Parece que a GfK acreditou nas mentiras do PT sobre o Brasil – e se deu mal

Há muitos anos o PT, Lulla e Dilma vêm mentindo. Infelizmente, parcela significativa da imprensa “comprou” essas mentiras, e passou a tratar de forma distorcida a realidade – a mais gritante e grave destas mentiras é sobre a tal “nova classe média“.
Lulla fala como se tivesse transformado o Brasil: assumiu um país pobre e deixou à sua herdeira uma nação rica e próspera. Tudo mentira.

Dilma seguiu os passos do seu abestado líder e criador, e à sua maneira ainda mais abestada e burra (vamos saudar a mandioca!) fez uma campanha à reeleição calcada em mentiras desavergonhadas.
Com efeito, há pessoas que, coitadas!, acreditaram que o Brasil melhorou absurdamente, que tornou-se quase um país de primeiro mundo. Outros tantos apenas ignoram a realidade e, cegados pela ignorância e ferrenha (e tacanha) ideologia, apenas tentam espalhar mentiras, distorções e afirmações desprovidas de qualquer realidade.

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Aparentemente, algumas empresas, igualmente tolas e ingênuas (ou burras mesmo) caíram no conto do vigário (e do Lulla e da Dilma):

Um dos motivos para o atraso de quase seis meses para a GfK, empresa alemã que competirá com o Ibope na medição de audiência das TVs,  estrear no Brasil, foi um certo desconhecimento da realidade do país.
A GfK importou os medidores que seriam instalados nos televisores em domicílios Brasil afora levando em conta um percentual superestimado de aparelhos de TV digitais. Em São Paulo, por exemplo, 35% das residências ainda possuem exclusivamente TVs de tubo – e se no estado mais rico do país é assim, imagine no resto.
Conclusão: teve que atrasar os processo e importar novos aparelhos adaptados às condições sociais do Brasil.

A informação acima é do Radar On-Line, da Veja (íntegra aqui: As TVs de tubo resistem e atrapalham a vida da GfK).

Para piorar, conforme um reportagem da Folha de São Paulo (íntegra AQUI):

Efeito ressaca da Copa do Mundo, a venda de televisores caiu 39% no primeiro semestre de 2015, ante mesmo período de 2014, segundo dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) divulgados na segunda (20).
Foram 4,8 milhões de TVs comercializadas de janeiro a junho 2015, contra 7,9 milhões em 2014.
“A compra da televisão foi antecipada. Mas é um produto nobre na casa, com constantes renovações tecnológicas e que o brasileiro gosta muito de ter e substituir”, diz Lourival Kiçula, presidente da Eletros.

No mesmo período, o volume de vendas de produtos da linha branca caiu 11%, passando de 8,3 milhões em 2014 para 7,4 milhões neste ano.
Nesse segmento, a maior queda foi na comercialização de fogões (18%). Isso porque, segundo Kiçula, esse foi o único produto que apresentou alta, de 5%, nas vendas em 2014.
O micro-ondas registrou queda de 12% e os refrigeradores, de 10%. As lavadoras, que economizam água e podem ganhar espaço com as novas leis do trabalho doméstico, tiveram queda de 1%.

Entre os eletroportáteis, que incluem liquidificador, ferro e cafeteira, a queda foi de 19%. Para Kiçula, o segmento pode ter sido afetada pela importação. “Eles são tecnológicos e fáceis de trazer de uma viagem ao exterior”.

O pior, contudo, ainda não chegou.

Mas está a caminho. Rapidamente. Recomendo a leitura do magistral artigo escrito a 6 mãos por Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa AQUI.

Do jeito que a coisa está, só mesmo saudando a mandioca!

Dilma acertou uma: o governo dela é padrão Felipão, sim!

Foi a primeira, e certamente a última, vez que Dilma Rousseff falou uma coisa certa:

Firefox 8Como ela mesma reconhece que o seu governo é uma desgraça, o pior da História republicana, fica ainda mais adequado este excepcional artigo publicado no Estadão (com grifos meus):

Felipão, o professor de gestão de Dilma

José Nêumanne – O Estado de São Paulo, 16 de Julho de 2014

Dilma Rousseff disse, em 1.º de julho de 2013, que seu governo tinha o “padrão Felipão”, em resposta a uma pergunta sobre se seus ministros tinham “padrão Fifa”. Referia-se ao ex-técnico da seleção brasileira Luiz Felipe Scolari após reunião ministerial depois da vitória sobre a Espanha por 3 a 0 no Maracanã, onde ela seria vaiada várias vezes domingo, na final da Copa, antes e ao entregar a taça ao capitão alemão, Philipp Lahm. A comparação havia sido feita na temporada de protestos nas ruas em que o povo exigiu “padrão Fifa” para a gestão pública federal, nada exemplar. Apesar de ter escolhido o treinador como modelo, ela não foi entregar a Copa das Confederações ao time que ele treinou. Um ano e 13 dias depois, tendo o mesmo time sofrido hecatombes inéditas nos jogos finais da “Copa das Copas”, ela o relegou ao ostracismo para se refugiar no verso de um samba de Paulo Vanzolini (“levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”) e na criatividade (“a derrota é a mãe de todas as vitórias”).

Dilma não atuou na seleção nem a treinou. Não é também dirigente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Mas não resiste a recorrer ao dito esporte bretão para parecer simpática. Nascida em Minas, comemorou a conquista da Libertadores da América pelo Atlético Mineiro em 2013 em redes sociais. “Congratulo (sic) com toda a torcida do Atlético pela conquista do título. Eu sou torcedora do Atlético e, quando criança, ia com meu pai a muitos jogos do Galo no Mineirão”, postou. Não faltou quem nos mesmos veículos lembrasse que 1) como nasceu em 1947, tinha 18 anos e, portanto, não era criança quando o estádio foi inaugurado; e 2) que o pai morrera em 1962, três anos antes de sua inauguração.

Consta que Clio, a deusa da história, é irônica. Pelo visto, os deuses do futebol também. Em 8 de julho o estádio foi palco da derrota mais humilhante que o Brasil sofreu na história, ao perder de 7 a 1 na semifinal da Copa. Dela o técnico saiu como padrão de incompetência, e não de excelência.

Nenhum torcedor dotado do mínimo de bom senso teria apostado pesado no time de Scolari na Copa: ganhou da Croácia com a ajuda do juiz, empatou com o México contando com muita sorte e ao vencer Camarões passou para as oitavas de final contra o Chile, e não contra a Holanda, por absurdos erros do árbitro, que anulou dois gols legítimos dos mexicanos no jogo de estreia contra os africanos. A trave nos últimos segundos da prorrogação e no último pênalti carimbou o passaporte para as quartas de final contra a Colômbia, que nunca foi páreo para a canarinha nos melhores momentos dela e nos piores desta. O Brasil ficou entre os quatro melhores com a ajuda da sorte e de apito amigo.

Mas na véspera da semifinal contra a temida Alemanha a presidente resolveu apostar todas as fichas de chefe de governo e de Estado e de candidata à reeleição no “padrão Felipão” de excelente gestão. A página oficial da Presidência da República na internet, usada na campanha eleitoral com uma sem-cerimônia só comparável à do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao desconhecer o fato, divulgou sua “conversa” com internautas sobre a Copa. Chamou os adversários de “urubus”, condenou o “pessimismo indevido” de um sujeito oculto chamado imprensa, vulgo “mídia golpista”, e adotou como mascote de palanque o craque Neymar, cuja dor, ao ser atingido por um jogador do time que fora menos violento do que o Brasil no jogo, segundo ela, “feriu o coração de todos os brasileiros”. Para completar, sem se dignar a explicar o significado do gesto nem da expressão, copiou do astro do Barcelona o “é tóis”, paródia criada por ele para o “é nóis” dos corintianos, com a letra T formada pelos braços e pelo cotovelo. E enquanto a torcida lhe fazia eco gritando o nome do ídolo ferido, os alemães impingiram à seleção mais campeã das Copas a pior goleada em semifinais do torneio.

Felipão, fiel a seu padrão de embromation, mal consumado o desastre elogiou o próprio trabalho, lembrando que seu “grupo” – sua “família”, ou seja, as vítimas de suas doses patéticas de autoajuda – foi o primeiro a chegar a uma semifinal desde a Copa em que ele mesmo treinou o time campeão, em 2002, há 12 anos. O auxiliar técnico Carlos Alberto Parreira comprometeu o respeitável currículo de campeão mundial de 1994 lendo na entrevista a carta de uma fã que elogiou a preparação do time de um esporte cujos fundamentos ela própria dizia desconhecer.

Antes de o “padrão Felipão” ser submetido a outro vexame na disputa pelo terceiro lugar contra a Holanda na arena Mané Garrincha, com o nome de um gênio do tempo em que nosso futebol tinha cara e vergonha, os bombeiros do Planalto correram para salvar a chefe do incêndio. Descalçaram-lhe as chuteiras e ela pôs de novo o capacete de chefe de obras, para jogar espuma sobre a tentativa canhestra de barganhar o sucesso da seleção por votos na eleição. Apelaram até para o óbvio: “Futebol e política não se misturam”. Fez-se isso com desleixo idêntico ao de estropiarem a frase de Nelson Rodrigues “a pátria em chuteiras” por outra, que só adquiriu nexo após o vexame: “a pátria de chuteiras”. Dilma e seu professor (assim os pupilos chamam seus técnicos) usaram pátria, hino e bandeira para chutar a realidade para escanteio.

Dilma ainda contribuiu para o besteirol de político ignorante em esporte ao atribuir o chamado mineiratsen à exportação dos melhores jogadores nacionais para o exterior. O uso da palavra exportação, cabível para médicos cubanos, mas não para nossos craques, omite as evidências de que a seleção atuou em nível similar ao dos campeonatos locais por absoluta incapacidade de dirigentes que se recusam a aprender como se joga nos mercados que hoje vencem. E de governantes que perdoam as dívidas monstruosas acumuladas por estes bancando papagaios de pirata para ganhar votos, perdendo o pudor e as Copas.

JOSÉ NÊUMANNE É JORNALISTA, POETA E ESCRITOR

Um artigo simplesmente irretocável, perfeito mesmo.

Se o Brasil fosse um país sério, jamais teria uma Dilma como presidente. Mais ainda: se houvesse o mínimo de vergonha na cara, o escândalo, a vergonha, a humilhação não seria o 7 a 1 para a Alemanha, mas isso tudo:

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Petardos de “iguinorânssia” da Copa

Recebi por e-mail do amigo Carlos Bertini, e reproduzo:

“Se você tivesse dois apartamentos de luxo, doaria um para o partido?”
– “Sim” – respondeu o militante.
– “E se você tivesse dois carros de luxo, doaria um para o partido?”
– “Sim” – novamente respondeu o valoroso militante.
– “E se tivesse um milhão na conta bancária, doaria 500 mil para o partido?”
– “É claro que doaria” – respondeu o orgulhoso companheiro.
– “E se você tivesse duas galinhas, doaria uma para o partido?”
– “Não” – respondeu o camarada.
– “Mas porque você doaria um apartamento de luxo se tivesse dois, um carro de luxo se tivesse dois e 500 mil se tivesse um milhão, mas não doaria uma galinha se tivesse duas?”
– “Porque as galinhas eu tenho.”

Como disse o Presidente francês Jacques Chirac sobre o Lula:
” – Para o Presidente Lula, o que é dele é dele, e o que é dos outros pode ser dividido.”

Esperidião Amim (ex-governador), disse:
” – O pior atentado que se pode cometer contra Lula, além de alvejá-lo com um mortífero dicionário, é atirar-lhe uma Carteira de Trabalho.”

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E, para finalizar, algumas pérolas produzidas por um militonto que levou o termo ignorância a um outro nível:

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E, para finalizar mesmo, depois do fiasco da abertura da Copa, o melhor que poderia ter havido foi a torcida mandando a Dilma ir tomar no cu. O que houve na sequência foi o PT e os jornalistas com rabo preso saírem em defesa da Dilma, e aí seguiu-se um espetáculo vexatório de críticas ruins, frases idiotas (muitas delas, claro, vindas do Lulla) e tentativas de culpar uma “elite branca paulistana” pelas vaias…

Tudo bobagem.

Afinal, o PT gastou BILHÕES para fazer a Copa e só tinha “elite branca paulistana” no jogo do Brasil?

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Eu digo desde 2011 que a Copa do Mundo seria uma roubada

Mais uma seção de “eu disse, eu disse!”.

Eu escrevi aqui no blog algumas vezes que a Copa de futebol não traria tantos benefícios ao país como se divulgou. E, devido aos gastos absurdamente altos, acabaria causando o contrário: prejuízos.
Começou em 2011, quando foi aprovado um projeto de lei para usar dinheiro público para construir o estádio de um time de futebol: escrevi AQUI  e AQUI na época da aprovação da lei.
No primeiro link eu escrevi com todas as letras que os “estudos” apresentados pelo Corinthians e pela Prefeitura de São Paulo para justificar o uso de dinheiro PÚBLICO numa obra PRIVADA estavam todos errados. Os tais “estudos” não passavam de chutes.
Um dos mais comentados à epoca foi encomendado PELA ODEBRECHT à Accenture. Depois disso a FGV publicou um estudo também (de 2013, se não me falha a memória). Furadíssimo também.

Em 2012, eu escrevi AQUI mais um pouco sobre o descalabro que seria usar dinheiro do BNDES para construir um estádio de futebol.

Ainda em 2012, fiz uma breve comparação entre o Itaquerão e a Allian Arena (AQUI), demonstrando que o estádio do Corinthians é um ROUBO.
Roubo de dinheiro PÚBLICO.

Em 2013, depois da realização da Copa das Confederações, escrevi AQUI sobre o resultado decepcionante para os negócios no geral – não apenas turismo. A Copa das Confederações, em termos de negócios, foi um retumbante fiasco.

Agora, leio a seguinte reportagem na BBC Brasil (íntegra AQUI):

Faltando três semanas para a Copa do Mundo, quem quiser visitar algumas das cidades-sede durante o Mundial pode se surpreender com a relativa facilidade para comprar passagens ou fazer uma reserva de hotel.

O medo de preços altos, multidões e caos logístico acabou espantando turistas de lazer tradicionais, sem ingresso para os jogos, e praticamente paralisou o turismo de negócios que costuma encher hotéis e voos em alguns destinos do país.

O resultado é que só 26,5% das passagens aéreas em voos para as cidades-sede durante o Mundial foram vendidas até agora segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Além disso, cerca de 45% dos quartos de hotéis ainda estão vazios, de acordo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) – embora em alguns destinos, como o Rio de Janeiro, Recife e Natal, essa taxa de disponibilidade não passe de 20%.

“No caso do setor aéreo, ao menos até agora não tem faltado assento para quem quer viajar nesse período (do Mundial)”, disse a BBC Brasil Marcelo Guaranys, diretor-presidente da Anac, acrescentando que os preços parecem estar adequados.

Até para os jogos em torno da final, no Rio, a ocupação dos voos estaria por volta de 30%.

Guaranys nota o dado curioso de que o destino com maior taxa de comercialização no período da Copa não tem nada a ver com o evento – Campina Grande, na Paraíba, tem voos com 70% das passagens vendidas em função de sua famosa festa de São João.

Mas considerando que, no geral, dois terços dos passageiros de voos domésticos viajam a negócios ou para participar de eventos, segundo a Agência Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), não é difícil entender por que 74,5% dos assentos ainda estão disponíveis, como nota Edson Domingues, professor de economia da Universidade Federal de Minas Gerais.

“As empresas, órgãos governamentais e até organizações internacionais parecem ter evitado programar reuniões ou eventos corporativos em cidades-sede com medo de preços altos e problemas logísticos”, explica Domingues.

No que diz respeito a ocupação dos hotéis, São Paulo tem a menor taxa entre as cidades-sede em parte em função de sua vocação empresarial, segundo Roberto Rotter, presidente do FOHB (que faz sua pesquisa em redes hoteleiras conveniadas).

Todos os dados indicam que, resumidamente, fazer a Copa no Brasil será uma roubada. Basta somar 2+2.

A DERCY SABE SOMAR:

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O bêbado e o equilibrista

Passeando pelo YouTube, acabei achando um vídeo que ilustra (como se houvesse necessidade!) mais uma das bobagens proferidas pelo brilhantíssimo Lulla, na época da Copa:

 

Como nesta semana seu grande amigo Hugo Chávez também andou falando muita merda (outra novidade!!!!), resolvi “desenterrar” o vídeo…..

Lulla, Chávez, Morales, Bush……. O que tem acontecido com os cidadãos do mundo para elegerem estas bestas debilóides ?!  Um surto mundial de burrice ?!