Síndrome de Peggy Sue: Lula, Dilma e os militontos engolidos pela verdade

Certas coisas são tão irônicas que dispensam grandes comentários e/ou análises.

Este vídeo, de 1998, é o exemplo perfeito disso:

Veja todas as acusações e reclamações contra o governo FHC e verifique se não poderiam estar TODAS sendo feitas hoje, 2015, contra Dilma. Aliás, TODAS e mais algumas, novas…

Irônico, não?!

Hoje temos um parque industrial DESTRUÍDO, inflação fora de controle, recessão (a pior da história do Brasil, ao que tudo indica até agora), política cambial arrasada, e até mesmo o Plano Real (aquele plano econômico que Lula dizia, em 1994, que jamais daria certo, e, depois de lançado,  fez o possível para sabotar) foi absolutamente devastado pela incompetência da dupla Lula+Dilma…

Enfim, o Brasil está um caco. Terra arrasada mesmo.

Mas os boçais de sempre continuam firmes e fortes, com os dois pés no chão (e as duas mãos também), comendo seu capim e incapazes de perceber a realidade…

Vamos nos divertir com a burrice alheia?! Lá vai:

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Ministério do governo Dilma conclui que Pronatec é inútil

Como dizem por aí, essa notícia é de fazer cair o cu da bunda. Começo com a reportagem do Estadão (íntegra AQUI):

O Ministério da Fazenda divulgou nesta quinta-feira, 24, um relatório de avaliação sobre o Pronatec mostrando que quem fez cursos profissionalizantes no programa federal tem praticamente a mesma “probabilidade” de voltar ao mercado formal de trabalho na comparação com aquele que não passou por nenhuma qualificação na maioria dos Estados. O material, apresentado pelo secretário-adjunto de Política Econômica, Fernando Barbosa Filho, analisa o período entre outubro de 2011, quando o programa foi criado e junho de 2013. A Fazenda avaliou a situação de 160 mil pessoas que foram demitidas, se matricularam ou se pré-matricularam em cursos no Pronatec e depois conseguiram se reintegrar ao mercado de trabalho com carteira assinada.

Os resultados revelaram que não existe diferença estatística significativa entre as probabilidades de reinserção no mercado de trabalho formal entre o grupo dos inscritos que cursaram e o grupo de controle na maioria dos Estados e eixos tecnológicos“, afirma Barbosa na avaliação. “O mesmo pôde ser verificado com relação aos ganhos salariais”, concluiu. O estudo teve como foco analisar uma parte específica do programa, o Bolsa-Formação, que é executado em parceira com Ministério do Desenvolvimento Social.

A apresentação acabou gerando um problema entre a equipe econômica e os ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social. Nesta quinta-feira, ao longo do dia, os comandos das duas Pastas tentaram convencer a Fazenda a não divulgar o documento, alegando que o material era superficial e poderia arranhar a imagem do governo. O Pronatec é uma das principais bandeiras do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff e de sua campanha de reeleição no ano passado.

Foi em vão. Como a Fazenda insistiu em divulgar o trabalho, o ministério da Educação convocou uma entrevista coletiva conjunta das três Pastas para minimizar o estrago e escalou um integrante do Desenvolvimento Social para fazer uma defesa pública do Pronatec.

Após a fala de Barbosa, o secretário de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Januzzi, afirmou que é preciso avaliar o Pronatec “em diferentes contextos e regiões”. O secretário de Educação Profissional e Tecnologia, Carlos Arthur Arêas, ressaltou que o programa atinge 77% municípios brasileiros e conta com mais de 600 cursos. “Os estudos são diferentes, mas não concorrem entre si”, minimizou.

Desde que chegou ao comando da pasta da Fazenda, Joaquim Levy iniciou um pente fino em programas do governo para avaliar possíveis cortes. O primeiro alvo foi o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa de financiamento de curso superior. Desde o começo do ano, o programa tem sido reduzido.

Não é novidade nenhuma que Dilma Ruinsseff se elegeu e se reelegeu com campanhas mentirosas, recheadas de baixaria. A reeleição, aliás, foi a campanha mais suja e sórdida da História, configurando o maior estelionato eleitoral já registrado (tratei disso AQUI).

Mas esse fato de hoje é inusitado por várias razões. Se fosse um jornal ou revista a divulgar um levantamento que apresentasse a conclusão de que o Pronatec é inútil (na medida em que NÃO faz diferença para a recolocação profissional de quem dele participa), imediatamente diriam que é mentira, que trata-se de uma invenção da “imprensa golpista”. Enfim, aquele conjunto de desculpas esfarrapadas e burras que os militontos do PT sempre bradam.

Porém, a afirmação de que o Pronatec, na prática, é inútil e, assim, serve apenas para gastar dinheiro público sem gerar resultados efetivos, veio do Ministério da Fazenda do próprio (des)governo Dilma! Basicamente, é uma confissão da mentira.

Convenhamos que não surpreende ninguém o fiasco do Pronatec. Qualquer pessoa com QI suficiente para entender a diferença entre capim e alface já sabia. Obviamente, os que comem capim seguirão defendendo o Pronatec mesmo diante dos fatos – como a mesma reportagem do Estadão deixou claro, ao citar a fala do Sr. Paulo Januzzi, que escolheu falar coisas que não têm RIGOROSAMENTE NENHUMA relação com as conclusões do levantamento apresentado pelo Ministério da Fazenda. O mesmo vale para seu colega, Sr. Carlos Arthut Arêas.

Repare lá, caro leitor, que ao vomitar o papo furado de “contextos e regiões” e mencionar “mais de 600 cursos” ou “atinge 77% dos municípios brasileiros”, os ilustres senhores que tentavam defender o fracasso mostraram que não tinham nenhum argumento realmente útil e factualmente crível para contestar o fiasco.

As falas dos senhores Januzzi e Arêas, aliás, são tão absurdas que sequer podemos dizer que elas estão erradas ou certas – elas simplesmente não têm NENHUMA RELAÇÃO COM A DISCUSSÃO.

É mais ou menos como o sujeito que ouve “Puxa, que dia lindo, limpo, Sol brilhando! Parece que não vai chover hoje” e responde “Num triângulo retângulo, a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa“. Olha, o Teorema de Pitágoras em si está correto, mas o assunto era o dia lindo e ensolarado, não a trigonometria!

Dizer que o sujeito saiu pela tangente não seria apenas um trocadilho infame após a referência trigonométrica, seria impreciso: os ilustres senhores fizeram como a chefa deles e deram declarações desparatadas, sem nenhuma lógica, totalmente desprovidas de nexo.

Como de costume, parabéns aos envolvidos! Provam, mais uma vez, que é preciso ser muito desqualificado intelectual e moralmente pra aceitar fazer parte deste desgoverno patético.

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PT transforma a Petrobras numa lojinha de US$ 1,92

Como eu afirmei neste blog inúmeras vezes (aqui, por exemplo), Dilma Ruinsseff é incompetente. Não apenas isso, evidentemente, mas a incompetência é um dos traços mais marcantes da personalidade da rainha da mandioca.

Pois nesta sexta-feira, 18/09, mais uma meta da Dilma foi dobrada: depois de levar à falência a lojinha de R$ 1,99 que ela abriu (na época da paridade entre o dólar e o real, frise-se), ela conseguiu levar a ação da Petrobras a um patamar inédito.

Dilma já havia batido todas as metas (negativas) ao destruir o valor de mercado da Petrobras – mas ela dobrou a meta!

Petrobras perde valor com Dilma
Enquanto as ações da Petrobras eram vendidas a R$ 7,53, EXATAMENTE US$ 1,92 , as petrolíferas ExxonMobil e Shell tinham suas ações negociadas na Bolsa de Nova York a US$ 72,75  (R$ 287,00) e US$ 49,61 (R$ 195,00), respectivamente.

Alguns detalhes de uma matéria do Estadão (íntegra AQUI) mostram o tamanho do problema da Petrobras:

A Petrobrás encerrou o segundo trimestre de 2015 com um lucro líquido de R$ 531 milhões, montante 89,3% inferior ao alcançado no mesmo período do ano passado (R$ 4,959 bilhões). A retração, em proporções maiores do que aquelas esperadas pelo mercado financeiro, tem origem no pagamento de um total de R$ 1,6 bilhão em multas discutidas no âmbito da Receita Federal e na realização de uma reavaliação no valor dos ativos (impairment), com efeito de R$ 1,283 bilhão. Também pesou a queda nas cotações internacionais de petróleo.
Este é o segundo lucro trimestral consecutivo obtido pela Petrobrás após o anúncio do prejuízo de R$ 26,6 bilhões no fechamento de 2014. No primeiro trimestre, a estatal reportou lucro de R$ 5,330 bilhões. É, também, o terceiro pior resultado trimestral reportado pela Petrobrás na última década, superando apenas os prejuízos acumulados no quarto trimestre de 2014 e no segundo trimestre de 2012.
 
Do ponto de vista operacional, o balanço do segundo trimestre mostra semelhanças em relação ao resultado dos três primeiros meses do ano. O petróleo em queda reduziu a receita da estatal e afetou a rentabilidade da área de Exploração e Produção (E&P), efeito mitigado pelo dólar mais favorável às exportações e pelo aumento da produção de petróleo e gás. Por outro lado, o petróleo mais barato tornou as operações de importação de derivados menos adversas, movimento percebido nos números da área de Abastecimento e mitigado pelo desaquecimento do mercado doméstico de combustíveis.
Como resultado, a receita líquida da Petrobrás totalizou R$ 79,943 bilhões no segundo trimestre do ano, queda de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado somou R$ 19,771 bilhões, alta de 21,7% em relação ao segundo trimestre de 2014.
 
A companhia também cita o impacto de R$ 1,283 bilhão decorrente da realização de um impairment de ativos das áreas de Gás e Energia, Abastecimento e Exploração e Produção, em função da exclusão de projetos da carteira de investimentos contemplada no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019.
Além disso, o resultado da linha financeira também foi desfavorável. A estatal registrou uma despesa financeira líquida de R$ 6,048 bilhões no trimestre, pior do que os R$ 940 milhões negativos do segundo trimestre do ano passado.
 
Com a queda do lucro no segundo trimestre, o resultado da Petrobrás no acumulado semestral também apresentou variação negativa. A companhia acumulou um lucro de R$ 5,861 bilhões entre janeiro e junho, uma queda de 43,4% em relação a igual período do ano passado. A retração reflete a tendência dos preços internacionais do petróleo, o efeito cambial sobre os dados operacionais da estatal e o pagamento do valor bilionário à Receita Federal.
 
O material de divulgação publicado há pouco pela Petrobrás na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também aponta uma queda de 5,8% na receita líquida do semestre, para um total de R$ 154,296 bilhões. Já o Ebitda ajustado somou R$ 41,289 bilhões no primeiro semestre deste ano, expansão de 35% sobre os dados de 2014.

 

A verdadeira estrela

Privatização é a única solução para a Petrobras

Já tratei da Petrobras em diversos posts aqui no blog. Diversos mesmo. Se o dileto leitor quiser fazer uma viagem no tempo, há o assunto/marcador (tag) Petrobras no menu lateral para provar isso.

Em alguns destes posts, comparo a Petrobras à Vale do Rio Doce – atualmente, apenas Vale. Mostro que, a despeito da gritaria de uns ignorantes que criticam a privatização sem saber nada sobre o assunto, a Vale foi imensamente beneficiada ao ser privatizada em 1997, enquanto a Petrobras está… bem, todo mundo sabe que a Petrobras está destruída, né?!
Há mais de 1 ano temos acompanhado as notícias sobre a Operação Lava Jato, e graças a ela vieram à tona alguns dos casos de corrupção, desvios de dinheiro para partidos políticos e gestão temerária da Petrobras.

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Mas hoje li algo que sintetiza de forma brilhante a diferença entre uma empresa privatizada – e que, graças a isso, passou a ter uma gestão profissional, independente do partido político (ou organização criminosa) que ocupe a Presidência da República – e a Petrobras – que permanece sujeita a todo tipo de interferência política, desde o uso da empresa para abastecer partidos políticos até controle de preços para não aumentar ainda mais a inflação descontrolada causada pela Dilma Ruinsseff.

Eis aqui, na íntegra:

Murilo Ferreira, que se licenciou esta semana da presidência do conselho de administração da Petrobras, fez ontem um desabafo a um interlocutor. “A Petrobrás não é do acionista majoritário, nem do acionista minoritário — ela é da corporação”, disse Ferreira, que também é o presidente da Vale.
Seu eu fosse morador de Nilópolis, São Gonçalo ou da Baixada [regiões pobres do Rio de Janeiro], eu ficaria revoltado com os tipos de privilégios que os funcionários conseguiram garantir para si mesmos.”
Em seguida, meio constrangido, tirou da carteira um cartãozinho verde. “Sabe o que é isto? É um cartão com o qual eu vou a qualquer farmácia, pago apenas 15 reais e compro o medicamento que quiser. Nenhuma empresa particular no Brasil tem um cartão de convênio médico como esse. Eu nunca usei, senti vergonha.”
E prosseguiu: “Na Vale, consegui tirar os carros dos diretores. Na Petrobrás não é possível diminuir qualquer coisa que a corporação não queira.”
Esse espírito de corpo, segundo Murilo, “não permite imaginar que qualquer coisa vá mudar lá.”
E, fazendo referência a um prêmio internacional que ganhou como CEO da Vale, disse, “Eu não poderia arriscar minha reputação continuando ali.”

Com este pequeno relato, o Geraldo Samor mostra que privatizar a Petrobras é a única solução.

Os problemas da Petrobras não se resumem à gestão temerária do PT, nem ao uso político deste elefante mastodôntico. A Petrobras tem problemas internos que jamais mudarão enquanto ela pertencer a um Estado gigantesco que não consegue administrar nada – e gasta muito e mal.

A Petrobras criou uma cultura organizacional que impossibilita que ela se torne uma empresa eficiente e moderna. A Petrobras é obsoleta, ineficiente, cara e isso não se deve exclusivamente à gestão temerária nem aos roubos do PT e demais membros da OrCrim (Organização Criminosa, termo da Polícia Federal).

Eu já demonstrei aqui, por exemplo, que a Petrobras passa vergonha ao ser comparada à petroleira colombiana EcoPetrol: a despeito de ser uma empresa muito maior, a rentabilidade da Petrobras é RIDICULAMENTE BAIXA (6,7%) diante da rentabilidade da EcoPetrol (19%). Não é só isso: a EcoPetrol produz, por funcionário, mais do que o dobro da Petrobras (2,3 vezes para ser exato). Para relembrar o quadro comparativo que usei em 2014:

Comparação entre alguns resultados da Petrobras com a Ecopetrol da Colômbia
Comparação entre alguns resultados da Petrobras com a Ecopetrol da Colômbia

Vemos que não se trata APENAS de gestão temerária, corrupção ou uso político: a Petrobras tem uma cultura organizacional que já incorporou mamatas possíveis apenas no perdulário Estado brasileiro, que não se importa com produtividade, apenas com o patrimonialismo.

Esta noção muito peculiar de que concurso público é a muleta de salvação, de que concursados só têm direitos e pouca ou nenhuma obrigação, de que benefícios não podem ser revertidos ou cancelados vai continuar infestada na Petrobras – e vai mantê-la uma empresa gigante, ineficiente, cara e ruim.

Impeachment, sim; golpe, não!

Hoje, 16 de Gosto de 2015, foi um dia que entrará definitivamente na História.

300 pelegos faziam churrasco com dinheiro que não lhes pertence diante do Instituto da corrupção, enquanto centenas de milhares (ou milhões) de brasileiros deixavam claro que querem o impeachment da pior presidente da História do Brasil (e mais rejeitada da História também).

Nada poderia ter abrilhantado mais o dia de protestos que tomaram mais de 200 cidades do país do que os 300 pelegos que foram comer churrasquinho de filé miau com dinheiro alheio: foi o contra-ponto perfeito para provar, de forma cabal, que finalmente o PT (e a esquerda no geral) não tem mais condições de mobilizar pessoas.

Os 300 picaretas foram comprados com dinheiro recolhido COMPULSORIAMENTE de todos nós, via contribuição sindical. Alugaram ônibus, compraram carne vagabunda e usaram sua rede de jornalistas (“jornas13”) mequetrefes para tentar vender a imagem de um movimento “pela democracia”. Nada poderia estar mais distante da verdade.

Em compensação, quem está farto dos corruPTos, fez sua vontade ser vista e ouvida.

Sem brigas, sem destruição, sem coquetel molotov. Tudo com bom humor, leveza, alegria – mas muita indignação.

As imagens falam o que precisa ser dito.

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Um destaque engraçadíssimo, que ajuda a demonstrar a distância que separa os protestos da esquerda (aquele bando de raivosos que adoram destruir tudo, botar fogo, soltar rojão em pessoas etc) dos protestos realizados por pessoas direitas, bem humoradas, alegres, foi o boneco inflável do Lulla-ladrão:

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Impeachment, sim!
Golpe – aquele que está sendo costurado em Brasília, envolvendo Lulla, Dilma, PT, Renan Calheiros e até mesmo, parece, o Procurador-Geral da República – não!

Golpismo é prático corriqueira no PT, e vai desde comprar gente para perpetuar-se no poder e seguir roubando, e passa pelos desvios biblionários na Petrobras, BNDES, fundos de pensão etc. Golpista é a organização criminosa com registro eleitoral que criou o mensalão, o petrolão, o eletrolão e sabe-se lá o que mais.

Impeachment é dispositivo legal, faz parte do arcabouço legal do Brasil, e pode e deve ser usado quando o/a Presidente da República viola a lei. Simples assim.

Petrobras continua sendo prejudicada pela gestão temerária do PT

Começo direto com a notícia do Valor Econômico (íntegra AQUI), com grifos meus:

A produção de gasolina no Brasil caiu 10,3% entre janeiro e junho de 2015, comparado com o mesmo período do ano passado, apesar da entrada em operação da Refinaria do Nordeste (Rnest), que é especializada em diesel mas foi desenhada para utilizar 30% de sua capacidade para produzir gasolina. O que se vê nos dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) é que mesmo com a queda de 5,3% no consumo aparente do combustível no período, foram importados 1,97 milhão de metros cúbicos (m3) de gasolina nos seis primeiros meses de 2015, um aumento de 50,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

a produção de gasolina nas refinarias brasileiras caiu na mesma comparação. De janeiro a junho de 2014 foram produzidos 14,79 milhões de m3 de gasolina A, que é o combustível puro antes da adição de álcool. Em junho do ano passado a produção foi de 2,58 milhões de m3 mas esse nível de utilização não foi mantido. Até junho deste ano a produção acumulada foi de 13,27 milhões de metros cúbicos.

O que os números mostram é que não foi possível aproveitar o “fôlego” trazido pela queda do consumo provocado pelo freio na atividade econômica para reduzir importações desse combustível. O consumo aparente é resultado da soma da produção com importações, deduzidas as exportações do produto. Ao invés de reduzir importações de gasolina, a estatal continuou recorrendo ao mercado externo para suprir a menor produção interna de suas refinarias.

Mesmo com essa estratégia comercial da Petrobras de frear a produção das refinarias, o dispêndio do Brasil com importações de gasolina no período – a maioria feita pela estatal apesar de outros agentes também importarem – foi 12% menor no primeiro semestre deste ano (US$ 838, 7 milhões), contra US$ 953,3 milhões em igual período do ano passado.

Para Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), a redução da produção no parque de refino da Petrobras tem razões econômicas. “A arbitragem entre os preços nacionais e internacionais em 2015 criou um prêmio que fez ser melhor importar do que produzir. Já em 2014 a situação era inversa, ao invés de prêmio, havia defasagem de preços no Brasil”, afirma Pires.

O economista continua explicando que no ano passado, com o petróleo custando na faixa de US$ 100 o barril, era melhor utilizar a capacidade máxima das refinarias importando o mínimo possível, já que os combustíveis eram vendidos aqui com defasagem nos preços. “Em 2015 ela ganhou mais dinheiro não produzindo e sim importando. Se antes realizava uma perda com a defasagem, agora ela realiza um ganho”, afirma Pires. Ele observa ainda que 2014 as refinarias estavam operando no limite e agora acha que o critério de utilização pode ser mais seguro.

Em junho, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, mencionou as exportações de gasolina como exemplo de retração do mercado ao responder sobre a possibilidade de novos reajustes. Na ocasião Bendine observou que a Petrobras estava fazendo exportação de uma carga de gasolina, dado que a expectativa de demanda [interna] era baixa. Em maio foram exportados 59.516 metros cúbicos de gasolina, o maior volume desde janeiro do ano passado, mas comparado com o conjunto do comércio da estatal, esses volumes não são expressivos.

Já as importações de gasolina começaram com 360,137 mil m3 em janeiro e aumentaram para 411,488 mil m3 em abril, voltando a descer em junho para 224 mil.

Sem explicar exatamente porque está produzindo menos, a Petrobras respondeu ao Valor que o nível de processamento das refinarias é definido mensalmente, buscando o melhor resultado econômico para a empresa. E que entre os fatores considerados estão os preços dos diferentes petróleos e derivados importados e exportados; a previsão da demanda de combustíveis a ser atendida pela Petrobras. E ainda a disponibilidade dos ativos de refino e logística, considerando paradas para manutenção; as paradas para manutenção; e o nível de produção de petróleo nacional, entre outros. “Cabe ressaltar que a Rnest está maximizando a produção de diesel”, esclareceu a empresa.

Apesar das importações de gasolina terem aumentado, no geral o déficit da balança comercial brasileira de derivados – excluídas importações de gás natural – registrada pela ANP melhorou. Até junho, considerando todos os derivados de petróleo que entraram ou saíram do país, a balança registrou déficit de US$ 3,45 bilhões. Resultado de gastos de US$ 6,086 bilhões com importações, deduzidas receitas de US$ 2,63 bilhões com exportações de derivados. Apesar do resultado ainda negativo, houve uma redução de 28,6% do déficit da balança de derivados de petróleo na comparação com o acumulado de janeiro a junho do ano passado, quando o déficit registrado foi de US$ 4,838 bilhões.

Já os dados do Ministério do Desenvolvimento referentes a junho mostram que no primeiro semestre a Petrobras foi a maior importadora do Brasil, muito à frente da segunda colocada, a Samsung. Nos seis primeiros meses de 2015 a estatal importou US$ 10,43 bilhões, 43,85% menos que os US$ 18,8 bilhões dos seis primeiros meses de 2014. No mesmo período as exportações renderam US$ 4,7 bilhões, representando uma queda de 21,55% em relação ao ano passado. A maior exportadora foi a Vale.

Como eu já escrevi neste blog diversas vezes, a Petrobras foi e continua sendo vítima de duas ações do PT: gestão temerária e uso político.

Petrobras perde valor com Dilma

Para quem quiser uma demonstração clara e inequívoca da gestão temerária do PT, fiz AQUI um comparativo entre a situação da Petrobras em 2002 (último ano de FHC na Presidência) e 2013 (depois de 2 mandatos de Lula e 1 de Dilma, o período da desgraça).

Mas a situação da Petrobras só piora, graças ao PT: em virtude do balcão de corrupção em que o PT transformou a Petrobras, o elefante estatal ineficiente está pior do que sempre foi. Atualmente, achar mais petróleo – algo que qualquer empresa petrolífera adoraria! – virou algo ruim (íntegra AQUI):

Com problemas de caixa, a Petrobras adiará o início da operação da maior descoberta de petróleo feita no Brasil após o pré-sal. A instalação da primeira plataforma em águas profundas de Sergipe era prevista para 2018, mas ficará para a próxima década, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Com oito descobertas comunicadas à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apenas nos últimos 12 meses, a região é considerada a próxima fronteira petrolífera nacional.

De acordo com projeções extraoficiais, há pelo menos 3 bilhões de barris nas descobertas feitas na região, o que equivale a um quinto das reservas provadas no país ao final de 2014. A estatal previa duas plataformas para a região nesta década: a primeira, com início das operações em 2018 e a segunda, em 2020. O novo Plano de Negócios da empresa, porém, não faz menção às unidades.

A Petrobras confirmou o adiamento em nota enviada à Folha. “Os projetos continuam na carteira da Petrobras, em data posterior a 2020 sem prejuízos à curva de produção prevista no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da companhia”. A Petrobras tem como sócios nos projetos as indianas OGNC e IBV Brasil, joint venture entre Bharat Petroresources e Videocon Industries.

Isso é o PT em ação, senhoras e senhores!

Parece que a GfK acreditou nas mentiras do PT sobre o Brasil – e se deu mal

Há muitos anos o PT, Lulla e Dilma vêm mentindo. Infelizmente, parcela significativa da imprensa “comprou” essas mentiras, e passou a tratar de forma distorcida a realidade – a mais gritante e grave destas mentiras é sobre a tal “nova classe média“.
Lulla fala como se tivesse transformado o Brasil: assumiu um país pobre e deixou à sua herdeira uma nação rica e próspera. Tudo mentira.

Dilma seguiu os passos do seu abestado líder e criador, e à sua maneira ainda mais abestada e burra (vamos saudar a mandioca!) fez uma campanha à reeleição calcada em mentiras desavergonhadas.
Com efeito, há pessoas que, coitadas!, acreditaram que o Brasil melhorou absurdamente, que tornou-se quase um país de primeiro mundo. Outros tantos apenas ignoram a realidade e, cegados pela ignorância e ferrenha (e tacanha) ideologia, apenas tentam espalhar mentiras, distorções e afirmações desprovidas de qualquer realidade.

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Aparentemente, algumas empresas, igualmente tolas e ingênuas (ou burras mesmo) caíram no conto do vigário (e do Lulla e da Dilma):

Um dos motivos para o atraso de quase seis meses para a GfK, empresa alemã que competirá com o Ibope na medição de audiência das TVs,  estrear no Brasil, foi um certo desconhecimento da realidade do país.
A GfK importou os medidores que seriam instalados nos televisores em domicílios Brasil afora levando em conta um percentual superestimado de aparelhos de TV digitais. Em São Paulo, por exemplo, 35% das residências ainda possuem exclusivamente TVs de tubo – e se no estado mais rico do país é assim, imagine no resto.
Conclusão: teve que atrasar os processo e importar novos aparelhos adaptados às condições sociais do Brasil.

A informação acima é do Radar On-Line, da Veja (íntegra aqui: As TVs de tubo resistem e atrapalham a vida da GfK).

Para piorar, conforme um reportagem da Folha de São Paulo (íntegra AQUI):

Efeito ressaca da Copa do Mundo, a venda de televisores caiu 39% no primeiro semestre de 2015, ante mesmo período de 2014, segundo dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) divulgados na segunda (20).
Foram 4,8 milhões de TVs comercializadas de janeiro a junho 2015, contra 7,9 milhões em 2014.
“A compra da televisão foi antecipada. Mas é um produto nobre na casa, com constantes renovações tecnológicas e que o brasileiro gosta muito de ter e substituir”, diz Lourival Kiçula, presidente da Eletros.

No mesmo período, o volume de vendas de produtos da linha branca caiu 11%, passando de 8,3 milhões em 2014 para 7,4 milhões neste ano.
Nesse segmento, a maior queda foi na comercialização de fogões (18%). Isso porque, segundo Kiçula, esse foi o único produto que apresentou alta, de 5%, nas vendas em 2014.
O micro-ondas registrou queda de 12% e os refrigeradores, de 10%. As lavadoras, que economizam água e podem ganhar espaço com as novas leis do trabalho doméstico, tiveram queda de 1%.

Entre os eletroportáteis, que incluem liquidificador, ferro e cafeteira, a queda foi de 19%. Para Kiçula, o segmento pode ter sido afetada pela importação. “Eles são tecnológicos e fáceis de trazer de uma viagem ao exterior”.

O pior, contudo, ainda não chegou.

Mas está a caminho. Rapidamente. Recomendo a leitura do magistral artigo escrito a 6 mãos por Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa AQUI.

Do jeito que a coisa está, só mesmo saudando a mandioca!

Habemos mandioca

No Brasil de Dilma e do PT, até mandioca é superfaturada (íntegra AQUI)!

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A Petrobras já recorreu aos mais diversos argumentos para rebater a acusação de superfaturamento de R$ 1,3 bilhão nos principais contratos das obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Preços a mais, acertados com as empreiteiras, foram a base para o esquema de desvios operado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, conforme investigação da PF na Operação Lava-Jato. No caso de uma fatia desse superfaturamento, referente aos custos com alimentação, a estatal recorreu à mandioca — ou à macaxeira, como é conhecida no Nordeste — para explicar a diferença de preços.

O caso é investigado em inquérito da PF e em processos de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). O que já se constatou é que a mandioca de fato foi comprada para o café da manhã nos canteiros de obras e encareceu as refeições, mas a preços superfaturados, conforme as investigações. A Petrobras disse terem sido gastos R$ 2,88 a cada 220 gramas de mandioca. O valor foi considerado elevado pelos técnicos do TCU. “Considerando as cotações máximas da Ceasa-PE, corrigidas pelo IPCA, o valor de referência para a porção de 220 gramas de macaxeira é de R$ 0,39”, advertiram eles, em relatório.

A PF abriu inquérito em 2011 com base no relatório do TCU para apurar o suposto superfaturamento em quatro contratos da refinaria. Os custos exagerados de alimentação chegaram a R$ 37,9 milhões, segundo os auditores. A PF, então, intimou gerentes dos contratos para que explicassem as diferenças de preços.

Sim, senhoras e senhores, talvez isso explique por que a sempre confusa e tapada presidanta tenha saudado a mandioca: porque foi superfaturada!

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Hidrologia da Dilma

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Finalmente uma boa entrevista com a Dilma

Depois que o decadente Jô Soares (Rest In Peace) fez aquela presepada ridícula que alguns chamaram de “entrevista” com a Presidanta Dilma Ruinsseff, Danilo Gentili aproveitou o material insosso e produziu uma sequência de montagens hilárias:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Alguém ainda se lembra da época (décadas atrás) em que Jô Soares era engraçado?