Comparativo entre a Petrobras de 2002 e a de 2013

Devido ao período eleitoral, já andei lendo algumas afirmações estapafúrdias sobre o perfil da Petrobras ao final do mandato do PSDB (dezembro de 2002) e agora, sob o mandato do PT. Se o intuito é fazer comparações entre os legados, vamos lá!

Antes de começar: exceto quando indicado expressamente, estou usando dados de Dezembro de 2002 e Dezembro de 2013 (haja vista que o ano de 2014 ainda não acabou).

Ao iniciar a pesquisa para escrever este texto, localizei um artigo publicado originalmente no site “Brasil 247“, um daqueles sites da esgotosfera governista (bancado com dinheiro de estatais para elogiar o PT). Nada publicado naquela pocilga presta, mas serei mais específico (os trechos grifados eu irei comentar na sequência):

Como a memória do senador Aécio Neves e sua trupe não anda boa, ou anda tomada de uma súbita e conveniente amnésia, não custa fazer algumas comparações porque, agora, distante daqueles acontecimentos, falam como se aqueles tempos fossem modelares, e estes, os tempos do naufrágio. De naufrágio na Petrobras, como vimos, é o tucanato que entende. São números gritantes que revelam, de um lado, o desastre do passado; de outro, o quanto a Petrobras cresceu sob a gestão Dilma/Lula. Peguemos o valor da empresa, sobre o qual volta e meia o tucanato deita falação.

Em 2002, a Petrobras valia 15,5 bilhões de dólares. Em 2012, seu valor subiu para 126 bilhões de dólaresEsses números revelam o que foi o trabalho da gestão tucana, medíocre, e o que foi a administração Lula/Dilma.Como o tucanato tem feito cavalo de batalha sobre o lucro da empresa em 2012 – nada mais, nada menos que R$ 21,2 bilhões –, vamos recordar, que recordar é viver, que em 2002, o lucro da Petrobras foi de R$ 8,1 bilhões.

E agora, José? Quanto a investimentos, que é sempre bom comparar, em 2002, a empresa investiu R$ 18,9 bilhões. Em 2012, chegou a investir R$ 84,1 bilhões. É sempre um escândalo de superioridade. Querem mais? Que nos lembremos do número de empregados, que saltou de 46,6 mil trabalhadores em 2002 para 84,7 mil em 2012. Claro, sabemos, o tucanato critica os concursos, nunca quer aumentar o número de assalariados, lança sobre a empresa o seu olhar de Estado mínimo que quase levou o Brasil à falência (…)

Andaram criticando a produção de óleo, não foi? O tucanato é assim: lê pouco, estuda pouco, investiga pouco para deitar falação. Que seja, comparemos. Em 2002, o Brasil produzia 1 milhão e 500 mil barris por dia. Em 2012, saltou para 1 milhão e 980 mil barris por dia. Vamos então à comparação quanto às reservas provadas: de 11 bilhões de barris equivalentes de petróleo (BOE) em 2002 para 15,7 bilhões de barris de óleo equivalente de petróleo em 2012. Nada, nada que se compare, por óbvio, favorece a gestão temerária e irresponsável do tucanato à frente da Petrobras.

Receita, o tucanato gosta muito de falar em receita. Aí é um escândalo: lá, em 2002, era de R$ 69,2 bilhões; em 2012, saltou para R$ 281,3 bilhõesSob quaisquer aspectos, os anos dos governos Lula/Dilma foram superiores em relação à Petrobras. O que impressiona é ouvir o senador Aécio Neves falar em reestatizar a Petrobras. Será que ele se esqueceu de que a pretensão óbvia, escancarada do tucanato era privatizar a empresa? Por alguma razão, a memória deve estar falhando. Não se lembra da proposta de Petrobrax.

Vou deixar de lado as bobagens partidárias e me concentrar nos dados e afirmações referentes à comparação da situação financeira da Petrobras nos dois momentos supracitados.

O autor considerou o valor nominal (tanto da receita quanto do lucro ou do valor de mercado) de 2002 e comparou com o valor nominal de 2012. O sujeito não sabe que o valor do dinheiro muda no tempo? Sugiro ao Sr. Emiliano José tirar uma licença não remunerada do seu cargo de suplente de deputado pelo PT/BA e estudar a diferença do dinheiro no tempo.

A variação da moeda, assim como a inflação, foi desprezada; a variação do preço do petróleo foi ignorada etc. Em dezembro de 2002, o preço do barril de petróleo bruto era US$ 27,89; em dezembro de 2013 era US$ 105,49. O crescimento nominal é de 278,24%. O autor do “texto” mencionou isso? Não.

Pior: ele simplesmente ignorou todos os elementos BÁSICOS e ELEMENTARES que um aluno de Administração Financeira aprende nas primeiras aulas. Um exemplo bastante elementar: imagine que a empresa A vende um litro de um certo produto por 27 reais, enquanto a empresa B vende o mesmo litro do mesmo produto por 105 reais. Qual das duas terá receita de vendas maior, supondo que ambas vendam a mesma quantidade de litros do produto?

Se o preço (de revenda) do meu produto aumenta e minhas vendas também aumentam, meus lucros aumentarão, certo? Impossível ter prejuízo neste cenário, não é? Depende. A Petrobras prova que não necessariamente: em 2012 a Petrobras conseguiu ter prejuízo no 2.o trimestre (R$ 1,3 bi), mesmo com o consumo, vendas e preços aumentando. Mas como deu prejuízo, então? Eis aqui:

gasolina_bz
A Petrobras teve prejuízo porque ela teve que importar gasolina. Muita. Detalhe: ela pagava mais caro do que o preço de revenda no Brasil. Sim, você leu direito: sob a batuta de Lula e Dilma Rousseff, a Petrobras transformou-se numa empresa que compra um produto por R$20,00 e vende a R$14,00, conseguindo a proeza de ter prejuízo a cada venda realizada.

Genial, não?!

Outro exemplo bastante básico: em dezembro de 2002 o João investiu R$ 100,00 na caderneta de poupança. Se em dezembro de 2013 ele tivesse os mesmos R$ 100,00 de saldo, sendo que ele não fez nenhum saque e nenhum depósito ao longo do período, ele iria ficar feliz? Não, porque R$ 100,00 em 2002 compravam mais coisas do que R$ 100,00 em 2013.

Quando nós depositamos R$ 100,00 na caderneta de poupança (ou qualquer outro investimento, no geral), temos a expectativa de que quando formos sacar o dinheiro haja um valor MAIOR do que o valor que nós depositamos, certo? Mas e se o valor for exatamente o mesmo? Perda do poder de compra devido à famigerada INFLAÇÃO, entre outros fatores. O Sr. Emiliano ignorou esse “detalhe” também. Fazendo alguns cálculos grosseiros, bem básicos mesmo, é possível provar que o Sr. Emiliano está completamente errado. EM TUDO.

A oferta monetária brasileira expandiu-se fortemente desde 2002, fazendo com que a moeda brasileira perdesse um pouco mais de 90% do poder de compra durante o período. Traduzindo: R$ 10,00 hoje representam algo como R$ 1,10 em 2002. Considerando-se, portanto, a perda da moeda e seu reflexo nos indicadores da Petrobras, a empresa deveria apresentar um lucro de PELO MENOS R$ 73,71 bilhões (anuais) e não apenas os R$ 21,2 bilhões apresentados em 2012 ou os R$ 23,4 apresentados em 2013.

A incapacidade atual da empresa em não obter esse número gera um óbvio reflexo sobre a rentabilidade do patrimônio, que caiu de 23,59% em 2002 para a 5,89% em 2014 – o que representa aproximadamente metade do retorno da Selic (atualmente 11%). Este baixo retorno aumenta os riscos para o investimento. Em português: não quero investir meu dinheiro na Petrobras porque, na comparação com outros investimentos, ela está com um retorno decrescente. O resultado dessa escolha equivocada da Petrobras é bastante claro (reportagem publicada no Globo aqui):

Das grandes empresas de capital aberto na América Latina e nos Estados Unidos, a Petrobras é a que apresenta o pior retorno em suas ações, segundo dados da consultoria Economática, que levou em conta as companhias com valor de mercado superior a US$ 100 bilhões. A estatal também viu seu valor de mercado cair pela metade em menos de quatro anos, período que serviu de base para o levantamento.

Foi considerado o período entre 31 de dezembro de 2010 e 26 de setembro de 2014 e, com base no critério de valor de mercado de no mínimo US$ 100 bilhões, as ações de 38 empresas foram analisadas. Foram considerados os preços em dólares para o cálculo do retorno das ações. Os papéis ordinários (com direito a voto) da Petrobras apresentam queda de 50,59% e os preferenciais (sem direito a voto) acumulam desvalorização de 38,18%.

Já o valor de mercado da estatal caiu a menos da metade. Em dezembro de 2010, a Petrobras valia US$ 228,2 bilhões e na última sexta-feira, US$ 108,9 bilhões, um recuo de 52,3%. Entre as ações com melhor desempenho, aparecem a Exxon Mobil, que apresentou uma valorização de 43,7% no período, seguida da Coca-Cola, que subiu 42,84%.

Outra coisa: a perda da eficiência operacional fez com que sua margem líquida se reduzisse praticamente pela metade ao longo do governo petista, decaindo de 11,71% em 2002 para 6,68% em 2014. Se não bastasse, os fundamentos da empresa estão ameaçados devido ao estrangulamento do único fundamento que acompanhou a desvalorização monetária: as dívidas. O endividamento bruto da Petrobrás subiu de R$ 30,80 bilhões em 2002 para R$ 308,15 bilhões em 2013, enquanto seu endividamento líquido subiu de R$ 18,92 bilhões em 2002 para R$ 229,6 bilhões em 2013. Mais adiante apresentarei um gráfico ilustrando essa questão.

Agora quanto ao valor de mercado da Petrobras e o índice Bovespa: de 1995 até o final de 2002 (período do PSDB), a ação da Petrobras se multiplicou por 6, enquanto o Ibovespa apenas triplicou. Ou seja, o desempenho da estatal foi o dobro do índice de ações brasileiras no período.

O Gráfico 1 ilustra este período (clique nos gráficos para ampliar):

Gráfico 1 Na era do PT (Gráfico 2, abaixo), a ação da Petrobras se multiplicou por quase 5, ou seja: o mesmo patamar do Ibovespa. O período do PT é mais longo, pois tem, além dos 2 mandatos de Lula, mais os 3 anos de Dilma. Ainda assim, a Petrobras se valorizou menos em termos nominais, e bem menos em relação às demais empresas brasileiras. Como o Gráfico abaixo demonstra, em 2008 houve um descolamento dos índices da Petrobras em relação ao Ibovespa, que se deveu ao “frisson” causado pelo pré-sal. Contudo, ao final do período, houve empate.

Gráfico 2 Mais uma coisa: como a Petrobras vende uma commodity, seu preço é fundamental para determinar sua receita e, por conseguinte, sua rentabilidade. Logo, comparar com uma cesta de empresas do mesmo setor se faz necessário para uma melhor análise. Eis o resultado:

Gráfico 3 Não foi possível pegar dados desde 1995 pois não estão disponíveis para o XLE; assim, o Gráfico 3 acima retrata o período do final de 1998, que engloba o segundo mandato de FHC, até o fim de 2002. Neste intervalo, a Petrobras subiu mais de 20%, enquanto o XLE ficou estável. Em compensação, nos últimos quatro anos a Petrobras perdeu 80% de valor em relação ao XLE. A grande destruição de valor da estatal tem se dado na gestão Dilma, em parte pela “herança maldita” de Sérgio Gabrielli no comando da empresa, em parte pelo uso político da estatal, incluindo o congelamento de preço do combustível.

Mas não acabou ainda. O Sr. Emiliano José jogou alguns números de funcionários da Petrobras em seu apanhado de falácias.

Segundo a própria Petrobras informou em Junho de 2014 (aqui), o efetivo atual do Sistema Petrobras é de 86.108 empregados, que inclui a Petrobras controladora e todas as suas empresas no Brasil e no exterior. Em 2002, esse número era de 40.395 empregados. Em 2002, o número de empregados de empresas prestadoras de serviços no Sistema Petrobras era de 121.225. Hoje são 360.180 prestadores de serviço.

Traduzindo: houve aumento de 197% no total de funcionários terceirizados, enquanto o quadro de funcionários contratados/concursados sofreu expansão de 113% (estou ignorando as casas decimais).

Não localizei os dados de produtividade do período para a comparação, o que seria crucial. Mas é possível fazer a seguinte conta:

  • Antes havia 40.395 empregados e gerou-se um lucro de R$ 8,1 bilhões. Assim, o lucro por funcionário era R$ 200.519,87.
  • Agora há 86.108 funcionários e um lucro de R$ 21,2 bilhões (este é o valor apresentado pelo suplente de deputado do PT em seu artigo mentiroso, referindo-se a 2012). Assim, o lucro por funcionário é R$ 246.202,44.

Foram mais de 10 anos, e a receita por funcionário aumentou apenas 22%?

A quantidade de funcionários aumentou 113%, mas a receita por funcionário aumentou APENAS 22%. Isso indica claramente perda de produtividade.

Vamos falar da PRODUÇÃO? Este indicador é o mais vergonhoso. No período compreendido entre 2002 e 2013, a produção (barris/dia) por funcionário da Petrobras CAIU de 37 para 22, ou seja, CAIU 40%.

Vou repetir, pois isso é muito importante: A PRODUÇÃO (BARRIS/DIA) POR FUNCIONÁRIO DA PETROBRAS CAIU 40% SOB LULA/DILMA.

Estou resumindo no Quadro abaixo:

Tabela Petrobras 2002-2013 OBS: No Quadro, o Lucro utilizado é o de 2012, não de 2013, pois foi o valor utilizado no texto do suplente de deputado do PT e “jornalista”.

Quero destacar que utilizei os mesmo números apresentados pelo Sr. Emiliano para basear esta comparação. Como o “jornalista” é suplente de um deputado do PT, jamais se pode descartar a hipótese de ele ter deturpado os números e/ou mentido. Mas não importa: mesmo se ele tiver inflado os números, ainda é evidente que a Petrobras piorou sob a gestão do PT.

Abaixo, um gráfico comparando 4 números: receita, dívida bruta, dívida líquida e lucro. Percebam a variação destes indicadores entre 2002 (barras azuis) e 2013 (barras vermelhas).

Comparativo Petrobras 2002-2013
Clique para ampliar

O que mais salta aos olhos: o lucro cresceu muito pouco quando comparamos com o crescimento da dívida.

Além disso, percebam que em 2002 havia uma lógica (proporção) na correlação entre os 4 indicadores: a receita era a maior, a dívida bruta menor, a dúvida líquida menor ainda e o lucro era o menor dos 4 números. Havia, pois, uma lógica, uma PROPORCIONALIDADE entre estes 4 indicadores.

Com o PT, acabou a lógica, acabou a proporção. Em 2013, a dívida bruta supera a receita. E, atenção, SUPERA MUITO. A Petrobras estava financeiramente equilibrada em 2002, e está desequilibrada em 2013 (hoje, 8 de outubro de 2014, está pior, mas se recuperando nos últimos 2 dias em termos de valor de mercado e interesse nas ações graças às chances de que o Aécio venha a se eleger).

Outra coisa que fica muito evidente neste gráfico: O AUMENTO BRUTAL DO ENDIVIDAMENTO. Um absurdo.

Em tempo: aqui eu mostrei uma comparação mais detalhada entre a Petrobras e a Ecopetrol da Colômbia. Quero relembrar o seguinte: a EcoPetrol tem uma produção MUITO menor do que a Petrobras (cerca de 612 mil barris/dia, contra 1,98 milhão da Petrobras), mas tem uma rentabilidade de 19%, enquanto a Petrobras patina na casa dos 6%.

E já que mencionei outra empresa, vou expandir um pouquinho o escopo. Para quem quiser falar em “privataria tucana”, ou dizer que o PSDB algum dia quis privatizar a Petrobras (infelizmente jamais pretendeu, o que é uma pena), os gráficos abaixo podem magoar: uma sucinta comparação entre as ações da Vale, privatizada, e da Petrobras, estatal; há, ainda, um resumo do que houve com a telefonia celular graças à privatização (clique para ampliar):

8097e-privatariaResta provado, assim, que a Petrobras piorou em termos de gestão. Mas há um outro aspecto relevante, no qual não vou enveredar pois fugiria ao escopo; vou apenas citar. CORRUPÇÃO.

Nos últimos meses há denúncias das mais diversas mostrando que a Petrobras foi amplamente usada como balcão de negociatas das mais sujas. O dileto leitor pode encontrar diversas nas excelentes reportagens da Revista Época sobre o tema – foram diversas. Sobre isso, relembro apenas uma coisinha:

2014-10-02 17.38.56

E, para finalizar, quero citar um caso que aconteceu comigo, em sala de aula.

Em 2007 eu estava dando uma aula de marketing, tratando de análise de cenários, concorrência, posicionamento estratégico de marketing etc. Em dado momento, usei como exemplo a Petrobras, e passei a discutir concorrentes (atuais e futuros). Uma aluna levantou a questão dos combustíveis renováveis, especialmente etanol. Ela disse que o Brasil iria se tornar uma potência em termos de produção de etanol, inclusive ecoando propaganda do governo Lulla que afirmava isso (lembrando: em 2006, no esforço para se re-eleger, Lulla fez a Petrobras gastar R$ 35 milhões em propagandas afirmando que o Brasil atingiria, naquele ano, a auto-suficiência; o problema é que a auto-suficiência não aconteceu até hoje).

Eu disse a ela para ter calma, porque o Lulla e o PT sempre, sempre, sempre acabam estragando qualquer coisa que funcione minimamente.

Agora, em 2014, mais de TRINTA usinas de álcool foram à falência em SP. Fecharam. Isso ocorreu porque o etanol perdeu eficiência (está mais barato abastecer com gasolina) e as demais alternativas de combustíveis que foram tão comentadas pelo Lulla sumiram (biodiesel? Mamona?). Para piorar, a Petrobras tornou-se a empresa mais endividada DO MUNDO, não importa qual setor você avalie.

A aluna achou que eu estava exagerando há 7 anos. Será que ela ainda acha isso hoje?

Nota: Para produzir este texto, usei dados de diversas fontes; links aqui, aqui, aqui.

Leituras complementares sobre a Petrobras (posts meus aqui no blog):


ATUALIZAÇÃO DE 02/02/2016: Graças a um leitor do blog (obrigado, Celso), fui informado que o site Diário do Poder publicou, na semana passada, algumas notas sobre a Petrobras. Achei relevante para complementar as informações do post, por isso reproduzo abaixo:

Petrobras Shell Exxon BP_01

Petrobras Shell Exxon BP_02

6 comentários sobre “Comparativo entre a Petrobras de 2002 e a de 2013

  1. Sergio Nunes 17 de outubro de 2014 / 22:59

    É lamentável que muitos se contentem apenas com os títulos das manchetes e não se dão o direito de ler integralmente os textos de excelentes matérias como essa antes de fazer a opção por aqueles que irão ocupar os altos escalões do Poder em nosso país. Não há adjetivos para nomear as estarrecedoras irresponsabilidades daqueles que nos últimos quase 12 anos vêm administrando aquela que é (ou era) a maior empresa do País.

    • Carlos Munhoz 7 de novembro de 2014 / 21:37

      Obrigado, Sérgio.

  2. Rodrigo Cartwright 3 de março de 2015 / 16:14

    Cara… Melhor explicação que já vi sobre o histórico dos últimos anos da Petrobras. Parabens

    • Carlos Munhoz 3 de março de 2015 / 21:40

      Obrigado, Rodrigo.

  3. Jose Ribamar Araujo 30 de abril de 2015 / 22:26

    O presente, demostra todo o carinho que o petismo dedicava à Petrobras, no passado. É realmente a galinha dos ovos de ouro. Agora, é saber quem vem para salva-la, novamente. Ainda há tempo. Com resalva, certamente.

  4. Ivo Sampaio 11 de abril de 2016 / 23:48

    Meu Deus!!!! Eu não consigo acreditar que pessoas defendem o governo petista. Como conseguem defender um governo que destruiu uma empresa como a Petrobras, arruinou as contas públicas, inflação de dois dígitos… Imaginem um cenário com um barril de petróleo a 30 dólares. Quando a Petrobras se recuperará.

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