A surra da Amazon ainda não acabou

Ontem eu tratei aqui no blog do tiro de canhão que a Amazon deu no próprio pé. Contudo, o assunto continuou rendendo, e achei que cabia retomá-lo, para incluir novos fatos e informações que surgiram.

Em primeiro lugar, a surra que a Amazon tomou não apenas cresceu, mas finalmente surgiram alguns números que ajudam a dimensionar a cagada feita pela empresa (e pela agência de propaganda VML, sobre a qual tratarei algumas linhas adiante).

Segundo informa o Estadão (aqui), o tuíte do João Doria, que trazia o vídeo no qual ele “desafiou” a Amazon, atingiu a marca de 59 milhões de engajamentos. Conforme informa O Antagonista (aqui), o vídeo em questão alcançou 125 milhões de pessoas.
Mas o que significam estes números?
Eles parecem contraditórios, não?!
Na verdade, não. O vídeo foi publicado no Twitter e no Facebook – então, os 125 milhões se referem à soma, ou seja, todo mundo que viu o vídeo. Os 59 milhões tratam APENAS do Twitter. Além disso, nem o Estadão nem O Antagonista informaram a fonte de seus dados – portanto, podem ser fontes diferentes, com métodos de mensuração diferentes.

Contudo, esses números NÃO são muito confiáveis, por várias razões.
Uma mesma pessoa pode gerar 10 “engajamentos” no mesmo vídeo, distorcendo a mensuração total. O fato concreto é que o “desafio” do Doria teve uma audiência brutalmente maior do que a propaganda burra da Amazon. É possível estimar que a audiência do João Doria tenha sido no mínimo 20 a 30 vezes maior do que a da Amazon.
Em suma, a Amazon tomou uma surra quantitativa brutal, monstruosa.

Mas e no quesito qualitativo?
Outra surra.
Os números mostrado pelo O Antagonista apontam 92% de saldo positivo para o prefeito. Novamente, não ponho a mão no fogo pelo número exato, mas basta ler os comentários que estão no Facebook da postagem original do vídeo que é fácil perceber que a maioria esmagadora apoiou a iniciativa do prefeito, e repudiou a propaganda da Amazon.
Esta proporção faz sentido pois, conforme lembrei no post de ontem aqui no blog, a pesquisa DataFolha do mês passado indicava que 97% dos paulistanos são contra as pichações. Tendo em vista que a campanha da Amazon recorre a esta questão como ponto de partida, é lógico assumir que ela terá uma rejeição parecida – acima de 90%, no mínimo.

Diante destes números, que são absolutamente avassaladores e desastrosos para a Amazon, cabe perguntar: POR QUE UMA EMPRESA FAZ UMA CAGADA MONUMENTAL DESSAS?
Será que ninguém, nenhuma alma viva, na Amazon, ou na agência de propaganda, tem capacidade intelectual e profissional para perceber o tamanho da burrada antes de colocar isso no ar?

Pois é… Aí começa o problema central.
Não tenho idéia de quem foi o responsável, dentro da Amazon, pela aprovação dessa campanha burra e tosca. Todavia, surgiram informações sobre a agência VML que ajudam a oferecer algumas respostas do lado da agência de propaganda.

Como está claro e cristalino aqui, pelo menos 2 funcionários da agência VML são militontos petistas de facebook, do tipo que chama o impeachment de “golpe” – e isso já sintetiza o (baixíssimo) QI dos envolvidos.

17554507_10156140710719062_2265353532994350131_n
A grande questão, assim, é debater como (e por que) uma empresa coloca profissionais de tão baixa estirpe em cargos relevantes: uma pessoa que coloca sua militância política acima dos interesses da empresa (e dos clientes desta empresa) merece o olho da rua.

17553552_10156140711934062_4461898373151433880_n17626199_10156140711904062_5623233030602338171_n17522606_10156140711709062_636792000357245272_n17553624_10156140711704062_6286492680203987255_n17635382_10156140710704062_516723113798002489_o
Se o sujeito quer ser militonto de facebook, defender corruPTos e bandidos, passar recibo de ignorante, problema dele. Entretanto, no momento em que ele carrega essa ignorância para o ambiente profissional, ele está prejudicando a empresa.
O caso da Amazon comprova isso sem nenhuma sombra de dúvida: o militonto partiu do pressuposto (falso) de que haveria uma “polêmica” em torno da “cidade cinza” (como eu expliquei ontem), e a propaganda foi baseada inteiramente nessa bobagem, gerando um desastre do ponto de vista de relações públicas para a Amazon.

Eu sou dono de um Kindle há alguns anos. Adoro o produto, recomendo sempre aos amigos e alunos.  Mas confesso que, se dependesse dessa propaganda medonha, não compraria o produto hoje – e não se trata da crítica subliminar que a propaganda faz aos muros cinzas, livre das pichações, rabiscos e sujeiras. O problema é que a propaganda não exalta as qualidades do produto (são muitas, mas quem ainda não tem o produto não conhece), não comunica ao cliente potencial absolutamente NADA que possa motivá-lo a comprar o produto – ou mesmo a conhecê-lo um pouco melhor.

Nos livros mais básicos de marketing, é sempre explicado o “Modelo AIDA”, que consiste em usar a comunicação/promoção com o intuito de obter: (1) ATENÇÃO > (2) INTERESSE > (3) DESEJO > (4) AÇÃO do público-alvo.
Resumidamente, a comunicação (que engloba a propaganda, mas não se limita a ela), deve primeiro chamar a atenção do cliente potencial, depois criar algum interesse (seja pelo produto, seja pela marca ou empresa), despertar o desejo (de comprar, de conhecer mais informações/detalhes) e, finalmente, gerar uma ação concreta (comprar o produto, por exemplo).
A propaganda pavorosa que a agência VML produziu não atinge NENHUM dos 4 quesitos mais básicos, rudimentares e essenciais da comunicação. Nada. Zero!

17498880_1331790770200104_192317114342849395_n

Trata-se de um fiasco brutal, produzido por militontos de facebook que não sabem separar suas deficiências mentais e ideológicas do seu trabalho. Não é apenas falta de profissionalismo, é pior do que isso.

Concorrentes da Amazon: PAGUEM a agência VML para continuar atendendo a gigante norte-americana e vocês terão a chance de dominar o mercado! Sério mesmo: descubram quanto a Amazon está pagando para a VML, e ofereçam 20% a mais para que a agência CONTINUE fazendo a comunicação da Amazon. Isso vai garantir o futuro de vocês!!!! Lembrem-se do ensinamento de Napoleão Bonaparte:

2017-03-29 11.04.06

Uma propaganda ruim que criou um desastre: o caso Amazon Brasil

Qualquer aluno de graduação nas áreas de Administração, Marketing ou Publicidade aprende, no início do curso, que o objetivo primordial da COMUNICAÇÃO (que engloba propaganda, publicidade, relaçõs públicas, ações nos pontos de vendas etc) é estabelecer um vínculo entre a empresa e um determinado público-alvo (“target”). Isso é básico, elementar.

Porém, o pessoal do marketing da Amazon esqueceu das lições mais básicas de marketing!

Nesta terça-feira, 28/03, colocaram no ar, nas redes sociais, uma propaganda ruim, burra, sem nenhuma relação com o produto que supostamente estariam tentando promover (o Kindle, leitor de livros eletrônicos), e, pior, sem NENHUM apelo para o público-alvo que DEVERIAM tentar atingir.

Eis aqui a propaganda burra:

Como pode ser visto nesta peça, não é possível identificar nenhum elemento capaz de promover um produto específico (o Kindle), nem tampouco a empresa (Amazon). A peça é ruim porque é incapaz de fazer uma comunicação efetiva de uma marca, produto ou empresa. A agência que criou a peça deveria enfiar um saco de papel na cabeça, disfarçar que deu vontade de cagar e sair de fininho.

2017-03-29 02.59.22.png

Pior: o mote central da campanha é um chavão que há poucas semanas estava nos jornais/sites diariamente: a determinação do Prefeito João Dória em combater diuturnamente as pichações que infestam a cidade.

Vamos nos aprofundar no mote central da campanha, então.

Desde que assumiu o mandato, há pouco mais de 3 meses, João Dória tem sido uma fonte permanente de recalque, inveja e ódio das viúvas do Haddad. Isso se deve, basicamente, ao fato de que em apenas 1 dia (qualquer dia destes 3 meses, pode escolher) João Dória faz mais pela cidade do que Fernando Haddad fez em longos e intermináveis 4 anos (que pareciam 200 anos de martírio para o paulistano que teve que aturar seu ciclofascismo incompetente coberto pelo verniz da pseudo-intelectualidade de um chucro autoritário cheio de vácuo).

A imprensa, absolutamente tomada pelas viúvas do Haddad, vem tentando, em vão, achar pelo em ovo para criticar o Dória. Um exemplo recente: o Estadão achou relevante publicar uma notícia que jamais seria considerada notícia quando Haddad era prefeito. Num lapso, Doria disse que a Lapa ficava na Zona Norte, e não na Zona Oeste – mas Fernando Haddad era o mais perdido prefeito de SP: jamais sabia a localização de NENHUM bairro, exceto Jardins, e não sabia NADA sobre a cidade. Passou 4 anos sem conhecer a cidade, e a imprensa sempre “passou pano” – porque, afinal, era o “prefeitão do amor”, o queridinho dos militontos.

O problema é que, como a campanha eleitoral de 2016 provou, a imprensa perdeu a credibilidade de uma forma avassaladora. Vamos lembrar o que apontavam as pesquisas de intenção de voto poucos meses antes da eleição?

2017-02-18 00.59.12

2017-02-18 11.00.11

Desde que assumiu, João Doria está dando um baile na imprensa. Jornais, revistas e sites perderam o monopólio da comunicação, pois o prefeito usa as redes sociais de forma eficaz e eficiente: ele mesmo se comunica, DIRETAMENTE, com o eleitor/cidadão. Através de vídeos (alguns gravados, outros tantos ao vivo), Doria mostra visitas surpresas a escolas, postos de saúde e outras instalações municipais, o que deixa o cidadão com a sensação de que o prefeito está trabalhando, fiscalizando, cobrando, enfim, fazendo.

Além disso, João Doria conseguiu, em pouco tempo, mostrar que é possível realizar ações concretas e necessárias – por exemplo, o programa que está conseguindo reduzir drasticamente a fila de espera por exames, o “Corujão da Saúde”. O programa é um sucesso estrondoso, contrariando os “especialistas” que os jornalistas  consultavam para pedir opiniões. Esse tipo de ação, capaz de gerar resultados reais e necessários, atinge em cheio as pessoas reais, a população/eleitores/cidadãos de verdade, não os militontos de facebook do complexo PUCUSP. Como Fernando Haddad passou 4 anos fazendo ciclofaixas inúteis (caras, ruins, mal planejadas e pessimamente mal executadas) e deixou a cidade abandonada, ver os resultados produzidos pela gestão Doria em tão pouco tempo foi um choque para o cidadão normal (isso exclui os militontos de facebook, meros pirralhos mimados bancados pelos pais).

E esta situação levou ao contexto da propaganda da Amazon.

Graças ao projeto “Cidade Linda“, a gestão Doria está promovendo ações permanentes de limpeza e manutenção na cidade. Uma das ações que compôem este programa é o combate à pichação e à sujeira. Como não havia muito a ser criticado nesta iniciativa (segundo o DataFolha, 97% dos paulistanos são CONTRA pichações), a imprensa resolveu produzir uma pseudo-polêmica: Doria estaria deixando a cidade “cinza”. A partir daí, a “cidade cinza” virou mote para os militontos de facebook. E a Amazon resolveu usá-lo como essência da sua campanha:

As viúvas do Haddad (meia dúzia de gatos pingados que fazem um barulhão nas redes sociais mas não consegue encher uma kombi) dominam as redações dos jornais, revistas, rádios, TVs e sites, mas não têm NENHUM contato com a realidade da população. Para fingir ter alguma relevância, inventaram que haveria uma “polêmica” envolvendo a disposição de João Doria para combater os pichadores. Ora, se 97% da população é CONTRA as pichações, não há “polêmica” nenhuma. Um assunto pode ser chamado de “polêmico” quando há 50% ou menos de aprovação, mas quando 97% da população é favorável a uma determinada posição/política, não há polêmica. 97% é quase unanimidade!

Aí, algum “JÊNIO” na Amazon acha inteligente usar como mote de uma propaganda a defesa de uma posição que é rechaçada por NOVENTA E SETE PORCENTO DA POPULAÇÃO – não precisa um QI acima de 10 para perceber que isso é uma burrice monstruosa!

João Doria não é um político. Ele já mostrou que sabe se comunicar. E foi isso o que ele fez. Na manhã do dia 28, ele publicou um vídeo curto, mas que em menos de 1 hora já tinha sido visto mais de 40 mil vezes (no mesmo horário, a propaganda da Amazon tinha sido vista aproximadamente 3 mil vezes):

A Amazon colheu os frutos da sua burrice em pouquíssimo tempo:

De maneira bem objetiva, João Doria deu uma rasteira na Amazon – e bastou ser inteligente, haja vista que a propaganda da empresa é de uma burrice quase haddadiana.

2017-03-29 05.28.38

2017-03-29 05.22.18

João Doria não deu tempo para que os jornalistas recalcados repercutissem a provocação da Amazon: às 08:44 da manhã ele lançou o desafio para que a Amazon contribuísse com as bibliotecas e escolas de São Paulo, e deixou a bola no campo da empresa. Agora, cabia a ela responder.

2017-03-29 03.00.20

Claramente a Amazon não estava preparada para isso. Ela só conseguiu produzir uma resposta ruim às 20:13 – ou seja, aproximadamente DOZE HORAS DEPOIS. Ao longo destas 12 horas, 3 empresas ofereceram apoio à Prefeitura: Kabum, MultiLaser e Saraiva.

2017-03-29 02.59.01

Enquanto era massacrada pela burrice, e outras empresas aproveitavam a oportunidade, a Amazon só conseguiu produzir uma resposta ruim, fraquíssima, vaga:

Os principais problemas com a “resposta” dada pela Amazon 12 horas depois:

  1. Demorou muito. A campanha, ancorada nas redes sociais, deve saber usar os prós e contras da mídia escolhida – e nas redes sociais a velocidade é essencial. Entre 8 da manhã e 8 da noite, a Amazon permaneceu em silêncio, sem saber o que fazer. Passou vergonha.
  2. Foi fraca. Havia, na resposta da Amazon, um vídeo oferecendo UM (repito: APENAS UM) download gratuito de UM livro eletrônico (entre uma relação de mais ou menos 15 títulos, escolhidos pela Amazon), e um texto fraco, com uma vaga menção à doação de “centenas de dispositivos Kindle para instituições que promovem cultura e educação (fiquem ligados)“. Centenas? QUANTOS, EXATAMENTE? 100, 200, 500? Quando? Quais instituições? Uma resposta vaga, superficial. Insuficiente.

Em suma, a Amazon aprovou (e colocou no ar) uma propaganda incapaz de se comunicar com pessoas interessadas em seu produto (kindle), ou seja, falhou em atingir o público-alvo. Será que a agência VML e a Amazon acreditaram que os 3% que são favoráveis às pichações compram Kindle? Os caras nem sabem ler!!!

Para piorar, a propaganda partiu do pressuposto errado (a “polêmica” da “cidade cinza” criada pelos militontos de facebook jamais foi real; não havia “polêmica” coisa nenhuma) e, por óbvio, seguiu um conceito furado. E quanto ao roteiro da propaganda? Horroroso. Misturou trechos de livros bons com lixos do tipo “50 tons de cinza”, projetados nas paredes da cidade… Sério, QUE PORRA É ESSA, AMAZON?

Uma propaganda ruim, que teria sido ignorada por completo, não fosse a rápida e sagaz resposta do João Doria – que colocou a Amazon contra a parede em apenas alguns segundos. A partir daí, a Amazon não soube responder da forma correta, nem no tempo adequado – o que abriu caminho para que a empresa fosse massacrada nas redes sociais, enquanto outras empresas tiravam proveito da situação.

No fim do dia, a Amazon, a agência que criou a propaganda horrenda e os responsáveis pela aprovação da peça estavam mais ou menos assim:

2017-03-29 05.22.11

Os concorrentes da Amazon, por outro lado, deveriam estar com vontade de pedir à empresa que renove a conta na atual agência, a tal VML, pois ela prestou um favor imenso a todo mundo – menos à Amazon!

A propósito: a sede da Amazon no Brasil fica neste conjunto empresarial aqui (todo CINZA!):

Jornalivre_BR_2017-Mar-28

HADDAD TRANQUILÃO: um perfil criado para mentir e caluniar pertence a um funcionário da gestão Haddad

Ora, ora, ora, que coisa interessante…

Acabo de descobrir, no Implicante (íntegra AQUI) que o “personagem” Haddad Tranquilão, que tem perfis no Facebook e no Twitter, é na verdade um militante/funcionário da Prefeitura de São Paulo, nomeado por Fernando Haddad em 17 de Julho de 2014. Segundo publicou com exclusividade o Implicante:

EXCLUSIVO: autor de páginas ofensivas a Dória foi nomeado pela gestão Haddad

Por meio de ação judicial, o candidato tucano chegou à autoria dos sites ofensivos. O acusado também é autor da página “Haddad Tranquilão”, que serve para falar bem do petista.

O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, João Dória, conseguiu descobrir o autor de páginas que o ofendiam. Diante da notícia, a campanha de Fernando Haddad (PT) alegou que se tratava de um “militante virtual”.

Não é bem assim.

O referido cidadão foi NOMEADO pelo governo petista. As informações são de natureza pública e estão no Diário Oficial do Município[…] Desse modo, a coisa já muda MUITO de figura. Em se tratando de um integrante da administração municipal (e não há informação de que tenha saído), tudo ganha uma nova dimensão. Deixa de ser uma brincadeira do autor do tal “Haddad Tranquilão” e passa a ser um ato de funcionário nomeado, de um integrante da administração pública exercendo cargo de confiança.

E, assim, o petista Fernando Haddad deverá responder por isso. Afinal, não foi mesmo ação isolada de um “militante virtual”.

A lorota agora cai por terra.

 

Haddad Tranquilão

O nome do militante? PEDRO GALVÃO DO AMARAL PINTO BARCIELA, nomeado por Fernando Haddad como “Administrador de Parque III, Ref.DAS-10, do Departamento de Parques e Áreas Verdes, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente”, como pode ser lido no Diário Oficial da Cidade de São Paulo AQUI.

Mas não é só isso! Aproximadamente um mês (sim, APENAS UM MÊS) depois de ser nomeado por Haddad, para fazer sabe-se lá o quê, o sujeito abriu uma empresa (detalhes completos AQUI):

Barciela Consultoria
CNPJ 20.838.420/0001-59
Nome fantasia Barciela Consultoria
Razão social Pedro Galvao do Amaral Pinto Barciela
Data de abertura 14/8/2014
Natureza jurídica Empresário Individual – Código 2135
Status da empresa Ativa
Atividade econômica principal Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos – CNAE 5819100
Capital Social R$ 500,00 (Quinhentos reais)

Não é curioso?! Ora, por que o sujeito abre uma empresa um mês depois de ser nomeado para um cargo público? Para receber como PJ?

Fica ainda mais curioso: Pedro Galvão do Amaral Pinto Barciela tem graduação em TURISMO. Por que alguém graduado em turismo abre uma empresa especializada em “edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos”?

Consta na página do Facebook do “personagem” Haddad Tranquilão (e, obviamente, não dá para saber se é verdade) que ela foi criada em Outubro de 2012. O que o militante fazia na época?

Não tenho idéia. Mas, para colocar a cereja no bolo: Pedro é filiado ao PT (QUE SURPRESA!!!!) e, aparentemente, candidato a vereador em São Paulo (veja AQUI). Não localizei um site oficial do TSE ou TRE com a listagem definitiva dos candidatos já aprovados/homologados, e este site não me pareceu muito confiável, então essa informação da candidatura vou tentar averiguar em outras fontes para ter certeza (se for o caso, atualizarei a informação aqui posteriormente).

Será que é apenas “coincidência”? Eu acho que não!

Depois as pessoas insistem em confundir marketing com “propaganda enganosa” ou com “mentiras” e tem gente que não sabe por quê…

ESCOLA SEM PARTIDO: Uma iniciativa necessária

Há muito tempo acompanho a iniciativa ESCOLA SEM PARTIDO (AQUI no blog, inclusive), e nos últimos meses, felizmente, este assunto ganhou corpo.

Pretendo escrever mais sobre o tema, mas por ora vou mostrar apenas algumas imagens que ajudam a entender a importância dessa iniciativa:

Ricardo Klinkerfus Filho__001 Ricardo Klinkerfus Filho__002

Destaco: o sujeito se diz PROFESSOR.

Alguém tem qualquer dificuldade para imaginar como são as aulas de um sujeito com este nível intelectual, e com esse entendimento sobre o papel de um professor?

Ricardo Klinkerfus Filho__029 Ricardo Klinkerfus Filho__004 Ricardo Klinkerfus Filho__005 Ricardo Klinkerfus Filho__006 Ricardo Klinkerfus Filho__007 Ricardo Klinkerfus Filho__008 Ricardo Klinkerfus Filho__009 Ricardo Klinkerfus Filho__010 Ricardo Klinkerfus Filho__011 Ricardo Klinkerfus Filho__012 Ricardo Klinkerfus Filho__013 Ricardo Klinkerfus Filho__014 Ricardo Klinkerfus Filho__015 Ricardo Klinkerfus Filho__016 Ricardo Klinkerfus Filho__017 Ricardo Klinkerfus Filho__018 Ricardo Klinkerfus Filho__019 Ricardo Klinkerfus Filho__020 Ricardo Klinkerfus Filho__021 Ricardo Klinkerfus Filho__022 Ricardo Klinkerfus Filho__023 Ricardo Klinkerfus Filho__024 Ricardo Klinkerfus Filho__025 Ricardo Klinkerfus Filho__026 Ricardo Klinkerfus Filho__027 Ricardo Klinkerfus Filho__028

Você leu tudo isso e ainda tem dúvidas se o problema da doutrinação nas escolas é algo “apenas” pontual, limitado a professores que militam ao invés de ensinar, ou se é algo generalizado, amplo?

Compreensível.

Para dirimir esta dúvida, leia isso AQUI.

Infelizmente há um contingente gigantesco de profesores que usam sua posição de autoridade para ensinar bobagens e fazer uma verdadeira lavagem cerebral em crianças e adolescentes.

Vou retomar este assunto, pois me interessa muito.

Roger Scruton fala sobre União Européia e BREXIT

Vale a pena assistir (nem é tão longo):

PS: Peço desculpas aos leitores do blog, pois a primeira versão deste post continha um erro no HTML que exibia o link do YouTube ao invés de incluir o vídeo diretamente no post. Parece que consegui corrigir o problema 🙂

Sem Dilma, algumas coisas já começaram a melhorar na economia

Eu escrevi aqui no blog, quando Dilma Ruinsseff foi afastada, que o simples fato de ela não ser mais a Presidente já deixava o Brasil (muito!) melhor.

Reafirmo.

2016-06-12 19.56.11

Evidentemente, há muita coisa que precisa ser feita para tentar consertar 13 anos de erros crassos, monumentais, grotescos e bizarros do lulopetismo – e ninguém conseguirá resolver tudo isso rapidamente, em poucas semanas ou meses. Anos serão necessários para limpar a montanha de bosta que o país herdou do PT. O Valor Econômico dá um exemplo da herança maldita do PT, da Dilma e do Lulla (íntegra AQUI):

As montadoras cortaram em 3% a produção de veículos em junho, comparativamente ao volume que saiu das linhas de montagem em igual intervalo de 2015. Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 182,6 mil unidades foram produzidas no país no sexto mês de 2016, segundo levantamento da Anfavea, a entidade que representa o setor. No confronto com maio, com um dia útil a menos, contudo, o total corresponde a uma alta de 4,2% em junho.

Embora a queda no comparativo anual tenha sido menor do que a média que vinha sendo registrada desde o início o ano, foi o pior junho em termos de produção das montadoras desde 2004, quando elas produziram 179,7 mil veículos no mesmo mês.

O resultado do primeiro semestre, com 1,02 milhão de veículos, queda de 21,2% na comparação anual, também foi o menor em 12 anos. A expectativa da Anfavea é que a produção de veículos termine o ano marcando queda de 5,5%.

Em junho, o nível de atividade na indústria automobilística foi prejudicado por paradas em fábricas ou setores de parques industriais de montadoras como Hyundai, Renault e Iveco, somadas à interrupção na produção da Volkswagen por falta de peças, além de empresas que reduzem jornadas de trabalho devido a adesões ao programa de proteção ao emprego, casos de Ford, MAN e Caoa, que produz veículos da Hyundai em Anápolis.

Já a partir desta semana de julho, a fábrica da Chery no interior paulista para por até cinco meses. No complexo industrial da Iveco em Sete Lagoas (MG), as linhas que produzem caminhões pesados e o furgão Ducato vão funcionar apenas de terça a quinta-feira neste mês. São medidas adotadas para reduzir estoques diante da falta de reação de demanda.

Porém, há algumas (poucas) boas notícias e o julgamento final da Presidanta que deve ocorrer em Agosto, deverá solidificar boas perspectivas futuras (íntegra AQUI):

Em meio às incertezas econômicas que impactam o país com mais força desde o ano passado, a retração no consumo no primeiro trimestre de 2016 foi menos intensa do que a ocorrida no mesmo período de 2015. De acordo com o estudo Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel, os brasileiros reduziram a frequência de compra de maneira não tão agressiva como no passado (1,7%), ao mesmo tempo em que o volume por viagem registrou ligeiro crescimento (0,4%). A classe C passou a contribuir positivamente em volume (C1 com 0,3% e C2 com 0,4%), enquanto a queda de frequência se concentrou na D/E, com menos 1 visita no trimestre.

O levantamento aponta também que diversas regiões voltaram a registrar crescimento em volume e valor, destacando-se entre elas o Grande Rio de Janeiro e Grande São Paulo, que ainda apresentaram elevação em frequência – enquanto a primeira teve aumento de 7% em unidades, 20% em valor e aumento de 1 visita a mais no ponto de venda, a segunda apresentou, respectivamente, alta de 5%, 12% e 2 visitas. Questões ambientais e o desemprego impactaram negativamente a região Leste + Interior RJ, que teve queda de valor (-5% em unidades e -7% em unidades por viagem). A região NNE foi a que mais reduziu frequência em menos 2 visitas ao ponto de venda.

Os alimentos e bebidas foram os responsáveis por puxar para cima o consumo no primeiro trimestre deste ano. O ticket médio das cestas teve variação positiva de, respectivamente, 10% e 6%. Já higiene e beleza foi a única a apresentar retração em valor, estabelecendo-se como a cesta que mais sofreu com a redução de visitas aos pontos de venda.

Os alimentos mais escolhidos no período de acordo com o índice CRP (penetração vs frequência de compra) foram molho para salada, creme de leite e cream cheese. Entre as bebidas, suco congelado, leite fermentado e cerveja. Já os que mais deixaram de entrar nos carrinhos dos brasileiros estão petit suisse, lanche pronto e óleos especiais, bebida à base de soja, capuccino e suco pronto.

Na cesta de higiene, destacaram-se positivamente fralda, lâmina de barbear e alisantes, enquanto que cremes e loções, bronzeador/protetor solar e deo colônia perderam espaço. Entre os produtos de limpeza, cloro, inseticida e sabão em pedra foram os mais populares. Já cera para assoalho, detergente líquido para roupa e purificador de ar foram preteridos.

Consumindo mais dentro de casa, deixando assim cada vez mais de lado saídas para lanchonetes, restaurantes e bares, a população tem apostado em categorias que servem de base para o preparo de pratos. No primeiro trimestre de 2016, ingredientes como chocolate culinário, farinha de trigo, margarina, creme de leite e leite condensado registram aumento em unidades.

O Consumer Insights revela ainda que os brasileiros estão consumindo cada vez mais itens zero lactose. A penetração desse tipo de produto em março de 2014 era de 5%, no mesmo período de 2015 foi a 7%. Neste ano, o índice chegou a 12%. No total, mais de três milhões de lares compraram o segmento em 2016 (leite, iogurte, creme de leite e leite condensado).

O retorno ao lar também afetou a cesta de higiene e beleza, onda a casa virou salão beleza em casa Segundo os dados, alisantes e tintura para cabelo tiveram crescimento de 6,6% e 2,3% em unidades, respectivamente, de 2015 para 2016.

Na cesta de limpeza o grande destaque é a categoria de repelentes, que cresceu 102% no primeiro trimestre de 2016 comparado com o mesmo período de 2015. Passou de uma penetração de 2% em 2013 para 6% este ano.

O que vemos são alguns indícios, aqui e acolá, do que parece ser o início de uma recuperação da economia.

O afastamento da Presidanta oferece uma possibilidade de mudanças que permite que os empresários comecem a considerar os cenários de investimento – obviamente, devido à incompetência e à burrice atroz da Dilma, se ela ainda fosse presidente isso não aconteceria. Nem é preciso dizer que o Senado precisa finalizar o quanto antes esse impeachment, julgando de forma definitiva os crimes de responsabilidade cometidos a rodo pela gerentona incopetanta.

2016-04-24 18.06.32

Fraudes no Bolsa Família

Enquanto isso não acontecer, não será possível avaliar quanto tempo será preciso para tirar o país do buraco em que Dilma, Lulla e o PT nos enfiaram com sua corrupção desenfreada, as mentiras, o estelionato, o aparelhamento do Estado, a “nova matriz econômica” que foi um fiasco retumbante, e todo o repertório de asnices produzidos pela esquerda brasileira.

2016-06-24 11.59.31

Fundos de pensão: mais um problema (criado pelo PT) no horizonte econômico do Brasil

Começo reproduzindo mensagem que recebi de Adriana da Silva Antunes da OAB/DF, que acho oportuna e interessante:

OAB/DF reúne especialistas e parlamentares para debater futuro da previdência complementar
Objetivo é discutir novos rumos após CPI dos Fundos de Pensão na Câmara
A partir dos relevantes fatos investigados pela CPI dos Fundos de Pensão na Câmara dos Deputados, a OAB/DF promoverá a palestra “Perspectivas dos Fundos de Pensão Pós-CPI”, no dia 28 de junho, às 19h, na sede da Seccional. O evento reunirá parlamentares dirigentes da CPI, além de algumas das principais autoridades da previdência complementar brasileira.
Na palestra, serão discutidas propostas para a melhoria da previdência complementar a partir do resultado da CPI dos Fundos de Pensão da Câmara dos Deputados.
O evento é gratuito e destinado ao público em geral, inclusive aos advogados e estudantes. Inscrições pelo site http://www.oabdf.org.br/eventos; informações pelo e-mail eventos@oabdf.com.

Serviço:
Perspectivas dos Fundos de Pensão Pós-CPI
Data: 28/6/2016
Horário: 19h
Local: SEPN 516, auditório térreo
Certificação de 3h/a em contrapartida à doação de um agasalho ou cobertor

615X870-1

Acho bastante oportuno esse evento para debater os fundos de pensão, pois, como mostrei AQUI, os seguidos desastres do PT no governo federal conseguiram arruinar também os fundos de pensão das estatais (os mais graves casos incluem os fundos de pensão da Caixa Econômica Federal, Correios e, claro, da Petrobras), e ainda temos o problema da previdência, uma bomba prestes a estourar.