PRECIFICAÇÃO: Sorveteria oferece desconto de acordo com o frio que estiver fazendo

Li no blog do meu primo (íntegra AQUI), e não pude deixar de pensar que é um ótimo exemplo de precificação:

Eu acho isso uma grande bobagem, mas tem muita gente que diz que sorvete e inverno não combinam. Sorvete é uma delícia em qualquer estação. De todo o modo, a sorveteria Gelatte di Gàbi, em Santana, resolveu dar uma forcinha para quem pensa o contrário. Durante todo o inverno, quanto maior for o frio, maior será também o desconto. “Em invernos severos, nossas vendas caem pela metade”, revela Gabriela Yanaka, proprietária da loja. “O desconto faz com que as pessoas tenham mais coragem de vir até aqui independente do frio ou da chuva”.

Com exceção do Ultra Gelato, todos os sorvetes e sobremesas (petit gateau, brownie e fondue) da loja entraram na promoção. Difícil será conseguir o desconto máximo de 50% nesse mês de julho, avisa a meteorologista Olivia Nunes, da Somar.  “A média de temperatura máxima do mês será de 21,8 ºC e a mínima, de 11,7 ºC”, prevê. “Ir na sorveteria com menos de 12ºC talvez seja possível apenas perto das 22 horas, horário de fechamento aos sábados”. Num dia como hoje, o cliente conseguiria um desconto de 10% na hora da abertura da sorveteria e de 30% quando as portas estiverem fechando.

“Vamos ficar monitorando a temperatura pela internet, mas confiaremos também nos aplicativos exibidos pelos fregueses”, garante Gabriela, que toca a casa junto com o marido, Rodrigo Boarin. O preço sem desconto do copinho pequeno é de 10 reais; do médio, 12; e do grande, 14. A promoção irá até o fim do inverno, dia 20 de setembro.

Está aí uma iniciativa MUITO BOA!

sorvete

Dos quatro elementos decisórios do marketing tático (precificação, distribuição, produto e promoção), o item precificaçõ é o mais “esquecido” pela maioria das empresas – incluindo as grandes. Portanto, ver uma pequena empresa adotando uma estratégia ousada justamente na precificação de seus produtos me deixa feliz, e interessado.

É assustador observar os erros grosseiros que as empresas cometem na sua precificação. Por exemplo, ontem mesmo estava comentando sobre a decisão da Honda de precificação do novo Civic: pedir R$ 125 mil por um Honda Civic, ainda que seja o topo de linha, ainda que o modelo ofereça vários itens sofisticados, ainda que seja um motor novo (e, aparentemente, muito potente e econômico ao mesmo tempo, considerando a categoria do carro), o valor é simplesmente irreal, absurdo.

Nada justifica cobrar R$ 125 mil por um Civic. Nada!

Se a Honda pretendia reconquistar um pouco do market-share que perdeu para o Corolla nos últimos anos, a estratégia de precificação que ela escolheu vai dar errado. O erro brutal da Honda fica ainda mais gritante quando nos damos conta de que o Brasil está num momento péssimo da economia, com uma retração jamais observada na História do país, desemprego em alta e todos os problemas deixados pela herança maldita de Dilma, Lulla e PT. Portanto, num momento de crise econômica, a Honda quer mesmo pedir tudo isso por um carro médio?

Ei, Honda, as pessoas estão trocando marcas mais caras por concorrentes mais baratas, e você quer pedir 125 mil reais num Civic? Sério mesmo?

Demissão sem justa causa

Administradores são contra o fim da demissão sem justa causa
70% se dizem contra à proposta de impedir empregador de demitir empregado sem justa causa

O Portal Administradores (www.administradores.com.br), principal veículo on-line voltado à Administração de Empresas & Negócios, realizou, no último mês, uma enquete para avaliar a opinião de seus usuários sobre a proposta de ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que visa impedir o empregador de demitir o empregado sem justa causa.

Os resultados da enquete demonstram que os administradores estão preocupados com a possibilidade de êxito da proposta.

46% dos participantes se dizem totalmente contra, enquanto 23% são contra a proposta. Dos que apresentam opinião contrária, 15% se dizem a favor e apenas 13% são totalmente a favor. 4% dos participantes são indiferentes.

A questão gerou polêmica e foi discutida pelos usuários na comunidade de Administração do portal (www.administradores.com.br/comunidades). Para o administrador João Luiz Moser, uma das conseqüências imediatas será uma diminuição no profissionalismo das organizações: “aqueles que não têm a mínima vontade de trabalhar terão seus diretos garantidos e não poderão ser demitidos”, prevê.

Para a advogada trabalhista Anna Vita Vieira, o fim da demissão sem justa causa significaria o fim da autonomia do empregador ante o seu próprio negócio, um retrocesso para o desenvolvimento empresarial brasileiro. “Provar que um empregado foi despedido por justa causa é quase impossível com a nossa legislação trabalhista, pois o ônus da prova é sempre do empregador e os percalços são infinitos, pois as provas sempre serão contestadas e colocadas em xeque”, comenta Anna. “Ao impor o fim da demissão sem justa causa, ao invés de coibir as despedidas e demissões sem fundamento, inibe-se a contratação de mais empregados, a diminuição do investimento de grandes empresas em nosso país, e, conseqüentemente, o aumento do desemprego e do trabalho informal”, conclui.

4138 pessoas participaram da enquete. Segundo o administrador Leandro Vieira, editor do www.administradores.com.br, trata-se de uma amostra muito significante, onde aproximadamente 70% dos votantes são contra a proposta do Presidente Lula. Levando em consideração que o perfil dos participantes da enquete é formado por pessoas com amplos conhecimentos em administração de empresas e sobre o dia-a-dia das organizações, a proposta de acabar com a demissão sem justa causa representa um grande risco para o nosso país.

Fonte: www.administradores.com.br

Porcos selvagens

Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem.

O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.

No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?”

O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada.

-Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho de gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, ele voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.
Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.

O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”,  medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha.

Devemos sempre lembrar que “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”.

Pois é………. Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência.

Infelizmente, o Brasil está muito próximo disso……..