Estagiária representa o Brasil em fórum da ONU sobre espionagem; mais incompetência de Dilma Rousseff envergonha o país

A notícia é do Estadão (AQUI na íntegra):

Apesar de ter anunciado uma forte ação internacional contra a espionagem dos EUA, o governo brasileiro enviou para a reunião da cúpula de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que discutiria justamente esse tema ontem, em Genebra, uma diplomata de baixo escalão que acabou substituída, durante o dia, por uma estagiária.

O Brasil chegou a patrocinar a convocação do encontro, ao lado de Alemanha e países escandinavos. Mas nas duas horas de reunião a delegação brasileira não pediu a palavra uma só vez e a estagiária se limitou a tomar nota do que dizia cada um dos participantes. Enquanto isso, a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, promovia um almoço para sua despedida do cargo.

A presidente Dilma Rousseff promete usar seu discurso na Assembleia-Geral da ONU na semana que vem para levantar o assunto. Ontem, porém, ONGs e diplomatas de vários países se surpreenderam diante do silêncio do governo do Brasil. Na reunião, diplomatas discutiram o caso brasileiro, em que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) é suspeita de monitorar e-mails da própria presidente, além de dados sigilosos da Petrobrás. O encontro contou com a alta comissária Navi Pillay e o relator da ONU para Liberdade de Expressão, Frank La Rue. Na plenária lotada, embaixadores de diversos países, inclusive dos EUA e do Reino Unido.

Ué, a Dilma não estava “INDIGNADA” com a “espionagem” feita pelos EUA? Só um parêntesis: não me lembro de ver a Dilma tão “INDIGNADA” quando a Caixa Econômica Federal violou o sigilo bancário do caseiro (pobre) que confessou ter visto o Palocci frequentando aquela casa dos prazeres e favores em Brasília… Fecha o parêntesis.

A notícia, na verdade, é a síntese do (des)governo do PT, e pode ser resumida através da expressão PROPAGANDA ENGANOSA: Lulla e Dilma (e seus aspones) adotam um discurso, mas na prática fazem exatamente o oposto.

Isso acontece quando ambos atacam bancos e empresas, mas na prática são beneficiados pelos mesmos bancos e/ou empresas – seja na forma de financiamento de campanhas, seja através do investimento na mal ajambrada empresa do filho do Lulla (milhões de reais irrigaram uma empresinha de merda, e o pior: o dinheiro veio de uma empresa de telefonia beneficiada pela mudança que o Lulla promoveu no Plano Geral de Outorga da telefonia).

Neste caso da “espionagem”, em particular, a coisa atinge níveis ainda mais ridículos.

Primeiro porque sequer é conhecida a extensão e o grau de “espionagem”.
Segundo porque a Dilma vendeu uma imagem (e a esmagadora maioria da imprensa, sempre cega pela idolatria dos jornalistas ao PT e à esquerda de iPhone) de “indignação” com o caso que teria levado ao cancelamento da visita oficial a Washington.

Tudo bobagem.
Retórica rastaquera, que só quem é muito burro ou muito vendido (ou ambos) consegue “engolir”. Um exemplo perfeito está aqui:

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O Itamaraty, coitado, é mais um órgão do governo que foi sucateado pela baixeza intelectual do PT. Diplomatas brasileiros, que já foram respeitados internacionalmente, estão completamente desmoralizados.

A revista The Economist dessa semana traz um cartoon impecável, que ridiculariza (e com toda a razão) o comportamento hipócrisa, falso e burro da Dilma:

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Aliás, a mesma edição da Economist traz uma matéria sobre o caso (íntegra AQUI), e o subtítulo já resume tudo: “the cancellation of Dilma Roussef’s state visit to Washington has a short-term cost for the United States and a longer-term one for Brazil”.

Mais uma vez, Dilma Rousseff prejudica todo o Brasil por causa de sua ignorância, sua burrice desmedida, sua incomensurável inacapacidade gerencial, intelectual e moral.

Ou seja, mais um dia rotineiro para o (des)governo do PT, afundando o Brasil.

Intervenção excessiva do governo afugenta potenciais investidores do pré-sal

A matéria é do Valor Econômico de hoje (aliás, é a manchete de alguns dos maiores jornais do país nesta sexta), que está AQUI na íntegra, e os grifos são meus:

As britânicas BP e BG e as americanas ExxonMobil e Chevron, quatro das maiores companhias de petróleo do mundo, desistiram de participar do leilão do campo de Libra, o primeiro da camada pré-sal a ser realizado sob o regime de partilha. A desistência foi comunicada ontem por representantes das empresas à diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard.

A notícia surpreendeu o governo, que esperava a inscrição de 40 companhias e a formação de oito consórcios para a disputa. Agora, a expectativa no setor é que haja um número pequeno de consórcios e pouca competição.

Apenas 11 empresas se inscreveram. Seis são estatais: as chinesas CNOOC e China National Petroleum Corporation (CNPC), a colombiana Ecopetrol, a indiana ONGC, a malaia Petronas e a brasileira Petrobras. Outra estatal chinesa, a Sinopec, também entrará no leilão por meio da portuguesa Petrogal, na qual detém 30% do capital, e da joint venture Repsol Sinopec. Participarão também a japonesa Mitsui, a anglo-holandesa Shell e a francesa Total.

O leilão chamou mais a atenção pelo potencial de recursos energéticos a serem agregados às reservas das companhias do que pela expectativa de lucro. “Eu esperava 40 empresas, mas existe um contexto mundial, razões muito específicas que levam a essa situação”, disse a diretora da ANP.

Para especialistas no setor, a baixa atratividade do leilão é explicada por um conjunto de incertezas financeiras e regulatórias. Há dificuldade, por exemplo, para o cálculo da taxa de retorno, uma vez que não se sabe ao certo a quantidade de óleo que será retirado de Libra e o volume que será obrigatoriamente entregue ao governo federal.

Outro motivo de preocupação é a forte presença do governo no consórcio que sairá vencedor do leilão. Além de a legislação estabelecer que a Petrobras deve ter participação mínima de 30% em cada campo, a estatal recém-criada Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA) terá poder de veto no comitê operacional dos consórcios, mesmo sem deter participação acionária.

A opinião em Brasília é que o valor do bônus de assinatura de Libra, fixado em R$ 15 bilhões, é alto até mesmo para grandes multinacionais do setor. Isso, segundo fontes oficiais, estaria limitando o número de candidatos.

Temos aí MAIS UM exemplo claríssimo das consequências da intervenção do Estado no mercado: grandes investidores fugindo, com receio de amanhã a Dilma acordar de mau humor e resolver intervir no mercado, quebrar contratos etc.

Ela já fez isso no setor bancário.
Ela já fez isso no setor elétrico.

O resultado em ambos foi um desastre (no setor elétrico foi ainda mais evidente, pois há menor quantidade de empresas, menos pulverizadas).

Quanto maior o Estado, pior a vida do cidadão

O Brasil vive um momento muito triste. E as perspectivas de futuro não são boas.

Digo isso não APENAS por causa da pizza que foi servida ontem no STF. Isso é apenas MAIS UM fator, mas nem de longe o único.

Lamentavelmente, o país está seguindo cada vez mais a rota à esquerda, aproximando-se de uma abordagem socialista. Começou com a social-democracia do PSDB (época em que foram criadas as OTG, ou “Organizações Totalmente Governamentais”, aquelas organizações que se dizem “NÃO-governamentais”, mas dependem de dinheiro repassado PELO GOVERNO!), e agravou-se a partir do lulismo (que combina elementos do socialismo, do comunismo, do mau-caratismo, do oportunismo e do mi-mi-mi-mismo, este último também conhecido como “coitadismo“, ou “chorume de socialista de iPhone que acha que vai mudar o mundo através da internet e idolatra Che Guevara sem saber que ele era um assassino homofóbico“).

A partir da eleição da Dilma, piorou ainda mais! Senão vejamos: politicamente correto burro e coitadista, cotas racistas e “bolsas” para tudo, paternalismo ridículo do Estado, demagogia, populismo rastaquera, criação de NOVAS estatais, uso político desenfreado das estatais já existentes, intervenção no mercado etc. Isso sem falar na incapacidade de proteção ao direito de propriedade.

Exemplos não faltam. Podemos começar pelo setor elétrico: a presidente incomPTente quis fazer demagogia populista baratinha e interviu no setor elétrico de forma burra, vexatória mesmo. Para poder mentir em rede nacional de rádio e TV, dizendo que as tarifas de energia iriam ser reduzidas, Dilma Rousseff criou um buraco nas contas do Tesouro Nacional. Quem paga a conta BILIONÁRIA desse rombo criado pelo populismo demagógico da Dilma?

Cada cidadão do Brasil. Cada cidadão LESADO pela incompetência da gerentona que não entende nada de nada, uma analfabeta.

Hugo Chávez levou a economia da Venezuela ao buraco quando resolveu manter a gasolina a um preço artificialmente baixo (cerca de R$0,03), para fazer seu populismo bolivariano patético. Dona Dilma quer seguir pelo mesmo caminho, mas em DIVERSOS setores. Começou pelo elétrico, mas há outros setores paralisados pelo receio da intervenção exagerada do governo – e depois o Mantega fica se perguntando por que o PIB segue patinando! Ora, ninguém em sã consciência vai investir em mercados que podem, a qualquer momento, ser destruídos pelo intervencionismo burro de um governo estatizante, socialista, demagógico e corruPTo.

Tanto a Dilma quanto o Lulla usaram (e seguem usando) as empresas estatais de forma escandalosa. A Petrobras está em ruínas: endividamento recorde, valor de mercado em queda livre, precisa importar gasolina, produção interna em queda, vendendo ativos para tentar fazer caixa… Em suma, foi DESTRUÍDA pela incomPTência.

O mesmo problema enfrentam outras estatais: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, Correios, Embrapa – e a lista vai longe. Além de inchadas e mal administradas, as estatais são usadas para a politicagem da pior estirpe.

E, para coroar tudo isso, estamos pagando cada vez mais impostos mas sem nenhum retorno em termos de serviços públicos:

As diferentes fórmulas de cobrança de impostos e taxas incidentes sobre as micro e pequenas empresas provocam diferenças significativas entre os estados. Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), verificou carga fiscal média de 5,2% no país. Mas existem grandes distorções do Simples Nacional entre os 26 estados e o Distrito Federal. A maior tributação, de 8,62% no Mato Grosso, está 85% acima da menor tributação, de 4,66% no Paraná.

A constatação das diferenças originou o estudo Tributação sobre Micro e Pequenas Empresas: Ranking dos Estados, lançado nesta quinta-feira, na sede da CNI, com o objetivo de identificar práticas incomuns na aplicação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas empresas optantes pelo Simples Nacional.

O ministro interino da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Nelson Hervey, defendeu o monitoramento constante do Simples Nacional, para que os pequenos empreendedores não sejam prejudicados. “Não podemos permitir que mecanismos como sublimites, substituição tributária, antecipação ou qualquer outro diminuam o benefício que o Simples oferece. Temos que melhorar o diálogo” – disse ele.

Para o presidente do Conselho Permanente da Micro e Empresa da CNI, Amaro Sales, as discrepâncias entre as cargas tributárias só serão equalizadas quando os governos estaduais se conscientizarem que a isonomia é decisiva para dar sustentação às empresas de menor porte – responsáveis por quase 60% dos empregos no país – e para favorecer a arrecadação.

Nosso grande desafio, acrescentou, é fazer com que os governadores e secretários de Fazenda entendam as distorções no Simples Nacional, e o que elas provocam no desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Segundo Amaro, os estados se preocupam somente em aumentar a arrecadação e não percebem que, no médio prazo, a arrecadação vai diminuir se as empresas não prosperarem.  (FONTE: Brasil Econômico)

É preciso lembrar o seguinte: o Estado (governos) não tem receitas, não produz nada. O Estado arrecada/cobra impostos e taxas. Todo o dinheiro do Estado pertence, na verdade, aos cidadãos. Quando o Estado gerencia mal esse dinheiro, o que está acontecendo é que um pequeno grupo de pessoas (aqueles que tomam as decides em nome do governo) está decidindo o que fazer com o dinheiro que pertence aos cidadãos.

E o que mais existe no Brasil é gente incomPTente gerenciando mal o dinheiro arrecadado. Eis aqui um exemplo:

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E o cidadão? E o sujeito que resolve abrir uma pequena empresa, ou melhor, que TENTA abrir uma pequena empresa mas acaba sendo soterrado pela burrocracia, pelos impostos ?

As pequenas e médias empresas sofrem. Um país que não cria condições para que essas empresas surjam, perde capacidade de inovar. Perde competitividade. E vai ficando cada vez mais atrasado. Basta ver a situação deplorável de Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador… Países que adotaram, em maior ou menor grau, essa abordagem socialista nefasta. Países que estão piorando – e servem de modelo à Dilma. A presidenta-incomPTenta prefere transformar o Brasil em capacho de republiquetas socialistas da América Latrina a aproximar o país de nações de primeiro mundo, que poderiam beneficiar a economia do Brasil.

A dúvida é: o Brasil vai virar um país decente, de primeiro mundo, sério, próspero ou vai tornar-se uma Cuba mais ao sul?

A desastrosa privatização da gerentona incomPTente

Está cada vez mais difícil ler algo que preste na Folha, mas neste domingo (15) havia uma entrevista com o Affonso Celso Pastore que valia a pena.

De forma bastante clara, didática até, ele demonstra os principais (não únicos) erros que a gerentona incomPTente vem cometendo na economia, citando desde o intervencionismo totalitário e burro (no caso do sistema elétrico, com quebra de contratos e ações mentirosas e populistas, ao pior estilo Hugo Chávez), passando pelo aparelhamento descarado do BNDES e outros bancos públicos, que vem sendo usado para beneficiar apenas e tão somente quem se alinha (por ideologia ou, mais frequentemente, por conveniência) ao projeto de poder do PT, e chegando à perda da competitividade no país.

Reproduzo na íntegra, porque merece:

Folha – O governo baixou o custo do capital, o dólar subiu, fizeram intervenções, tiraram impostos. Ainda assim o crescimento não foi o esperado. As premissas estavam erradas?

Affonso Celso Pastore – Foi a ideia de que o estímulo fiscal produz crescimento. Ou a de que baixar juros liberta o espírito animal. Ou a de que a depreciação cambial melhora a competitividade. Ou a de que, se intervir mais, produz resultados melhores. Esse grau de intervencionismo feito em um setor ou outro, em vez de gerar um setor privado que está atrás do lucro e da eficiência, deixa muito mais eficiente ir a Brasília batalhar pela sua isenção tributária, desde que você tenha o poder político de convencer o ministro, de convencer o presidente. Há algo de profundamente errado nessa política. Chega a absurdos. Por exemplo, para baixar o preço da energia, quebrou-se um contrato. Criou-se uma incerteza para quem investe em infraestrutura. Intervencionismo excessivo leva a desajustes.

O sr. vê uma reavaliação dessa política atualmente?

Quando as coisas dão errado, ou você recua, ou dobra a aposta. A outra opção são ajustes pequenos, sem mudar o curso. Na medida que vai empurrando com a barriga, não tira o desajuste, mas também não obtém resultado. É condenado a ter uma inflação em 6% e pouco, um deficit em conta-corrente em 3%, 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) e um crescimento de 2%, 2,5%. Tem um resultado medíocre e vai levando para ver até onde chega.

Estamos condenados, pela política econômica, a voltar a um crescimento de 3%, com uma inflação em 6%?

Affonso Celso Pastore – Não. O Brasil não está “condenado”, porque cometeu algum pecado, a ter que crescer sempre a 2%, 2,5%. Também não pode crescer 6%, não há mão de obra suficiente. Há uma vedação demográfica. De 2002 para cá, a taxa de ocupação subiu, o desemprego caiu. Agora há um estoque muito menor de gente voluntariamente fora do mercado de trabalho. Caiu na margem a contribuição do crescimento populacional para a expansão da economia. O segundo ponto é que a contribuição da produtividade total dos fatores no Brasil vem diminuindo.

É ela o que mais contribui para o crescimento, não?

Sim, embora você precise também de acumulação de capital. O Brasil, durante o início do governo militar, teve um conjunto de reformas que gerou um período de alta elevação de produtividade nos anos subsequentes, o chamado “milagre econômico”. Depois, houve um segundo ciclo, que começou com a abertura da economia no governo Collor, passou pelo ciclo de reforma monetária do governo FHC, pela Lei de Responsabilidade Fiscal e pelo período de reformas do primeiro governo Lula.

Esses são exemplos de reformas que realmente aumentaram a eficiência, aumentaram a produtividade. Mas o impulso dessas reformas está morrendo, porque nós estamos virando isso de cabeça para baixo. Em vez de acentuar a ida para a eficiência, estamos acentuando a ida para ineficiência. Um dos argumentos do governo é que as licitações vão dar esse ganho de produtividade porque, ao melhorar a infraestrutura, vão baixar o custo.

Eu não tenho dúvidas de que a infraestrutura é absolutamente fundamental para gerar tudo isso. Agora deixe-me falar um pouco sobre a forma como estão sendo conduzidas: o governo não tem dinheiro, então chama o setor privado. Mas ele diz “você tem que dar um passo aqui, outro passo para cá, você não pode sair desse círculo”.

Para elevar a TIR [taxa interna de retorno, medida de rentabilidade de um investimento], o BNDES alavanca com 80%, 90% de financiamento, baixa o custo de capital. Mas isso vira aumento de dívida pública. E tem um subsídio aqui dentro, além de você estar aumentando a dívida bruta para fazer o gasto. Não precisava pôr o BNDES para financiar a infraestrutura se você aceitasse uma TIR um pouco mais alta.

Aqui entra a filosofia do processo: tenho que ficar com o pedágio baixo porque quem usa a estrada é o cara que vota em mim. Se eu cobrar dele na forma de custo da dívida, ele não vai nem perceber. Vai dizer que a culpa é dos banqueiros. Então, eu baixo a TIR, baixo o pedágio, dou dinheiro para o BNDES, aumento a dívida bruta. Isso gera uma carga sobre a sociedade inteira, mas o eleitor está defendido.

A forma como está sendo feita não é a forma correta. Desculpe, é correta para quem tem o objetivo político de se eleger e de usar esse tipo de instrumento para ficar no poder. Mas não do ponto de vista econômico.

O papel do BNDES na sua visão está desvirtuado?

O BNDES não precisava ir ao extremo que está indo. 

O sr. se lembra de algum outro momento da história em que o BNDES tivesse sido usado…

Isso aí? Mas nunca! 

Esse tipo de medida é fruto de um projeto político ou se deve à convicção de que é um modelo que pode levar ao desenvolvimento do país?

As duas coisas. O Lula tinha o mesmo objetivo que a Dilma. O PT tem um projeto de poder para muitas décadas. A Dilma continua no mesmo projeto. Mas o Lula não teve dúvidas em pegar um banqueiro reputado [Henrique Meirelles] e colocar no Banco Central, em escolher um ministro da Fazenda que não levou nenhum economista do PT para trabalhar com ele.

O Antonio Palocci tinha uma característica básica: ele ouvia as pessoas. Ouvia as críticas e não as tomava pessoalmente. Era capaz de processar aquela informação. O Lula tinha pragmatismo. Tinha um projeto de poder, mas não tinha vedação ideológica. Agora compara o atual ministro da Fazenda com isso o que descrevi sobre o Palocci… 

Mas foi o próprio Lula que escolheu o atual ministro…

É, sumiu o pragmatismo. O projeto de poder continua, mas aquele negócio de usar a economia de mercado por conveniência do projeto político mudou. Agora você quer usar o social-desenvolvimentismo. Quer dizer, tem um componente ideológico agora muito maior.

E qual o cenário para 2014?

Está para nascer o candidato que não aumenta gasto público em um ano de eleição. Acho que o superavit primário [economia do governo para pagar juros da dívida] vai para baixo. Acho que essas transferências para o BNDES e para a Caixa continuam. Acho que a inflação fica alta, vai sacrificar a Petrobras, vai sacrificar a energia elétrica para não repassar tudo para o preço.

Há uma pressão que está aumentando sobre o câmbio. Estamos intervindo um caminhão no mercado de câmbio e ainda assim ele está em R$ 2,30. O Banco Central está vendendo muito, algum sucesso ele tem. Mas isso mostra a força que tem para depreciar o real. 

E o que acontece com quem herdar esse abacaxi em 2015?

Descasca e, se não estiver podre, come. O Brasil já pegou abacaxis complicados no passado. Alguém vai ter que suar sangue, suor e lágrimas para consertar isso. Mas tudo é consertável.

Sim, tudo é consertável.

Os problemas, no caso do Brasil, são: (1) a que custo/oportunidade? e (2) quando teremos alguém com capacidade e disposição para consertar tantas (e tão amplas) cagadas que foram feitas pela dupla Lulla+Dilma?

Vazou na internet a carta de Barack Obama em resposta ao ultimato de Dilma Rousseff sobre a espionagem da NSA

Vazou a carta do Obama sobre o ultimato brasileiro reclamando da espionagem americana e a imediata resposta da Dilma.

Cara Presidenta Dilma

Imensamente preocupados com o ultimato dado pelo Governo brasileiro, pelos problemas de espionagem  que efetuamos aí nesse país,  esclarecemos a V. Excia. que, por sermos uma superpotência, temos interesses a defender por toda a parte e por isso atuamos onde seja necessário.
Meu primeiro impulso, visando atender ao seu pedido de esclarecimentos e desculpas foi entregar o farto material que temos gravado nos últimos 20 anos, ao Presidente do Supremo. Ministro Joaquim Barbosa, mas num gesto de amizade solicito que a Sra. Presidenta determine a quem de direito.
Segue abaixo, só uma pequena amostra do que temos para sermos orientados do que fazer:

1-Gravamos secretamente, é claro, em foto e vídeo todas as reuniões que o seu padrinho participou (ele jura que não sabia de nada) com toda a Direção do PT, quando foram acertados os pagamentos do Mensalão. Consideramos esse material altamente explosivo pois iria desmascarar o seu Partido diante até do mais crédulo beneficiário do Bolsa Família, que como sabemos elegeu o Presidente anterior e a senhora.
Mesmo com todo o empenho do Levandowsky e do Tofoli, considero muito difícil que o Barbosa com essas provas na mão, não mande prender vocês todos.

2-Temos em nosso poder todas as contas abertas no exterior, por todos os dirigentes do Governo atual e dos anteriores, com os respectivos extratos com valores que chocariam o mundo e dariam para pagar a dívida interna e externa do Brasil e de todos os demais países da América Latina.
Obs: Acompanhamos e documentamos com especial interesse a evolução da riqueza do Lulinha. O que temos é inacreditável até para os filmes de ficção que aqui costumamos fazer tão bem.

3-Possuímos gravações (imagem e vídeo) nos últimos 20 anos, com todos os Ministros, Deputados e Senadores do Brasil confessando abertamente sobre vantagens financeiras auferidas por desvio de dinheiro público. Temos tudo documentado e também onde estão depositados esses valores, os números das contas e os respectivos saldos.

4-Temos uma filmagem efetuada em alta definição, no AEROLULA, onde o seu padrinho “deita e rola”, com uma senhora Assessora em São Paulo cujo nome andou muito nos noticiários e lembra um famoso filme do Polansky… O Bebê de… (não lembro o nome).

Como o material gravado é de extrema gravidade e poderia causar até uma revolução no Brasil sugiro que no ato da entrega, todas essas provas sejam colocadas no mesmo cofre da Caixa Econômica, aquele que queimou há um tempo atrás, sumindo com um monte de Contratos e que livrou muitos amigos de pagarem os empréstimos bilionários ao Governo… lembra?

Foi em Governos anteriores mas é uma boa sugestão…

Presidente B. Obama

 Resposta da Dilma no dia seguinte:

Ilmo. Sr. Presidente B. Obama
Uma única palavra…. pelo amor de Deus:
                         ESQUEÇA!!!!
 
Beijinhos na Michelle e nas crianças.
Não se esqueça de me adicionar no seu FACEBOOK.
O meu padrinho envia pelo portador uma caixa de Cachaça 51, muito famosa por aqui e uma das preferidas dele.
 
Abraços
Presidenta

 

A arte de falar de forma clara

Nem vou escrever nada – o vídeo é mais do que auto-explicativo:

 

Progressistas e pogreçistas

Eu ia apenas colocar o link e elogiar, mas o artigo do Flávio está tão bom, mas tão bom, que vou ter que transcrever. O original está AQUI.

Esse merece ser lido, copiado, divulgado, impresso e salvo para leitura semanal:

Trabalho escravo cubano: objetivo dos progressistas alcançado

As esquisitices que os médicos cubanos sofrerão não são acidentes no planejamento progressista: o trabalho escravo é seu objetivo inescapável.

médico algemando Trabalho escravo cubano: objetivo dos progressistas alcançado

A palavra mais odienta a ser pronunciada no país ainda é “capitalismo”. Este sistema de iniciativa privada, sem controle estatal da economia, foi o sistema que mais enriqueceu os pobres – na análise de Thomas Sowell, se um americano hoje nasce entre os 20% mais pobres, ele tem mais chances de terminar a vida entre os 20% mais ricos do que continuar entre os mais pobres. Todavia, sempre que for citado, deve ser “admitido” a contragosto, como alguém espiando a esposa do amigo: “é, o capitalismo até deu uma vencida no comuno-fascismo, sim…”

O intelectual de esquerda Vladimir Safatle (este estranho conceito do que a esquerda chama de “intelectual”), ao criticar a democracia durante o movimento Occupy Wall Street, é taxativo: “a democracia parlamentar é incapaz de impor limites e resistir aos interesses do sistema financeiro”. Ou seja, a democracia, como diz Slavoj Žižek, é o problema, e o que a esquerda quer, mesmo sabendo que o capitalismo é melhor, é impedir trocas comerciais e financeiras livremente.

A esquerda, que já transitou de Rousseau e Karl Marx a Marcuse e Pol-Pot, é pródiga em se reinventar para se livrar de termos que, historicamente, demonstraram seu caráter totalitário e miserável. Apenas dos termos, e não do conteúdo, claro. Basta ver como partidos de extrema-esquerda com nítida inspiração trotskysta (PSTU, PSOL, PCO) ou mesmo flertes pouco disfarçados com o stalinismo (PCB, PCdoB) não usam a palavra “comunismo”,  hoje consabidamente mais assassino do que o nazismo. A própria presidente Dilma Rousseff, em campanha, numa entrevista a José Luiz Datena (que tem quadros de Che Guevara em sua casa), fala esquisitamente que lutava por uma sociedade “socialista, e não comunista”, como se isso fizesse sentido.

A esquerda, reinventada hoje sob a égide do “progressismo”, é ainda o mesmo movimento (talvez o único movimento no Ocidente com continuidade histórica, reconhecimento de seus líderes passados e com o mesmo projeto futuro), tanto é que seu lado mais “democrata”, como o da presidente Dilma Rousseff, nunca rompe seus laços de amizade com ditaduras decrépitas do meio da Guerra Fria, como o totalitarismo de Cuba, uma das ditaduras mais longevas do planeta, causadora da morte de cerca de 100 mil pessoas em mais de meio século.

Não há nenhuma ruptura, nenhum “progresso”, nenhuma mudança nessa seara: o PT continua com seus laços socialistas no Foro de São Paulo (expulsando a imprensa que não concorde obedientemente com as atas), continua fazendo parte do mesmo projeto de poder transcontinental, continua acreditando no sonho cubano. No máximo, seus quadros mais abertamente socialistas (vide José Dirceu, Aldo Rebelo, Tarso Genro, Celso Amorim, Maria do Rosário etc) não ficam mais no Executivo central, aquele que precisa ganhar eleições com marketing.

Quem não se lembra de Lula defendendo o socialismo? Que tal a propaganda partidária venezuelana que Lula fez para o proto-ditador Nicolás Maduro? E do PCdoB, principal partido aliado da base governista do PT, declarando seu apoio (?!) ao ditador da Coréia do Norte Kim Jong-un? Que tal Lula chamando o trânsfuga Muammar Kadafi de “meu amigo, meu irmão, meu líder” (sic), sem que nenhuma voz na imprensa cobrasse um pronunciamento de Lula após o próprio povo se rebelar contra o “grande líder” totalitário? Por que os setores “progressistas” defendem o totalitário homofóbico Mahmoud Ahmadinejad e as feministas, durante a campanha para eleger Dilma, se calam sobre este mesmo ditador matar mulheres “adúlteras” (por “traírem” maridos mortos) à morte por apedrejamento, senão por um continuísmo histórico, que sabe que o PT nasce do socialismo, e seu objetivo final ainda é o mesmo, numa continuidade histórica?

karl marx democratic party 600x333 Trabalho escravo cubano: objetivo dos progressistas alcançado

Quando o governo socialista de Dilma Rousseff importa médicos, ninguém se escandaliza. Pessoas, numa sociedade livre, são livres para trabalhar onde bem quiserem. Analistas políticos do Brasil, por exemplo, devem ser livres para trabalhar diretamente da Suíça, sendo financiados para tal, abanados e tendo cotas de Ovomaltine suíço quentinho todo dia. Apenas se surpreendeu quando os médicos que vieram ao Brasil não-livremente foram médicos cubanos.

O discurso unificado “progressista” funciona como uma seita: todos devem pensar o mesmo. Para tal, veículos de comunicação, reproduzindo a ladainha oficial (a hegemonia faz com que, cada vez mais, imprensa e governo se imiscuam), lança o chamado dog whistle: o apito que faz só a militância ouvir, e que faz com que todas as críticas ao governo sejam respondidas em uníssono de uma mesma maneira. Como se viu nas redes sociais nos últimos dias, todas as críticas à importação de médicos cubanos foi pechada de “racista”, sem que nenhum progressista pensasse o mesmo quando a blogueira cubana dissidente Yoani Sánchez foi até agredida no aeroporto por estes mesmos que hoje enaltecem o tráfico humano do governo petista.

littlerock yoani 255x338 Trabalho escravo cubano: objetivo dos progressistas alcançado

Ninguém criticou médicos cubanos, e sim o ato do governo de importá-los. Pior: importá-los como gado, como mercadoria que pertence a uma ditadura totalitária que ficará com 3/4 do seu salário, não liberará seus passaportes, não lhes permitirá conversar com a imprensa e, caso queiram trabalhar livremente no país, como todo ser humano pode depois de trabalhar num país, será impedido por um acordo ditatorial entre Cuba e o PT, que lhes nega asilo político já de cara.

Mas essas esquisitices que só acontecem com os médicos cubanos (ninguém ouviu sobre algum modelo de gestão humana parecido a respeito de médicos portugueses, espanhóis ou bolivianos) são vistas apenas como um desvio, um acidente de percurso pelo fato de Cuba ser uma ditadura (e culpa-se sempre a América por isso, como se a culpa da ditadura norte-coreana também fosse… do Ocidente). São analisadas como notas de rodapé que ninguém lê antes de assinar.

Na verdade, não é um acidente no projeto “progressista”, e sim sua consubstanciação mais inescapável. Os progressistas, que odeiam o mercado (“imperialista” e “desigual”, embora queiram acabar com o embargo comercial a Cuba para salvá-la da miséria que é viver sem mercado, sem perceber a contradição), não podem suportar a idéia de que as pessoas trabalhem para quem quiserem, que circulem livremente (basta pensar em Cuba, ou no Muro de Berlim, quando não há um mar de tubarões ao redor), que ajam por seus próprios desejos individuais, ao invés de subordiná-los à força estatal.

Como o progressista quer uma sociedade programa, centralizada, dirigida, com um projeto único a ser obedecido, sem liberdade de ação autônoma para fora do que foi previamente mandado, é uma conseqüência óbvia de que é a favor da estatização completa não apenas da economia, mas da própria vida humana – que perde seu poder de livre associação, sendo obrigada, sempre, a só obedecer ao Estado.

É assim que o progressista acaba com as variações do mercado, com a “desigualdade”, com o desemprego – no dizer de P. J. O’Rourke, a Constituição soviética garante a todos um emprego. Uma idéia bastante assustadora, eu diria. Se essa sociedade planejada “para o bem de todos” não pode conter “acidentes”, desigualdade, concentração, exploração e outras palavras de forte apelo emocional, mas que só mascaram a realidade com uma interpretação insana, esses médicos que vieram para cá, fazendo teatrinho já no aeroporto (como descer de jaleco e estetoscópio no pescoço depois de uma viagem transcontinental), é insofismável que essas pessoas poderão apenas trabalhar para o Estado. E para quem o Estado original, o dono de sua força de trabalho, permitir.

Se há a possibilidade de livre associação em uma sociedade liberal, os médicos cubanos são a prova de que, na sociedade “progressista”, há a hierarquia, o controle, a disciplina e a obediência. O trabalho de médicos que serão obrigados a mais-valiar para a ditadura cubana, sem direito a ter por aqui uma vida normal, que todo progressista que elogia o ato do governo tem, é prova de que a escravidão é o destino dessa sociedade com política e economia “planejada” e estatal.

Eu ia escrever umas linhas sobre essa nomenclatura “progressistas” e “reaças”, em virtude desse gracejo que recebi de uma “progressista” nesta semana (contextualizando: eu mantenho, no twitter, uma lista chamada “pilantras & picaretas”, com gente que solta essas bobagens “pogreçistas”, que uma vez por ano eu consulto para rir):

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Porém, o artigo do Flávio transmite tudo o que é necessário.

E, se isto não fosse suficiente, a suzana Guaranikaiowá (ahn, “pogreçista” adora se dizer defensor de índios, mas não tem nenhum problema com escravos cubanos…) demonstra, ela mesma, tudo o que o Flávio explicou e analisou tão bem:

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A moça foi espancada pela PM do Rio? Ou foi apenas (mais) uma acusação falsa? Vai saber…

Temos mais diversão abaixo – inclusive Brecht em meio a butique e outras coisas non-sense:

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Ela também quer quebrar tudo no Rio! “Black-bloc-wannabe“…

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Descobri que os “pogreçistas” usam “feyssy”, uma versão talvez mais politicamente correta e “pogreçista” (não capitalista) do Facebook?!

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Ué, não queria “quebrar tudo”? Mudou de idéia? Numa língua que assemelha-se ao Português de forma distante, mas revela a incoerência…

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Novamente, a língua tem algumas semelhanças com o Português, mas ignora algumas premissas básicas – afinal, concordância deve ser coisa de “reaça”, né?! Fica mais “pogreçista” escrever “o povo…colocassem”. 

O melhor desses “progressistas” (ou “pogreçistas”, no linguajar deles) é que eles mesmos se humilham a tal ponto que é totalmente desnecessário (ainda que delicioso) um texto como aquele do Flávio para colocá-los em seu devido lugar – o esgoto.

Para fechar, um representante bastante conhecido dos “pogreçistas”: o ator Zé de Abreu – contratado da Rede Globo há décadas, mas que fica reclamando do “PIG” de forma discreta, velada. O sujeito escreve bobagens impagáveis no twitter, e quando alguém o processa (como fez o Ministro Gilmar Mendes), ele enfia o rabinho entre as pernas.
Quando a blogueira cubana Yoani Sanchez esteve no Brasil, ele não ficou com medo de ser processado e soltou essa pérola:

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Mas, que coisa!, quando os escravos cubanos foram hostilizados há alguns dias, no Ceará, o mesmo José de Abreu escreveu essa lindeza:

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Em fevereiro ele foi preconceituoso, e em agosto ele reclamou do preconceito alheio.

Coerência é tudo, não?!

A vidente de Gilma Russeph

A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:
– Vejo a senhora passando em uma avenida bem larga, em carro aberto, e uma multidão acenando.

Gilma Russeph sorri, altiva, e pergunta:
– Essa multidão está feliz?
– Sim, feliz como nunca!
– E eles estão correndo atrás do carro?
– Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.

– Eles carregam bandeiras?
– Sim, bandeiras do PT e do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
– Eles gritam, cantam?
– Gritam frases de esperança: “Agora sim! Agora vai melhorar!”

– E eu, como estou reagindo?
– Não dá pra ver.
– E por que não?
– Porque o caixão está lacrado.

Agradeço a preciosa colaboração da querida amiga Cibele, que me enviou a preciosidade acima por e-mail.

 

A falta de GESTORES da administração pública

Depois que o (des)governo Dilma criou o factóide absurdo, autoritário e estúpido de obrigar médicos a trabalharem 2 anos no SUS antes de formarem-se (mas acabou voltando atrás, porque, claro, era apenas mais um factóide), ouvi algumas idéias interessantes.

Uma delas seria obrigar que prefeitos, governadores, presidente, vereadores, deputados e senadores eleitos fizessem um curso de Administração Pública por 2 anos, antes de serem empossados. O cara é eleito em 2014, passa 2 anos estudando, e assume em 2016.

Isso não seria suficiente para a prefeita de Cubatão, litoral de SP.

A referida senhora causou um problema gigantesco em maio e em junho últimos, devido à sua incompetência, sua ignorância e seu desprezo pelo senso do ridículo. Um rápido resuminho primeiro:

Um congestionamento superior a 50 quilômetros é registrado nas vias de acesso ao Porto de Santos, no litoral paulista, na manhã desta terça-feira (28). Motoristas de caminhões de carga estão parados nas rodovias Cônego Domênico Rangoni e Anchieta desde a madrugada, com dificuldades para chegar aos terminais da maior zona portuária do Brasil. O problema no trânsito também tem reflexos na rodovia Anchieta, que registrou mais de três quilômetros de congestionamento durante a madrugada.

De acordo com a Ecovias, concessionária que opera o sistema Anchieta-Imigrantes, o motivo do congestionamento é uma nova norma adotada pela prefeitura de Cubatão, que só permite que os caminhões entrem nos pátios de espera do município entre 8h e 18h. Na madrugada, esses pátios reguladores, que funcionavam 24 horas, ficaram fechados. A regra vigora desde segunda-feira.

Com a restrição aos espaços, onde motoristas costumavam aguardar a vez para descarregar as mercadorias, a rodovia Anchieta virou estacionamento provisório. Segundo a prefeitura de Cubatão, a norma foi implantada para tentar enfrentar os problemas causados pelo excesso de caminhões nos locais. De acordo com a medida tomada pela prefeitura de Cubatão, quem não cumprir a nova regra pode ter as atividades suspensas de 10 a 30 dias ou ter o alvará de funcionamento cassado. Em nota divulgada na segunda, primeiro dia da restrição, a administração do município disse que o problema dos congestionamentos só vai ser amenizado com “solução metropolitana”.
Íntegra da reportagem AQUI
Quem quiser, pode ler muito mais sobre o caso (que começou no final de maio, e estendeu-se até junho) AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.

Marcia rosa cassada prefeita cubatão

Feitas estas considerações iniciais, vamos ao mais importante: a prefeita de Cubatão, Marcia Rosa (PT), só poderia mesmo ser do PT. A ilustre, na foto ao lado, chegou a ser cassada, mas não por incompetência – o que seria, convenhamos, o mais adequado. 
 
Ela concedeu uma entrevista à Rádio Bandeirantes do litoral, em meio à comoção da bagunça criada pela sua burrice galopante aguda.
 
Caro leitor: POR FAVOR, ESCUTE A ENTREVISTA DADA PELA PREFEITA MARCIA ROSA, DO PTO áudio, em MP3, está AQUI.
 
Esta senhora, na entrevista, mostra que não haveria curso (de 2, 10 ou 20 anos) que pudesse transformá-la numa gestora. A entrevista expõe de forma vexatória a incompetência desse senhora.
 
Lastimável é pouco.
 
Dá vergonha ouvir o desfile de incompetência, desinformação, ignorância, petulância.
 
Mas não adianta pedir impeachment: ela foi eleita DUAS VEZES, democraticamente, por voto direto, prefeita de Cubatão.