Sem Dilma, algumas coisas já começaram a melhorar na economia

Eu escrevi aqui no blog, quando Dilma Ruinsseff foi afastada, que o simples fato de ela não ser mais a Presidente já deixava o Brasil (muito!) melhor.

Reafirmo.

2016-06-12 19.56.11

Evidentemente, há muita coisa que precisa ser feita para tentar consertar 13 anos de erros crassos, monumentais, grotescos e bizarros do lulopetismo – e ninguém conseguirá resolver tudo isso rapidamente, em poucas semanas ou meses. Anos serão necessários para limpar a montanha de bosta que o país herdou do PT. O Valor Econômico dá um exemplo da herança maldita do PT, da Dilma e do Lulla (íntegra AQUI):

As montadoras cortaram em 3% a produção de veículos em junho, comparativamente ao volume que saiu das linhas de montagem em igual intervalo de 2015. Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 182,6 mil unidades foram produzidas no país no sexto mês de 2016, segundo levantamento da Anfavea, a entidade que representa o setor. No confronto com maio, com um dia útil a menos, contudo, o total corresponde a uma alta de 4,2% em junho.

Embora a queda no comparativo anual tenha sido menor do que a média que vinha sendo registrada desde o início o ano, foi o pior junho em termos de produção das montadoras desde 2004, quando elas produziram 179,7 mil veículos no mesmo mês.

O resultado do primeiro semestre, com 1,02 milhão de veículos, queda de 21,2% na comparação anual, também foi o menor em 12 anos. A expectativa da Anfavea é que a produção de veículos termine o ano marcando queda de 5,5%.

Em junho, o nível de atividade na indústria automobilística foi prejudicado por paradas em fábricas ou setores de parques industriais de montadoras como Hyundai, Renault e Iveco, somadas à interrupção na produção da Volkswagen por falta de peças, além de empresas que reduzem jornadas de trabalho devido a adesões ao programa de proteção ao emprego, casos de Ford, MAN e Caoa, que produz veículos da Hyundai em Anápolis.

Já a partir desta semana de julho, a fábrica da Chery no interior paulista para por até cinco meses. No complexo industrial da Iveco em Sete Lagoas (MG), as linhas que produzem caminhões pesados e o furgão Ducato vão funcionar apenas de terça a quinta-feira neste mês. São medidas adotadas para reduzir estoques diante da falta de reação de demanda.

Porém, há algumas (poucas) boas notícias e o julgamento final da Presidanta que deve ocorrer em Agosto, deverá solidificar boas perspectivas futuras (íntegra AQUI):

Em meio às incertezas econômicas que impactam o país com mais força desde o ano passado, a retração no consumo no primeiro trimestre de 2016 foi menos intensa do que a ocorrida no mesmo período de 2015. De acordo com o estudo Consumer Insights, elaborado pela Kantar Worldpanel, os brasileiros reduziram a frequência de compra de maneira não tão agressiva como no passado (1,7%), ao mesmo tempo em que o volume por viagem registrou ligeiro crescimento (0,4%). A classe C passou a contribuir positivamente em volume (C1 com 0,3% e C2 com 0,4%), enquanto a queda de frequência se concentrou na D/E, com menos 1 visita no trimestre.

O levantamento aponta também que diversas regiões voltaram a registrar crescimento em volume e valor, destacando-se entre elas o Grande Rio de Janeiro e Grande São Paulo, que ainda apresentaram elevação em frequência – enquanto a primeira teve aumento de 7% em unidades, 20% em valor e aumento de 1 visita a mais no ponto de venda, a segunda apresentou, respectivamente, alta de 5%, 12% e 2 visitas. Questões ambientais e o desemprego impactaram negativamente a região Leste + Interior RJ, que teve queda de valor (-5% em unidades e -7% em unidades por viagem). A região NNE foi a que mais reduziu frequência em menos 2 visitas ao ponto de venda.

Os alimentos e bebidas foram os responsáveis por puxar para cima o consumo no primeiro trimestre deste ano. O ticket médio das cestas teve variação positiva de, respectivamente, 10% e 6%. Já higiene e beleza foi a única a apresentar retração em valor, estabelecendo-se como a cesta que mais sofreu com a redução de visitas aos pontos de venda.

Os alimentos mais escolhidos no período de acordo com o índice CRP (penetração vs frequência de compra) foram molho para salada, creme de leite e cream cheese. Entre as bebidas, suco congelado, leite fermentado e cerveja. Já os que mais deixaram de entrar nos carrinhos dos brasileiros estão petit suisse, lanche pronto e óleos especiais, bebida à base de soja, capuccino e suco pronto.

Na cesta de higiene, destacaram-se positivamente fralda, lâmina de barbear e alisantes, enquanto que cremes e loções, bronzeador/protetor solar e deo colônia perderam espaço. Entre os produtos de limpeza, cloro, inseticida e sabão em pedra foram os mais populares. Já cera para assoalho, detergente líquido para roupa e purificador de ar foram preteridos.

Consumindo mais dentro de casa, deixando assim cada vez mais de lado saídas para lanchonetes, restaurantes e bares, a população tem apostado em categorias que servem de base para o preparo de pratos. No primeiro trimestre de 2016, ingredientes como chocolate culinário, farinha de trigo, margarina, creme de leite e leite condensado registram aumento em unidades.

O Consumer Insights revela ainda que os brasileiros estão consumindo cada vez mais itens zero lactose. A penetração desse tipo de produto em março de 2014 era de 5%, no mesmo período de 2015 foi a 7%. Neste ano, o índice chegou a 12%. No total, mais de três milhões de lares compraram o segmento em 2016 (leite, iogurte, creme de leite e leite condensado).

O retorno ao lar também afetou a cesta de higiene e beleza, onda a casa virou salão beleza em casa Segundo os dados, alisantes e tintura para cabelo tiveram crescimento de 6,6% e 2,3% em unidades, respectivamente, de 2015 para 2016.

Na cesta de limpeza o grande destaque é a categoria de repelentes, que cresceu 102% no primeiro trimestre de 2016 comparado com o mesmo período de 2015. Passou de uma penetração de 2% em 2013 para 6% este ano.

O que vemos são alguns indícios, aqui e acolá, do que parece ser o início de uma recuperação da economia.

O afastamento da Presidanta oferece uma possibilidade de mudanças que permite que os empresários comecem a considerar os cenários de investimento – obviamente, devido à incompetência e à burrice atroz da Dilma, se ela ainda fosse presidente isso não aconteceria. Nem é preciso dizer que o Senado precisa finalizar o quanto antes esse impeachment, julgando de forma definitiva os crimes de responsabilidade cometidos a rodo pela gerentona incopetanta.

2016-04-24 18.06.32

Fraudes no Bolsa Família

Enquanto isso não acontecer, não será possível avaliar quanto tempo será preciso para tirar o país do buraco em que Dilma, Lulla e o PT nos enfiaram com sua corrupção desenfreada, as mentiras, o estelionato, o aparelhamento do Estado, a “nova matriz econômica” que foi um fiasco retumbante, e todo o repertório de asnices produzidos pela esquerda brasileira.

2016-06-24 11.59.31

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