Revista britânica The Economist coloca os pingos nos “is”, e demonstra, com fatos, todo o estrago causado pela incompetência de Dilma

A edição desta semana do semanário britânico The Economist está IMPERDÍVEL.

Há uma reportagem especial de 14 páginas, todas elas recheadas com fatos que colocam Dilma Rousseff em seu devido lugar: um fantoche completamente incapaz de administrar qualquer coisa.

A capa da revista, aliás, faz uma menção a uma reportagem (também de capa) de 2009, na qual o tom era o inverso: ali, o semanário elogiava o Brasil, afirmando que ele estava “decolando” (take off). Agora, em 2013, a pergunta é: “O Brasil estragou tudo?”.

Sim, estragou. E ganha um pirulito de groselha quem adivinhar os nomes dos responsáveis pelo “estrago”…

Ambas as capas, lado a lado (a de 2009 à esquerda, a de hoje à direita):

noticia_80388

Não vou reproduzir a LONGA matéria na íntegra, evidentemente. Apenas alguns trechos (como sempre, grifos meus):

Since then the country has come back down to earth with a bump. In 2012 the economy grew by 0.9%. Hundreds of thousands took to the streets in June in the biggest protests for a generation, complaining of high living costs, poor public services and the greed and corruption of politicians. Many have now lost faith in the idea that their country was headed for orbit and diagnosed just another voo de galinha (chicken flight), as they dubbed previous short-lived economic spurts.

[…] But Brazil has done far too little to reform its government in the boom years. It is not alone in this: India had a similar chance, and missed it. But Brazil’s public sector imposes a particularly heavy burden on its private sector, as our special report explains. Companies face the world’s most burdensome tax code, payroll taxes add 58% to salaries and the government has got its spending priorities upside down.

Compare pensions and infrastructure. The former are absurdly generous. The average Brazilian can look forward to a pension of 70% of final pay at 54. Despite being a young country, Brazil spends as big a share of national income on pensions as southern Europe, where the proportion of old people is three times as big. By contrast, despite the country’s continental dimensions and lousy transport links, its spending on infrastructure is as skimpy as a string bikini. It spends just 1.5% of GDP on infrastructure, compared with a global average of 3.8%, even though its stock of infrastructure is valued at just 16% of GDP, compared with 71% in other big economies. Rotten infrastructure loads unnecessary costs on businesses. In Mato Grosso a soyabean farmer spends 25% of the value of his product getting it to a port; the proportion in Iowa is 9%.

These problems have accumulated over generations. But Ms Rousseff has been unwilling or unable to tackle them, and has created new problems by interfering far more than the pragmatic Lula. She has scared investors away from infrastructure projects and undermined Brazil’s hard-won reputation for macroeconomic rectitude by publicly chivvying the Central Bank chief into slashing interest rates. As a result, rates are now having to rise more than they otherwise might to curb persistent inflation. Rather than admit to missing its fiscal targets, the government has resorted to creative accounting. Gross public debt has climbed to 60-70% of GDP, depending on the definition—and the markets do not trust Ms Rousseff.

Fortunately, Brazil has great strengths. Thanks to its efficient and entrepreneurial farmers, it is the world’s third-biggest food exporter. Even if the government has made the process slower and costlier than it needed to be, Brazil will be a big oil exporter by 2020. It has several manufacturing jewels, and is developing a world-class research base in biotechnology, genetic sciences and deep-sea oil and gas technology. The consumer brands that have grown along with the country’s expanding middle class are ready to go abroad. Despite the recent protests, it does not have the social or ethnic divisions that blight other emerging economies, such as India or Turkey.

A reportagem principal pode ser lida na íntegra AQUI.

Mas não é só isso: na reportagem especial, que totaliza 14 páginas, há diagnósticos precisos sobre a deplorável infra-estrutura sucateada pelo PT em mais de 12 anos (chamada pela revista, muito acertadamente, de “road to hell”), crítica aos gastos exorbitantes e burros com estádios de futebol, análise ponderada sobre agronegócios, indústria, bens de consumo… Enfim, um mapeamento bastante completo, acurado.

E, assim sendo, uma reportagem que não deixa nenhuma sombra de dúvida sobre a brutal incapacidade intelectual, política ou gerencial do poste Dilma Rousseff.

Assinantes podem acessar a reportagem completa AQUI.

Estagiária representa o Brasil em fórum da ONU sobre espionagem; mais incompetência de Dilma Rousseff envergonha o país

A notícia é do Estadão (AQUI na íntegra):

Apesar de ter anunciado uma forte ação internacional contra a espionagem dos EUA, o governo brasileiro enviou para a reunião da cúpula de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que discutiria justamente esse tema ontem, em Genebra, uma diplomata de baixo escalão que acabou substituída, durante o dia, por uma estagiária.

O Brasil chegou a patrocinar a convocação do encontro, ao lado de Alemanha e países escandinavos. Mas nas duas horas de reunião a delegação brasileira não pediu a palavra uma só vez e a estagiária se limitou a tomar nota do que dizia cada um dos participantes. Enquanto isso, a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, promovia um almoço para sua despedida do cargo.

A presidente Dilma Rousseff promete usar seu discurso na Assembleia-Geral da ONU na semana que vem para levantar o assunto. Ontem, porém, ONGs e diplomatas de vários países se surpreenderam diante do silêncio do governo do Brasil. Na reunião, diplomatas discutiram o caso brasileiro, em que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) é suspeita de monitorar e-mails da própria presidente, além de dados sigilosos da Petrobrás. O encontro contou com a alta comissária Navi Pillay e o relator da ONU para Liberdade de Expressão, Frank La Rue. Na plenária lotada, embaixadores de diversos países, inclusive dos EUA e do Reino Unido.

Ué, a Dilma não estava “INDIGNADA” com a “espionagem” feita pelos EUA? Só um parêntesis: não me lembro de ver a Dilma tão “INDIGNADA” quando a Caixa Econômica Federal violou o sigilo bancário do caseiro (pobre) que confessou ter visto o Palocci frequentando aquela casa dos prazeres e favores em Brasília… Fecha o parêntesis.

A notícia, na verdade, é a síntese do (des)governo do PT, e pode ser resumida através da expressão PROPAGANDA ENGANOSA: Lulla e Dilma (e seus aspones) adotam um discurso, mas na prática fazem exatamente o oposto.

Isso acontece quando ambos atacam bancos e empresas, mas na prática são beneficiados pelos mesmos bancos e/ou empresas – seja na forma de financiamento de campanhas, seja através do investimento na mal ajambrada empresa do filho do Lulla (milhões de reais irrigaram uma empresinha de merda, e o pior: o dinheiro veio de uma empresa de telefonia beneficiada pela mudança que o Lulla promoveu no Plano Geral de Outorga da telefonia).

Neste caso da “espionagem”, em particular, a coisa atinge níveis ainda mais ridículos.

Primeiro porque sequer é conhecida a extensão e o grau de “espionagem”.
Segundo porque a Dilma vendeu uma imagem (e a esmagadora maioria da imprensa, sempre cega pela idolatria dos jornalistas ao PT e à esquerda de iPhone) de “indignação” com o caso que teria levado ao cancelamento da visita oficial a Washington.

Tudo bobagem.
Retórica rastaquera, que só quem é muito burro ou muito vendido (ou ambos) consegue “engolir”. Um exemplo perfeito está aqui:

2013 09 18 10 25 38

O Itamaraty, coitado, é mais um órgão do governo que foi sucateado pela baixeza intelectual do PT. Diplomatas brasileiros, que já foram respeitados internacionalmente, estão completamente desmoralizados.

A revista The Economist dessa semana traz um cartoon impecável, que ridiculariza (e com toda a razão) o comportamento hipócrisa, falso e burro da Dilma:

Dilma-na-Economista-espionagem.jpg

Aliás, a mesma edição da Economist traz uma matéria sobre o caso (íntegra AQUI), e o subtítulo já resume tudo: “the cancellation of Dilma Roussef’s state visit to Washington has a short-term cost for the United States and a longer-term one for Brazil”.

Mais uma vez, Dilma Rousseff prejudica todo o Brasil por causa de sua ignorância, sua burrice desmedida, sua incomensurável inacapacidade gerencial, intelectual e moral.

Ou seja, mais um dia rotineiro para o (des)governo do PT, afundando o Brasil.

Intervenção excessiva do governo afugenta potenciais investidores do pré-sal

A matéria é do Valor Econômico de hoje (aliás, é a manchete de alguns dos maiores jornais do país nesta sexta), que está AQUI na íntegra, e os grifos são meus:

As britânicas BP e BG e as americanas ExxonMobil e Chevron, quatro das maiores companhias de petróleo do mundo, desistiram de participar do leilão do campo de Libra, o primeiro da camada pré-sal a ser realizado sob o regime de partilha. A desistência foi comunicada ontem por representantes das empresas à diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard.

A notícia surpreendeu o governo, que esperava a inscrição de 40 companhias e a formação de oito consórcios para a disputa. Agora, a expectativa no setor é que haja um número pequeno de consórcios e pouca competição.

Apenas 11 empresas se inscreveram. Seis são estatais: as chinesas CNOOC e China National Petroleum Corporation (CNPC), a colombiana Ecopetrol, a indiana ONGC, a malaia Petronas e a brasileira Petrobras. Outra estatal chinesa, a Sinopec, também entrará no leilão por meio da portuguesa Petrogal, na qual detém 30% do capital, e da joint venture Repsol Sinopec. Participarão também a japonesa Mitsui, a anglo-holandesa Shell e a francesa Total.

O leilão chamou mais a atenção pelo potencial de recursos energéticos a serem agregados às reservas das companhias do que pela expectativa de lucro. “Eu esperava 40 empresas, mas existe um contexto mundial, razões muito específicas que levam a essa situação”, disse a diretora da ANP.

Para especialistas no setor, a baixa atratividade do leilão é explicada por um conjunto de incertezas financeiras e regulatórias. Há dificuldade, por exemplo, para o cálculo da taxa de retorno, uma vez que não se sabe ao certo a quantidade de óleo que será retirado de Libra e o volume que será obrigatoriamente entregue ao governo federal.

Outro motivo de preocupação é a forte presença do governo no consórcio que sairá vencedor do leilão. Além de a legislação estabelecer que a Petrobras deve ter participação mínima de 30% em cada campo, a estatal recém-criada Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA) terá poder de veto no comitê operacional dos consórcios, mesmo sem deter participação acionária.

A opinião em Brasília é que o valor do bônus de assinatura de Libra, fixado em R$ 15 bilhões, é alto até mesmo para grandes multinacionais do setor. Isso, segundo fontes oficiais, estaria limitando o número de candidatos.

Temos aí MAIS UM exemplo claríssimo das consequências da intervenção do Estado no mercado: grandes investidores fugindo, com receio de amanhã a Dilma acordar de mau humor e resolver intervir no mercado, quebrar contratos etc.

Ela já fez isso no setor bancário.
Ela já fez isso no setor elétrico.

O resultado em ambos foi um desastre (no setor elétrico foi ainda mais evidente, pois há menor quantidade de empresas, menos pulverizadas).

Quanto maior o Estado, pior a vida do cidadão

O Brasil vive um momento muito triste. E as perspectivas de futuro não são boas.

Digo isso não APENAS por causa da pizza que foi servida ontem no STF. Isso é apenas MAIS UM fator, mas nem de longe o único.

Lamentavelmente, o país está seguindo cada vez mais a rota à esquerda, aproximando-se de uma abordagem socialista. Começou com a social-democracia do PSDB (época em que foram criadas as OTG, ou “Organizações Totalmente Governamentais”, aquelas organizações que se dizem “NÃO-governamentais”, mas dependem de dinheiro repassado PELO GOVERNO!), e agravou-se a partir do lulismo (que combina elementos do socialismo, do comunismo, do mau-caratismo, do oportunismo e do mi-mi-mi-mismo, este último também conhecido como “coitadismo“, ou “chorume de socialista de iPhone que acha que vai mudar o mundo através da internet e idolatra Che Guevara sem saber que ele era um assassino homofóbico“).

A partir da eleição da Dilma, piorou ainda mais! Senão vejamos: politicamente correto burro e coitadista, cotas racistas e “bolsas” para tudo, paternalismo ridículo do Estado, demagogia, populismo rastaquera, criação de NOVAS estatais, uso político desenfreado das estatais já existentes, intervenção no mercado etc. Isso sem falar na incapacidade de proteção ao direito de propriedade.

Exemplos não faltam. Podemos começar pelo setor elétrico: a presidente incomPTente quis fazer demagogia populista baratinha e interviu no setor elétrico de forma burra, vexatória mesmo. Para poder mentir em rede nacional de rádio e TV, dizendo que as tarifas de energia iriam ser reduzidas, Dilma Rousseff criou um buraco nas contas do Tesouro Nacional. Quem paga a conta BILIONÁRIA desse rombo criado pelo populismo demagógico da Dilma?

Cada cidadão do Brasil. Cada cidadão LESADO pela incompetência da gerentona que não entende nada de nada, uma analfabeta.

Hugo Chávez levou a economia da Venezuela ao buraco quando resolveu manter a gasolina a um preço artificialmente baixo (cerca de R$0,03), para fazer seu populismo bolivariano patético. Dona Dilma quer seguir pelo mesmo caminho, mas em DIVERSOS setores. Começou pelo elétrico, mas há outros setores paralisados pelo receio da intervenção exagerada do governo – e depois o Mantega fica se perguntando por que o PIB segue patinando! Ora, ninguém em sã consciência vai investir em mercados que podem, a qualquer momento, ser destruídos pelo intervencionismo burro de um governo estatizante, socialista, demagógico e corruPTo.

Tanto a Dilma quanto o Lulla usaram (e seguem usando) as empresas estatais de forma escandalosa. A Petrobras está em ruínas: endividamento recorde, valor de mercado em queda livre, precisa importar gasolina, produção interna em queda, vendendo ativos para tentar fazer caixa… Em suma, foi DESTRUÍDA pela incomPTência.

O mesmo problema enfrentam outras estatais: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, Correios, Embrapa – e a lista vai longe. Além de inchadas e mal administradas, as estatais são usadas para a politicagem da pior estirpe.

E, para coroar tudo isso, estamos pagando cada vez mais impostos mas sem nenhum retorno em termos de serviços públicos:

As diferentes fórmulas de cobrança de impostos e taxas incidentes sobre as micro e pequenas empresas provocam diferenças significativas entre os estados. Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), verificou carga fiscal média de 5,2% no país. Mas existem grandes distorções do Simples Nacional entre os 26 estados e o Distrito Federal. A maior tributação, de 8,62% no Mato Grosso, está 85% acima da menor tributação, de 4,66% no Paraná.

A constatação das diferenças originou o estudo Tributação sobre Micro e Pequenas Empresas: Ranking dos Estados, lançado nesta quinta-feira, na sede da CNI, com o objetivo de identificar práticas incomuns na aplicação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas empresas optantes pelo Simples Nacional.

O ministro interino da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Nelson Hervey, defendeu o monitoramento constante do Simples Nacional, para que os pequenos empreendedores não sejam prejudicados. “Não podemos permitir que mecanismos como sublimites, substituição tributária, antecipação ou qualquer outro diminuam o benefício que o Simples oferece. Temos que melhorar o diálogo” – disse ele.

Para o presidente do Conselho Permanente da Micro e Empresa da CNI, Amaro Sales, as discrepâncias entre as cargas tributárias só serão equalizadas quando os governos estaduais se conscientizarem que a isonomia é decisiva para dar sustentação às empresas de menor porte – responsáveis por quase 60% dos empregos no país – e para favorecer a arrecadação.

Nosso grande desafio, acrescentou, é fazer com que os governadores e secretários de Fazenda entendam as distorções no Simples Nacional, e o que elas provocam no desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Segundo Amaro, os estados se preocupam somente em aumentar a arrecadação e não percebem que, no médio prazo, a arrecadação vai diminuir se as empresas não prosperarem.  (FONTE: Brasil Econômico)

É preciso lembrar o seguinte: o Estado (governos) não tem receitas, não produz nada. O Estado arrecada/cobra impostos e taxas. Todo o dinheiro do Estado pertence, na verdade, aos cidadãos. Quando o Estado gerencia mal esse dinheiro, o que está acontecendo é que um pequeno grupo de pessoas (aqueles que tomam as decides em nome do governo) está decidindo o que fazer com o dinheiro que pertence aos cidadãos.

E o que mais existe no Brasil é gente incomPTente gerenciando mal o dinheiro arrecadado. Eis aqui um exemplo:

2014-02-27 12.15.39

E o cidadão? E o sujeito que resolve abrir uma pequena empresa, ou melhor, que TENTA abrir uma pequena empresa mas acaba sendo soterrado pela burrocracia, pelos impostos ?

As pequenas e médias empresas sofrem. Um país que não cria condições para que essas empresas surjam, perde capacidade de inovar. Perde competitividade. E vai ficando cada vez mais atrasado. Basta ver a situação deplorável de Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador… Países que adotaram, em maior ou menor grau, essa abordagem socialista nefasta. Países que estão piorando – e servem de modelo à Dilma. A presidenta-incomPTenta prefere transformar o Brasil em capacho de republiquetas socialistas da América Latrina a aproximar o país de nações de primeiro mundo, que poderiam beneficiar a economia do Brasil.

A dúvida é: o Brasil vai virar um país decente, de primeiro mundo, sério, próspero ou vai tornar-se uma Cuba mais ao sul?

Atualizações do blog: prestando contas

Nos últimos 5 dias, venho fazendo diversas atualizações no blog – algumas visíveis ao leitor, outras nem tanto.
De qualquer forma, quero agradecer a paciência dos leitores assíduos e, de certa forma, fazer uma breve prestação de contas. Resumidamente, eis as principais tarefas que vêm consumindo meu tempo:

1) Tentei, sem sucesso, importar mais de 600 posts que estavam no blog.cmunhoz.com. Sem sucesso porque, aparentemente, as plataformas Blogger (antiga) e WordPress (nova) não se entendem muito bem no que tange à importação de conteúdo. Assim, terei que seguir a importação manualmente – no modo automático consegui resgatar apenas uns 120 posts, aproximadamente. Trazer o restante será, nos próximos dias, a tarefa mais chata, mais demorada. Honestamente, não consigo prever uma data para concluir esta etapa.

2) Consegui, com total sucesso, importar os posts do antigo (antiquíssimo!) blog “Sala da Mãe Joana”. Desta vez, como era de WordPress para WordPress, foi tudo muito rápido e tranquilo. Porém, terei que revisar as categorias/tags destes (cerca de) 250 posts, para padronizar. Portanto, durante alguns dias é possível que haja algumas categorias duplicadas. Pretendo resolver isso até o dia 25, no máximo.

3) Consegui importar toda a base de assinantes do Feedburner – aqueles que recebem as atualizações do blog por e-mail. Isso foi simples, e já está finalizado.
Quem era assinante recebeu, por e-mail, um convite para confirmar se deseja ou não continuar recebendo as atualizações por e-mail. Quem não desejar seguir na lista, basta ignorar o e-mail.

4) Ainda preciso ajustar o layout do blog (especialmente a largura da coluna do texto principal), mas para tanto preciso chegar a uma acordo com o editor de CSS do WordPress. Devo dizer que estou gostando dos recursos do WordPress no geral, mas como fiquei anos usando apenas o Blogger, há uma curva de aprendizado a ser vencida (quando eu editava o Sala da Mãe Joana, no WordPress, as ferramentas eram bastante diferentes!). Chego lá!

Ao final dessas etapas, minha meta é ter TODOS os posts que já publiquei nos diversos blogs (Marketing-Room, Sala da Mãe Joana e Blog do Munhoz) unificados, num mesmo lugar. Ficarão todos aqui, ainda que o Sala da Mãe Joana fosse um blog que tratava exclusivamente de política, enquanto os outros 2 eram mais amplos, geralmente focados nos temas de aulas (marketing, administração, estratégia etc). Descobri que o WordPress tem um sistema de catalogação que funciona muito melhor do que o Blogger, então não creio que haverá problemas em separar os assuntos de interesse de cada leitor.

Agradeço, novamente, a paciência do leitor.
Além disso, já está pronto (e funcionando) oformulário de contato. Caso haja algum erro ou problema, ou mesmo sugestões, idéias e críticas, conto com a colaboração de cada um. Fiquem à vontade para escrever.

Obrigado.

Ranking lista escolas que mais formaram CEOs no mundo

Recebi por e-mail do Carlos Bertini, e publico, pois acho bem interessante:

Um novo ranking universitário da revista THE (Times Higer Education) divulgado ontem mostra quais são as universidades onde os presidentes-executivos (CEOs, na sigla em inglês) das 500 maiores empresas do mundo fizeram suas graduações e pós-graduações. A THE já é consagrada por fazer um ranking geral das universidades globais. Das dez melhores colocadas do “Alma Mater Index: Global Executives”, apenas três estão no “top 10” do ranking geral da THE, e três sequer constam entre as cem melhores.

A THE levantou o currículo escolar dos presidentes-executivos das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune e viu quais instituições foram mais frequentadas por eles. A Universidade de Harvard aparece na dianteira: 25 CEOs estudaram na instituição norte-americana. Margaret Whitman, da Hewlett-Packard, Steven Ballmer, da Microsoft e Emilio Ricardo Lozoya Austin, da Pemex são alguns que passaram por lá.

Ao todo, as companhias dirigidas por esses 25 tiveram receita de US$ 1,5 trilhão. A universidade americana já se destaca na maioria dos rankings universitários. No ranking geral da THE, ela aparece em quarto lugar, mas é a primeira no ranking que mede a reputação. Já a Universidade Keio, no Japão, está entre as cinquenta últimas instituições do ranking geral, mas é a nona no ranking dos CEOs. Segundo Phil Baty, editor da THE, os rankings tradicionais acabam valorizando instituições com foco muito grande em pesquisa. Faculdades menores acabam se saindo bem no Alma Mater Index, como as “ecoles” francesas.

A “École Polytechnique” (Escola Politécnica), aparece em quarto no novo ranking, mas fica em 62º no ranking geral. Já a HEC Paris, escola de estudos de negócios francesa, em quinto no Alma Mater, nem aparece no índice geral.”No ambiente de negócios atual, acredito que estimular o pensamento livre, a criatividade, a comunicação e a adaptabilidade é tão importante, senão mais, do que as habilidades técnicas”, diz.

Mas há distorções. EUA e China, as duas maiores economias do mundo, são também as que tiveram mais universidades listadas, 38 e 15, respectivamente. “Como há muitas petroleiras na lista, instituições do Texas foram beneficiadas”, afirma Baty. O Estado tem a maior produção de petróleo nos EUA.

BRASIL

No ranking, aparecem duas universidades brasileiras, a FGV (Fundação Getúlio Vargas), em 35º, e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em 62º. Na FGV, estudaram a presidente da Petrobras, Graça Foster, Murilo Ferreira, da Vale e Alfredo Egydio Arruda Villela Filho, da Itaúsa, holding que controla o banco Itaú Unibanco. Já na UFRJ, estudaram Carlos Brito, da Anheuser-Busch InBev, e a própria Graça Foster. “A diversidade de áreas das ciências exatas e a exposição a diferentes culturas na UFRJ certamente colaboraram com meu aprendizado e progresso na Petrobras e o MBA em Economia na FGV despertou em mim, de forma expressiva e progressiva, o interesse pelos negócios”, afirma Foster.

1 MacBook Air emprestado para cada aluno do ensino médio

Alguém consegue imaginar algo semelhante acontecendo numa escola do interior do Brasil? Sim, Iowa é um estado “caipira”, totalmente “interiorrrrr”.

No Brasil, os computadores jamais chegariam aos alunos, pois teriam sido alvo de corrupção e desvio de verbas antes. Mas, se chegassem, o aluno seria assaltado na saída da escola no 1o dia de aula….

Os estudantes da Ames High School, de Iowa, nos Estados Unidos, foram recebidos com uma novidade no início do ano letivo – que por lá foi no final de agosto, após as férias do meio do ano: 1.425 MacBooks, modelo Air, à disposição de todos os seus alunos, que são da 9º, 10ª, 11ª e 12ª séries.

Os computadores estão disponíveis para em regime de empréstimo, como livros de uma biblioteca – mas o empréstimo dura o ano letivo inteiro. Para receber seu MacBook Air, o estudante deve concordar com os termos e deixar um depósito de US$ 25, que será integralmente devolvido a ele na devolução do equipamento, no final de cada ano letivo.

É compromisso do aluno trazer o MacBook diariamente para as aulas. Se danificar ou extraviar o equipamento, o estudante naturalmente fica responsável pela sua reposição, contribuindo com valores que vão desde US$ 50 até o preço completo do MacBook, dependendo da situação. FONTE: BR-Mac

Slogans sinceros

 

Slogans sinceros assim deveriam ser vistos com maior frequência. Pelo menos são… SINCEROS!

Fortalecendo a marca – até no banheiro do cliente

Essa eu li no Meio & Mensagem (íntegra AQUI):

Com a apresentação de um curta-metragem de Roberto Andreoli, a Neve deu início, na segunda-feira 16, a um inusitado concurso. Pelas próximas semanas, a marca de papel higiênico da Kimberly-Clark promoverá uma votação para que os internautas elejam os melhores banheiros de restaurantes da cidade de São Paulo. Batizado de “Banheiros Espetaculares”, o projeto foi criado pela DPZ e Simple. “Queremos mostrar que zelamos pela intimidade do consumidor dentro e fora de casa, que temos a preocupação de reconhecer os ambientes que cuidam tão bem dele como a marca Neve”, afirma Alessandra Castro – gerente da categoria de papel higiênico. Mais de cem banheiros foram visitados na primeira fase do projeto. Destes, 30 foram selecionados por um júri formado por arquitetos, designers, fotógrafos e jornalistas para participarem da votação pública. Os finalistas receberam também a visita do mordomo Alfredo – o personagem protagonista dos anúncios da marca Neve entregou uma placa especial para os estabelecimentos e instalou um totem para a votação. Os seis banheiros mais votados serão divulgados durante o evento “O melhor da arquitetura”, da revista Arquitetura e Construção, da Editora Abril. A divulgação da promoção será feita em veículos online e impressos.

Uma excelente idéia!

Assim como o garoto Bombril, o mordomo Alfredo é um personagem estabelecido há anos, ainda que menos famoso do que o personagem de Carlos Moreno. A Kimberly-Clark vai gastar uns bons trocados com esta campanha, mas reforça os valores da marca Neve ao promover um concurso inusitado e, ainda assim, próximo do cliente – afinal, quem não gosta de ver banheiros bonitos para inspirar-se a reformar o próprio?