Dilma: o maior exemplo do nível de “gestão” que o PT consegue produzir

Desde que Dilma Ruinsseff foi nomeada Ministra, em 2003, a imprensa, de forma bovina e burra, comprou a mentira de que ela seria uma “gestora”, um “quadro técnico”. Comentei AQUI uma longa matéria, publicada no Valor Econômico em Maio de 2013, que sintetizou esta mentira de forma desavergonhada.

Pode-se dizer, pois, que a imprensa brasileira, em sua esmagadora e avassaladora maioria, não apenas “comprou” essa história, mas fez pior: “vendeu”. Jornais, revistas, sites e TVs apresentavam a Ministra como sendo uma economista ESPECIALIZADA no setor de energia, pois havia trabalhado na área energética no Rio Grande do Sul.

Apenas um rápido parêntesis para relembrar aquele vexatório caso do currículo falsificado pela Dilma, para “fingir” que ela teria Mestrado e Doutorado…

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Desde o começo, quando ela ainda era “apenas” Ministra de Minas e Energia, eu já dizia que essa mulher era/é uma fraude. O que ela fez no setor de energia, quando Presidente, enterrou de vez essa falácia de “gestora”.

O tempo me deu razão.

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Hoje é muito fácil dizer que a Dilma é incompetente – basta ver o desastre que essa burrocrata causou na economia do Brasil. Mas a imprensa que hoje já trata Dilma como incompetente de forma aberta e clara, alguns anos atrás, insistia na mentira de que ela era/é uma “gestora” – ou, para usar um termo que ficou famoso, “a gerentona”. A incompetência da Dilma, aliás, não é fato isolado nem tampouco exceção dentro do PT – muito pelo contrário.

 

Contas públicas

TUDO, rigorosa e absolutamente TUDO o que o PT faz é marcado pela incompetência e pela corrupção. O exemplo mais recente (e assombroso) é retratado nesta reportagem do Estadão (com grifos meus):

Os patrocinadores e contribuintes dos quatro principais fundos de pensão do País (Previ, Petros, Funcef e Postalis) terão de desembolsar cerca de R$ 58 bilhões para cobrir o rombo que essas entidades acumulavam, juntas, até 2015. O dado foi levantado pela Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga operações nesses fundos de pensão. Segundo o relatório da CPI, além do déficit, foram registradas fraudes de R$ 6,62 bilhões em aplicações financeiras.

As investigações, realizadas por deputados, e divulgadas ontem pela CPI, revelam que as perdas dos fundos de pensão com 15 operações subiu de R$ 4,26 bilhões (valor estimado até a última terça-feira) para R$ 6,62 bilhões. O acréscimo no valor foi gerado por novos dados que indicam prejuízos de R$ 2,35 bilhões para Funcef, Previ e Petros em operações com a Sete Brasil. Segundo o relatório, as perdas ocorreram em investimento em cotas do FIP Sondas da Sete Brasil. Neste caso, Funcef e Petros perderam, cada uma, R$ 1.107.147.580,90. A Previ teria perdido R$ 143.974.291,29.

O documento gerado pela investigação também indica evolução dos ativos em ritmo inferior ao esperado frente à meta atuarial. Apenas em 2015, esses ativos, somando os fundos investigados, ficaram R$ 56 bilhões abaixo do esperado. No acumulado de cinco anos, essa diferença é de R$ 113,4 bilhões. Em 2015, diz o relatório, o ativo total da Postalis ficou R$ 823 milhões abaixo do esperado, caso o desempenho de rentabilidade dos ativos fosse compatível com a meta atuarial. No caso da Funcef, foi R$ 9,8 bilhões inferior. Na Petros essa diferença ficou em R$ 11,6 bilhões e, na Previ, em R$ 33,8 bilhões.

“Apesar do momento econômico que o país atravessa, este resultado não pode ser atribuído apenas a este fator (crise econômica)”, disse o relator, o deputado Séictorrgio Souza (PMDB-PR). “Esse número reflete a urgência de alterações na legislação sobre Fundos de Pensão para reverter esse quadro de rentabilidade aquém do esperado”, observou. O relatório final ainda deve pedir o indiciamento de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, e de Carlos Alberto Caser, ex-presidente da Funcef.

No ano passado, o rombo dos fundos de pensão, no geral, alcançou R$ 77,8 bilhões, segundo levantamento da na Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). O aumento em relação a 2014 foi de 151%. Dez planos concentram 80% do déficit de todo o sistema, sendo que nove deles são patrocinados por empresas estatais, das quais oito são federais. Os três maiores fundos do País – Previ, Petros e Funcef – respondem por mais de 60% do rombo.

O que vai nesta reportagem é conteúdo mais do que suficiente para um escândalo de proporções bíblicas. O problema é que hoje o Brasil já tem tantos escândalos simultâneos, que um problema desse tamanho (e dessa gravidade) acaba virando nota de rodapé.

Não deveria.

 

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Há um outro fator, aliás, que infelizmente poucos apontam: graças aos sindicatos que são, em sua esmagadora maioria, aparelhados e cooptados pelo PT, os funcionários públicos que estão sendo lesados em bilhões de reais estão calados.

Aonde está a indignação e o protesto veemente dos funcionários dos Correios, da Petrobras, da Caixa Econômica Federal etc?

Os fundos de pensão de todos eles foram ARRUINADOS pela corrupção e pela incompetência do PT, mas os sindicatos, que deveriam representar os interesses dos trabalhadores, estão quietos.

Pior: o sindicato da Petrobras apoia eventos públicos para ajudar o PT! O sindicato que representa os petroleiros (FUP), aliás, é o mais cara de pau. A Petrobras foi arruinada, destruída pelo PT – e, ainda assim, esses fantoches da FUP fazem eventos (bancados pela contribuição sindical OBRIGATÓRIA que os trabalhadores recolhem) para apoiar os bandidos que saquearam os cofres da empresa para bancar suas campanhas políticas.

Além disso, no caso da capacidade de “gestão” da Dilma, é fundamental compreender que ela não conta apenas com a sua própria incompetência.

Uma das características de um bom gestor é a capacidade de cercar-se de outras pessoas competentes, para que a equipe, como um todo, consiga produzir bons resultados. Dilma Ruinsseff é o exemplo perfeito do péssimo gestor, pois ela cercou-se, sempre, dos piores e mais asninos subordinados e assessores.

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Como resultado, o nível intelectual dos ELEITORES da Dilma também não surpreende.

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Petrobras continua sendo prejudicada pela gestão temerária do PT

Começo direto com a notícia do Valor Econômico (íntegra AQUI), com grifos meus:

A produção de gasolina no Brasil caiu 10,3% entre janeiro e junho de 2015, comparado com o mesmo período do ano passado, apesar da entrada em operação da Refinaria do Nordeste (Rnest), que é especializada em diesel mas foi desenhada para utilizar 30% de sua capacidade para produzir gasolina. O que se vê nos dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) é que mesmo com a queda de 5,3% no consumo aparente do combustível no período, foram importados 1,97 milhão de metros cúbicos (m3) de gasolina nos seis primeiros meses de 2015, um aumento de 50,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

a produção de gasolina nas refinarias brasileiras caiu na mesma comparação. De janeiro a junho de 2014 foram produzidos 14,79 milhões de m3 de gasolina A, que é o combustível puro antes da adição de álcool. Em junho do ano passado a produção foi de 2,58 milhões de m3 mas esse nível de utilização não foi mantido. Até junho deste ano a produção acumulada foi de 13,27 milhões de metros cúbicos.

O que os números mostram é que não foi possível aproveitar o “fôlego” trazido pela queda do consumo provocado pelo freio na atividade econômica para reduzir importações desse combustível. O consumo aparente é resultado da soma da produção com importações, deduzidas as exportações do produto. Ao invés de reduzir importações de gasolina, a estatal continuou recorrendo ao mercado externo para suprir a menor produção interna de suas refinarias.

Mesmo com essa estratégia comercial da Petrobras de frear a produção das refinarias, o dispêndio do Brasil com importações de gasolina no período – a maioria feita pela estatal apesar de outros agentes também importarem – foi 12% menor no primeiro semestre deste ano (US$ 838, 7 milhões), contra US$ 953,3 milhões em igual período do ano passado.

Para Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), a redução da produção no parque de refino da Petrobras tem razões econômicas. “A arbitragem entre os preços nacionais e internacionais em 2015 criou um prêmio que fez ser melhor importar do que produzir. Já em 2014 a situação era inversa, ao invés de prêmio, havia defasagem de preços no Brasil”, afirma Pires.

O economista continua explicando que no ano passado, com o petróleo custando na faixa de US$ 100 o barril, era melhor utilizar a capacidade máxima das refinarias importando o mínimo possível, já que os combustíveis eram vendidos aqui com defasagem nos preços. “Em 2015 ela ganhou mais dinheiro não produzindo e sim importando. Se antes realizava uma perda com a defasagem, agora ela realiza um ganho”, afirma Pires. Ele observa ainda que 2014 as refinarias estavam operando no limite e agora acha que o critério de utilização pode ser mais seguro.

Em junho, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, mencionou as exportações de gasolina como exemplo de retração do mercado ao responder sobre a possibilidade de novos reajustes. Na ocasião Bendine observou que a Petrobras estava fazendo exportação de uma carga de gasolina, dado que a expectativa de demanda [interna] era baixa. Em maio foram exportados 59.516 metros cúbicos de gasolina, o maior volume desde janeiro do ano passado, mas comparado com o conjunto do comércio da estatal, esses volumes não são expressivos.

Já as importações de gasolina começaram com 360,137 mil m3 em janeiro e aumentaram para 411,488 mil m3 em abril, voltando a descer em junho para 224 mil.

Sem explicar exatamente porque está produzindo menos, a Petrobras respondeu ao Valor que o nível de processamento das refinarias é definido mensalmente, buscando o melhor resultado econômico para a empresa. E que entre os fatores considerados estão os preços dos diferentes petróleos e derivados importados e exportados; a previsão da demanda de combustíveis a ser atendida pela Petrobras. E ainda a disponibilidade dos ativos de refino e logística, considerando paradas para manutenção; as paradas para manutenção; e o nível de produção de petróleo nacional, entre outros. “Cabe ressaltar que a Rnest está maximizando a produção de diesel”, esclareceu a empresa.

Apesar das importações de gasolina terem aumentado, no geral o déficit da balança comercial brasileira de derivados – excluídas importações de gás natural – registrada pela ANP melhorou. Até junho, considerando todos os derivados de petróleo que entraram ou saíram do país, a balança registrou déficit de US$ 3,45 bilhões. Resultado de gastos de US$ 6,086 bilhões com importações, deduzidas receitas de US$ 2,63 bilhões com exportações de derivados. Apesar do resultado ainda negativo, houve uma redução de 28,6% do déficit da balança de derivados de petróleo na comparação com o acumulado de janeiro a junho do ano passado, quando o déficit registrado foi de US$ 4,838 bilhões.

Já os dados do Ministério do Desenvolvimento referentes a junho mostram que no primeiro semestre a Petrobras foi a maior importadora do Brasil, muito à frente da segunda colocada, a Samsung. Nos seis primeiros meses de 2015 a estatal importou US$ 10,43 bilhões, 43,85% menos que os US$ 18,8 bilhões dos seis primeiros meses de 2014. No mesmo período as exportações renderam US$ 4,7 bilhões, representando uma queda de 21,55% em relação ao ano passado. A maior exportadora foi a Vale.

Como eu já escrevi neste blog diversas vezes, a Petrobras foi e continua sendo vítima de duas ações do PT: gestão temerária e uso político.

Petrobras perde valor com Dilma

Para quem quiser uma demonstração clara e inequívoca da gestão temerária do PT, fiz AQUI um comparativo entre a situação da Petrobras em 2002 (último ano de FHC na Presidência) e 2013 (depois de 2 mandatos de Lula e 1 de Dilma, o período da desgraça).

Mas a situação da Petrobras só piora, graças ao PT: em virtude do balcão de corrupção em que o PT transformou a Petrobras, o elefante estatal ineficiente está pior do que sempre foi. Atualmente, achar mais petróleo – algo que qualquer empresa petrolífera adoraria! – virou algo ruim (íntegra AQUI):

Com problemas de caixa, a Petrobras adiará o início da operação da maior descoberta de petróleo feita no Brasil após o pré-sal. A instalação da primeira plataforma em águas profundas de Sergipe era prevista para 2018, mas ficará para a próxima década, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Com oito descobertas comunicadas à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apenas nos últimos 12 meses, a região é considerada a próxima fronteira petrolífera nacional.

De acordo com projeções extraoficiais, há pelo menos 3 bilhões de barris nas descobertas feitas na região, o que equivale a um quinto das reservas provadas no país ao final de 2014. A estatal previa duas plataformas para a região nesta década: a primeira, com início das operações em 2018 e a segunda, em 2020. O novo Plano de Negócios da empresa, porém, não faz menção às unidades.

A Petrobras confirmou o adiamento em nota enviada à Folha. “Os projetos continuam na carteira da Petrobras, em data posterior a 2020 sem prejuízos à curva de produção prevista no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da companhia”. A Petrobras tem como sócios nos projetos as indianas OGNC e IBV Brasil, joint venture entre Bharat Petroresources e Videocon Industries.

Isso é o PT em ação, senhoras e senhores!

Petrobras: corrupção, gestão temerária e prejuízo histórico

Na última Quarta-feira, finalmente, a Petrobras divulgou o balanço de 2014. O assunto dominou a imprensa nas últimas 24 horas. Foram produzidas inúmeras análises superficiais (e erradas), muita fumaça, muita espuma, pouco fogo e nenhum sabão.

Até mesmo o Valor Econômico publicou umas coisas bem ruins. Folha de São Paulo, coitada, está virando uma Caca CaPTal, então nem considero mais. O Estadão teve uma boa cobertura (clique na imagem para ampliar):

Balanço Petrobras 23 Abril 2015

Vou acabar escrevendo sobre os números da Petrobras, mas quero avaliar com mais calma as informações e dados do balanço. Ainda não tive tempo/oportunidade, mas chegarei lá.

Por ora, entretanto, o Antagonista produziu o melhor material sobre o assunto. Disparadamente.

Então, vou reproduzir abaixo alguns trechos. Caso o leitor queira ter um parâmetro, eu escrevi AQUI uma comparação entre a situação da Petrobras em 2002 (último ano do mandato de Fernando Henrique) e 2013 (último ano da gestão temerária do PT em que os dados contábeis estavam disponíveis). Adianto: provo naquele texto que o PT arruinou a Petrobras, sob TODA E QUALQUER ótica que se pretenda utilizar para a análise. José Eduardo Dutra, Sérgio Gabrielli, Lulla e Dilma foram o epicentro da devastação sofrida pela Petrobras. Estes 4 deveriam ser processados e punidos por crime lesa-pátrica.

Sobre o Lulla, especificamente, já começo com o vídeo que O Antagonista publicou:

– Paulo Roberto Costa, sentado ao lado de Graça Foster, representa o desfalque de 6,1 bilhões de reais por corrupção.

– O Comperj, assim como as outras refinarias mencionadas por Lula, de Abreu e Lima a Premium I e II, no Ceará e no Maranhão, simbolizam a desvalorização dos ativos de 44,3 bilhões de reais.

– Dilma Rousseff, presidente do Conselho da Petrobras, encarna aqueles 21,6 bilhões de reais de prejuízo da estatal em 2014.

– O nacionalismo politiqueiro de Lula camufla os 300 milhões de dólares roubados pelo PT para eleger sua sucessora.

Logo depois, O Antagonista explica detalhe por detalhe o caso:

O clipe de Lula no Comperj, reproduzido no post anterior, resume em 1’46” a rapina cometida na Petrobras.

A versão integral do discurso é ainda mais reveladora. É quase uma delação premiada de Lula.

Inicialmente, ele citou as autoridades presentes ao evento. Cinco deles estão sendo investigados pela Lava Jato:

1 – “Quero começar cumprimentando o companheiro Sérgio Cabral”.

2 – “Nosso companheiro Pezão”.

3 – “O ministro Edison Lobão”.

4 – “O nosso querido Paulo Roberto Costa, presidente em exercício da Petrobras”.

5 – “Nosso companheiro Jorge Sergio Machado, presidente da Transpetro”.

Em seguida, ele explicou os motivos daquele evento:

“Eu sei que tem algumas pessoas que estão perguntando ‘por que o Lula já visitou pela terceira vez o Comperj, se ainda a obra não está sendo construída, está na fase da terraplanagem?’ A primeira coisa que tem que compreender é que eu adotei como filosofia de vida aquela de que ‘é o olho do dono que engorda os porcos’. Então, eu tenho que estar presente sempre, para saber se as coisas que nós decidimos estão funcionando”.

Cinco anos mais tarde, as obras no Comperj continuam paradas, mas a filosofia de vida de Lula funcionou: os porcos engordaram um bocado.

Depois de falar sobre seus porcos, Lula disse que sabia da roubalheira em Abreu e Lima. Ele disse também que a roubalheira tinha de prosseguir:

“Se a gente não fica esperto, a obra da refinaria de Pernambuco estaria parada. Porque se levantou suspeita de sobrepreço em algumas obras. E foi para a comissão do Congresso, a comissão do Congresso colocou no anexo VI, e eu vetei, porque senão teria que ter mandado embora 27 mil trabalhadores”.

Lula esclareceu igualmente que, para engordar seus porcos, a ração teria de ser fornecida pela própria Petrobras:

“O companheiro Paulo Roberto Costa sabe, a Dilma Rousseff, como presidenta do conselho administrativo da Petrobras, sabe, o ministro Lobão, como ministro de Minas e Energia, sabe que, há cinco anos atrás, se dependesse da vontade da Petrobras, não teria nenhuma refinaria no Brasil”.

Outro porco do chiqueiro de Lula, Hugo Chávez, entrou na história:

“Numa visita de trabalho do presidente Chávez, conseguiu a parceria para a PDVSA se associar à Petrobras. Levamos três anos para construir essa parceria, porque a Petrobras e a PDVSA são duas grandes empresas, e duas moças bonitas no mesmo baile, elas sofrem uma concorrência natural entre elas, e nós demoramos muito para construir a engenharia do acordo que, graças a Deus, está pronto e está andando”.

Lula, a essa altura, introduziu o único assunto que realmente interessava:

“São bilhões de dólares, de investimentos. Se a gente for medir só o que a gente está fazendo, a gente vai ultrapassar os US$ 60 bilhões em refinaria neste país”.

E apresentou seus cúmplices:

“Aqui tem muitos empresários do setor da construção civil”.

O juiz Sergio Moro poderia usar o discurso de Lula como prova da Lava Jato. Ele mostra claramente quem era o chefe do esquema.

É isso mesmo: até o momento, o que se sabe é que graças aos delírios nacionalistas burros do Rei Lulla, que segue se achando uma divindade genial mas que não passa de um sub-produto da ignorância e falta de bom senso tupiniquim, um sindicalista de araque que se aproveita de gente mal informada e meia dúzia de deslumbrados sem noção do ridículo, o Brasil retrocedeu e a Petrobras foi desmantelada em prol da corrupção assombrosa que corroeu instituições, processos e pessoas – tudo em prol de um projeto de poder rastaquera, arquitetado por personagens ordinários como José Dirceu, José Genoíno e outros bandidos.