Mentiras da rainha do botox desmentidas

Isso é ÓTIMO, e acontecesse com maior freqüência no Brasil, ajudaria sobremaneira na limpeza de corruPTos e incomPTentes: o site do Metrô publicou, hoje, uma nota que refuta as propostas amalucadas de Dona MarTAXA Suplício para os transportes em SP.

A Folha Online noticiou (aqui):

A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo recorreu nesta sexta-feira ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo que considerou regular uma nota técnica publicada no site do Metrô contra a candidata Marta Suplicy (PT).

A ação foi apresentada por Marta para que o site do Metrô fosse proibido de divulgar a nota por seu caráter de propaganda eleitoral negativa. A Justiça Eleitoral em primeira instância julgou a ação improcedente. O TRE-SP manteve a decisão, apesar do parecer da Procuradoria favorável à ação.

A Procuradoria recorreu ao TSE por entender que a decisão do TRE-SP contraria a resolução 22.718, que limita a propaganda eleitoral na internet somente no site do candidato ou do partido. “No caso a contrariedade é evidente, pois o site do Metrô comenta de forma manifestamente depreciativa, numa análise técnica, os projetos da candidata para o metrô de São Paulo”, diz a Procuradoria por meio de nota.

A nota, na íntegra, está aqui. Conhecendo a PTralhada, tomo a liberdade de reproduzi-la integralmente, antes que saia do ar por razões pouco lícitas:

A proposta da candidata Marta Suplicy para o transporte metroviário da cidade de São Paulo é totalmente incompatível com os fundamentos técnicos que orientam o planejamento do transporte público metropolitano. As novas linhas que a candidata imagina fazer sobrepõem-se a linhas que já estão sendo construídas ou são inadequadas e ocasionariam distúrbios na operação do Metrô.

A proposta ignora itens básicos que determinam a construção de linhas de metrô em todo o mundo, como interconexões com outras linhas, demanda de passageiros e origem e destino preferencial das pessoas. Um projeto de ampliação do Metrô de São Paulo não pode se resumir, como quer a candidata, a acréscimos de segmentos às linhas atuais, definidos sem o necessário suporte técnico.

Outra inconsistência da proposta é o seu financiamento*. Valores, prazos e fontes de financiamento apresentados não fecham, são contraditórios e irreais. De concreto, a candidata propõe que a Prefeitura invista R$ 490 milhões por ano, o que significa, para um mandato de 4 anos, R$ 1,9 bilhão, o que representa 10% do investimento que está sendo feito pelo Governo do Estado, através do Plano de Expansão.

Para apresentar um projeto de ampliação das atuais linhas do Metrô é necessário, de antemão, conhecer o que já está sendo executado pelo Plano de Expansão do Transporte Metropolitano do Governo do Estado, iniciado em 2007, no valor de R$ 19 bilhões, o maior investimento já feito no setor. O Plano de Expansão foi concebido de forma a tornar o sistema, como um todo, mais eficiente, quadruplicando a extensão – dos atuais 61,3 km para 240 km – de linhas com qualidade de metrô, aumentando, até 2010, em 55% o número de passageiros transportados sobre trilhos e reduzindo em 25% o tempo de viagem.

*Em alguns documentos, a candidata propõe investir R$ 11,8 bilhões e, de maneira confusa, apresenta dois prazos para isso: de 2009 a 2012 e de 2009 a 2014. Por ano, ela declara que irá investir R$ 1,9 bilhão. As fontes citadas desse investimento são: Prefeitura R$ 490 milhões Governo Federal R$ 490 milhões Governo do Estado R$ 980 milhões. Para o Governo do Estado realizar esse aporte, precisaria retirar praticamente R$ 1 bilhão anual do Plano de Expansão, o que é inaceitável, pois implicaria paralisar obras que já estão sendo executadas para investir em um projeto que não faz sentido.

O Plano de Expansão está fundamentado em estudos feitos, ao longo de anos, para uma rede metroferroviária que se expande, de maneira coerente, até 2025, capaz de assegurar atendimento à demanda de forma equilibrada. Além disso, preserva as funções de cada meio de transporte, seja ônibus, trem metropolitano ou metrô, de forma a evitar a sobreposição de atendimento, procurando utilizar, de maneira racional, os recursos públicos.

Trechos propostos pela candidata, que conflitam com o Plano de Expansão ou que já estão sendo executados:

(As obras a seguir relacionadas estão sendo feitas com recursos do Governo do Estado de São Paulo, com exceção das obras do trecho da Linha 5-Lilás e da Linha 6-Laranja, para as quais o Metrô conta, pela primeira vez em 30 anos, com recursos da Prefeitura Municipal).

Proposta da candidata: Linha 4-Amarela até Vila Maria: Trata-se de um equívoco, uma vez que o atendimento à população da região de Vila Maria será feito por linha específica, a Linha 15-Vila Maria-Campo Belo, que passará pelo centro da cidade e pela av. Brigadeiro Luiz Antônio. A definição desse itinerário levou em conta a demanda preferencial da região de Vila Maria, levantada pela pesquisa Origem e Destino.

Proposta da candidata: Linha 5-Lilás até Santa Cruz: A candidata propõe uma obra que já está iniciada e tem recursos alocados pelo Governo do Estado e que, acima disso, irá além de Santa Cruz. Além disso, a mera extensão da Linha 5-Lilás até Santa Cruz acarretaria graves problemas de superlotação na estação e em toda a linha. A rede proposta não leva em consideração outros projetos da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, como o do Metrô Leve, que irá atender o Aeroporto de Congonhas e deverá estar pronto em 2010, ou o do Trem de Guarulhos, que também entrará em operação em 2010, e o do Expresso Aeroporto que deverá estar pronto a partir de 2011.
A primeira fase do Metrô Leve liga o aeroporto de Congonhas à estação São Judas, na Linha 1-Azul. Sua extensão, numa segunda etapa, se dará ao longo da av. Jornalista Roberto Marinho, com integração na Linha 5-Lilás, seguindo até a região da av. Luiz Carlos Berrini, onde se conecta com a Linha 9-Esmeralda da CPTM.

Proposta da candidata: Linha 3 até Freguesia do Ó: A extensão da Linha 3-Vermelha revela desconhecimento dos procedimentos operacionais na atual rede metroviária, pois propõe algo que pode sobrecarregar ainda mais essa linha. Para atender à região da Freguesia do Ó e Cachoeirinha, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos está preparando a contratação do projeto de engenharia da Linha 6-Laranja, que ligará a Freguesia do Ó à estação São Joaquim, na Linha 1-Azul, cujo início das obras está previsto para 2010.

Proposta da candidata: Linha 2 até Cerro-Corá e Sapopemba: Novamente, a candidata demonstra total desconhecimento do Plano de Expansão, uma vez que a Linha 2 até Cerro-Corá já está no programa de expansão do Metrô.  A  região de Sapopemba será atendida pelo ramal Vila Prudente-Oratório, que se integra à Linha 2-Verde, cujo projeto executivo deverá ser elaborado em 2009.

Proposta da candidata: Linha 6, de Cachoeirinha a Conceição: Com o traçado proposto pela candidata para chegar ao centro da cidade (destino da maioria dos passageiros da região, conforme levantado pela pesquisa Origem e Destino), a população da Vila Nova Cachoeirinha teria de fazer viagem negativa passando por Pinheiros. Para atender à população da região, a Linha 6-Laranja contará com a  estação João Paulo, na Vila Nova Cachoeirinha.  Pinheiros e região serão atendidos pela linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia), que está em construção e terá a primeira fase operando entre Luz e Butantã em 2010.

Proposta da candidata: Linha 7, de Vila Maria a Vila Prudente: Essa linha não faz sentido, uma vez que a ligação Vila Maria-Vila Prudente será atendida pela Linha 15 (Vila Maria-Campo Belo), com integração na Linha 2, que está sendo ampliada até a Vila Prudente e, posteriormente, será estendida até a avenida Tiquatira, na Penha, passando pelos bairros de Água Rasa e Vila Formosa.  De Alto do Ipiranga até Vila Prudente, as obras seguem rapidamente. A extensão até a Avenida Tiquatira, onde haverá a conexão com a CPTM, encontra-se com o projeto funcional em fase de conclusão e os estudos geotécnicos para a elaboração do projeto básico em fase de contratação.

Achei bastante didática. Pena que 99,99% de quem pretende votar na MarTAXA não lerão isso, tampouco saberão a verdade.

Se bem que…..muitos nem sabem ler, ou então não entendem o que lêem……

ROMBO MARTISTA

Agora é um bom momento para “desenterrar” um e-mail que enviei à minha famosa listinha há algum tempo.

Vamos direto ao ponto:

Estas imagens ilustram uma reportagem da IstoÉ, de 2005, na íntegra aqui.

Posteriormente, a avaliação técnica do Tribunal de Contas do Município considerou que havia irregularidades nas contas da Prefesta MarTAXA:

Nesta época, muitos PTistas que haviam conseguido boquinhas nos CEUs ficaram sem receber seus salários; prédios municipais tiveram energia elétrica cortada por falta de pagamento; fornecedores ficaram sem receber……. Enfim, dona MarTAXA deixou um ROMBO nas contas da cidade.

Hecatombe

Vamos relembrar algumas das práticas administrativas de dona MarTAXA Suplicy (achei um e-mail que mandei no dia 01/01/2005):

Marta repete final de Pitta e anula despesas

CATIA SEABRA
CONRADO CORSALETTE
DA REPORTAGEM LOCAL

A exemplo do antecessor, Celso Pitta, a prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), anulou ontem, por decreto, despesas previstas no Orçamento para fechar o balanço geral do município. O serviço mais afetado será o de limpeza urbana, com corte de R$ 226 milhões. Publicado ontem no “Diário Oficial”, o decreto cancela todos os gastos autorizados (empenhados), mas que não tiveram o pagamento oficialmente liberado (liquidação). Na noite de ontem, os empenhos não liquidados somavam R$ 1,049 bilhão.
Mas, como o decreto poupa de corte as despesas com finanças, gestão, saúde e educação, o PSDB calcula que o cancelamento seja de R$ 600 milhões a R$ 750 milhões
. Em nota oficial, a Secretaria de Finanças não informou o total de despesas passível de anulação.

Um levantamento feito pelo gabinete do vereador Roberto Tripoli no Sistema de Execução Orçamentário mostra que, desse R$ 1,049 bilhão, menos de R$ 400 milhões serão mantidos.
Na execução orçamentária, a administração autoriza a contratação do serviço ao empenhar os recursos. Mas só os paga depois que o serviço é medido. Aí, o crédito é reconhecido (liquidado).
Em dezembro de 2000, em viagem ao México, Marta acusou Celso Pitta de cancelar despesas, e, afirmando que serviços seriam paralisados, chamou a situação de “hecatombe”.

A paralisação de serviços não é a única conseqüência do cancelamento. Como o empenho permite a contratação de empresas, obras e serviços já podem ter sido feitos. Nesse caso, os fornecedores buscarão o reconhecimento desse crédito na Justiça. E o prefeito eleito, José Serra, herdará uma briga com credores.
Em nota divulgada ontem, a prefeitura declara que o decreto limita-se aos empenhos não liquidados. Afirma que “todas as despesas liquidadas terão seu cronograma de pagamento respeitado”.

Apesar desse esforço de fechar as contas, é grande o risco de Serra herdar um buraco. A dois dias do fim do ano, a prefeitura contava, ontem, com R$ 613 milhões em caixa. Desses, R$ 552 milhões serão consumidos pelas despesas já reconhecidas. Sobram R$ 61 milhões para cobrir todos os empenhos que ainda não foram liquidados, mas que são preservados no decreto de cancelamento. Como esse total é de cerca de R$ 400 milhões, é de pelo menos R$ 339 milhões a diferença entre o que a prefeitura tem em caixa e o quanto se dispõe a pagar.

Além disso, existe o risco de a prefeitura não pagar hoje sua prestação mensal de dívida com a União, que é de cerca de R$ 100 milhões. Segundo a Secretaria de Finanças, a liquidação será feita.

Ontem, o prefeito eleito negou que tenha tratado da situação financeira do município na audiência com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Segundo ele, foi discutido o pagamento de emendas programadas para São Paulo no Orçamento da União.

Portaria
Em vigor desde 2002, uma portaria da Secretaria do Tesouro Nacional permitirá que os prefeitos que estão deixando os seus cargos passam utilizar recursos de 2005 para ajudar nas contas deste ano.
Segundo nota do Tesouro, “o repasse dos Fundos de Participação a ser creditado no dia 10 de janeiro de 2005 deverá ser contabilizado como receita orçamentária do exercício de 2004.

Decisões eleitoreiras

Na semana passada, o Kassab anunciou o aumento do tempo permitido para usar o bilhete-único (ver detalhes aqui).

Como era de se esperar, Dona MarTAXA reagiu, afirmando que se tratava de uma medida “eleitoreira” (para alguns detalhes, ver aqui, aqui e aqui).

Como a PTralhada tem memória seletiva (pois só lembra daquilo que interessa e pode ser útil para enganar os desavisados e ignorantes), eis uma contribuição para entendermos quem adota medidas “eleitoreiras”:

Marta anuncia fim da taxa dos motoboys a três semanas da eleição
MILENA BUOSI
da Folha Online

No reduto malufista da Vila Maria (zona norte de SP), a prefeita Marta Suplicy (PT), que tenta a reeleição, anunciou hoje o fim da taxa dos motoboys. A idéia era defendida pelo candidato derrotado Paulo Maluf (PP) durante a campanha para o primeiro turno das eleições.

“Realmente, era uma promessa dele [Maluf], mas tínhamos uma demanda por parte dos motoboys antes disso. E era uma demanda que não podia ser atendida sem uma análise muito cuidadosa”, disse Marta.

Ela afirmou não saber se, com a medida, conquistará os votos dos motoboys. No entanto, disse acreditar que vai ganhar uma “maior simpatia” da categoria. De acordo com a prefeita, a cidade poderá dispensar a arrecadação com a taxa por causa do aumento de 12% do ISS (Imposto Sobre Serviços).

“Com o aumento do ISS, avaliamos que o que conseguimos obter para a cidade em termos de receita [com a taxa] é menos de R$ 1 milhão e a cidade pode dispensar”, disse.

A arrecadação com a taxa dos motoboys, no entanto, fica em torno de menos de R$ 500 mil, segundo afirmou o secretário municipal de Transportes, Gerson Bittencourt. Segundo Bittencourt, o motoboy deixará de pagar cerca de R$ 140 à prefeitura, dos quais R$ 42,02 referem-se ao cadastramento –que é feito uma vez a cada cinco anos–, R$ 71,17 que referem-se ao CCM (Cadastro do Contribuinte Municipal) e R$ 26,12 para a licença. As duas últimas taxas são anuais.

A taxa total paga pelos motoboys é de R$ 317. Excluídos os R$ 140 destinados à prefeitura, o restante é pago em impostos estaduais e investimentos pessoais. Existem na cidade cerca de 120 mil motoboys, dos quais 7.000 já foram cadastrados e outros 40 mil realizaram pré-credenciamento pela internet ou por meio da subprefeitura.

Marta afirmou que tentará convencer os moradores da Vila Maria a votarem nela por meio do corpo-a-corpo e criticando o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que apóia o candidato tucano José Serra. “Nosso governo não só vai ampliar as obras mas foi quem criou-as. Não adianta o candidato Serra dizer que não vai parar esses projetos porque, se isso fosse de fato importante para o PSDB, eles teriam feito com as escolas estaduais um trabalho mais digno”, afirmou.

A prefeita voltou a dizer que o PSDB “é muito bom de propaganda”. Ela realiza caminhada durante a tarde na região acompanhada pelo ex-marido, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), e pelo presidente nacional do PT, José Genoino, que afirmou “ser plenamente viável” reverter a situação de Marta.

Conforme pesquisa Datafolha publicada ontem, a petista tem 39% da intenções de voto, contra 51% de Serra.”Temos de disputar os indecisos. Vamos fazer corpo-a-corpo todos os dias e temos na TV um instrumento importante de convencimento. Já vi eleição virar numa descrença até maior”, disse Genoino. O presidente do PT afirmou que participou, no final de semana, do Círio de Nazaré –uma das principais festas religiosas do país, em Belém (PA)–e comprou uma fitinha vermelha e deu dois nós. “Fiz pedidos para o PT vencer as eleições no segundo turno. Um é para Ana Júlia, em Belém, e outro para a Marta, em São Paulo.”

Eu enviei esta notícia da Folha Online para minha “listinha” de e-mails em 11/10/2004.

Na época, acrescentei o seguinte comentário:

Período de eleição é uma beleza, né ?!

A Prefesta MarTAXA, para atrair votos, se contradiz, e agora considera a receita gerada por UMA das taxas que criou “dispensável”. Ora, se essa taxa é dispensável hoje, porque foi criada (por ela mesma, a MarTAXA Suplício) ???????????

Se as pesquisas continuarem indicando maioria numérica para seu oponente, será que essa incomPTente vai cancelar a taxa do lixo, a taxa da iluminação, a taxa dos elevadores ? Será que agora, no desespero para tentar transformar uma campanha MILIONÁRIA num relativo sucesso (absoluto já é impossível, pois ela perdeu no primeiro turno com uma diferença inesperada), ela vai começar a desfazer as cagadas que ela fez ? Eis uma síntese:

1) paralisou a cidade com obras nababescas e inúteis no ano da eleição (após 3 anos de inatividade crônicanesta área),

2) fraudou uma licitação BIlionária para beneficiar empresas de petistas,

3) está utilizando abertamente a máquina pública (Município e União) para arrendar votos,

4) xingou Deus e o mundo do alto de sua arrogância,

5) maltratou cidadãos que perderam suas casas por conta de enchentes que poderiam ter sido evitadas,

6) jogou pela janela milhões para construir escolas que atendem um percentual ínfimo de pessoas,

7) descumpriu todas as cobranças que a bancada do seu partido fazia quando eram oposição na Assembléia (como a aplicação de 30% do orçamento em educação),

8) aumentou a dívida da Prefeitura de R$ 14 bilhões para R$ 27 bilhões,

9) comprometeu os orçamentos vindouros por conta de uma invenção eleitoreira e sem nenhum planejamento (bilhete único),

10) criou caos no trânsito com os “Passa Rápido” (que acabaram reduzindo a no máximo 1 faixa de rolagem para os carros, enquanto os ônibus passeiam da faixa da esquerda para a faixa da direita e vice-versa),

11) popularizou a “paixão por taxas”: IPTU (progressividade e aumento além da inflação acumulada no período); Taxa do Lixo; Taxa de Iluminação; Taxa de Fiscalização de Anúncios; Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos; Incremento do ISS; Aumento da tarifa do ônibus; Aumento do talão Zona Azul; Taxa para caminhões entrarem no Centro; Aumento do número de radares; Taxa do “elevador”;  Taxa dos ” corredores” – permissão onerosa para funcionamento de estabelecimentos irregulares; Taxa da água e cobrança de ISS da SABESP; Anistia onerosa a imóveis irregulares,

12) não abriu nenhum leito na rede hospitalar municipal,

13) apesar de ter aumentado a tarifa, retornou com a prática de subsídios ao transporte,

14) aumentou a verba de publicidade em 2003, saltando de R$25 milhões para R$ 41 milhões,

15) impediu a instalação da CPI dos transportes,

16) criou mais de 1500 novos cargos de confiança (sem concurso, com vencimentos elevadíssimos) na administração municipal.

Ousada ou asquerosa ?

A cretina ex-preFESTA MarTAXA Suplício deu uma entrevista – engraçadíssima se não fosse lastimável – à Veja SP da semana passada.

Alguns trechos:

Veja São Paulo – A senhora acha que tem uma imagem de arrogante?
Marta – Às vezes desconfio que sim. Algumas pessoas, depois de me conhecer, contam que me imaginavam muito diferente. Quando tento entender, vejo que era por me acharem arrogante. Mulher é assim: se é gentil e doce, classificam de incompetente. Se é firme e forte, chamam de arrogante. Se tem poder, então, vira insuportável. E você não pode exercer o poder se não for firme. É uma imagem que nós, mulheres, vamos ter de conquistar e mudar. As grandes líderes do século passado, como Golda Meir, Indira Gandhi e Margaret Thatcher, eram todas mulheres travestidas de homens. A geração do século XXI não quer isso. Políticas como Ségolène Royal, Cristina Kirchner e Michelle Bachelet são muito femininas. A Angela Merkel até pôs um decote ousado outro dia. Fui uma desbravadora, primeiro no programa
TV Mulher, depois no exercício da política, pagando todos os preços nas duas experiências.

[…]

Veja São Paulo – Qual foi o melhor prefeito que São Paulo já teve?
Marta – Em termos de pensar a cidade, Prestes Maia e Faria Lima. No que diz respeito à inclusão social, nossa gestão foi muito importante.

[…]

Veja São Paulo – Por que a senhora acha que tem melhores condições de administrar São Paulo do que o prefeito Gilberto Kassab e o ex-governador Geraldo Alckmin?
Marta – Pelo perfil. São Paulo é moderna, nervosa, agitada. Precisa de alguém ousado, criativo e inovador. Se for ver o que o Alckmin fez como governador, não daria para aplicar nenhum desses adjetivos à sua gestão. O Kassab continuou, de forma muito modesta, o que eu havia iniciado. Não consigo lembrar de nenhuma ação inovadora e criativa que ele tenha tomado para solucionar os problemas vitais da cidade.

Veja São Paulo – Nem mesmo a Lei Cidade Limpa?
Marta – É um projeto importante, que foi iniciado em nossa gestão com a Operação Belezura. Kassab teve o mérito de implementar e dar uma dimensão para a cidade toda. Foi um bom projeto. Mas não vi nenhuma grande obra que não tenha sido iniciada no meu governo. A Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, que é uma obra muito linda, foi licitada por nós. Fizemos também a fundação e os pilares. A gestão Serra-Kassab limitou-se a dizer que era uma obra faustosa e cara. Interrompeu a construção, que só foi retomada quando as empreiteiras entraram na Justiça. Tínhamos pouco dinheiro e fizemos muito. Eles têm muitos recursos e fizeram muito pouco.

Deixando de lado as bobagens e mentiras que esta tresloucada fala (como comparar a Lei Cidade Limpa àquele factóide ridículo do “Belezura”, no qual a infeliz investiu 2 finais de semana, logo no início do mandato), o mais engraçado foi ler as respostas de alguns leitores da revista, na edição desta semana:

Como Marta, eu também sou do signo de Peixes (“‘Sou ousada, criativa e inovadora’”, 11 de junho). Portanto, choro muito. Agora mais ainda, só de pensar na possibilidade de tê-la como prefeita outra vez.
Maria Luiza Rosito

Gostaria de saber se ser ousada é destruir uma avenida importante para o comércio, como a Cidade Jardim, para construir um túnel inútil. Ou se ser criativa é, em um momento de caos aéreo, querer posar de moderninha e cunhar a frase “relaxa e goza”. Inovadora no quê?
Celia Pinheiro

Qualquer mulher pode ser gentil, doce, firme, forte e poderosa sem precisar ser incompetente, arrogante e insuportável. Humildade, dona Marta!
Alexandre Nogueira

Lamentável a entrevista com a ex-prefeita de São Paulo. Ela teve quatro anos para reinar na cidade e não cumpriu nada do prometido. Estamos à mercê de ter de volta as escolas de lata, os corredores com ônibus sucateados, novas taxas e seu mau humor.
Donny Silva

Na próxima edição de Veja São Paulo, fico à disposição para figurar em uma capa com o título: “Por que não quero que Marta Suplicy volte a ser prefeita”.
David Faiguenboim

A ex-prefeita reconheceu a sua incompetência quando disse que cometeu erros de verdade em sua gestão, como a tributação. Nós, eleitores, perguntamos: caso seja eleita novamente, quem garante que não prejudicará a classe média mais uma vez?
Sergio Ricardo de Souza

Quando deparei com a foto de Marta Suplicy na última capa, pensei: ‘Veja São Paulo só pode estar de brincadeira’. Aí vi que se tratava da primeira de uma série de entrevistas com os possíveis candidatos a prefeito. Então relaxei e vi que não era gozação.
Osvaldo Zorzeto Júnior

Ministra: RELAXA E GOZA !

A notícia é esta:

Uma novidade do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) promete polêmica nas eleições deste ano, impondo risco às duas principais candidaturas à Prefeitura de São Paulo, especialmente à da ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT). Resolução de 28 de fevereiro fixa a aprovação da prestação de contas em eleições anteriores como exigência para registro de candidaturas no país.

Pela resolução nº 22.715, só é concedida certidão de quitação eleitoral a quem tiver contas aprovadas: “A decisão que desaprovar as contas de candidato implicará o impedimento de obter a certidão de quitação eleitoral durante o curso do mandato ao qual concorreu”.

Essa certidão é um dos pré-requisitos para que haja o registro de candidaturas. A dúvida é se essa regra já vale neste ano ou se será aplicada apenas em eleições futuras.

Em São Paulo, a ex-prefeita Marta teve rejeitadas as contas da campanha de 2004, quando concorreu à reeleição. Recurso apresentado ao TSE foi negado em dezembro de 2007.

No caso do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), seu principal adversário, um parecer técnico da Coordenadoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias do tribunal recomendou a rejeição da prestação de contas relativa às eleições presidenciais. O parecer, porém, não foi submetido a voto.

O TSE ainda não se manifestou sobre a aplicabilidade da norma. Marta, por exemplo, não teria direito à certidão até o fim de 2008, caso ela já valesse. Essa é a opinião do presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello. “Nós legislamos? Substituímos o Congresso? Não. Interpretamos a lei. Se a lei está em vigor em data pretérita, evidentemente a interpretação diz respeito a essa lei.”

A íntegra, da Folha Online, está aqui.

Como estamos no Brasil, e essa corja de boçais do PT se acha acima do bem e do mal, obviamente a maldita será candidata.Afinal, qualquer que seja o problema, ela relaxa e goza, não é ?!

Não teve as contas aprovadas ? Deixou São Paulo sem dinheiro em caixa ? Gastou milhões em obras idiotas (túneis que alagam e pioram o que já era ruim) ? Fudeu o transporte público (como se precisasse….) ?

Nada disso importa – desde que ela relaxe e goze.

Turismo na Itália

A ex-prefeita e atual Ministra do Turismo Sexual, Marta Suplicy, viajou para a Itália e resolveu assistir a uma missa do Papa no Vaticano. Terminada a missa, Marta não se conteve e foi fazer uma pergunta ao Papa:

– Por favor, Vossa Santidade. por acaso existe algum banheiro aqui dentro? É que eu estou apertadíssima, preciso fazer xixi, o senhor entende…?

O Papa pensou, pensou e respondeu:

– Banheiro não tem, mas logo ali naquele cantinho tem uma estátua de São Pedro. Pode fazer xixi lá.

– Tudo bem, se é Vossa Santidade que está falando eu vou, mas não é pecado fazer xixi em São Pedro?

– É, mas pra quem já cagou em São Paulo, isso não faz a menor diferença.

Criminalidade em São Paulo

Num tom (demasiadamente) elogioso, a Revista Veja desta semana traz uma matéria sobre a queda da criminalidade no Estado de São Paulo.  Diz a matéria (na íntegra aqui):

A cidade de São Paulo viveu um dia histórico na sexta-feira 7 de dezembro: foram 24 horas sem um único assassinato. Fazia muito tempo que isso não ocorria. O último registro de um dia de paz como esse data da década de 50. A melhor notícia, no entanto, é que não se trata de um episódio fortuito: a cidade e também o estado de São Paulo vêm registrando índices declinantes de criminalidade. De 1999 para cá, a taxa de homicídios caiu 79% na capital e 69% no estado. Atualmente, contabilizam-se onze assassinatos por ano para cada 100.000 habitantes no estado, taxa bem inferior à do Rio de Janeiro e à do Brasil, de 39 e 22 mortos para cada 100.000 habitantes, respectivamente. Se o governo estadual conseguir reduzir esse número para dez homicídios – o que espera fazer já no ano que vem –, São Paulo passará a ter índices aceitáveis desse tipo de crime, segundo os padrões da Organização Mundial de Saúde.

A melhor marca da década era a de 2004, ano em que 253 municípios ficaram sem assassinatos. O crime de homicídio foi um dos que mais caíram, mas não foi o único. Também sofreu forte redução a quantidade de latrocínios, roubos e roubos de veículos. Essa melhora nos indicadores da criminalidade se deve a um conjunto de medidas que o governo paulista começou a colocar em prática em 2000 e foi aprimorado na gestão do tucano José Serra. O marco inicial desse projeto é o Infocrim – sistema eletrônico que, inspirado no modelo nova-iorquino, interligou os distritos policiais da capital (e que, atualmente, inclui outros oito municípios do interior e litoral). Por meio da análise dos boletins de ocorrência lançados na rede pelas delegacias, policiais traçam um mapa detalhado de cada tipo de crime, incluindo informações como local e horário em que ele ocorre com mais freqüência, situações que costumam propiciá-lo e vítimas preferenciais. De posse desses dados, a polícia pode agir de modo mais cirúrgico. Os carros de patrulha, por exemplo, que antes rodavam a esmo, começaram a seguir uma rota determinada, e os cruzamentos de trânsito com maior número de assaltos receberam reforço na vigilância.

Eis a ilustração que acompanha a matéria:

Taxa de assassinatos em São Paulo

Novamente: o tom da matéria me parece demasiadamente elogioso. Conquanto traga uma boa notícia – especialmente para nós, paulistas – , não era preciso elogiar tanto…..

Mas estes resultados ajudam a explicar a boa avaliação do governador José Serra, como demonstrou pesquisa do DataFolha (aqui). Afirma o DataFolha:

Onze meses após a posse, 49% dos eleitores avaliam o governo de São Paulo como ótimo ou bom. Em março, passados três meses de governo, esse índice era de 39%.Ainda segundo a pesquisa, a avaliação negativa do governo de São Paulo sofreu uma queda de quatro pontos em sete meses. Em março, 16% dos entrevistados apontavam o governo como ruim/péssimo. Atualmente, essa taxa é de 12%.De março para cá, a nota média conferida ao governo também aumentou: de 6 para 6,5.
Segundo a pesquisa Datafolha, realizada de 26 a 29 de novembro, 35% dos entrevistados classificam a administração Serra como regular. Em março, eram 37%. Quatro por cento não souberam opinar.
Apesar da tradicional associação do PSDB à classe média/alta, Serra hoje conta com maior aprovação precisamente entre os entrevistados da mais baixa faixa de consumo.Segundo o Datafolha, 53% dos entrevistados da classe D/E apontam o governo Serra como ótimo/bom. Esse índice é de 50% entre os da classe C e chega a 47% entre os da classe A/B.

Como eu já disse antes, nutro grande admiração pelo José Serra: é um dos poucos políticos, hoje, que conseguem combinar um perfil de bom gestor com as atividades políticas. Mas a Veja não precisava circular um texto tão “chapa branca”……

CPMF: metamorfose ambulante

Toda esta recente discussão envolvendo a CPMF trouxe à tona algumas coisas interessantes, auspiciosas…….

Para prejuízo do País, PT e PSDB simplesmente inverteram os papéis: os tucanos estavam contra a prorrogação da CPMF, ignorando o fato de que o imposto foi criado por eles mesmos; o PT, a despeito de sempre ter criticado fortemente a carga tributária altíssima imposta ao país pelas 2 gestões consecutivas do FHC, estava defendendo ferrenhamente a continuidade da CPMF.

Sábias palavras de Eliane Cantanhêde (Folha de São Paulo, 16/12/2007):

Lula e o PT foram contra todos os pactos engendrados para o bem do país: eleição de Tancredo, para sair da ditadura; apoio a Sarney, para consolidar a redemocratização; aval à nova Constituição, em 1988; sustentação de Itamar, na transição pós-Collor; estabilização da economia na era FHC, velho parceiro antiditadura.
Por quê? Porque o objetivo de Lula e do PT era marcar posição e chegar ao poder. Demorou, mas deu certo. Venceram e se reelegeram.
Foi exatamente essa a lógica dos deputados e senadores tucanos ao derrotar a CPMF. Lula está forte. O Congresso, os partidos e a oposição, em particular, estão frágeis. Dar R$ 40 bi para o Planalto, que já conta com ventos internacionais favoráveis, carga tributária escorchante e arrecadação recorde, seria dar a vitória ao adversário em 2008 e fortalecê-lo para 2010. Não era, pois, da lógica de oposição.
Serra e Aécio têm um governo estadual e a perspectiva de subir a rampa. Ambos tinham interesse em negociar com o Planalto e em salvar a parte que lhes cabe e lhes caberia do latifúndio da CPMF. Mas, para poderem usar a CPMF na Presidência, eles precisam, antes, chegar lá. Não é fortalecendo um Lula já forte que vão conseguir.
E o que o PSDB lucraria recuando de última hora para votar com o Planalto? Seria uma desmoralização. Não ganharia um só voto do eleitorado de Lula e irritaria o seu próprio eleitorado, cansado de uma oposição débil e errática.
Foi a maior derrota política do governo Lula em seis anos -e dói no bolso. Contra a parede, o governo dá tratos à bola para anunciar nesta semana um presente de Natal às avessas. Novos impostos e corte de gastos? Porque o fundamental agora, para todos, é recompor os recursos da saúde, literalmente vital. Interessa a governos criar e manter impostos. Cabe à oposição acabar com eles. A quarta-feira, 12/12, foi o dia em que o PSDB foi PT. 

Não foi apenas Rei Mulla quem sofreu metamorfoses…… Convenientemente, no Brasil, SEMPRE há alguém passando por metamorfoses….

Neste sentido, explica-se o por quê deste blog sempre criticar os incomPTentes: uma gentalha que passou 20 anos criticando tudo, jamais aceitando nada que fosse feito por ninguém, afirmando que teria todas as soluções para o Brasil…… Mas depois de assumir, o que sempre se viu foi o PT fazendo merda (vide Luiza Erundina ou Marta Suplicy em São Paulo) ou simplesmente não fazendo nada (Lulla).

Comprovam, assim, que tudo o que disseram, ao longo dos 20 anos, era balela, bravata ou inútil.

E depois ainda tem gente que vota no PT……….Santa inguinorânssia, Batman !