A crise econômica criada pelo PT, Lulla e Dilma está arrasando o varejo – e vai piorar!

A notícia fala por si mesma (íntegra AQUI):

O BTG Pactual fez relatório nesta segunda-feira (19) sobre o setor de varejo. Para analistas do banco, a volatilidade nos lucros continua e a má notícia é que o segundo trimestre não foi o fundo do poço: ainda tem mais por vir (e vai piorar).

O banco estima queda de 55% no lucro líquido das varejistas no período quando comparado com o mesmo trimestre de 2014. Um resultado que será impactado basicamente por seis empresas: Pão de Açúcar (PCAR4), Via Varejo (VVAR11), Magazine Luiza (MGLU3), Hypermarcas (HYPE3), Restoque (LLIS3) e Natura (NATU3). Essas seis empresas serão responsáveis por 97% da queda do lucro no setor.

Por outro lado, devem se salvar apenas Raia Drogasil (RADL3), CVC (CVCB3) e Lojas Renner (LREN3) – as três que sinalizam crescimento no lucro no período, aponta relatório dos analistas Fabio Monteiro e Thiago Andrade.

Eles acreditam que Via Varejo, Pão de Açúcar e Magazine Luiza são as mais impactadas no setor atual, de expectativa de vendas no segmento “mesmas lojas” (lojas abertas há, no mínimo, um ano) bem negativa e queda substancial no lucro. Na mesma linha, eles apontam que Cia Hering (HGTX3) e Natura enfrentam vários problemas micro e competição acirrada, o que contribuirá para um resultado pior.

Quase (repito: QUASE) sinto pena da Luiza Trajano. Porém, como sou acionista do Magazine Luiza e ela tem feito e falado muitas bobagens, não consigo.

Magazine LuizaReportagem do Estadão (íntegra AQUI) e alguns dados preocupantes sobre o varejo:

Entre dezembro de 2014 e julho de 2015, o comércio varejista do Estado fechou 57.235 vagas, segundo a FecomercioSP. É o pior resultado em oito anos e mostra que o setor já não abriga os trabalhadores que deixaram outras atividades nem emprega jovens que buscam no comércio a renda de que precisam para financiar os estudos ou ajudar a família. O varejo é uma das principais portas de entrada na vida profissional.

O comércio varejista paulista empregava, em julho, 2,13 milhões de trabalhadores, dos quais 31,2% em estabelecimentos da capital. A rotatividade foi alta, segundo estudo da FecomercioSP baseado em dados do Ministério do Trabalho: neste ano houve 674 mil desligamentos e 617 mil admissões. Em julho, mais de 5 mil vagas foram cortadas.

O aumento do desemprego, a perda de renda e do poder aquisitivo afetado pela inflação derrubaram o consumo – e, com ele, o faturamento das lojas, obrigadas a encolher.

Os maiores cortes ocorreram em segmentos em que é mais fácil adiar o consumo (como lojas de vestuário, tecidos e calçados, que demitiram 8% da mão de obra) ou em que o preço unitário dos bens é mais elevado (como concessionárias de veículos, em que 5% do pessoal foi afastado). As despesas das famílias tendem a se concentrar em itens essenciais, como remédios – tanto que nas farmácias e perfumarias o saldo das contratações foi positivo (1.763 postos). Mas nos supermercados 0,9% das vagas foi eliminado.

O comércio tem uma agenda destinada a manter o ritmo constante da atividade. Vale-se de datas comemorativas, como Dia das Mães, dos Pais, da Criança, Natal, réveillon, Páscoa e carnaval, entre outras. Neste ano, nem promoções e liquidações presentes em quase todos os segmentos bastam para sustentar a atividade.

O mesmo ocorre no Brasil: entre os primeiros semestres de 2014 e de 2015, o volume de vendas do comércio ampliado, que inclui veículos e material de construção, caiu 6,4%. No Estado de São Paulo, o corte de vagas foi generalizado. O varejo da capital foi o que mais demitiu (fechou 14.155 postos no ano). Em seguida está Itapevi, onde foram cortadas 2.415 vagas, com evidente impacto social.

Como de costume, parabéns aos imbecis que votaram 13.

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PT transforma a Petrobras numa lojinha de US$ 1,92

Como eu afirmei neste blog inúmeras vezes (aqui, por exemplo), Dilma Ruinsseff é incompetente. Não apenas isso, evidentemente, mas a incompetência é um dos traços mais marcantes da personalidade da rainha da mandioca.

Pois nesta sexta-feira, 18/09, mais uma meta da Dilma foi dobrada: depois de levar à falência a lojinha de R$ 1,99 que ela abriu (na época da paridade entre o dólar e o real, frise-se), ela conseguiu levar a ação da Petrobras a um patamar inédito.

Dilma já havia batido todas as metas (negativas) ao destruir o valor de mercado da Petrobras – mas ela dobrou a meta!

Petrobras perde valor com Dilma
Enquanto as ações da Petrobras eram vendidas a R$ 7,53, EXATAMENTE US$ 1,92 , as petrolíferas ExxonMobil e Shell tinham suas ações negociadas na Bolsa de Nova York a US$ 72,75  (R$ 287,00) e US$ 49,61 (R$ 195,00), respectivamente.

Alguns detalhes de uma matéria do Estadão (íntegra AQUI) mostram o tamanho do problema da Petrobras:

A Petrobrás encerrou o segundo trimestre de 2015 com um lucro líquido de R$ 531 milhões, montante 89,3% inferior ao alcançado no mesmo período do ano passado (R$ 4,959 bilhões). A retração, em proporções maiores do que aquelas esperadas pelo mercado financeiro, tem origem no pagamento de um total de R$ 1,6 bilhão em multas discutidas no âmbito da Receita Federal e na realização de uma reavaliação no valor dos ativos (impairment), com efeito de R$ 1,283 bilhão. Também pesou a queda nas cotações internacionais de petróleo.
Este é o segundo lucro trimestral consecutivo obtido pela Petrobrás após o anúncio do prejuízo de R$ 26,6 bilhões no fechamento de 2014. No primeiro trimestre, a estatal reportou lucro de R$ 5,330 bilhões. É, também, o terceiro pior resultado trimestral reportado pela Petrobrás na última década, superando apenas os prejuízos acumulados no quarto trimestre de 2014 e no segundo trimestre de 2012.
 
Do ponto de vista operacional, o balanço do segundo trimestre mostra semelhanças em relação ao resultado dos três primeiros meses do ano. O petróleo em queda reduziu a receita da estatal e afetou a rentabilidade da área de Exploração e Produção (E&P), efeito mitigado pelo dólar mais favorável às exportações e pelo aumento da produção de petróleo e gás. Por outro lado, o petróleo mais barato tornou as operações de importação de derivados menos adversas, movimento percebido nos números da área de Abastecimento e mitigado pelo desaquecimento do mercado doméstico de combustíveis.
Como resultado, a receita líquida da Petrobrás totalizou R$ 79,943 bilhões no segundo trimestre do ano, queda de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado somou R$ 19,771 bilhões, alta de 21,7% em relação ao segundo trimestre de 2014.
 
A companhia também cita o impacto de R$ 1,283 bilhão decorrente da realização de um impairment de ativos das áreas de Gás e Energia, Abastecimento e Exploração e Produção, em função da exclusão de projetos da carteira de investimentos contemplada no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019.
Além disso, o resultado da linha financeira também foi desfavorável. A estatal registrou uma despesa financeira líquida de R$ 6,048 bilhões no trimestre, pior do que os R$ 940 milhões negativos do segundo trimestre do ano passado.
 
Com a queda do lucro no segundo trimestre, o resultado da Petrobrás no acumulado semestral também apresentou variação negativa. A companhia acumulou um lucro de R$ 5,861 bilhões entre janeiro e junho, uma queda de 43,4% em relação a igual período do ano passado. A retração reflete a tendência dos preços internacionais do petróleo, o efeito cambial sobre os dados operacionais da estatal e o pagamento do valor bilionário à Receita Federal.
 
O material de divulgação publicado há pouco pela Petrobrás na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também aponta uma queda de 5,8% na receita líquida do semestre, para um total de R$ 154,296 bilhões. Já o Ebitda ajustado somou R$ 41,289 bilhões no primeiro semestre deste ano, expansão de 35% sobre os dados de 2014.

 

A verdadeira estrela

Mais uma pérola da Mulla

Já começo DIRETO com a notícia que li no portal InfoMoney (aqui):

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os prejuízos revelados por Sadia e Aracruz em decorrência de operações no mercado cambial são fruto da “ganância” das empresas na expectativa contra o real e não um sintoma dos efeitos da crise no Brasil, segundo informações da Agência Brasil.

“Essas empresas, no fundo, estavam especulando contra a moeda brasileira. Portanto, não tiveram prejuízo. Elas praticaram, por conta própria, por ganância, esse prejuízo”, afirmou durante campanha em favor da candidatura de Luiz Marinho para a prefeitura de São Bernardo do Campo.

Em sintonia com integrantes do Governo, Lula voltou a negar o lançamento de qualquer pacote de medidas para lidar com a crise no sistema financeiro internacional. “Nós vamos tomar medidas pontuais para acompanhar a crise e o seu desenrolar”, disse.

Prejuízo
Na semana passada, a Aracruz anunciou um prejuízo de R$ 1,95 bilhão com operações no mercado futuro de dólar. Já a Sadia divulgou perdas de R$ 760 milhões com derivativos de câmbio. As ações preferenciais classe B da Aracruz caíram 30,71% na semana passada. Os papeis PN da Sadia já desabaram 36,5% desde o anúncio.

As companhias visavam proteção contra oscilações da moeda norte-americana. Apostaram na cotação baixa do dólar e realizaram contratos futuros sob essa expectativa. Diante da mudança no cenário tiveram perdas nas operações.

Mais uma vez, o digníssimo Presidente da República produz uma imbecilidade digna delle mesmo.

O último parágrafo da matéria da InfoMoney é bastante claro: as duas empresas em questão apostaram na BAIXA do dólar – portanto, exatamente o OPOSTO do que disse, como sempre de forma burra, o Rei Mulla.

Santa burrice, Batman !!!!!!!

CVRD – valorização

Para fazer uma atualização em alguns dados e informações postadas anteriormente, sobre a Vale do Rio Doce, recorro a levantamentos recentes (dos últimos 3 dias) que apontam que o valor de mercado da mineradora privatizada em 1997 PASSOU o valor da Petrobras.Para detalhes, veja aqui, aqui e aqui.

A Companhia Vale do Rio Doce ultrapassou a Petrobras no rol das empresas de capital aberto mais lucrativas da América Latina em Maio/2007, após 17 trimestres de liderança da estatal petrolífera. Levantamento da consultoria Economática mostra que, nesse período, a Petrobras somente perdeu liderança em três oportunidades: no início de 2002 (para a mexicana Telmex); no terceiro trimestre deste mesmo ano (para a Eletrobrás) e nos primeiros três meses de 2007. O lucro da Vale foi recorde e pela primeira vez ultrapassou a marca dos US$ 2 bilhões, sendo puxado pelo aumento dos preços do minério de ferro, que elevou em 77% a receita líquida da companhia. A Petrobras divulgou lucro de R$ 4,131 bilhões no primeiro trimestre, em uma queda de 38% sobre o resultado para o mesmo período de 2006. É possível ler mais aqui.

O fato concreto é que a Vale do Rio Doce vem mostrando uma Administração muito mais profissionalizada do que a Petrobras, que sempre sofre com as indicações políticas no preenchimento de cargos de Diretoria e Alta Gerência (para maiores detalhes, basta verificar o troca-troca que o PT acaba de promover, para assentar algumas indicações de partidos “aliados” em troca do apoio na votação da CPMF).

Por seu turno, a Petrobras anunciou, em 13/08/2007, lucro líquido de R$ 10,93 bilhões no primeiro semestre de 2007, uma queda de 20% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 13,63 bilhões). No segundo trimestre, o lucro líquido foi de R$ 6,8 bilhões, com uma redução menor do que a do semestre: 2% em relação aos R$ 6,96 bilhões do mesmo período de 2006. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da petroleira teve decréscimo de 9% no primeiro semestre, indo de R$ 27,73 bilhões em 2006 para R$ 25,18 bilhões este ano.Por sua vez, a receita líquida do semestre atingiu R$ 80,69 bilhões, com elevação de 9% sobre o mesmo período de 2006 — quando somou R$ 73,83 bilhões. No segundo trimestre, a receita líquida foi de R$ 41,798 bilhões, uma alta de 10,14%. No segundo trimestre, o resultado bruto somou R$ 17,309 bilhões, uma alta de 4,56%, enquanto as despesas operacionais subiram 9,21%, para R$ 5,774 bilhões, e o lucro operacional caiu 7,71%, para R$ 10,376 bilhões. Maiores detalhes, aqui.

E ainda vêm estes criminosos do MST, CUT e demais organizações ligadas ao PT (além do próprio!) fazer algazarra pela estatização da CVRD……. Obviamente, o interesse é ter mais cargos à disposição de suas necessidades fisiológicas e nada republicanas…..