Debate qualificado demanda bons argumentos

A afirmação é óbvia: para se promover um debate de bom nível, qualificado, é preciso que haja bons argumentos. Todavia, no Brasil, isso nem sempre (ou quase nunca) é levado em consideração.

Ainda que com certo atraso, vi há pouco, na GloboNews, um debate sobre o desarmamento no Brasil. Eis aqui a íntegra do programa (espero que o YouTube não o tire do ar):

http://www.youtube.com/watch?v=xYwnNq8aJNU

Temos ali uma demonstração explícita de que faltam bons argumentos para os que defendem o estatuto do desarmamento no Brasil.

A Dra. Selma Sauerbronn, vice-procuradora geral do MPF do Distrito Federal e professora de Direito, passou vergonha. Seus fraquíssimos argumentos seriam desmontados com grande facilidade por uma criança inteligente – um adulto inteligente “nadaria de braçadas”. Foi exatamente o que fez o Prof. Benê Barbosa.

Por exemplo: logo no começo (por volta de 1 minuto e 35) ela cita UM exemplo de um sujeito que usou uma arma (“escopeta”, segundo a doutora) para dizer que o povo brasileiro e os latinos “no geral” são muito “passionais” (um breve parêntesis: Minha senhora, não confunda passionalidade com tendência homicida!), e facilitar a obtenção legal da arma aumentaria a violência.

De toda sorte, um pouco depois (5 minutos e 10), o Alexandre Garcia citou o exemplo de uma senhora idosa do Sul do Brasil que reagiu a um assalto e salvou-se graças ao fato de ter um revólver velho em casa – e o bandido levou a pior, felizmente. E diante deste exemplo, qual o “argumento” da Dra. Selma? Ela diz que “nós não podemos estar buscando se posicionar acerca de tamanha alteração legislativa a partir de um único caso” (vou me abster de comentar o gerundismo de telemarketing de uma PROFESSORA).

Mas, minha senhora, com todo o respeito, a senhora começou o debate citando exatamente um único caso para sustentar seu argumento de que o cidadão não pode possuir arma porque o brasileiro é passional e acabaria atirando com uma escopeta no dono da oficina mecânica!

Este foi apenas um dos diversos exemplos. Ao longo dos cerca de 20 minutos a Dra. Selma acabou levando uma surra de dados. O pior é que ela hesitou: num momento ela dizia uma coisa, e quando confrontada com um questionamento, retrocedia no próprio argumento. Ela passou vergonha o tempo todo.

Esse baixo nível do dabate (e a mulher é professora!!!!) é generalizado no Brasil.

Infelizmente.

Mas, no meio tempo, a internet está cheia de EXCELENTES argumentos, não é, ex-ministra?!

2015-04-14 16.19.29

E os MAV’s do PT, então?! São os reis dos argumentos:

HumansofPT_2015-Apr-14

O mito da “nova classe média” inventado pelo PT esfacela-se

Há alguns anos, a imprensa no geral – e alguns “especialistas”, entre muitas aspas – vem enaltecendo a tal “nova classe média”. Segundo os iluminados, durante os anos do mandato do Lulla surgiu no Brasil esta “nova classe média”, em decorrência principalmente das chamadas “políticas sociais” defendidas pelo PT – sendo que a mais famosa e comentada delas, o Bolsa Família, foi criada por Fernando Henrique Cardoso e foi duramente criticada por ninguém menos que Lulla:

Eu já havia escrito AQUI no blog sobre esta falácia de “nova classe média”, mas, para resumir, o ponto principal é o seguinte: o governo mudou os parâmetros que definem o que é classe média, o que distorceu as estatísticas posteriores. Vai aqui um trecho do que eu escrevi:

Para quem não se lembra, a SAE – Secretaria de Assuntos Estratégicos (que tem status de Ministério, como se no Brasil do PT houvesse necessidade de 39 ou 40 ministérios!) foi criada apenas para alojar mais algumas centenas de cumpanheiros, reforçando a estratégia de locupletar-se no poder que o PT sempre teve.
O tempo foi passando, e a tal SAE foi juntando teias de aranha.
Para dizer que a Secretaria tinha alguma função, algum burrocrata resolveu inventar uma mudança nos critérios de classificação das classes sociais. Com isso, instaurou-se uma situação verdadeiramente SURREAL. Aplicando-se os novos critérios, pessoas com renda familiar per capita entre R$ 290 e R$ 1.019 são as que formam a classe média brasileira.
O sujeito que ganha, mensalmente, R$ 290,00 é classe média???? Como assim?

Ontem eu estava vendo na TV (na GloboNews, se não me engano) uma reportagem que citava um estudo da FGV que indicava que a inflação no primeiro trimestre deste ano estava afetando com muito mais intensidade os mais pobres. Ok, isso não é novidade. Mas em dado momento, a reportagem citou, en passant, que o estudo da FGV considerava que os mais pobres são aqueles que ganham menos de R$ 2 mil mensais. Infelizmente, a reportagem não detalhou se 2 mil por família ou per capita.

Mas o importante é o seguinte: hoje em dia ninguém sabe mais o que significa CLASSE MÉDIA. Muito menos o que seria a NOVA CLASSE MÉDIA. Foram tantas classificações diferentes (e conflitantes) que o país simplesmente perdeu toda e qualquer noção. As pessoas não sabem mais se são classe média. Os órgãos de governo não sabem mais quem é classe média. Os institutos de pesquisa (de opinião ou de mercado) não sabem mais quem é classe média. Este “novo conceito” de “nova classe média” é tão ridículo e tão grotesco que até mesmo uma Marilena Chauí é capaz de criticá-la – de forma burra, deturpada, claro, afinal trata-se de uma Marilena Chauí, que não passa de uma picareta rastaquera elevada à condição de “intelequitual” por falta de outro nome para o “cargo”. A questão foi abordada numa reportagem do Estadão de sábado:

Um dos méritos dos tempos de crescimento econômico e das políticas sociais do governo foi garantir que a chamada nova classe média pudesse olhar no longo prazo e planejar o futuro. Segundo especialistas em baixa renda, os 35 milhões de brasileiros que saíram da pobreza tiveram acesso não apenas ao iogurte e ao televisor de 42 polegadas. Finalmente puderam almejar o ensino superior, a casa própria em área com infraestrutura básica e assumir gastos fixos com serviços mais sofisticados – como a internet, que amplia a rede de amigos e as oportunidades de trabalho. Mas a recessão que ronda o País pode comprometer a escalada na pirâmide social.

Dois indicadores divulgados na semana passada sinalizaram uma tendência nefasta para essa parcela. De um lado, o IPCA, que mede a inflação oficial do País, passou de 8% no acumulado em 12 meses. A taxa de desemprego da Pnad Contínua, que detalha o mercado de trabalho em 3,5 mil municípios, subiu para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Há um milhão a mais de desempregados. Ou seja, os números atestam a deterioração simultânea do emprego formal e do poder de compra.

A íntegra da reportagem está AQUI.

A primeira frase, que eu grifei, é ótima: os tais 35 milhões de brasileiros que saíram da pobreza são fruto de um apurado Cálculo Hipotético Universal Teórico Estimado – C.H.U.T.E na sigla para os íntimos.
Ora, se ninguém sabe quem é classe média, pobre, rico, então fica impossível calcular (ou estimar) quantas pessoas saíram da pobreza e quantas entraram nela. Parece bastante óbvio, e é, mas ignora-se o óbvio no afã de tentar achar uma explicação simples (e errada) sobre as mudanças no mercado consumidor do país.

Um terço dos baianos vive do bolsa familia

Que “nova classe média” é esta que não recebe um salário capaz de cobrir despesas essenciais como plano de saúde? Ou ainda: uma classe média que vive de bicos pode ser considerada classe média? Mas o pior é que tem gente (ahn, os iluminados!) que vai além: esta “nova classe média” ainda por cima é burra e ingrata:

O presidente do PT, Rui Falcão, avisou: quem votar em Dilma Rousseff estará votando, na verdade, em Lula – aquele que, segundo suas próprias palavras, não consegue “desencarnar” da Presidência.
A “promoção casada” foi explicitada em entrevista de Falcão ao jornal Valor. Respondendo a uma questão sobre se Lula terá “maior participação” em um eventual segundo mandato da presidente, o petista disse que “sim” e explicou, praticamente sem rodeios, que a passagem de Dilma pelo Planalto serviu apenas para guardar lugar para seu chefe.
“Precisamos eleger a Dilma, para o Lula voltar em 2018”, disse Falcão. “Isso significa que, ela reeleita, começa o ciclo de debate, de planejamento, para que o nosso projeto tenha continuidade, com o retorno do Lula, em 2018, que é a maior segurança eleitoral de que o projeto pode continuar.”
A preocupação de Falcão e da militância petista é compreensível. Embora a propaganda oficial martele que o PT está fazendo um governo revolucionário, que tirou milhões de pessoas da miséria e as levou ao paraíso do consumo, os eleitores em geral parecem cada vez mais descontentes. Com crescimento econômico pífio, inflação alta e perspectivas sombrias para o emprego, é natural que o tal “projeto” petista esteja sendo questionado, conforme mostram todas as pesquisas de opinião e de intenção de voto.
Para Falcão, porém, a chamada “nova classe média” tem reclamado do governo porque não foi devidamente instruída sobre os benefícios que a administração petista lhe deu. Faltou que Dilma lembrasse a essa gente que sua ascensão social se realizou não graças a seus méritos pessoais, mas pelas magnânimas políticas do governo. É a tese da ingratidão, levantada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e corroborada por Lula. “Essa ideia do mérito próprio estimula a fragmentação, o individualismo, afasta as pessoas de coisas mais sociais, coletivas”, disse Falcão. Para ele, Dilma errou ao não “dialogar” com essa classe média “individualista”.

Não é uma belezinha essa declaração iluminada do Rui Falcão?! O texto acima é um trecho de um editorial do Estadão, que pode ser lido na íntegra AQUI.

Pergunta: como essa “nova classe média” sobrevive com impostos tão altos no Brasil?

Carga tributária brasileira

O problema é o seguinte: quem paga imposto (em qualquer país em que a lógica não seja atropelada) é a classe média. Os mais pobres não pagam impostos porque não têm sobre o que pagar (patrimônio e ganhos de capital) e consomem menos – portanto, “escapam” dos impostos sobre consumo, como IPI, ICMS etc. Por outro lado, os ricos (ricos mesmo) têm diversas ferramentas legais e alguns subterfúgios não tão legais para escapar de muitos impostos. Então, sobra à classe média o fardo de sustentar um Estado inchado, com 39 Ministérios (sendo uns 20 completamente inúteis), e milhares de funcionários em cargos de confiança que não fazem nada – mas ganham muito.

Porém, no Brasil, a lógica é atropelada.
O sujeito recolhe impostos altíssimos, mas não pode usar o SUS porque o serviço é uma porcaria – aí, precisa pagar plano de saúde. Para os filhos dos casais de classe média estudarem, os pais precisam pagar as mensalidades de escolas/colégios particulares, pois os do Estado são péssimos. Quem desejar um pouco mais de segurança precisa fazer seguro de automóvel, casa, tablets, celulares e qualquer outra coisa, pois o Estado não oferece a segurança pela qual pagamos. Isso sem falar em sistemas de sgurança para as casas e apartamentos, portarias e guaritas blindadas, empresas de segurança particulares… E assim sucessivamente…
Desta forma, a classe média paga impostos para ter serviços que o Estado falha miseravelmente em oferecer (saúde, educação, infra-estrutura, saneamento, segurança etc), é obrigada a pagar novamente pelos mesmos serviços, desta vez recorrendo à iniciativa privada, e aí fica sem dinheiro para poupar, investir, viajar etc.

Por algum tempo, dá para disfarçar, aumentando a oferta de crédito aparentemente barato. Mas cedo ou tarde, alguém sempre paga a conta.
O mito de “nova classe média” está se esfacelando, pois as mentiras que o PT vem contando há anos não são mais capazes de esconder a “contabilidade criativa” (mentiras deslavadas sobre os gastos do governo, que crescem graças ao populismo e à incompetência gerencial, e, ao mesmo tempo, configuram CRIME), e a piora da economia (que gera aumento dos juros, perda do poder de compra graças à inflação, desemprego, inadimplência etc).

Cedo ou tarde, a verdade viria à tona. A farsa cairia.

Já começou a cair.

Mais uma comunista que não leu o Manifesto Comunista

Recebi por e-mail o link para o blog de uma comunista que não leu e/ou não entendeu o Manifesto Comunista de Marx e Engels. Eis aqui o que a brilhante pensadora escreveu logo no segundo parágrafo de um texto disfarçado de um amontoado de bobagens:

Os malucos que tanto me xingaram não sabem, imagino, que Marx acreditava em uma sociedade cooperativa, livre de exploração e comandada pelo trabalhador. Marx nunca falou na apropriação dos meios de produção pelo estado. Marx não estava nem aí para o estado.

O grifo é meu nas últimas duas sentenças, pois quero ressaltar um trecho do Manifesto Comunista que prova que a iluminada não se deu ao trabalho de chegar até a página 42 DESTA EDIÇÃO EM PDF (simplificada e traduzida, para facilitar a vida de quem tem dificuldades na compreensão de textos) da obra mais importante (e básica!) para aqueles que desejem defender o comunismo:

(…) nos países mais adiantados, as seguintes medidas poderão geralmente ser postas em prática:
1. Expropriação da propriedade latifundiária e emprego da renda da terra em proveito do Estado. (…)
5. Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo.
6. Centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de transporte.
7. Multiplicação das fábricas e dos instrumentos de produção pertencentes ao Estado, arroteamento de terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, segundo um plano geral.

Notem que transcrevi apenas e tão somente os itens que usam de forma clara e inequívoca o termo “Estado”.
A iluminada escreveu que Marx “nunca falou na apropriação dos meios de produção pelo estado. Marx não estava nem aí para o estado“.

Ela nem se deu ao trabalho de ler o Manifesto Comunista?
Sério, não precisava nem entender, bastava LER!

E olha que o Manifesto Comunista é um livro curtinho, fácil de entender (para quem sabe ler, obviamente) e fácil de conseguir (coloquei o link para o download do PDF lá em cima). Seria ultrajante sugerir a uma pessoa que não entendeu sequer o Manifesto Comunista a leitura de O Capital, uma obra bem mais volumosa e complexa.

Mas, como sabiamente disse Ronald Reagan, em 25 de Setembro de 1987:

“How do you tell a Communist? Well, it’s someone who reads Marx and Lenin. And how do you tell an anti-Communist? It’s someone who understands Marx and Lenin.”

2014-07-06 21.07.57

As feminazis e o politicamente correto passaram do limite

Nesta semana, dois fatos chamaram minha atenção – e ambos são fruto direto do crescimento da ignorância que assola certos grupos no Brasil. Ambos os fatos afetam diretamente as estratégias de propaganda e comunicação de empresas e de governos e organizações. O que mais me assustou nos dois episódios que vou sintetizar adiante nem foi o radicalismo ignóbil e cego de grupelhos extremistas e ignóbeis, como as feminazis; fiquei muito mais preocupado porque jornais teoricamente sérios deram amplo espaço para estas demonstrações ridículas de falta de limites e bom senso. O caso que eu achei o mais grave foi o da Skol. Remeto à matéria do portal Meio & Mensagem para resumir:

Na última quarta-feira, uma campanha da Skol veiculada em outdoors causou polêmica por, supostamente, incentivar os consumidores à perda do controle e até a cultura do estupro. Após a mobilização de duas amigas nas redes sociais, as fotos viralizaram, ganharam as páginas de jornais de todo o País e obrigaram a marca a tomar uma atitude. Nesta sexta-feira, a Skol apresentou a nova peça, que substituirá a antiga veiculada. Com os dizeres “Não deu jogo? Tire o time de campo. Neste carnaval, respeite”.

A íntegra da matéria, inclusive com as imagens, está AQUI. O caso também ganhou repercussão em diversos jornais e portais noticiosos. No âmbito da atuação de empresas, grupos de pressão não são novidade. Porém, a situação fugiu de controle. Atualmente está muito fácil as empresas curvarem-se a “escândalos” promovidos por pequenos grupelhos de gente ignorante, sem nenhum bom senso, mas muito organizada e barulhenta. Essas feminazis são um excelente exemplo. Felizmente elas são uma minoria, muito pequena mesmo; infelizmente, são organizadas, extremistas, persistentes e agressivas. Acabam conseguindo produzir algum barulho – mas dependem de conseguir espaço para suas reivindicações esdrúxulas e toscas. Um exemplo internacional eu li no jornal O Globo de novembro de 2014 (AQUI):

A britânica Karen Cole publicou em seu perfil no Twitter uma foto de sua filha Maggie, que adora super-heróis, ao lado de um cartaz nada amigável numa filial do supermercado Tesco, no centro de recreação Tower Park, na cidade de Poole, no litoral sul da Inglaterra. A placa, que estava na sessão de brinquedos da loja, se referia ao novo despertador dos super-heróis da Marvel como um “divertido presente para meninos”. A rede já removeu o pôster, mas a imagem de Maggie irada ao lado dele se tornou viral e foi retuitada mais de 10 mil vezes. Foi a própria garotinha, de 7 anos, que fez a reclamação para a mãe. Além de remover o cartaz, a rede Tesco pediu desculpas formais, acrescentando que o relógio é “um ótimo presente para meninas e meninos”. A companhia tomou conhecimento do incidente quando Karen disse no Twitter: “Minha filha de 7 anos que adora super-heróis não ficou nada feliz ao ver esse cartaz no @Tesco hoje”. A mãe de três filhos contou à rede de TV BBC que Maggie sempre gostou de heróis, dragões e cavaleiros. Ano passado, Karen teve que explicar para a garotinha que “todos os brinquedos eram para todas as pessoas”, depois que a pequena aventureira se mostrou preocupada que alguns brinquedos fossem apenas para meninos, e outros só para meninas. “Quando ela viu a placa, ficou confusa, porque ela dizia exatamente o oposto do que eu tinha ensinado a ela”, contou Karen à BBC. A mãe ficou surpresa e muito satisfeita com o barulho que sua reclamação fez nas mídias sociais.

Constata-se, pois, que grupelhos de feminazis e suas práticas chucras não são exclusividade do Brasil, muito pelo contrário. Mas esses grupelhos extremistas estão ganhando espaço e criando, com isso, efeitos deletérios: uma criança de apenas 7 anos “irritada” com esta bobagem? Obviamente os pais desta criança devem ser dois paspalhos. Esta é outra tendência que venho observando: os pais, hoje, têm medo de colocar limites em seus filhos, mas isso é outro assunto (a reportagem afirma, na última frase, que a mãe ficou “satisfeita” com a reclamação da filha, o que apenas reforça a evidência: a menina é vítima da burrice galopante da mãe).

Retomando o caso da propaganda da Skol: sim, a propaganda é ruim, mas nem de longe ela incentiva estupro. Trata-se apenas de mais uma propaganda de cerveja ruim. Aliás, é preciso reconhecer: no Brasil, nunca vi propaganda de cerveja que não fosse ruim. Há algumas que são péssimas, e há aquelas que são apenas ruins. Mas e daí?

Se as empresas caírem nesta cilada, e permitirem que meia dúzia de desequilibradas histéricas pautem suas decisões de mídia, elas vão acabar se queimando e perdendo quem realmente importa: seus clientes. A sociedade está caminhando, a passos largos, em direção ao ridículo; tudo virou motivo para “mimimi”. Todo mundo, hoje, se sente ofendidinho por qualquer bobagem, e sai gritando “bullying! Machismo! Homofobia! Racismo! Transfobia!“. Há uns termos novos, que não sei nem o que significam e não vou perder tempo tentando reproduzir. As redes sociais, especialmente Facebook e Twitter, só fizeam esta tendência crescer, acelerar e intensificar-se.

O problema, todavia, é que acaba sendo dado muito espaço para estas bobagens. As redes sociais, hoje, estão pautando boa parte do jornalismo brasileiro – que anda, por seu turno, bastante ruim também. Exemplo gritante disso (íntegra AQUI):

Após repercussão negativa e críticas nas redes sociais, o Ministério da Justiça retirou do Facebook uma peça publicitária da campanha “Bebeu, perdeu”, voltada para os foliões neste Carnaval. Os internautas acusaram a campanha de promover o machismo e o bullying. Na imagem, duas jovens segurando celulares riem de outra garota. A mensagem da imagem traz o texto: “Bebeu demais e esqueceu o que fez? Seus amigos vão te lembrar por muito tempo”. Além de apagar o post, o Ministério da Justiça publicou um pedido de desculpas no Facebook pelo “equívoco”. “A campanha # BebeuPerdeu é muito mais do que isso. Nós nos equivocamos com a peça. Ela tem o objetivo de conscientizar jovens até 24 anos sobre os malefícios do álcool. Atuamos em políticas públicas em conjunto com a Secretaria de Políticas para a Mulher (SPM) contra a violência doméstica, o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. Pedimos desculpas pelo mal entendido e ao mesmo tempo contamos com a colaboração de todos na campanha”.
A SLA Propaganda é a agência criadora da campanha para o Ministério da Justiça.

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Sobre este caso da campanha do Ministério da Justiça: confesso que eu ri. Sim, minha primeira reação foi rir, porque afinal o Ministério da Justiça do PT estava sendo o alvo do histerismo dos grupelhos feminazis que apoiam…o PT!

Firefox 60 Não causa nenhuma surpresa, mas as feminazis são de esquerda e, na impossibilidade de elegerem uma Luciana Genro ou qualquer outra tralha, acabam votando (e apoiando) uma tranqueira como a Dilma. Porém, o destempero e o grau de delírios das feminazis sempre acaba falando mais alto, aí elas não resistem e começam a latir até mesmo contra a campanha publicitária do (des)governo que elas ajudaram a eleger.

Este caso da campanha “BebeuPerdeu”, aliás, me fez rir mais ainda quando fiz uma busca sobre o assunto para escrever este texto. O Google resolveu fazer um gracejo com a minha pessoa, e mostrou um link para aquele detrito chamado Caca CaPTal (alguns chamam de Carta Capital). O engraçado é que a reação histriônica das feminazis foi criticada até mesmo por quem se considera “leitor” desta porcaria (o sujeito que se acha leitor da Caca CaPTal não é leitor, pois ignorante demais para tal; trata-se, no máximo, de observador de figuras coloridinhas). Clique na imagem para ampliar: Ministério_da_Justiça_retira_do_ar_campanha_considerada_machista_—_CartaCapital_-_2015-02-14_02.06.28Pode-se ter a certeza do ridículo a que chegaram as feminazis quando até mesmo quem perde tempo visitando o site da Caca CaPTal critica essas desequilibradas. O link está AQUI (mas muito cuidado: ninguém com QI acima de 2 deve JAMAIS levar a sério o que a Caca CaPTal escreve; portanto, clique sob sua conta e risco).

Deixando o detrito da Caca CaPTal no lugar que lhe cabe (o esgoto), vamos falar sério. Depois que eu havia começado a escrever este post vi que o Leandro Narloch também havia escrito sobre estas destrambelhadas feminazis, e motivado justamente pelo caso da Skol. Eis aqui o excelente texto do jornalista (a íntegra está AQUI):

Tempos atrás, uma amiga minha estava indignada porque, ao correr na ciclovia da Avenida Sumaré, em São Paulo, não parou de levar assovios e buzinadas de motoristas e motoboys. Eram tantos que ela resolveu contar: foram 35 pequenos assédios em meia hora de exercícios.

Começo com essa história para dizer que sim, a vida das mulheres tem dificuldades – e seria legal se os homens mudassem alguns costumes. Ainda hoje tem gente – na internet e nos tribunais – aliviando a culpa de estupradores por causa do famigerado “mas ela estava de saia curta”. A favor de uma mudança de atitude há iniciativas positivas e propositivas, como a campanha Chega de Fiu Fiu.

O que me intriga é por que, fora uma ou outra exceção, as militantes que defendem essas causas legítimas são tão histéricas, voláteis, estridentes, paranoicas, desatualizadas, chatas, intolerantes, enfim, totalmente doidas?

Esta semana foi a vez de uma propaganda da Skol. Duas mulheres ficaram indignadas com a frase “Esqueci o ‘não’ em casa” do anúncio. Não há na propaganda nenhuma menção a mulheres ou a sexo, nenhum imperativo ou tentativa de imposição de regra, como haveria na mensagem “neste carnaval, não venha com essa de dizer ‘não’”. A frase está em primeira pessoa, indicado escolha voluntária – e as próprias feministas dizem que não se deve recriminar as mulheres que optam por dizer “sim”. Como a propaganda é de cerveja, talvez o máximo de interpretação que se possa extrair dela é “tudo bem eu beber um pouco mais, pois é carnaval”. Mas as duas mulheres viram ali um episódio de atroz opressão machista. Completaram o cartaz com a frase “e trouxe o nunca” e se fotografaram com cara de indignadas em frente ao anúncio.

Há casos mais absurdos. Na Páscoa de 2013, o chocolate Kinder Ovo levou pedradas na internet por ter produzindo uma versão do chocolate com embalagem azul, para meninos, e outra rosa, para meninas. Em novembro do ano passado, a onda de ódio e intolerância passou por um dos cientistas da equipe da sonda Rosetta, aquela que pousou no cometa. Feministas execraram o cientista Matt Taylor porque ele usava uma camiseta estampada com imagens de uma loira de biquíni. O rapaz foi a público chorando, para dizer que não foi sua intenção ofender as mulheres.

Com boa parte das feministas é impossível travar uma discussão elegante. Elas se eriçam diante da menor diversidade de opiniões. Se você não concorda com um ou outro argumento, é machista ou conservador. Tudo para elas é influência social, apesar do estudo de tendências evolutivas do comportamento humano ter revolucionado a economia, a psicologia e as ciências sociais nas últimas décadas. Não adianta você insistir que está vacinado contra a falácia naturalista, repetir que não há  nenhuma obrigação em seguir  ou aceitar tendências naturais. Elas vão logo achar que, ao citar Darwin, você está dizendo que as mulheres devem ficar em casa cuidado dos filhos porque isso é natural.

Se estas feminazis não fossem tão ignorantes, passariam mais tempo lendo ISSO do que fazendo ISSO ou ISSO. Contudo, se fossem menos ignorantes, não seriam feminazis. Em tempo: será que é apenas coincidência que as feminazis são feias de doer? Será que é pré-requisito para se filiar ao sindicato?

Feminazis

Luciana, você precisa estudar

Num momento de masoquismo extremo, assisti à “entrevista” da Luciana Genro ao The Noite do Danilo Gentili. O vídeo segue abaixo:

Em certo momento, depois de falar várias bobagens homéricas, ela disse que o Danilo deveria estudar mais.

Na verdade, quem PRECISA estudar é ela, Luciana, que concatenou uma série de bobagens sobre o mercado de capitais para atacar a “financeirização da economia”, seja lá o que ela ache que isso poderia vir a ser – mas não é.

Vou deixar de fora todas as bobagens que ela falou sobre o socialismo (momento no qual ela soltou o “vai estudar, Danilo”), porque ela não sabe nada sobre o assunto – mas se acha no direito de falar as mentiras e deturpações que são parte do combo ideológico do PSOL, do PSTU e das demais matilhas de boçais assemelhadas. O tweet abaixo desmonta a presepada da linha auxiliar do PT em menos de 140 caracteres:

O principal aqui é destacar as BURRICES que a Luciana Genro cometeu quando falou sobre bolsa de valores e mercado de capitais.

É assombroso que alguém que almeja ser Presidente da República (felizmente jamais será) não tenha NENHUM conhecimento mais elementar e básico sobre as funções da bolsa de valores e o funcionamento do mercado de capitais no geral. Não foi a primeira vez – muito pelo contrário! – que a Luciana soltou essa ladainha burra e obscurantista que leva os esquerdinhas padrão FFLCH a orgasmos cósmico-sensoriais: em todos os debates e nas propagandas de rádio e TV ela solta as mesmas besteiras.

2014-08-28 15.44.56Ao que parece, tudo o que ela sabe sobre bolsa de valores ela aprendeu com Gordon Gecko, do filme Wall Street, de 1987. Mas a Lu, coitada, não entendeu nem 80% do filme.

Ela acha que mercado de capitais e bolsa de valores são sinônimos de especulação, e, PIOR!, que o mercado de capitais é o “oposto” do setor produtivo.

Luciana, você precisa estudar. Você é ignorante.

Quando uma empresa precisa de financiamento para aumentar sua produção, o que ela faz? Uma das alternativas é justamente ir à bolsa de valores: vende ações (“pedaços” da empresa) a quem quiser comprar (que se torna sócio/acionista), e com isso arrecada dinheiro a ser investido no aumento da produção. O mercado de capitais, portanto, é uma das fontes de financiamento para empresas de todos os setores — indústria, comércio, serviços, agronegócio etc.
Sem capital (dinheiro, investimento) NÃO EXISTE EMPRESA, NÃO EXISTE PRODUÇÃO, NÃO EXISTE EMPREGO.
Aprenda o básico, Luciana! Nem me refiro a ler e entender algo mais complexo como Hayek, Schumpeter ou, vá lá, Marx. Mas pegue o caderno de economia de um jornal não especializado e pesquise sobre IPO. Veja as cotações das ações e pergunte a um amigo o que aquilo significa.

Impressionante que uma pessoa como a Luciana Genro seja tão burra (ou tão mal-intencionada) que não sabe (ou ignora) algo tão básico, tão elementar.

Mas a Luciana Genro é um pacote completo: ela fala bobagens sobre todo e qualquer assunto (como fica evidenciado na entrevista acima).

2014-09-14 17.49.33

O sistema tributário brasileiro explicado com cerveja

Suponha que, todo dia, 10 homens saíam para tomar cerveja e que a conta para os dez ficava em R$ 100. Se eles pagassem sua conta da forma como nós pagamos nossos impostos, ficaria mais ou menos assim:

> Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada.
> O quinto pagaria R$ 1.
> O sexto pagaria R$ 3.
> O sétimo pagaria R$ 7.
> O oitavo pagaria R$ 12.
> O nono pagaria R$ 18.
> O décimo (o mais rico) pagaria R$ 59.

Assim, foi o que eles decidiram fazer.
Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam muito felizes com o arranjo, até que um dia, o proprietário lhes fez uma oferta:
“Uma vez que vocês são todos tão bons clientes”, ele disse, “eu vou reduzir o custo da cerveja diária de vocês em R$ 20. As bebidas para os dez, agora custarão somente R$ 80.”

O grupo ainda queria pagar sua conta da forma como nós pagamos os impostos, de modo que os quatro primeiros homens não seriam afetados e continuariam a beber de graça.
Mas e os outros seis homens – os clientes pagantes?
Eles dividiriam os R$ 20 de desconto, de modo que todos eles obtivessem sua “quota justa”.
Eles calcularam que R$ 20 divididos por seis daria R$ 3,33.
Mas se eles subtraíssem isto da quota de cada um, então o quinto e o sexto homens teriam que receber para beber sua cerveja.
Assim, o proprietário do bar sugeriu que seria justo reduzir a conta de cada homem proporcionalmente ao valor pago por cada um, e calculou as quantias que cada um deveria pagar.

Assim:
> O quinto homem, como os primeiros quatro, agora não pagaria nada (100% de economia).
> O sexto agora pagaria R$ 2 ao invés de R$ 3 (33% de economia).
> O sétimo agora pagaria R$ 5 ao invés de R$ 7 (28% de economia).
> O oitavo agora pagaria R$ 9 ao invés de R$ 12 (25% de economia).
> O nono agora pagaria R$ 14 ao invés de R$ 18 (22% de economia).
> O décimo agora pagaria R$ 49 ao invés de R$ 59 (16% de economia).

Cada um dos seis que pagavam ficou numa situação melhor do que antes. E os quatro primeiros continuavam a beber de graça. Mas, quando saíram do restaurante, os homens começaram a comparar as suas economias.

“Eu só ganhei um real dos R$ 20”, declarou o sexto homem. Ele apontou para o décimo homem, “mas ele ganhou R$ 10!”.

“Sim, está certo”, exclamou o quinto homem. “Eu também economizei somente um real. É injusto ele ganhar dez vezes mais do que eu!”.

“É verdade!!” gritou o sétimo homem. “Porque ele deve receber de volta R$ 10 e Eu só recebi dois? Os ricos levam todas as vantagens!”.

“Espere aí “, gritaram juntos os quatro primeiros homens. “Nós não ganhamos nada. O sistema explora os pobres!”

Os nove homens rodearam o décimo e deram-lhe uma surra!
Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu para beber, de modo que os nove sentaram e tomaram suas cervejas sem ele. Mas quando chegou a hora de pagar a conta, eles descobriram algo importante. Eles não tinham, entre eles, dinheiro bastante para pagar nem a metade da conta!

E assim, senhoras e senhores, é como funciona nosso sistema tributário. As pessoas que pagam os maiores impostos são as mais beneficiadas pelas reduções de taxas. Taxem-nos demais, ataquem-nos por serem ricos, e eles simplesmente podem não aparecer mais. Na realidade, eles podem começar a beber no exterior, onde a atmosfera seja mais amigável
Para aqueles que entendem, não é necessária nenhuma explicação.

Para aqueles que não entendem, nenhuma explicação é suficiente.

PS – Tomei conhecimento desse texto graças ao Nelson Karsokas, aqui. Reproduzi, pois explica de forma bastante didática o tipo de mentalidade burra que domina grande parte das discussões no país hoje.

Margaret Thatcher

Começa a campanha eleitoral 2014: chega de PT

Tem início, oficialmente, a campanha eleitoral de 2014. É agora ou nunca: ou o Brasil derrota o PT, ou o PT acaba com o Brasil.

Não é exagero: as instituições democráticas têm resistido a estes 12 miseráveis e lastimáveis anos de PT, mas chega uma hora em que não dá mais.

NÃO DÁ MAIS.

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Desde 2003, o PT vem impondo uma triste e deplorável sucessão de derrotas para a democracia.

Quem acompanha este blog sabe, mas nunca é demais repetir.  A política (e as ações resultantes dela) tem impacto direto na vida de todos nós, seja no aspecto pessoal, seja no profissional. Pessoas, empresas e relações são afetadas pelas decisões políticas. Assim, a despeito de este blog não ser totalmente dedicado à política, basta ver no arquivo que o tema ocupa, sim, espaço relevante.

E agora em 2014 existe um conjunto de condições REAIS, palpáveis, factíveis, para afirmar com convicção que é possível, sim, derrotar o PT e seu projeto de poder totalitário, anti-democrático, populista e derrotista.

O Brasil, tão popularmente chamado de “país do futuro”, não terá futuro nenhum se eleger Dilma Rousseff para um segundo mandato (ou, numa alternativa igualmente desastrosa, Lulla, caso a geranta seja ejetada devido ao fraco desempenho). Não importa a pessoa – é crucial derrotar o PT e seu projeto de poder socialista.

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Um dos pontos-chave por trás das ações totalitárias do PT chama-se FORO DE SÃO PAULO.

Muita gente acha, honestamente, que ele não existe, que trata-se de “exagero” de anti-comunistas radicais. Entendo. Essas pessoas precisam apenas ter acesso à informação correta (o site oficial deles é um bom começo para mostrar que EXISTE, né?!).

A maioria dos que negam a existência do Foro de SP, por outro lado, é gente que sabe que ele existe, participa direta ou indiretamente, mas sabe que se a verdade sobre ele vier à tona, o PT perde o poder. Estes não me interessam. Se você se enquadra nesta categoria, pode ir embora (aliás, nem deveria estar aqui! Tem gente sem caráter e sem neurônio que se alinha a você – basta procurar o blog da socialista morena, do racista paulo henrique amorim etc).

Aqueles que desejam ter acesso à informação podem seguir a leitura. Garanto que poderão aprender algumas coisas importantes.

É preciso lembrar: todas as vezes em que o PT e Lulla perderam as eleições para Presidência foi por causa do discurso socialista.

Nas 3 primeiras campanhas, a população negou-se a eleger o sindicalista que pregava a moratória da dívida externa, apoiava o MST (que violava não apenas a lei, mas a propriedade privada, esta invenção abjeta do capitalismo democrático), e inúmeros outros temas caros ao socialismo – mas, restou provado, rejeitado pela maioria esmagadora da população.

Em 2002, diante do risco de perder pela 4a vez consecutiva a eleição, trataram de maquiar a verdade.  A “Carta ao Povo Brasileiro” foi apenas o começo. A partir daquele momento, o outrora candidato raivoso, socialista, inimigo das liberdades individuais, hipócrita e mitômano foi soterrado pela maquiagem de um moderado – que, infelizmente, acabou sendo eleito.

Contudo, o PT (e seus asseclas, como MST, CUT, o jornalismo da esgotosfera como CacaCaPTal e outros cacarecos) sempre fez o possível e o impossível para esconder o Foro de SP.  O discurso levado à população esconde as reais intenções do PT:

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O PT continua, sim, defendendo a implantação do socialismo.

Todos os programas de governo (os verdadeiros, não os que são divulgados amplamente) do partido afirmam isso de forma categórica.

Esses documentos REAIS, contudo, não são de conhecimento da maioria. Quem quiser conferir o documento finalizado em Maio deste ano (sim,  2 meses atrás) pode baixar o arquivo AQUI. Aliás, eu recomendo: não acredite em mim, leia o que o PT produz internamente e avalie se é isso o que você quer para o Brasil.

Socialismo é um atraso de vida. Graças ao socialismo, milhões de pessoas foram assassinadas – seja com armas, seja devido à fome criada pelo fracasso do socialismo na prática (vide a grande fome russa de 1921).

Não existe UM único país desenvolvido socialista. Nenhum. Jamais existiu. De novo: não sou eu quem está dizendo isso – trata-se de um FATO HISTÓRICO.

Vamos a alguns vídeos bastante instrutivos sobre o Foro de SP, então.

O primeiro: Dilma Rousseff dando as boas vindas aos que vieram para o Brasil para participar do XIX Encontro do Foro de São Paulo, realizado no dia 2 de agosto de 2013.

Reparem que ela usa o termo “progressista“. Ela não fala “socialista”, nem “comunista”, nem qualquer outro termo. Por quê?

Simples: primeiro, o comunismo ficou marcado pelos milhões de mortos na União Soviética e nos regimes que se inspiraram na URSS.
Para tentar esconder a verdade, passou-se a adotar o termo “socialismo” (há pequenas diferenças conceituais, que abordo em breve, mas grosso modo tratou-se de uma decisão de relações públicas: como o nome comunismo passou a ter rejeição alta, muda-se o nome).

Depois, socialismo também passou a ter uma “reputação” ruim. Foi quando surgiu a idéia de mudar o nome de novo. Surge, então, o “progressismo”. “Progressista” é o comunista que não tem coragem de se assumir como comunista, ou o socialista que sabe que existe a má-fama do termo.

Aliás, de forma bem resumida, qual é a diferença entre comunismo e socialismo?

Dentro da teoria marxista elaborada no século XIX, comunismo e socialismo seriam duas etapas sucessivas no desenvolvimento da sociedade humana, ocorrendo após o colapso do sistema capitalista. O socialismo seria caracterizado pela abolição da propriedade privada dos meios de produção e a instalação de um estado forte (“ditadura do proletariado”), capaz de consolidar o regime e promover a diminuição da desigualdade social. No comunismo, o próprio estado seria abolido, com a instauração de uma igualdade radical entre os homens.

Explicação um pouquinho mais detalhada pode ser lida AQUI. Neste link é possível observar também o lenga-lenga clássico dos comunistas frustrados: “na verdade nunca houve um país comunista de verdade, pois nem mesmo a URSS adotou TODOS os preceitos teóricos de Marx“. Trata-se de uma bobagem clássica, repetida ad nauseam após a queda do Muro de Berlim e derrocada da URSS.
Poder-se-ia dizer, seguindo esta “linha de raciocínio” (sic), que o capitalismo também nunca existiu, pois o que se vê na prática difere das teorias sobre o capitalismo. Isso explica-se porque uma teoria é apenas uma teoria – quando se coloca na prática, são necessários ajustes e mudanças. Trata-se, afinal de contas, de uma utopia.

Um vídeo curto (menos de 7 minutos) e bem humorado que trata disso está AQUI. Vale a pena ver (a rigor, ouvir, porque não passa de um áudio com imagen “decorativas”, mas ainda assim vale a pena). E, por fim, se alguém quiser ler o que Lênin e Engels pensavam sobre essa questão, está AQUI uma compilação que eu mesmo fiz.

Voltando ao Foro de SP, agora. José Dirceu, antes de ser preso, fala com todas as letras da criação do fórum socialista da América Latina (que, na prática, sempre foi chefiado pelo PT):

http://www.youtube.com/watch?v=px7nPh8GGIY

Finalmente, neste terceiro vídeo, temos o vigarista-mor: Lulla discursa durante a abertura do XIX Encontro do Foro de São Paulo, realizado no dia 2 de agosto de 2013, na cidade de São Paulo – mais precisamente, no Hotel Jaraguá.

Portanto,  depois destes 3 vídeos, alguém vai afirmar que o Foro de SP NÃO EXISTE?

Na dúvida, um vídeo mais longo e bem mais detalhado está AQUI. Nele, é possível ter uma compreensão mais abrangente da atuação desse grupo na América Latina. Repito: é longo, e por vezes meio chato (eu, como agnóstico e não-muito-fã-do-exército, acho um porre aturar a reza e outras coisas), mas está recheado de informações que merecem ser conhecidas.

E agora, para encerrar o assunto Foro de SP.

Está AQUI o mais completo, detalhado, abrangente e bem documentado perfil do Foro de SP. São dados acachapantes. Há os documentos oficiais do Foro de SP, vídeos, análises etc.

Enfim, tudo.

Isto posto, é preciso deixar claro que o PT não é ruim para o Brasil apenas e tão somente pela incompetência de seus integrantes (basta ver a situação social, econômica, institucional, política, legal do país), mas especialmente pela agenda deles. O objetivo do PT é criar a URSS da América Latina – esta é a razão da existência do Foro de SP. E o Brasil é o maior e melhor instrumento para que se atinja este objetivo.

TODOS os demais países que, direta ou indiretamente, integram o Foro de SP estão falidos, quebrados, miseráveis. Começando com Cuba, passando pela Venezuela e chegando na Argentina, estão todos quebrados, em claro e acelerado declínio econômico. O Brasil também está péssimo economicamente falando, mas é o único, entre o grupo todo,  que tem condições e potencial para reverter este quadro.

Resumo

A diferença entre paranóia e indigência intelectual disfarçada de modernidade

Leio no Estadão (íntegra AQUI) o seguinte (grifos meus):

Ele fez curso de Filosofia na Universidade de São Paulo (USP), mora em casa própria, diz que vive do salário de professor e lidera invasões de terrenos urbanos pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Guilherme Castro Boulos, de 32 anos, casado com uma sem-teto, dois filhos, nascido em uma família de classe média paulistana, se diz um marxista com a missão de acumular forças políticas para a revolução socialista. Para atingir sua meta, ele intensifica ações urbanas dos sem-teto e põe proprietários e mercado imobiliário em alerta.

Com base em sete Estados – mais de 50 mil famílias, 20 mil delas em São Paulo -, Boulos chefiou a pressão que durou sete dias na frente da Câmara Municipal da capital para abrir brecha no Plano Diretor e beneficiar uma dezena de assentamentos do MTST, entre eles o Copa do Povo, em Itaquera, na zona leste.

(…) Ex-militante estudantil do Partido Comunista Brasileiro (PCB), corintiano, ex-integrante da Gaviões da Fiel, torcedor da seleção de Felipão, Boulos se diz também um sem partido. A causa política imediata dele passa por dois espaços bem definidos.

O primeiro, assegurar a posse de áreas para o MTST construir moradias nas periferias de grandes cidades. A ferramenta para essa expansão é a mobilização dos sem-teto e de gente que mora de aluguel. De olho em terrenos para habitação popular, e usando o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, como fonte de financiamento, Boulos repete nas cidades a prática de pressão que o MST exerceu no campo, principalmente a partir de 1994.

Com especialização em Psicologia pela USP, onde entrou em 2000, ele tem bem claro que seu segundo objetivo é bem mais ousado: acumular apoios de massas das periferias urbanas para uma revolução socialista, discurso encontrado também no ideário dos sem-terra.

Filho do médico infectologista Marcos Boulos, que não fala sobre ele a pedido do militante dos sem-teto, o ativista entrou no MTST em 2002, influenciado pelas técnicas de organização ensinadas por líderes como João Pedro Stedile e José Rainha, artífices de centenas de acampamentos de lona preta em estradas e fazendas que o MST escolheu para reforma agrária nas últimas duas décadas.

Este meliante, perfilado na matéria do Estadão (que deveria ser lida, aliás), não apenas praticou terrorismo puro contra os vereadores de SP para que o Plano Diretor beneficiasse a organização que ele preside (MTST), mas, justamente por ter feito isso, ganhou uma coluna na Folha de São Paulo.

Quero enfatizar o trecho que eu grifei: o sujeito, que acaba de ganhar uma coluna no site do maior jornal do país, se diz “marxista com a missão de acumular forçar políticas para a revolução socialista“.

2014-05-21 16.30.48

Com isto em mente, registro que tomei conhecimento de um texto paupérrimo e (como não poderia deixar de ser) completamente equivocado, no qual afirma-se, entre outras coisas, isto (vou colocar apenas trechos, porque a íntegra é tão sofrivelmente ruim, mal escrita, que eu mesmo acabei de perder 4 neurônios lendo para selecionar apenas os excertos):

As redes sociais fazem parte da tecnologia de ponta. Mas, como a clonagem na ironia do grande pensador francês Jean Baudrillard, que usa o máximo da ciência para produzir a reprodução das amebas, elas têm servido para os embates ideológicos deslocados no tempo: comunistas versus capitalistas. Anticomunistas atacam seus supostos adversários como se estivéssemos nos anos 1950 ou 1960 à beira de revoluções marxistas. É a chamada retórica macarthista dos comandos de caça aos comunistas e das famílias com Deus pela liberdade. Uma conversa para fazer elefante dormir de tédio.
– Chico Buarque mora no Leblon e tem apartamento em Paris. Isso é que é comunista!
– Que absurdo!
– Por que esse hipócrita não doa tudo e vai morar em Cuba?
– Porque Chico ganhou seu dinheiro trabalhando, vive no capitalismo e não acredita que uma atitude individual, isolada, seja uma solução – responde o observador saturado de ouvir tamanha conversa fiada todos os dias.
Os argumentos dos anticomunistas tradicionais são de uma “sofisticação” intelectual sem tamanho. Coisa de cérebros privilegiados. A lógica não alcança esse discernimento tão particular. Pensamento raro. Rarefeito. Pressupõe-se que os tais “comunistas” queiram a pobreza de todos. Espera-se que coletivistas apostem em soluções individualistas.
(…) E se for um progresso, mas obviamente não o ideal, enquanto se espera que um dia, no sistema capitalista mesmo, todos tenham direito ao mesmo tratamento? E se a melhoria do capitalismo passar por essa dupla articulação antagônica e complementar: iniciativas individuais e políticas públicas de ampliação dos interesses de todos. Os países escandinavos têm dado exemplos marcantes das possibilidades de êxito dessa estratégia.
(…) Faz parte de uma ideologia esperta: parem de querer cobrar impostos, desconcentrar renda, distribuir riqueza, criar uma sociedade mais equilibrada e diminuir desigualdades. Cada um que se vire. Como se vê, uma filosofia social altamente sofisticada e justa. Os problemas nunca são estruturais, sociais, históricos, mas sempre individuais, de “caráter” e de “índole”. Salvo quando o governo não dá incentivos para as “forças produtivas da nação” ou não cobre os prejuízos provocados por excesso de chuva ou secas. A preguiça sempre explica a falta de êxito nessa visão de mundo única.
A sociologia não existe. Só a psicologia. Aos mais aquinhoados devem ser reservadas todas as oportunidades de estudo e de formação. Aos demais, as escolas técnicas. A educação deve ser o mais eficaz sistema de hierarquia social. O lacerdinha cobra infraestrutura perfeita. E gasolina com imposto zero. Só isso. A demagogia é o seu pão de cada dia.
(…) O anticomunismo tem cheiro de naftalina. Vive a perseguir fantasmas. Coisa de cachorro louco.
Ou de psicopatas.
Salvo se for apenas indigência intelectual.
No popular, burrice.

O sujeito não apenas escreve como um perfeito analfabeto funcional (“produzir a reprodução”), mas ele mostra que “pensa” (sic) como um ao citar países escandinavos no meio de uma discussão torpe. O jeito é achar graça quando alguém tão burro tenta posar de intelectual (Emir Sader diria “pousar”), mas cai do cavalo de forma retumbante.

No fim do dia, o analfabeto funcional que cometeu este acinte AQUI passa vergonha ao dizer que o anticomunismo tem cheiro de naftalina. Na verdade, o que tem cheiro de naftalina podre é o comunismo per se, que o líder do MTST defende, e está trabalhando para conseguir. O sujeito quer implantar a revolução socialista, e não tem nenhum pudor em reconhecer isso.

Ele não sabe que o Muro de Berlim já caiu?

Ninguém avisou o mauricinho-engajadinho-marxista que o marxismo jamais funcionou?

2014-05-24 14.47.24

Mas ele segue lutando por isso.

E a Folha de São Paulo abre espaço para um mentecapto desses…

Mas tudo bem, no Brasil, termos partidos que têm “comunismo” e/ou “socialismo” no nome – isso não significa que eles defendem ou almejam o comunismo, certo? Felizmente esses partidos políticos têm sólidas e modernas plataformas, e contam com quadros inteligentes:

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A ignorância de um vereador (ora, vejam, do PT!) matando o Kinder Ovo

Eu ia escrever sobre o caso, mas acabo de ler a coluna do Reinaldo Azevedo tratando disso (os grifos são meus):

Ai, ai… Que coisa estupefaciente, para tentar usar uma palavra, assim, que expresse uma indignação algo elegante! A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou um projeto de lei que proíbe, oram vejam!, a venda de Kinder Ovo na cidade. É, leitor, você entendeu direito! Aconteceu na quarta-feira, dia 2. O texto é de autoria do petista Arselino Tatto, líder de Fernando Haddad na Casa. A estrovenga tramita desde 2009 e foi aprovada em votação simbólica, em… 36 segundos!!! Só Ricardo Young (PPS) declarou voto contrário.

A projeto, que agora aguarda sanção ou veto do prefeito Fernando Haddad, impede o que se chama de “venda casa de alimentos, acompanhados de brinquedos”. Venda casada? Até onde sei, isso e outra coisa: “Você só terá o direito de comprar X se, antes, comprar Y”. Quando se estabelece um determinado preço por um produto, ainda que ele comporte mais de um item, não há venda casada nenhuma! Fosse assim, seria preciso proibir os programas de televendas. Por quê? Se você adquirir uma escada multifuncional que costura, chuleia, caseia, prega botão e prevê o futuro, ganha não sei quantos outros badulaques “inteiramente grátis”. É venda casada?

É impressionante! Para começo de conversa, trata-se de uma lei escancaradamente inconstitucional. Só leis federais podem proibir a venda de produtos. A cidade de São Paulo não é um território autônomo. Não se pode, por aqui, cassar um direito — o de comprar Kinder Ovo ou o que seja do gênero — garantido a brasileiros outros que estejam fora das fronteiras do município. É ridículo! É bocó! É autoritário!

Não é a primeira vez que políticos e ONGs decidem “proteger as criancinhas”, tomando o lugar e a função que cabem aos seus respectivos pais e mães. Quem é o sr. Arselino Tatto — ou os vereadores de São Paulo — para decidir o que devo comprar ou não para os meus filhos? Querem proteger os infantes? Eu posso indicar aos valentes onde encontrar crianças em real situação de risco. Nunca tive notícia, de resto, de ser o Kinder Ovo um chocolate disputado a tapa por crianças. Se não é o mais vendido, e não deve ser, sem mesmo se pode fazer a ilação de que o brinquedo que o recheia seja um atrativo superior ao apelo de outras marcas. Ainda que liderasse o ranking, não estaria, por si, demonstrada a associação perversa.

No ano passado, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou dois projetos com propostas do gênero: um restringia a propaganda nos alimentos pobres em nutrientes, e outro proibia os brindes. O governador Geraldo Alckmin fez o certo e vetou os dois: o primeiro, em janeiro, e outro, em março. Por quê? Independentemente do mérito, a a regulação da propaganda é de competência federal. O Artigo 220 da Constituição é claro como a luz do dia — reproduzo em azul:

A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
(…)
§ 3º – Compete à lei federal:
I – regular as diversões e espetáculos públicos, cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada;
II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.
§ 4º – A propaganda comercial de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais, nos termos do inciso II do parágrafo anterior, e conterá, sempre que necessário, advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso.

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A tentativa de proibir propaganda de alimentos “não saudáveis” e os brindes tem uma patrocinadora poderosa: uma ONG chamada Instituto Alana, que se propõe a defender os direitos da criança. Se há coisa que não falta no país, como se sabe, é infante maltratado. A Alana, no entanto, não parece especialmente preocupada com a criança de rua, com a precariedade das escolas, com o trabalho infantil e tal. Nada disso! Sua obsessão é impedir que o capitalismo perverta a mente dos inocentes, incitando-os ao consumo irresponsável, o que poderia ser prejudicial à sua saúde. Huuummm…

A entidade está há muito tempo numa cruzada que busca, vejam que mimo!, proibir a veiculação de publicidade de alimentos “pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio no rádio e na TV” entre as 6h e as 21h. Só isso! Assim, nesse intervalo, só poderiam ser veiculados anúncios de espinafre, abobrinha, ricota e, creio, óleo de fígado de bacalhau, que me rendeu, na infância, golfadas épicas. Eu tinha bronquite, e alguém assegurou que a Emulsão Scott “fortalecia os pulmões”… O rótulo continua o mesmo. É o único bacalhau com cabeça que se conhece no mundo…

Mas atenção! Nada de dar um brinquedinho para estimular a criança a tomar aquele troço. A Alana também é contra porque seria antiético associar o regalo ao alimento. Essa história da colher de mingau com “olha o aviãozinho”, leitor amigo, é uma forma de perverter as crianças. A estupidez inconstitucional chega agora à Câmara dos Vereadores.

Eu tenho a solução
Eu tenho a solução. O Kinder Ovo para de rechear seus ovinhos com brinquedos. No lugar, a gente coloca trechos dos diários de Che Guevara e lições de Gramática Alternativa da dupla Lula & Dilma. O que lhes parece “no que se refere” a uma propaganda “menas” perversa?

Há uma área na periferia de São Paulo de tal sorte dominada pela Família Tatto que é conhecida, imaginem vocês, como “Tattolândia”. Pelo visto, ele quer estender esse particularismo a toda a cidade de São Paulo.

Se Haddad não vetar essa aberração, a questão irá parar no Supremo, e, é claro, a restrição será derrubada.

Temos aí MAIS UM CASO de político burro tomando as dores de ONGs inúteis que baseiam sua patética existência no estrume intelectual chamado de “politicamente correto” e apresentando uma proposta de lei que trata os cidadãos como idiotas. Essa idéia maluca, imbecil mesmo, limita (de forma ilegal) as liberdades não apenas de quem vende/fabrica produtos e serviços, mas também do consumidor.

Essa mentalidade da esquerda, que teima em tratar pessoas como gado, é velha. Ultrapassada. Reacionária. Obsoleta. Ridícula.

E, pior, trata-se de algo cumulativo: aos poucos, as liberdades individuais vão sendo proibidas e criminalizadas (veja-se o caso de outra lei RIDÍCULA, recentemente aprovada, a tal “lei da palmada”, por exemplo), e transfere-se ao Estado o poder de decisão sobre coisas banais do dia-a-dia.

Um prato cheio para gente que admira Stálin, Hitler, Mussolini, Pol-Pot, Chávez, Fidel et caterva.

Não adianta jogar a culpa nos políticos que apresentam projetos e propostas ridículas. Eles foram eleitos por voto direto. Quem elegeu Haddad e Tatto que se responsabilize pela cagada!

Que fique o registro: consta do documento produzido após o Encontro Nacional do PT em maio de 2014 (download AQUI) esta belezinha:

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Eu pago uma caixa de Kinder Ovo (enquanto não for proibido) a quem for capaz de citar 3 países que adotaram o tal “socialismo radicalmente democrático”.

Não existe. Simplesmente porque “socialismo democrático” é como “chuva seca” ou “Sol frio” ou “Dilma inteligente”.

2014-05-24 14.44.58