ZELITE

Rei Lulla, do alto de sua incomensurável “iguinorança” e incomPTência, continua criticando a “zelite”. Pode ser a “zelite” do Brasil, ou apenas a paulista:

Em comício no qual se comparou aos presidente Getúlio Vargas, João Goulart e Juscelino Kubitschek, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou ontem à noite uma “pequena parte da elite paulista” de odiar o restante do País, em especial o Nordeste. Citando a Petrobras, Lula voltou a afirmar que as privatizações são parte do projeto do PSDB. E, sem mencionar o senador Cristovam Buarque, encampou uma das propostas do candidato pedetista, seu adversário no primeiro turno. Lula prometeu criar um piso nacional para o salário dos professores do ensino fundamental. Ao atacar a “elite paulista”, Lula mencionou um discurso do vereador Agnaldo Timóteo, que defendeu o presidente. “Eu vi um dos discursos mais extraordinários que uma pessoa pode fazer em defesa do outro, que foi o que o nosso querido Agnaldo fez me defendendo na Câmara e deixando claro o ódio que uma pequena parte da elite paulista tem do restante do Brasil e, sobretudo, do nordeste brasileiro”, disse Lula, diante de um público estimado em dez mil pessoas, na Cinelândia, Centro do Rio (FONTE: Jornal Tribuna da Imprensa, de 18 de Outubro de 2006, disponível aqui).

Um Presidente da República que não se cansa de criticar a “elite” é ruim. Mas um Presidente da República que joga toda a culpa de sua incomPTência na elite, é desgraça demais.ELITE é um termo que indica os melhores. A “tropa de elite” é composta pelos melhores soldados. A “elite intelectual” é composta pelas pessoas mais brilhantes de uma sociedade. E por aí vai.

Como sempre, Rei Lulla e seus asseclas PTistas nivelam por baixo, imaginando que todos têm que ser, obrigatoriamente, tão tapados e inePTos como eles próprios. Cada povo tem o Presidente que merece………

O cinismo do Primeiro-Ministro

O Primeiro-Ministro de Lulla, José Dirceu, mantém um auspicioso e interessante blog (aqui), no qual pretende, segundo ele mesmo, manter um “espaço para a discussão do Brasil”.

Um post me chamou a atenção: intitulado “uma prova da ineficiência tucana”, desfila algumas críticas e apresenta conclusões para lá de sofismáticas. Alguns trechos: de 1995 a 2006, a renda média familiar per capita na região metropolitana de São Paulo caiu 6%, a pobreza cresceu 19,4% e a extrema pobreza aumentou 2,8%. Esses números contrastam fortemente com os do Brasil como um todo no mesmo período, que mostram que a renda cresceu 13,4%, a pobreza caiu 25,8%, e a extrema pobreza sofreu a grande redução de 62%. Lembro que São Paulo é governado desde 1995 pelos tucanos. São 4 governadores que se revezaram e não foram capazes de adotar políticas ativas para enfrentar as mudanças econômicas que eles mesmo produziram no país com a abertura neo liberal. Nem uma política industrial, tecnológica, comercial, exportadora, de turismo, nem mesmo uma política para explorar as vantagens comparativas de São Paulo, já que as ineficiências expulsaram indústrias. Nada. Foram 12 anos perdidos. A própria ausência de uma política metropolitana para a região da Grande São Paulo, que congrega 40 municípios e quase 20 milhões de habitantes, é uma prova cabal da incompetência e da ineficiência dos tucanos, do PSDB.

O Primeiro-Ministro de Lulla esqueceu de comentar, contudo, quais as “causas” da suposta “ineficiência que expulsou indústrias” do Estado.

O PT, a CUT e seus organismos criminosos estão por trás disso, com os Sindicatos e constantes greves políticas (basta lembrar as do Metrô, do ano passado e deste ano: TODAS foram puramente uma picuinha política, amplamente apoiadas pelo PT e pelo PSOL).

Como é conveniente ser cínico e hipócrita, não ?! Coisa típica de PTista.

O rap do ridículo

Não é novidade, mas o Senador (sic) Eduardo Suplicy faz jus ao título de “PTista”, sem sombra de dúvidas.

MOMENTO RIDÍCULO 1: cantando rap no Senado

MOMENTO RIDÍCULO 2: ganhando prêmio pelo mico.

Vexatório mesmo é saber que São Paulo elegeu este imbecil mais uma vez.

São mais ou menos 16 anos fazendo papel de ridículo, e envergonhando o Estado.