DONA Ruth, pode; DONA Marta, não pode ?

Essa é uma rapidinha, que li no blog Imprensa Marrom (aqui), simplesmente genial (os grifos, como sempre, são meus):

Os petistas dizem que Dona Marta é discriminatório e pejorativo, mas Dona Ruth podia e era até bonzinho. Já repararam?

Todo mundo sempre falava Dona Ruth numa boa, e isso nunca feria o currículo da antropóloga que foi uma das maiores intelectuais do país (talvez o Emir Sader questione isso, mas é normal, pois ele separa sujeito de predicado com vírgula).

A ex-prefeita, por sua vez, PRECISA de algum título e não aceita de forma alguma o “Dona”. É proibido chamá-la assim! Parece aquela coisa do advogado recém-formado pela faculdade porcaria que só permite ser chamado de “doutor”.

O mais engraçado é que não podemos falar “Dona Marta”, pois isso fere os brios feministas da ex-prefeita, mas, ao mesmo tempo, somos obrigados a usar o nome de seu ex-marido. É mole? Mas, enfim, já diziam por aí: quem nasceu pra lagartixa nunca chega a jacaré.

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