, também seduziu fortemente o blues e diretamente influenciou o rockabilly e o rock and roll, como pode ser ouvido, por exemplo, na canção Jailhouse Rock, de Elvis Presley, de 1957.

Voltando mais algumas décadas, o rock and roll pode traçar uma linhagem para o distrito de Five Points, em Manhattan, em meados do século XIX, cenário da primeira fusão pesadamente rítmica de danças africanas com a melodia de gêneros europeus (especialmente de origem irlandeses).

Em 1956 no filme Rock, Rock, Rock, Alan Freed interpreta a si mesmo, diz ao público que “Rock and roll é um rio musical que tem absorvido muitos riachos: rhythm and blues, jazz, ragtime, canções de cowboy, canções country e música folk. Todos contribuíram para o big beat.”