A surra da Amazon ainda não acabou

Ontem eu tratei aqui no blog do tiro de canhão que a Amazon deu no próprio pé. Contudo, o assunto continuou rendendo, e achei que cabia retomá-lo, para incluir novos fatos e informações que surgiram.

Em primeiro lugar, a surra que a Amazon tomou não apenas cresceu, mas finalmente surgiram alguns números que ajudam a dimensionar a cagada feita pela empresa (e pela agência de propaganda VML, sobre a qual tratarei algumas linhas adiante).

Segundo informa o Estadão (aqui), o tuíte do João Doria, que trazia o vídeo no qual ele “desafiou” a Amazon, atingiu a marca de 59 milhões de engajamentos. Conforme informa O Antagonista (aqui), o vídeo em questão alcançou 125 milhões de pessoas.
Mas o que significam estes números?
Eles parecem contraditórios, não?!
Na verdade, não. O vídeo foi publicado no Twitter e no Facebook – então, os 125 milhões se referem à soma, ou seja, todo mundo que viu o vídeo. Os 59 milhões tratam APENAS do Twitter. Além disso, nem o Estadão nem O Antagonista informaram a fonte de seus dados – portanto, podem ser fontes diferentes, com métodos de mensuração diferentes.

Contudo, esses números NÃO são muito confiáveis, por várias razões.
Uma mesma pessoa pode gerar 10 “engajamentos” no mesmo vídeo, distorcendo a mensuração total. O fato concreto é que o “desafio” do Doria teve uma audiência brutalmente maior do que a propaganda burra da Amazon. É possível estimar que a audiência do João Doria tenha sido no mínimo 20 a 30 vezes maior do que a da Amazon.
Em suma, a Amazon tomou uma surra quantitativa brutal, monstruosa.

Mas e no quesito qualitativo?
Outra surra.
Os números mostrado pelo O Antagonista apontam 92% de saldo positivo para o prefeito. Novamente, não ponho a mão no fogo pelo número exato, mas basta ler os comentários que estão no Facebook da postagem original do vídeo que é fácil perceber que a maioria esmagadora apoiou a iniciativa do prefeito, e repudiou a propaganda da Amazon.
Esta proporção faz sentido pois, conforme lembrei no post de ontem aqui no blog, a pesquisa DataFolha do mês passado indicava que 97% dos paulistanos são contra as pichações. Tendo em vista que a campanha da Amazon recorre a esta questão como ponto de partida, é lógico assumir que ela terá uma rejeição parecida – acima de 90%, no mínimo.

Diante destes números, que são absolutamente avassaladores e desastrosos para a Amazon, cabe perguntar: POR QUE UMA EMPRESA FAZ UMA CAGADA MONUMENTAL DESSAS?
Será que ninguém, nenhuma alma viva, na Amazon, ou na agência de propaganda, tem capacidade intelectual e profissional para perceber o tamanho da burrada antes de colocar isso no ar?

Pois é… Aí começa o problema central.
Não tenho idéia de quem foi o responsável, dentro da Amazon, pela aprovação dessa campanha burra e tosca. Todavia, surgiram informações sobre a agência VML que ajudam a oferecer algumas respostas do lado da agência de propaganda.

Como está claro e cristalino aqui, pelo menos 2 funcionários da agência VML são militontos petistas de facebook, do tipo que chama o impeachment de “golpe” – e isso já sintetiza o (baixíssimo) QI dos envolvidos.

17554507_10156140710719062_2265353532994350131_n
A grande questão, assim, é debater como (e por que) uma empresa coloca profissionais de tão baixa estirpe em cargos relevantes: uma pessoa que coloca sua militância política acima dos interesses da empresa (e dos clientes desta empresa) merece o olho da rua.

17553552_10156140711934062_4461898373151433880_n17626199_10156140711904062_5623233030602338171_n17522606_10156140711709062_636792000357245272_n17553624_10156140711704062_6286492680203987255_n17635382_10156140710704062_516723113798002489_o
Se o sujeito quer ser militonto de facebook, defender corruPTos e bandidos, passar recibo de ignorante, problema dele. Entretanto, no momento em que ele carrega essa ignorância para o ambiente profissional, ele está prejudicando a empresa.
O caso da Amazon comprova isso sem nenhuma sombra de dúvida: o militonto partiu do pressuposto (falso) de que haveria uma “polêmica” em torno da “cidade cinza” (como eu expliquei ontem), e a propaganda foi baseada inteiramente nessa bobagem, gerando um desastre do ponto de vista de relações públicas para a Amazon.

Eu sou dono de um Kindle há alguns anos. Adoro o produto, recomendo sempre aos amigos e alunos.  Mas confesso que, se dependesse dessa propaganda medonha, não compraria o produto hoje – e não se trata da crítica subliminar que a propaganda faz aos muros cinzas, livre das pichações, rabiscos e sujeiras. O problema é que a propaganda não exalta as qualidades do produto (são muitas, mas quem ainda não tem o produto não conhece), não comunica ao cliente potencial absolutamente NADA que possa motivá-lo a comprar o produto – ou mesmo a conhecê-lo um pouco melhor.

Nos livros mais básicos de marketing, é sempre explicado o “Modelo AIDA”, que consiste em usar a comunicação/promoção com o intuito de obter: (1) ATENÇÃO > (2) INTERESSE > (3) DESEJO > (4) AÇÃO do público-alvo.
Resumidamente, a comunicação (que engloba a propaganda, mas não se limita a ela), deve primeiro chamar a atenção do cliente potencial, depois criar algum interesse (seja pelo produto, seja pela marca ou empresa), despertar o desejo (de comprar, de conhecer mais informações/detalhes) e, finalmente, gerar uma ação concreta (comprar o produto, por exemplo).
A propaganda pavorosa que a agência VML produziu não atinge NENHUM dos 4 quesitos mais básicos, rudimentares e essenciais da comunicação. Nada. Zero!

17498880_1331790770200104_192317114342849395_n

Trata-se de um fiasco brutal, produzido por militontos de facebook que não sabem separar suas deficiências mentais e ideológicas do seu trabalho. Não é apenas falta de profissionalismo, é pior do que isso.

Concorrentes da Amazon: PAGUEM a agência VML para continuar atendendo a gigante norte-americana e vocês terão a chance de dominar o mercado! Sério mesmo: descubram quanto a Amazon está pagando para a VML, e ofereçam 20% a mais para que a agência CONTINUE fazendo a comunicação da Amazon. Isso vai garantir o futuro de vocês!!!! Lembrem-se do ensinamento de Napoleão Bonaparte:

2017-03-29 11.04.06

Uma propaganda ruim que criou um desastre: o caso Amazon Brasil

Qualquer aluno de graduação nas áreas de Administração, Marketing ou Publicidade aprende, no início do curso, que o objetivo primordial da COMUNICAÇÃO (que engloba propaganda, publicidade, relaçõs públicas, ações nos pontos de vendas etc) é estabelecer um vínculo entre a empresa e um determinado público-alvo (“target”). Isso é básico, elementar.

Porém, o pessoal do marketing da Amazon esqueceu das lições mais básicas de marketing!

Nesta terça-feira, 28/03, colocaram no ar, nas redes sociais, uma propaganda ruim, burra, sem nenhuma relação com o produto que supostamente estariam tentando promover (o Kindle, leitor de livros eletrônicos), e, pior, sem NENHUM apelo para o público-alvo que DEVERIAM tentar atingir.

Eis aqui a propaganda burra:

Como pode ser visto nesta peça, não é possível identificar nenhum elemento capaz de promover um produto específico (o Kindle), nem tampouco a empresa (Amazon). A peça é ruim porque é incapaz de fazer uma comunicação efetiva de uma marca, produto ou empresa. A agência que criou a peça deveria enfiar um saco de papel na cabeça, disfarçar que deu vontade de cagar e sair de fininho.

2017-03-29 02.59.22.png

Pior: o mote central da campanha é um chavão que há poucas semanas estava nos jornais/sites diariamente: a determinação do Prefeito João Dória em combater diuturnamente as pichações que infestam a cidade.

Vamos nos aprofundar no mote central da campanha, então.

Desde que assumiu o mandato, há pouco mais de 3 meses, João Dória tem sido uma fonte permanente de recalque, inveja e ódio das viúvas do Haddad. Isso se deve, basicamente, ao fato de que em apenas 1 dia (qualquer dia destes 3 meses, pode escolher) João Dória faz mais pela cidade do que Fernando Haddad fez em longos e intermináveis 4 anos (que pareciam 200 anos de martírio para o paulistano que teve que aturar seu ciclofascismo incompetente coberto pelo verniz da pseudo-intelectualidade de um chucro autoritário cheio de vácuo).

A imprensa, absolutamente tomada pelas viúvas do Haddad, vem tentando, em vão, achar pelo em ovo para criticar o Dória. Um exemplo recente: o Estadão achou relevante publicar uma notícia que jamais seria considerada notícia quando Haddad era prefeito. Num lapso, Doria disse que a Lapa ficava na Zona Norte, e não na Zona Oeste – mas Fernando Haddad era o mais perdido prefeito de SP: jamais sabia a localização de NENHUM bairro, exceto Jardins, e não sabia NADA sobre a cidade. Passou 4 anos sem conhecer a cidade, e a imprensa sempre “passou pano” – porque, afinal, era o “prefeitão do amor”, o queridinho dos militontos.

O problema é que, como a campanha eleitoral de 2016 provou, a imprensa perdeu a credibilidade de uma forma avassaladora. Vamos lembrar o que apontavam as pesquisas de intenção de voto poucos meses antes da eleição?

2017-02-18 00.59.12

2017-02-18 11.00.11

Desde que assumiu, João Doria está dando um baile na imprensa. Jornais, revistas e sites perderam o monopólio da comunicação, pois o prefeito usa as redes sociais de forma eficaz e eficiente: ele mesmo se comunica, DIRETAMENTE, com o eleitor/cidadão. Através de vídeos (alguns gravados, outros tantos ao vivo), Doria mostra visitas surpresas a escolas, postos de saúde e outras instalações municipais, o que deixa o cidadão com a sensação de que o prefeito está trabalhando, fiscalizando, cobrando, enfim, fazendo.

Além disso, João Doria conseguiu, em pouco tempo, mostrar que é possível realizar ações concretas e necessárias – por exemplo, o programa que está conseguindo reduzir drasticamente a fila de espera por exames, o “Corujão da Saúde”. O programa é um sucesso estrondoso, contrariando os “especialistas” que os jornalistas  consultavam para pedir opiniões. Esse tipo de ação, capaz de gerar resultados reais e necessários, atinge em cheio as pessoas reais, a população/eleitores/cidadãos de verdade, não os militontos de facebook do complexo PUCUSP. Como Fernando Haddad passou 4 anos fazendo ciclofaixas inúteis (caras, ruins, mal planejadas e pessimamente mal executadas) e deixou a cidade abandonada, ver os resultados produzidos pela gestão Doria em tão pouco tempo foi um choque para o cidadão normal (isso exclui os militontos de facebook, meros pirralhos mimados bancados pelos pais).

E esta situação levou ao contexto da propaganda da Amazon.

Graças ao projeto “Cidade Linda“, a gestão Doria está promovendo ações permanentes de limpeza e manutenção na cidade. Uma das ações que compôem este programa é o combate à pichação e à sujeira. Como não havia muito a ser criticado nesta iniciativa (segundo o DataFolha, 97% dos paulistanos são CONTRA pichações), a imprensa resolveu produzir uma pseudo-polêmica: Doria estaria deixando a cidade “cinza”. A partir daí, a “cidade cinza” virou mote para os militontos de facebook. E a Amazon resolveu usá-lo como essência da sua campanha:

As viúvas do Haddad (meia dúzia de gatos pingados que fazem um barulhão nas redes sociais mas não consegue encher uma kombi) dominam as redações dos jornais, revistas, rádios, TVs e sites, mas não têm NENHUM contato com a realidade da população. Para fingir ter alguma relevância, inventaram que haveria uma “polêmica” envolvendo a disposição de João Doria para combater os pichadores. Ora, se 97% da população é CONTRA as pichações, não há “polêmica” nenhuma. Um assunto pode ser chamado de “polêmico” quando há 50% ou menos de aprovação, mas quando 97% da população é favorável a uma determinada posição/política, não há polêmica. 97% é quase unanimidade!

Aí, algum “JÊNIO” na Amazon acha inteligente usar como mote de uma propaganda a defesa de uma posição que é rechaçada por NOVENTA E SETE PORCENTO DA POPULAÇÃO – não precisa um QI acima de 10 para perceber que isso é uma burrice monstruosa!

João Doria não é um político. Ele já mostrou que sabe se comunicar. E foi isso o que ele fez. Na manhã do dia 28, ele publicou um vídeo curto, mas que em menos de 1 hora já tinha sido visto mais de 40 mil vezes (no mesmo horário, a propaganda da Amazon tinha sido vista aproximadamente 3 mil vezes):

A Amazon colheu os frutos da sua burrice em pouquíssimo tempo:

De maneira bem objetiva, João Doria deu uma rasteira na Amazon – e bastou ser inteligente, haja vista que a propaganda da empresa é de uma burrice quase haddadiana.

2017-03-29 05.28.38

2017-03-29 05.22.18

João Doria não deu tempo para que os jornalistas recalcados repercutissem a provocação da Amazon: às 08:44 da manhã ele lançou o desafio para que a Amazon contribuísse com as bibliotecas e escolas de São Paulo, e deixou a bola no campo da empresa. Agora, cabia a ela responder.

2017-03-29 03.00.20

Claramente a Amazon não estava preparada para isso. Ela só conseguiu produzir uma resposta ruim às 20:13 – ou seja, aproximadamente DOZE HORAS DEPOIS. Ao longo destas 12 horas, 3 empresas ofereceram apoio à Prefeitura: Kabum, MultiLaser e Saraiva.

2017-03-29 02.59.01

Enquanto era massacrada pela burrice, e outras empresas aproveitavam a oportunidade, a Amazon só conseguiu produzir uma resposta ruim, fraquíssima, vaga:

Os principais problemas com a “resposta” dada pela Amazon 12 horas depois:

  1. Demorou muito. A campanha, ancorada nas redes sociais, deve saber usar os prós e contras da mídia escolhida – e nas redes sociais a velocidade é essencial. Entre 8 da manhã e 8 da noite, a Amazon permaneceu em silêncio, sem saber o que fazer. Passou vergonha.
  2. Foi fraca. Havia, na resposta da Amazon, um vídeo oferecendo UM (repito: APENAS UM) download gratuito de UM livro eletrônico (entre uma relação de mais ou menos 15 títulos, escolhidos pela Amazon), e um texto fraco, com uma vaga menção à doação de “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação (fiquem ligados)“. Centenas? QUANTOS, EXATAMENTE? 100, 200, 500? Quando? Quais instituições? Uma resposta vaga, superficial. Insuficiente.

Em suma, a Amazon aprovou (e colocou no ar) uma propaganda incapaz de se comunicar com pessoas interessadas em seu produto (kindle), ou seja, falhou em atingir o público-alvo. Será que a agência VML e a Amazon acreditaram que os 3% que são favoráveis às pichações compram Kindle? Os caras nem sabem ler!!!

Para piorar, a propaganda partiu do pressuposto errado (a “polêmica” da “cidade cinza” criada pelos militontos de facebook jamais foi real; não havia “polêmica” coisa nenhuma) e, por óbvio, seguiu um conceito furado. E quanto ao roteiro da propaganda? Horroroso. Misturou trechos de livros bons com lixos do tipo “50 tons de cinza”, projetados nas paredes da cidade… Sério, QUE PORRA É ESSA, AMAZON?

Uma propaganda ruim, que teria sido ignorada por completo, não fosse a rápida e sagaz resposta do João Doria – que colocou a Amazon contra a parede em apenas alguns segundos. A partir daí, a Amazon não soube responder da forma correta, nem no tempo adequado – o que abriu caminho para que a empresa fosse massacrada nas redes sociais, enquanto outras empresas tiravam proveito da situação.

No fim do dia, a Amazon, a agência que criou a propaganda horrenda e os responsáveis pela aprovação da peça estavam mais ou menos assim:

2017-03-29 05.22.11

Os concorrentes da Amazon, por outro lado, deveriam estar com vontade de pedir à empresa que renove a conta na atual agência, a tal VML, pois ela prestou um favor imenso a todo mundo – menos à Amazon!

A propósito: a sede da Amazon no Brasil fica neste conjunto empresarial aqui (todo CINZA!):

Jornalivre_BR_2017-Mar-28

HADDAD TRANQUILÃO: um perfil criado para mentir e caluniar pertence a um funcionário da gestão Haddad

Ora, ora, ora, que coisa interessante…

Acabo de descobrir, no Implicante (íntegra AQUI) que o “personagem” Haddad Tranquilão, que tem perfis no Facebook e no Twitter, é na verdade um militante/funcionário da Prefeitura de São Paulo, nomeado por Fernando Haddad em 17 de Julho de 2014. Segundo publicou com exclusividade o Implicante:

EXCLUSIVO: autor de páginas ofensivas a Dória foi nomeado pela gestão Haddad

Por meio de ação judicial, o candidato tucano chegou à autoria dos sites ofensivos. O acusado também é autor da página “Haddad Tranquilão”, que serve para falar bem do petista.

O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, João Dória, conseguiu descobrir o autor de páginas que o ofendiam. Diante da notícia, a campanha de Fernando Haddad (PT) alegou que se tratava de um “militante virtual”.

Não é bem assim.

O referido cidadão foi NOMEADO pelo governo petista. As informações são de natureza pública e estão no Diário Oficial do Município[…] Desse modo, a coisa já muda MUITO de figura. Em se tratando de um integrante da administração municipal (e não há informação de que tenha saído), tudo ganha uma nova dimensão. Deixa de ser uma brincadeira do autor do tal “Haddad Tranquilão” e passa a ser um ato de funcionário nomeado, de um integrante da administração pública exercendo cargo de confiança.

E, assim, o petista Fernando Haddad deverá responder por isso. Afinal, não foi mesmo ação isolada de um “militante virtual”.

A lorota agora cai por terra.

 

Haddad Tranquilão

O nome do militante? PEDRO GALVÃO DO AMARAL PINTO BARCIELA, nomeado por Fernando Haddad como “Administrador de Parque III, Ref.DAS-10, do Departamento de Parques e Áreas Verdes, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente”, como pode ser lido no Diário Oficial da Cidade de São Paulo AQUI.

Mas não é só isso! Aproximadamente um mês (sim, APENAS UM MÊS) depois de ser nomeado por Haddad, para fazer sabe-se lá o quê, o sujeito abriu uma empresa (detalhes completos AQUI):

Barciela Consultoria
CNPJ 20.838.420/0001-59
Nome fantasia Barciela Consultoria
Razão social Pedro Galvao do Amaral Pinto Barciela
Data de abertura 14/8/2014
Natureza jurídica Empresário Individual – Código 2135
Status da empresa Ativa
Atividade econômica principal Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos – CNAE 5819100
Capital Social R$ 500,00 (Quinhentos reais)

Não é curioso?! Ora, por que o sujeito abre uma empresa um mês depois de ser nomeado para um cargo público? Para receber como PJ?

Fica ainda mais curioso: Pedro Galvão do Amaral Pinto Barciela tem graduação em TURISMO. Por que alguém graduado em turismo abre uma empresa especializada em “edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos”?

Consta na página do Facebook do “personagem” Haddad Tranquilão (e, obviamente, não dá para saber se é verdade) que ela foi criada em Outubro de 2012. O que o militante fazia na época?

Não tenho idéia. Mas, para colocar a cereja no bolo: Pedro é filiado ao PT (QUE SURPRESA!!!!) e, aparentemente, candidato a vereador em São Paulo (veja AQUI). Não localizei um site oficial do TSE ou TRE com a listagem definitiva dos candidatos já aprovados/homologados, e este site não me pareceu muito confiável, então essa informação da candidatura vou tentar averiguar em outras fontes para ter certeza (se for o caso, atualizarei a informação aqui posteriormente).

Será que é apenas “coincidência”? Eu acho que não!

Depois as pessoas insistem em confundir marketing com “propaganda enganosa” ou com “mentiras” e tem gente que não sabe por quê…

ESCOLA SEM PARTIDO: uma cruzada contra a falácia do espantalho

Conforme eu escrevi AQUI no blog, pretendo tratar da iniciativa ESCOLA SEM PARTIDO (vou usar a abreviação ESP, para facilitar) mais frequentemente.

Nos últimos meses, esta iniciativa ganhou espaço no debate público, sendo discutida em jornais, revistas, sites noticiosos e, claro, redes sociais. Ótimo! É urgente discutir a educação no Brasil, haja vista que a qualidade do ensino brasileiro é péssima; tudo o que puder ser feito para melhorar os vergonhosos indicadores de qualidade deve ser feito.

Contudo, ao acompanhar a repercussão sobre a ESP, em especial as críticas feitas ao projeto, fica evidente que o maior inimigo desta valorosa iniciativa chama-se “falácia do espantalho”. Os críticos à iniciativa, ao invés de argumentarem com base naquilo que ela realmente propõe, preferem criticar a idéia por diretrizes e intenções que ela simplesmente não apresenta.

Quem recorre à falácia do espantalho numa discussão, na prática, reconhece que não tem argumentos para rebater aquilo que está sendo discutido. Trata-se de um estratagema reservado aos fracos, aos ignorantes e aos que já perderam. E o que não falta, atualmente, é gente burra se metendo em debates que não tem condição (nem honestidade) intelectual para acompanhar.

Desta forma, ao invés de apresentar seus argumentos, mostrar fatos, os desprovidos de argumentos recorrem ao caminho “fácil”: afirmam que a ESP pretende calar os professores, pretende acabar com as discussões nas escolas, dizem que o projeto “quer calar a educação“, e diversas outras mentiras.

Ao fazer isso, os ignorantes tentam ganhar a opinião pública, infelizmente na base da mentira. É preciso, pois, disseminar a verdade.

O intuito da Escola Sem Partido NÃO é proibir o debate. Pelo contrário: o objetivo é justamente permitir que haja um debate qualificado, ou seja, que os alunos tenham acesso a diferentes e amplas visões, de tal sorte que possam formar suas opiniões e escolhas de maneira embasada – exatamente o oposto do que ocorre hoje, pois os alunos do ensino básico e médio, em especial, são usados por professores que se aproveitam de sua posição de autoridade e “poder” dentro da sala de aula para uma verdadeira lavagem cerebral.

Vamos fazer um teste rápido? Qualquer pessoa que tenha sido aprovada nas aulas de História ou Geografia ouviu falar em diversos “representantes” ou “ídolos” da esquerda, certo? Marx, Sartre, Foucault, Che Guevara, Fidel Castro, Mao-Tsé-Tung, Stálin, Mussolini etc… Quantas, por outro lado, ouviram falar em John Locke, Hayek, Mises, Chesterton, Tatcher, Churchill? No Brasil, quem “depende” dos seus professores de História e Geografia (não apenas, claro, mas principalmente), só recebe informações oriundas da esquerda! Parece que não existe outra visão de mundo.

allanascim_2016-Aug-07

O problema não se restringe aos “professores-militantes”: os livros didáticos também estão contaminados, e oferecem informações distorcidas e/ou erradas (e não é por acaso).

O nome dele é Mario Furley Schmidt e ele é o responsável por um dos capítulos mais obscuros da história da educação no país. Mario é considerado o autor que mais vendeu livros de História no Brasil. Sua coleção, Nova História Crítica vendeu mais de 10 milhões de exemplares e foi lida por mais de 30 milhões de estudantes. Só tem um problema – Mario Schmidt não é historiador e sua obra não passa de mero panfleto marxista. Por receber 10% do preço de cada livro vendido, porém, Schmidt ficou milionário da noite para o dia.

A Nova História Crítica foi recomendada pelo Ministério da Educação. Na compra feita pelo MEC em 2005, o livro representava 30% – a maior parte – do total de livros de história escolhidos. Segundo o editor da Nova Geração, Arnaldo Saraiva, a obra “é o maior sucesso do mercado editorial didático dos últimos 500 anos”. Na coleção, feita para alunos de 5ª a 8ª séries, Schmidt faz contundentes elogios ao regime cubano, afirma que a propriedade privada aumenta o egoísmo, critica o acúmulo de capital e faz apologia ao Movimento dos Sem-Terra (MST). Além disso, trata Mao Tsé-Tung como um “grande estadista e comandante militar”. Por toda obra, o capitalismo e o socialismo são confrontados com informações maniqueístas, distorções bizarras, erros teóricos primários e releituras descompromissadas de qualquer apreço histórico.

Abaixo, algumas páginas de um livro da coleção “Nova História Crítica” (clique para ver a imagem maior), que está mais detalhado AQUI:

Portanto, antes de mais nada, é preciso conhecer quais são as propostas e idéias apresentadas pelo Escola Sem Partido. O vídeo abaixo dá um resumo:

O fundador da iniciativa ESP, Miguel Nagib, escreveu no O Globo (íntegra AQUI):

Sem citá-lo nominalmente, editorial do GLOBO acusa o Projeto de Lei Escola sem Partido — que tramita no Congresso e em dezenas de casas legislativas por todo o país — de tentar “proibir o professor de abordar determinados temas e autores, e mesmo tolher a explicação de ideologias, negando-se ao estudante o acesso a conhecimentos gerais”. E sugere que o seu objetivo seria combater a doutrinação de esquerda com uma doutrinação de direita. Será isso mesmo? Em que consiste, afinal, o PL?

Inspirada no Código de Defesa do Consumidor, a proposta torna obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino básico de um cartaz com os seguintes deveres do professor:

1) não se aproveitar da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias;

2) não favorecer nem prejudicar ou constranger os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas;

3) não fazer propaganda político-partidária em sala de aula nem incitar seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas;

4) ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, apresentar aos alunos, com a mesma profundidade e seriedade, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito da matéria;

5) respeitar o direito dos pais dos alunos a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Será isso “doutrinação de direita”? Será isso “retrógrado”? Ora, esses deveres já existem! Os professores já são obrigados a respeitá-los, sob pena de ofender a liberdade de consciência, de crença e de aprender dos alunos (art. 5º, VI e VIII; e art. 206, II, da CF); a neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado (arts. 1º, V, 5º, 14, 17, 19, 34, VII, ‘a’, e 37, da CF); o pluralismo de ideias (art. 206, III, da CF); e o direito dos pais sobre a educação religiosa e moral dos seus filhos (Convenção Americana sobre Direitos Humanos, art. 12, IV).

O projeto não pretende substituir a doutrinação esquerdista — que grassa nas escolas e universidades — por uma doutrinação de direita, mas apenas assegurar o respeito à CF e à CADH no segredo das salas de aula. Não é verdade que pretenda proibir a abordagem de determinados temas, autores e ideologias.

Em http://www.programaescolasempartido.org, pode-se ler seu texto para verificar que o que ele faz é explicitar o dever do professor de não impor aos alunos suas próprias opiniões e preferências religiosas, morais, políticas, ideológicas e partidárias.

O projeto é 100% sem partido, e é por isso que está levando pânico aos partidos que aparelharam o sistema educacional.

Felizmente, há críticas bem feitas ao projeto de lei (alguns exemplos AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI), ou seja, críticas que se propõem a acrescentar, melhorar, aperfeiçoar a idéia inicial. Para tanto, é preciso dizer “o trecho X apresenta uma proposta ruim, que ficaria melhor do jeito Y”.

Qualquer idéia, seja uma proposta de negócio, seja um projeto de lei, deve partir de um rascunho inicial, um esboço. Ao longo do tempo da discussão deste esboço, novas idéias serão incorporadas, alguns trechos do rascunho inicial serão apagados, outros serão corrigidos, alguns tantos serão incluídos… Esse é o processo natural!

Para que o processo caminhe, as críticas são muito bem vindas, desde que elas sejam baseadas naquilo que o esboço inicial apresenta. Infelizmente, isso não tem sido observado pela maioria das críticas que vêm sendo feitas ao projeto de lei e à ESP. Aliás, cabe ressaltar: a iniciativa chamada Escola Sem Partido tem vários anos, e o projeto de lei ora apresentado no Senado é apenas uma das consequências desta iniciativa mais antiga. É bom que não se confunda a iniciativa ESP com o Projeto de Lei (PL) que está no Senado, nem com os demais projetos de lei que estão em discussão/tramitação nas Assembléias de diversos Estados atualmente. As duas coisas estão relacionadas, mas são distintas.

No último dia 05/08, no ValorEconômico, um artigo que segue à risca a definição de falácia do espantalho (AQUI) é de corar de vergonha. O autor do texto não apenas não se deu ao trabalho de ler o projeto de lei que está no Senado, como, pior, simplesmente inventa um monte de coisas que NÃO fazem parte do projeto proposto pela ESP. Criticar um projeto que não leu? Vergonhoso. Criticar um projeto afirmando que ele tem um objetivo quando, na verdade, o objetivo é outro? Desonestidade intelectual.

Lamentavelmente, o autor desta pérola da falácia também ignorou completamente os fatos. O mais gritante deles: sim, existe doutrinação nas escolas. O segundo mais gritante: a educação no Brasil é muito (muito!) ruim – e isso decorre de uma série de fatores (razões). Uma destas razões (não a única, obviamente) é que há professores que estão mais preocupados em doutrinar do que em ensinar.

O autor desta pérola da falácia do espantalho que o Valor Econômico publicou deveria conhecer o Colégio Estadual Professora Maria Gai, em Curitiba, aonde os alunos do 1º B, orientados por sua “professora” de Sociologia, Gabriela Viola, produziram esta beleza aqui:

Finalmente, é preciso destacar mais um fato relevante que vem cercando as discussões sobre o projeto ESP: o nível intelectual de seus críticos/detratores.

Fernando Haddad, o pior Ministro da Educação da História do Brasil e o pior prefeito da História da Humanidade, criticou o ESP, assim como Dilma Ruinsseff.Quando dois boçais como Haddad e Dilma criticam alguma idéia/iniciativa/fato, há 99,8% de chances de esta idéia ser excelente.

Mas não foram apenas estes “jênios” que se manifestaram sobre a ESP: Marcelo Rubens Paiva, Renato Janine Ribeiro e Leandro Karnal são outros nomes que escolheram a falácia do espantalho e a ignorância dos fatos. O nível de argumentação dos três “jênios” petistas é mais rasteiro do que o cu da cobra no subsolo.

Não bastassem estes “jênios da rassa”, há, claro, aqueles que se dizem jornalistas mas não conseguem disfarçar seu petismo adestradinho, como o sempre dispensável Leonardo Sakamoto, dono de um dos blogs mais cretinos já criados.

Ah, temos também o grande PENSADOR, INTELECTUAL, Tico Santa Cruz (quem?!), que também tem medo do ESP, por isso prefere disseminar mentiras ao invés de apontar, com base nos fatos, quais são os problemas do ESP. Outro grande PENSADOR, INTELECTUAL que tem medo do ESP é o sempre brilhante (sim, isso foi uma óbvia ironia) Gregorio Duviver. Ambos, não por acaso, são defensores ferrenhos do petismo, da corrupção, do crime, do roubo do dinheiro público etc…(sem mencionar a dependência de dinheiro úblico, tipo Lei Rouanet)

Seria coincidência que sindicatos e grupos formados por militontos do PT, PSOL e outros partidos de extrema-esquerda são integralmente contrários ao ESP? E não poderia deixar de mencionar a UNE, aquela ONG financiada pelo Estado e dominada pelo PCdoB há uns 20 anos…. O eterno linha-auxiliar PCdoB, o partido comunista, é contra o ESP (outra falácia do espantalho desta linha-auxiliar do PT está AQUI).

Até o PSTU, que defende a revolução comunista/socialista armada, é contra o ESP – claro! Gente do PSOL, de extrema-esquerda que ainda apoia sem pudores a ditadura militar bolivariana, e raramente sabe ler e/ou escrever, tem medo do ESP também.

E quando os “coletivos” que servem de linha-auxiliar do PT (ESTE, ESTE, ESTE ou ESTE) se colocam contra o ESP, é coincidência? Juntem-se a eles os blogs sujos, e a mídia chapa-branca, todos financiados com dinheiro público pelo PT, e pergunto novamente: será coincidência?

Não, isto não é coincidência, é medo. Com método: a falácia do espantalho.

Como nenhum destes picaretas consegue rebater os argumentos que efetivamente sustentam o projeto ESP, eles afirmam que a iniciativa pretende criar um tipo de censura, pois fica mais fácil “convencer” a opinião pública a ser contra a censura – e, destarte, contra o Escola Sem Partido. Eles todos optam pelo caminho fácil oferecido pela falácia do espantalho: criam um “espantalho” (a afirmação de que o projeto ESP defende censura) e criticam o espantalho, ao invés de criticar as propostas REAIS do ESP.

Alguns dias atrás, uma tal “Associação Nacional de História” (ANPUH), que obviamente é contra o ESP, pois apoiá-lo demanda uma liberdade que eles não reconhecem, pagou um mico gigantesco do Twitter:

2016-08-07 02.44.47

O jornalista Alexandre Garcia havia publicado em seu twitter um vídeo curto, apoiando o projeto Escola Sem Partido. Entre outras coisas, ele apenas apontou o FATO de que muitos professores ensinam História de forma errada, distorcida, para que suas preferências ideológicas prevaleçam sobre os fatos.

Irritada, pois sabe que isso é verdade, a tal “ANPUH” escreveu que o jornalista Alexandre Garcia havia sido “porta-voz do ditador João Figueiredo”, e indicou o período compreendido entre 1974 e 1978.
O problema é que neste período (1974-1978) o presidente era Ernesto Geisel, não Figueiredo. O tweet da associação de professores de História que NÃO sabem História foi desmascarado, eles apagaram o tweet posteriormente, mas o mico foi registrado.

ATUALIZAÇÃO: Depois que eu já havia publicado este post, o jornalista Alexandre Garcia jogou mais uma pá de cal na patética ANPUH, como pode ser lido AQUI.

otmar03_2016-Aug-07

Pode-se concluir, assim, que quem critica o Escola Sem Partido, não por acaso, integra o grupo daqueles que defendem o PT, a corrupção, o uso do Estado por apenas um partido, defendem ditaduras que prendem e matam quem discorda do governo (como Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, Irã) etc…

Em suma, quem critica o ESP não aceita, jamais, ter seu status quo questionado.

2016-08-03 19.09.15

E não poderia faltar o próprio PT recorrendo às mentiras para afirmar que o ESP quer proibir o debate, quando o projeto quer fazer justamente o oposto disso.

E, claro!, há os professores-militontos de sempre (mostrei outro tipinho desse AQUI):

ESP_Rodrigo Dorneles_01ESP_Rodrigo Dorneles_02

Mais uma vez: com um “time”  deste quilate zurrando contra o ESP, minha vontade de apoiar a iniciativa só aumenta!  Não só isso: o fato de ver estes boçais demandando que o país continue a ter escolas COM partidos me oferece a certeza de que o Escola Sem Partido é uma iniciativa urgente!

Isto posto, quero manifestar a MINHA opinião sobre o Escola Sem Partido. Porém, como este post já ficou muito longo, farei isso num outro texto. Publico brevemente, incluindo um caso que aconteceu comigo, no colegial, quando tive uma professora-petista – aquele tipinho que encaixa uma ou duas aulinhas (bem vagabundas) entre as dezenas de atividades do partido.

ESCOLA SEM PARTIDO: Uma iniciativa necessária

Há muito tempo acompanho a iniciativa ESCOLA SEM PARTIDO (AQUI no blog, inclusive), e nos últimos meses, felizmente, este assunto ganhou corpo.

Pretendo escrever mais sobre o tema, mas por ora vou mostrar apenas algumas imagens que ajudam a entender a importância dessa iniciativa:

Ricardo Klinkerfus Filho__001 Ricardo Klinkerfus Filho__002

Destaco: o sujeito se diz PROFESSOR.

Alguém tem qualquer dificuldade para imaginar como são as aulas de um sujeito com este nível intelectual, e com esse entendimento sobre o papel de um professor?

Ricardo Klinkerfus Filho__029 Ricardo Klinkerfus Filho__004 Ricardo Klinkerfus Filho__005 Ricardo Klinkerfus Filho__006 Ricardo Klinkerfus Filho__007 Ricardo Klinkerfus Filho__008 Ricardo Klinkerfus Filho__009 Ricardo Klinkerfus Filho__010 Ricardo Klinkerfus Filho__011 Ricardo Klinkerfus Filho__012 Ricardo Klinkerfus Filho__013 Ricardo Klinkerfus Filho__014 Ricardo Klinkerfus Filho__015 Ricardo Klinkerfus Filho__016 Ricardo Klinkerfus Filho__017 Ricardo Klinkerfus Filho__018 Ricardo Klinkerfus Filho__019 Ricardo Klinkerfus Filho__020 Ricardo Klinkerfus Filho__021 Ricardo Klinkerfus Filho__022 Ricardo Klinkerfus Filho__023 Ricardo Klinkerfus Filho__024 Ricardo Klinkerfus Filho__025 Ricardo Klinkerfus Filho__026 Ricardo Klinkerfus Filho__027 Ricardo Klinkerfus Filho__028

Você leu tudo isso e ainda tem dúvidas se o problema da doutrinação nas escolas é algo “apenas” pontual, limitado a professores que militam ao invés de ensinar, ou se é algo generalizado, amplo?

Compreensível.

Para dirimir esta dúvida, leia isso AQUI.

Infelizmente há um contingente gigantesco de profesores que usam sua posição de autoridade para ensinar bobagens e fazer uma verdadeira lavagem cerebral em crianças e adolescentes.

Vou retomar este assunto, pois me interessa muito.

PRECIFICAÇÃO: Sorveteria oferece desconto de acordo com o frio que estiver fazendo

Li no blog do meu primo (íntegra AQUI), e não pude deixar de pensar que é um ótimo exemplo de precificação:

Eu acho isso uma grande bobagem, mas tem muita gente que diz que sorvete e inverno não combinam. Sorvete é uma delícia em qualquer estação. De todo o modo, a sorveteria Gelatte di Gàbi, em Santana, resolveu dar uma forcinha para quem pensa o contrário. Durante todo o inverno, quanto maior for o frio, maior será também o desconto. “Em invernos severos, nossas vendas caem pela metade”, revela Gabriela Yanaka, proprietária da loja. “O desconto faz com que as pessoas tenham mais coragem de vir até aqui independente do frio ou da chuva”.

Com exceção do Ultra Gelato, todos os sorvetes e sobremesas (petit gateau, brownie e fondue) da loja entraram na promoção. Difícil será conseguir o desconto máximo de 50% nesse mês de julho, avisa a meteorologista Olivia Nunes, da Somar.  “A média de temperatura máxima do mês será de 21,8 ºC e a mínima, de 11,7 ºC”, prevê. “Ir na sorveteria com menos de 12ºC talvez seja possível apenas perto das 22 horas, horário de fechamento aos sábados”. Num dia como hoje, o cliente conseguiria um desconto de 10% na hora da abertura da sorveteria e de 30% quando as portas estiverem fechando.

“Vamos ficar monitorando a temperatura pela internet, mas confiaremos também nos aplicativos exibidos pelos fregueses”, garante Gabriela, que toca a casa junto com o marido, Rodrigo Boarin. O preço sem desconto do copinho pequeno é de 10 reais; do médio, 12; e do grande, 14. A promoção irá até o fim do inverno, dia 20 de setembro.

Está aí uma iniciativa MUITO BOA!

sorvete

Dos quatro elementos decisórios do marketing tático (precificação, distribuição, produto e promoção), o item precificaçõ é o mais “esquecido” pela maioria das empresas – incluindo as grandes. Portanto, ver uma pequena empresa adotando uma estratégia ousada justamente na precificação de seus produtos me deixa feliz, e interessado.

É assustador observar os erros grosseiros que as empresas cometem na sua precificação. Por exemplo, ontem mesmo estava comentando sobre a decisão da Honda de precificação do novo Civic: pedir R$ 125 mil por um Honda Civic, ainda que seja o topo de linha, ainda que o modelo ofereça vários itens sofisticados, ainda que seja um motor novo (e, aparentemente, muito potente e econômico ao mesmo tempo, considerando a categoria do carro), o valor é simplesmente irreal, absurdo.

Nada justifica cobrar R$ 125 mil por um Civic. Nada!

Se a Honda pretendia reconquistar um pouco do market-share que perdeu para o Corolla nos últimos anos, a estratégia de precificação que ela escolheu vai dar errado. O erro brutal da Honda fica ainda mais gritante quando nos damos conta de que o Brasil está num momento péssimo da economia, com uma retração jamais observada na História do país, desemprego em alta e todos os problemas deixados pela herança maldita de Dilma, Lulla e PT. Portanto, num momento de crise econômica, a Honda quer mesmo pedir tudo isso por um carro médio?

Ei, Honda, as pessoas estão trocando marcas mais caras por concorrentes mais baratas, e você quer pedir 125 mil reais num Civic? Sério mesmo?