O brilhantismo de John Entwistle

Infelizmente é muito comum a maioria das pessoas darem pouca importância ao baixista de uma banda – qualquer banda. Isso, porém, é um erro.

As melhores bandas da História, sem exceção, têm baixistas memoráveis – desde John Paul Jones a Paul McCartney, passando por Roger Glover, Geddy Lee, Jack Bruce, Cliff Burton, Geezer Butler, Flea (a única coisa que presta no red Hot Chilli Peppers, aliás), Chris Squire e Steve Harris, para citar alguns poucos.

Abaixo, dois vídeos que achei há pouco no YouTube demonstram o brilhantismo de John Entwistle, que, para mim, está entre os 5 melhores baixistas de todos os tempos (junto com John Paul Jones, Roger Glover, Chris Squire e Jack Bruce).

No primeiro vídeo, a linha de baixo foi isolada dos demais instrumentos (demora um pouco para começar o som, então quem não tiver paciência pode ir direto para 1:13), e no segundo vídeo o som inclui todo mundo. É uma diversão ouvir o som do baixo isolado e depois percebê-lo “por baixo” da guitarra, da bateria e da voz (fantástica) do Roger Daltrey.

Chora, Luiza!

Pobre Luiza Trajano… A vida da presidente do Magazine Luiza não tem sido fácil desde que ela resolveu defender abertamente Dilma Ruinsseff e sua gestão desastrosa.

Primeiro, Luiza Trajano pagou um mico na televisão, mas para a sorte dela foi num programa segmentado, de baixa audiência – como mostrei AQUI.

Depois, a empresa que ela preside se viu obrigada a fechar lojas graças à crise econômica que começou em 2014 e só vem se agravando, entre outros fatores, como mostrei AQUI.

Agora, coitada, sofreu mais um revés – e este foi causado DIRETAMENTE pela sua mais nova amiga, a gerentona incompetentona Dilma Ruinsseff, a pior gerente da História da Administração. Eis aqui o problema (a íntegra, no site do Estadão AQUI):

O governo descarta voltar com o programa Minha Casa Melhor, que dava empréstimos em condições especiais para a compra de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida. Desde o início do ano, as contratações estavam suspensas, mas a presidente Dilma Rousseff garantiu que seriam retomadas ainda em 2015, com o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. A promessa não será cumprida. Faltam recursos no governo para bancar o Minha Casa Melhor, que é alvo de críticas da atual equipe econômica. 

A morte prematura do programa – que durou um ano e meio – deixa o governo bem longe de cumprir a meta de liberar R$ 18,7 bilhões nessa linha de crédito especial, com juros de 5% ao ano, bem abaixo das taxas de mercado. A Caixa Econômica Federal informou que as famílias que pegaram o cartão do programa usaram R$ 2,92 bilhões, ou seja, 15,6% do valor total prometido pelo governo.

“Não há, neste momento, previsão de retomada de contratações do produto”, admitiu o banco, em nota ao ser procurado pela reportagem. O Estado apurou que não existe na Caixa estudo para “ressuscitar” o produto, rejeitado pela equipe técnica do banco. Antes mesmo do lançamento, a área de risco da Caixa produziu um relatório com o alerta que o Minha Casa Melhor representava perigo à saúde financeira do banco.

Vitrine eleitoral. O Minha Casa Melhor foi lançado em junho de 2013 como vitrine eleitoral da presidente Dilma, que buscava a reeleição. Para operá-lo, a Caixa recebeu R$ 8 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões foram direcionados para o programa – o resto foi usado para capitalizar o banco. No lançamento, o governo disse que esperava atender 3,7 milhões de famílias. 

Quando o programa foi suspenso no início deste ano, 640 mil famílias tinham recebido o cartão. Cada uma podia financiar até o limite de R$ 5 mil nos produtos determinados pelo governo, como geladeira, fogão, lavadora de roupas, TV digital, guarda-roupa, cama, mesa e sofá. O prazo de pagamento é de dois anos. No total, foram colocados à disposição R$ 3,2 bilhões a essas famílias.

Inadimplência em massa. Outro ponto ressaltado pelos críticos do programa, dentro do próprio governo, é o elevado calote. A Caixa não divulga a inadimplência – atrasos superiores há 90 dias – de linhas específicas, mas o Estado apurou que no programa está em torno de 30%. Em linhas similares oferecidas pela rede bancária para a compra desses produtos, o calote médio não ultrapassa 10%, segundo dados do Banco Central.Para compensar a perda do banco com a inadimplência dessa linha, o governo dispensou a Caixa de repassar ao Tesouro até 75% do lucro líquido ajustado todo ano enquanto durarem as operações do programa.

O governo descarta voltar com o programa Minha Casa Melhor, que dava empréstimos em condições especiais para a compra de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida. Desde o início do ano, as contratações estavam suspensas, mas a presidente Dilma Rousseff garantiu que seriam retomadas ainda em 2015, com o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. A promessa não será cumprida. Faltam recursos no governo para bancar o Minha Casa Melhor, que é alvo de críticas da atual equipe econômica.

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Quando o governo lançou este “programa” (pode chamar de PROPAGANDA ENGANOSA que ele atende), as ações do Magazine Luiza subiram muito, pois a empresa seria uma grande beneficiada da iniciativa – e a Luiza Trajano começou a elogiar a Dilma publicamente um pouco antes.

E agora, Luiza?

Chora, Luiza!!!

É preciso notar o seguinte: o programa em si é ruim, tanto do ponto de vista técnico-gerencial (veja a taxa de inadimplência), como do ponto de vista moral, na medida em que ajuda a criar uma ilusão, diretamente relacionada à visão paternalista do Estado-babá, de que o governo vai ajudar todo mundo a mobiliar sua casa. A melhor forma de mobiliar (e reformar, e melhorar) sua casa é trabalhando, economizando o dinheiro necessário para isso e, finalmente, comprando os produtos/serviços necessários/desejados.

E qual o papel do governo nisso? Deveria ser simples, mas no Brasil não é. O governo deveria criar as condições para que a economia cresça, reduzindo impostos e oferecendo infra-estrutura e menos burocracia; desta forma, os empresários e empreendedores investirão, criarão novos e melhores empregos, e as pessoas poderão poupar parte de seu salário e comprar móveis e utilidades domésticas gradativamente.

Caramba, isso é tão simples e tão óbvio! Mas não no Brasil burrocrático, paquidérmico, ineficiente e caro da Dilma e do PT.

A gerentona não consegue enxergar isso porque ela está ocupada tentando estocar vento…

O lápis e a liberdade

O vídeo é curto, direto, objetivo e genialmente simples:

O conceito que o genial Milton Friedman explica é tão simples que até uma criança entende – mas não se pode esperar que uma comunista que não entende nem mesmo o livro mais simples e simplório do seu ídolo Marx entenda; isso é exigir demais de quem não tem QI nem mesmo para respirar sem instruções e/ou ajuda externa.

Sim, uma criança um pouco mais espertinha compreende, mas tem gente que não entende nem lé nem cré, e sai falando/escrevendo bobagem… E acaba sendo exposta graças ao Leo Monastério.

O twitter també, é cultura – e diversão, muita diversão! Tendo o twitter como palco, a protagonista Lilli Nakombi inventou um monte de coisas e atribuiu as bobagens ao Adam Smith, que jamais escreveu as tontices que ela lhe atribuiu; o Leo Monastério fez uma aposta, pedindo que a Nakombi revelasse/indicasse a citação exata do Adam Smith, o que, obviamente, não aconteceu, porque ela inventou tudo. Como ficou sem resposta, sem argumentos, ela simplesmente fez cara de paisagem e saiu de fininho.

Não foi a primeira, nem será a última vez que a Nakombi faz/fez isso…

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Vanguarda do atraso: Brasil segue preso ao Mercosul enquanto o mundo avança

Graças à ideologia burra do PT, de Lulla e de Dilma Ruinsseff, o Brasil continuará preso à vanguarda do atraso da América Latrina conhecida como Mercosul enquanto o mundo avança – e México, Chile e Peru, para ficar naqueles mais próximos, resolveram ficar ao lado do avanço. O Brasil não corre NENHUM risco de dar certo sob a batura da incomPTente Dilma Ruinsseff.

Eis um trecho do que reportou o Valor Econômico (íntegra AQUI):

O acordo da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), o maior acerto comercial regional da história, foi alcançado nesta segunda-feira depois de uma maratona de negociações em Atlanta no fim de semana. “Acreditamos que ele ajuda a definir as regras da rota para a região Ásia-Pacífico”, comentou o representante de Comércio dos EUA, Michael Froman.

O TPP foi elaborado para incentivar o comércio entre os Estados Unidos, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã. O acerto deve eliminar gradualmente centenas de tarifas de importação assim como outras barreiras ao comércio internacional, apontou o jornal New York Times. Como esse processo ocorrerá gradualmente ao longo dos anos, os benefícios para a economia americana devem levar tempo para se materializar.

A Parceria Transpacífico estabelece ainda regras uniformes sobre a propriedade intelectual, abre a internet e trata do tráfico de animais silvestres e violações ambientais.

Enquanto países interessados em melhorar perceberam que o comércio internacional é importante, e que é importante buscar acordos com países desenvolvidos, sob o desgoverno ridículo do PT, o Brasil tenta se aproximar da escória, reforçando laços com Venezuela, Bolívia, Argentina, Equador, Cuba etc.

Curioso que no mesmo dia em que o acordo é anunciado, o que está acontecendo em São Paulo? O Estadão reporta (íntegra aqui):

Em evento que contou com a presença do vice-presidente da Bolívia, Alvaro Linera, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimizou a relevância do Foro de São Paulo e defendeu a criação de uma nova organização na qual as forças de esquerda da América Latina possam se articular para enfrentar a “onda conservadora” que, segundo Lula, avança na região.

“Faço o mea culpa. O PT não soube transformar em grandeza de política internacional aquilo que fizemos aqui no Brasil. O PT poderia ter feito muito mais. Nós ficamos só no Foro de São Paulo e cada vez com menos gente importante comparecendo. Temos que criar um instrumento na América Latina para unificar as forças de esquerda“, disse o ex-presidente, nesta segunda-feira, em um hotel em São Paulo.

O Foro de São Paulo é uma organização criada em 1990 que reúne anualmente dezenas de partidos e organizações de esquerda de toda a América Latina. Segundo petistas, esta não foi a primeira vez que Lula reclamou da representatividade do Foro.

“O problema é de outra natureza. Os partidos de esquerda que estão no governo é que precisam de outro espaço mais permanente. Porque o Foro tem partidos que também são de oposição”, disse Valter Pomar, ex-secretário nacional de relações internacionais do PT e ex-secretário executivo do Foro de São Paulo.

Segundo Lula, existe uma onda conservadora que põe em risco os governos de esquerda que chegaram ao poder nas últimas duas décadas em vários países importantes da América Latina como Brasil, Argentina, Venezuela e Equador. “Estou percebendo que há um avanço das forças conservadoras. Há mais agressividade, mais determinação para que este ciclo progressista deixe de existir. As coias estão ficando mais agressivas, mais delicadas”, disse Lula. […]

Ao lado do segundo homem na cadeia de comando da Bolívia, Lula revelou que foi consultado por Evo Morales, então candidato a presidente do país vizinho, sobre a possibilidade de estatizar as plantas da Petrobrás em território boliviano. “O Evo me perguntou: ‘como vocês ficarão se nós nacionalizarmos a Petrobrás’. Respondi: ‘o gás é de vocês’. E foi assim que nos comportamos, respeitando a soberania da Bolívia”, disse Lula.

No dia 1º de maio de 2006, assim que assumiu o poder, Morales determinou a nacionalização de toda cadeia de exploração de gás e petróleo da Bolívia e a ocupação militar das plantas, inclusive da Petrobrás, sob alegação de que as petroleiras ganham muito, pagam pouco ao Estado e que os contratos haviam sido fechados em governos anteriores sob suspeitas de corrupção. A estatal brasileira havia investido US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 6 bilhões) no país andino desde 1997.

Definitivamente, com essa mentalidade obsoleta, o Brasil não corre nenhum risco de dar certo. E a imprensa no Brasil, que sempre escondeu o fato de que o Foro de SP existe, e foi fundado por Lula e Fidel Castro?

2015-09-23 10.31.05Quem vota 13 merece esses imbecis como governantes.

2015-09-24 12.40.002015-09-24 21.11.582015-09-21 13.19.19 2015-10-02 14.36.27

Impeachment explicado de forma clara e cristalina

Creio que esta edição do Roda Viva deixa muito evidente e claro que impeachment é uma necessidade no Brasil hoje:

Chamo a atenção para a explicação claríssima, cristalina, da Dra. Janaina Paschoal (salte para 41 minutos e 10 segundos e acompanhe até 46:40, pos neste intervalo são detalhados os TRÊS tipos de crimes cometidos por Dilma), que demonstra que o pedido de impeachment está fundamentado em DIVERSOS crimes cometidos pela Dilma – diferentemente das bobagens que os militontos e os ignorantes iludidos andam afirmando por aí.

Não há nenhum resquício de golpe, rigorosamente nada – o que qualquer um com QI maior ou igual a 2 já sabe há muito tempo.

PS: A “jornalista” (pode chamar de “jornas13” que ela atende, feliz e saltitante) da Folha faz jus ao baixíssimo nível da Folha de São Paulo atualmente: não apenas ela tem uma voz esganiçada e irritante, mas ela é burra de doer. É uma tortura de ouvir; dá vergonha de ver.

John Bonham: 35 anos

Exatamente 35 anos atrás morreu aquele que, para mim, é o maior baterista da História: John Henry Bonham.

On September 24, 1980, Led Zeppelin drummer John Henry Bonham—aka “Bonzo,” aka “The Beast”—downed forty (40!) shots of vodka at the home of guitarist Jimmy Page, practiced for a few hours with his bandmates, and then, understandably, passed out.

Come the morning of September 25, 1980, Bonham was dead, having choked on his own vomit at age 32.

Bonzo, heavy metal’s most monstrously mighty Destroyer God of Percussion, was a legend in life and he’s loomed only larger over music and humanity alike throughout the 35 years since we lost him.

A seguir, alguns momentos brilhantes do primeiro e único baterista da minha banda número 1, Led Zeppelin:

Síndrome de Peggy Sue: Lula, Dilma e os militontos engolidos pela verdade

Certas coisas são tão irônicas que dispensam grandes comentários e/ou análises.

Este vídeo, de 1998, é o exemplo perfeito disso:

Veja todas as acusações e reclamações contra o governo FHC e verifique se não poderiam estar TODAS sendo feitas hoje, 2015, contra Dilma. Aliás, TODAS e mais algumas, novas…

Irônico, não?!

Hoje temos um parque industrial DESTRUÍDO, inflação fora de controle, recessão (a pior da história do Brasil, ao que tudo indica até agora), política cambial arrasada, e até mesmo o Plano Real (aquele plano econômico que Lula dizia, em 1994, que jamais daria certo, e, depois de lançado,  fez o possível para sabotar) foi absolutamente devastado pela incompetência da dupla Lula+Dilma…

Enfim, o Brasil está um caco. Terra arrasada mesmo.

Mas os boçais de sempre continuam firmes e fortes, com os dois pés no chão (e as duas mãos também), comendo seu capim e incapazes de perceber a realidade…

Vamos nos divertir com a burrice alheia?! Lá vai:

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Ministério do governo Dilma conclui que Pronatec é inútil

Como dizem por aí, essa notícia é de fazer cair o cu da bunda. Começo com a reportagem do Estadão (íntegra AQUI):

O Ministério da Fazenda divulgou nesta quinta-feira, 24, um relatório de avaliação sobre o Pronatec mostrando que quem fez cursos profissionalizantes no programa federal tem praticamente a mesma “probabilidade” de voltar ao mercado formal de trabalho na comparação com aquele que não passou por nenhuma qualificação na maioria dos Estados. O material, apresentado pelo secretário-adjunto de Política Econômica, Fernando Barbosa Filho, analisa o período entre outubro de 2011, quando o programa foi criado e junho de 2013. A Fazenda avaliou a situação de 160 mil pessoas que foram demitidas, se matricularam ou se pré-matricularam em cursos no Pronatec e depois conseguiram se reintegrar ao mercado de trabalho com carteira assinada.

Os resultados revelaram que não existe diferença estatística significativa entre as probabilidades de reinserção no mercado de trabalho formal entre o grupo dos inscritos que cursaram e o grupo de controle na maioria dos Estados e eixos tecnológicos“, afirma Barbosa na avaliação. “O mesmo pôde ser verificado com relação aos ganhos salariais”, concluiu. O estudo teve como foco analisar uma parte específica do programa, o Bolsa-Formação, que é executado em parceira com Ministério do Desenvolvimento Social.

A apresentação acabou gerando um problema entre a equipe econômica e os ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social. Nesta quinta-feira, ao longo do dia, os comandos das duas Pastas tentaram convencer a Fazenda a não divulgar o documento, alegando que o material era superficial e poderia arranhar a imagem do governo. O Pronatec é uma das principais bandeiras do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff e de sua campanha de reeleição no ano passado.

Foi em vão. Como a Fazenda insistiu em divulgar o trabalho, o ministério da Educação convocou uma entrevista coletiva conjunta das três Pastas para minimizar o estrago e escalou um integrante do Desenvolvimento Social para fazer uma defesa pública do Pronatec.

Após a fala de Barbosa, o secretário de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Januzzi, afirmou que é preciso avaliar o Pronatec “em diferentes contextos e regiões”. O secretário de Educação Profissional e Tecnologia, Carlos Arthur Arêas, ressaltou que o programa atinge 77% municípios brasileiros e conta com mais de 600 cursos. “Os estudos são diferentes, mas não concorrem entre si”, minimizou.

Desde que chegou ao comando da pasta da Fazenda, Joaquim Levy iniciou um pente fino em programas do governo para avaliar possíveis cortes. O primeiro alvo foi o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa de financiamento de curso superior. Desde o começo do ano, o programa tem sido reduzido.

Não é novidade nenhuma que Dilma Ruinsseff se elegeu e se reelegeu com campanhas mentirosas, recheadas de baixaria. A reeleição, aliás, foi a campanha mais suja e sórdida da História, configurando o maior estelionato eleitoral já registrado (tratei disso AQUI).

Mas esse fato de hoje é inusitado por várias razões. Se fosse um jornal ou revista a divulgar um levantamento que apresentasse a conclusão de que o Pronatec é inútil (na medida em que NÃO faz diferença para a recolocação profissional de quem dele participa), imediatamente diriam que é mentira, que trata-se de uma invenção da “imprensa golpista”. Enfim, aquele conjunto de desculpas esfarrapadas e burras que os militontos do PT sempre bradam.

Porém, a afirmação de que o Pronatec, na prática, é inútil e, assim, serve apenas para gastar dinheiro público sem gerar resultados efetivos, veio do Ministério da Fazenda do próprio (des)governo Dilma! Basicamente, é uma confissão da mentira.

Convenhamos que não surpreende ninguém o fiasco do Pronatec. Qualquer pessoa com QI suficiente para entender a diferença entre capim e alface já sabia. Obviamente, os que comem capim seguirão defendendo o Pronatec mesmo diante dos fatos – como a mesma reportagem do Estadão deixou claro, ao citar a fala do Sr. Paulo Januzzi, que escolheu falar coisas que não têm RIGOROSAMENTE NENHUMA relação com as conclusões do levantamento apresentado pelo Ministério da Fazenda. O mesmo vale para seu colega, Sr. Carlos Arthut Arêas.

Repare lá, caro leitor, que ao vomitar o papo furado de “contextos e regiões” e mencionar “mais de 600 cursos” ou “atinge 77% dos municípios brasileiros”, os ilustres senhores que tentavam defender o fracasso mostraram que não tinham nenhum argumento realmente útil e factualmente crível para contestar o fiasco.

As falas dos senhores Januzzi e Arêas, aliás, são tão absurdas que sequer podemos dizer que elas estão erradas ou certas – elas simplesmente não têm NENHUMA RELAÇÃO COM A DISCUSSÃO.

É mais ou menos como o sujeito que ouve “Puxa, que dia lindo, limpo, Sol brilhando! Parece que não vai chover hoje” e responde “Num triângulo retângulo, a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa“. Olha, o Teorema de Pitágoras em si está correto, mas o assunto era o dia lindo e ensolarado, não a trigonometria!

Dizer que o sujeito saiu pela tangente não seria apenas um trocadilho infame após a referência trigonométrica, seria impreciso: os ilustres senhores fizeram como a chefa deles e deram declarações desparatadas, sem nenhuma lógica, totalmente desprovidas de nexo.

Como de costume, parabéns aos envolvidos! Provam, mais uma vez, que é preciso ser muito desqualificado intelectual e moralmente pra aceitar fazer parte deste desgoverno patético.

2015-09-23 20.28.25

O futuro da internet das coisas

Um vídeo curto, e interessante, sobre o futuro da “internet das coisas” (“IoT” na sigla em inglês):

Este assunto tende a crescer daqui para frente, então é importante manter o radar ligado.

A revista Wired publicou AQUI um artigo interessante sobre o tema – que, a despeito do viés “estou tentando vender uma idéia para vocês porque tenho livros publicados sobre o assunto e, portanto, preciso fazer o meu comercial”, vale a leitura:

When people talk about “the next big thing,” they’re never thinking big enough. It’s not a lack of imagination; it’s a lack of observation. I’ve maintained that the future is always within sight, and you don’t need to imagine what’s already there.
Case in point: The buzz surrounding the Internet of Things.
What’s the buzz? The Internet of Things revolves around increased machine-to-machine communication; it’s built on cloud computing and networks of data-gathering sensors; it’s mobile, virtual, and instantaneous connection; and they say it’s going to make everything in our lives from streetlights to seaports “smart.”
But here’s what I mean when I say people don’t think big enough. So much of the chatter has been focused on machine-to-machine communication (M2M): devices talking to like devices. But a machine is an instrument, it’s a tool, it’s something that’s physically doing something. When we talk about making machines “smart,” we’re not referring strictly to M2M. We’re talking about sensors.
A sensor is not a machine. It doesn’t do anything in the same sense that a machine does. It measures, it evaluates; in short, it gathers data. The Internet of Things really comes together with the connection of sensors and machines. That is to say, the real value that the Internet of Things creates is at the intersection of gathering data and leveraging it. All the information gathered by all the sensors in the world isn’t worth very much if there isn’t an infrastructure in place to analyze it in real time.
Cloud-based applications are the key to using leveraged data. The Internet of Things doesn’t function without cloud-based applications to interpret and transmit the data coming from all these sensors. The cloud is what enables the apps to go to work for you anytime, anywhere.
Let’s look at one example. In 2007, a bridge collapsed in Minnesota, killing many people, because of steel plates that were inadequate to handle the bridge’s load. When we rebuild bridges, we can use smart cement: cement equipped with sensors to monitor stresses, cracks, and warpages. This is cement that alerts us to fix problems before they cause a catastrophe. And these technologies aren’t limited to the bridge’s structure.
If there’s ice on the bridge, the same sensors in the concrete will detect it and communicate the information via the wireless internet to your car. Once your car knows there’s a hazard ahead, it will instruct the driver to slow down, and if the driver doesn’t, then the car will slow down for him. This is just one of the ways that sensor-to-machine and machine-to-machine communication can take place. Sensors on the bridge connect to machines in the car: we turn information into action.
You might start to see the implications here. What can you achieve when a smart car and a smart city grid start talking to each other? We’re going to have traffic flow optimization, because instead of just having stoplights on fixed timers, we’ll have smart stoplights that can respond to changes in traffic flow. Traffic and street conditions will be communicated to drivers, rerouting them around areas that are congested, snowed-in, or tied up in construction.
So now we have sensors monitoring and tracking all sorts of data; we have cloud-based apps translating that data into useful intelligence and transmitting it to machines on the ground, enabling mobile, real-time responses. And thus bridges become smart bridges, and cars smart cars. And soon, we have smart cities, and….
Okay. What are the advantages here? What are the savings? What industries can this be applied to?
Here’s what I mean when I say people never think big enough. This isn’t just about money savings. It’s not about bridges, and it’s not about cities. This is a huge and fundamental shift. When we start making things intelligent, it’s going to be a major engine for creating new products and new services.
Of all the technology trends that are taking place right now, perhaps the biggest one is the Internet of Things; it’s the one that’s going to give us the most disruption as well as the most opportunity over the next five years. In my next post in this two-part series, we’ll explore just how big this is going to be.

Daniel Burrus is considered one of the world’s leading technology forecasters and innovation experts, and is the founder and CEO of Burrus Research. He is the author of six books including the New York Times best seller “Flash Foresight.”

Creio que vale ficar atento para os novos desdobramentos do assunto.

Pelo que existe em estudo e/ou desenvolvimento hoje, nos próximos anos a internet das coisas pode facilitar nossas vidas em pequenas coisas do dia-a-dia.