Senado: mais PaTéticos infestando a pocilga

O Congresso Nacional, no geral, já pode ser chamado de pocilga – sem querer ofender os porcos. Mas o (ótimo) blog “Navalha Infame” estampou uma imagem que…..NÃO TEM PREÇO. Veja aqui.

O PT se faz representar MUITO bem na pocilga, não ?! Impressionante………

A ficção e o Senador ridículo

O Estado de São Paulo, a despeito de ser o mais rico do país, é representado no Congresso por apenas 3 Senadores: Aloizio Mercadante, Romeu Tuma e Eduardo Suplicy.

Honestamente, não posso pensar numa representatividade de pior qualidade.

Mas o Senador Eduardo Suplicy extrapola todos os parâmetros de civilidade. Na verdade, não apenas “beira” o ridículo – ele ultrapassa todos os limites do ridículo. Não apenas por celebrizar-se por interpretações patéticas de uma música clássica (“Blowing in the wind”, de Bob Dylan), ou pelo comportamento debilóide que demonstra publicamente (o vídeo disponível no YouTube, de uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça no Senado, na qual ele “interpreta” uma música (?) do grupo Racionais MC´s).

Para quem, como eu, já teve a oportunidade de vê-lo pessoalmente, numa palestra ou qualquer coisa do gênero (no meu caso, foi uma aula, na FGV, e uma palestra, há alguns anos), contudo, fica a impressão de que este senhor não tem pleno controle sobre suas faculdades mentais. Divagações, frases loooooongas e confusas, entremeadas por pausas irritantes, fala arrastada…… Me parecem muito mais efeito de alguma doença ou  coisa semelhante.

Como se não bastasse, as análises (?) e declarações públicas deste coitado o fazem parecer ainda mais patético do que sua natureza já estipula: O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) criticou hoje o último capítulo da novela “Paraíso Tropical”, da Globo, em que a prostituta Bebel (Camila Pitanga) é interrogada em um fictícia CPI dos Biocombustíveis pela sua relação extraconjugal com um senador. Suplicy disse que a cena deve causar “preocupação” aos senadores, já que a imagem do Conselho de Ética saiu arranhada na novela –apesar da cena ter mencionado uma suposta CPI. “O fato dos diretores da novela terem trazido o Conselho de Ética e a maneira como foi ali retratado deve nos causar preocupação”, disse. A íntegra, na Folha On-Line, está aqui.

Ora, uma declaração dessas……..Coisa típica deste abestalhado patético.

Ao invés de reclamar de uma obra de ficção (ou não) que faz uma crítica a uma situação degradante, que todo brasileiro tem visto nos últimos anos, que tal se o ilustre Senador e seus pares trabalhassem para que nunca mais seja preciso ver uma cena dessa natureza – nem na ficção, nem na vida real ?

A vida imita a arte, ou a arte imita a vida ?

Longe de mim classificar uma novela como “arte”, mas o princípio é o mesmo: se o Senado (e todos os Senadores, por extensão) não promovesse fatos grotescos, surreais, como este caso do Senador Renan Calheiros, tenho certeza de que nenhuma novela, livro, filme ou coisa que o valha retrataria o Congresso desta ou daquela forma. Caso o Senado tivesse um comportamento minimamente ético, republicano, as coisas seriam tão diferentes…….

Mas retomando ao Senador ridículo:  não foi este mesmo Senador que participou de uma novela (da mesma Rede Globo), acampando junto com um bando de “sem-terra” ? Ora, um Senador que apóia publicamente uma organização criminosa como o MST, em diversas oportunidades, não deveria causar preocupação ? Isso não arranha a imagem do Senado ?

Santo Senador ridículo, Batman !!!!!!!

Ali Babá – o chefão

Essa serve para lembrar da fábula de Ali Babá e os 40 ladrões………

Coincidência ou não, foram 40 denunciados pelo Ministério Público por formação de quadrilha, corrupção e peculato…… Sem falar nos 40 Senadores que votaram contrariamente à cassação de Renan Calheiros (mais 6 bastardos que abstiveram-se).

A Casa da Mãe Joana agradece……….

Realpolitik e a mídia golpista

Li um texto, na semana passada, de autoria de Marcos Augusto Gonçalves.Confesso minha ignorância: nunca ouvira falar dele. Numa rápida busca pelo Google, descubro que é Editor do caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo – exatamente o caderno no qual li seu texto (na íntegra, aqui).

O texto é absolutamente impecável. Alguns trechos: O partido e o governo do ex-sindicalista têm vários de seus membros julgados por corrupção na corte suprema da referida república, graças a denúncias de um ex-aliado da direita, que também fora íntimo daquele presidente afastado por corrupção [em referência a Roberto Jefferson, apoiador de Fernando Collor]. Para tornar essa sinopse um pouco mais vulgar, surge na mídia a história de que o político provinciano do início do enredo, que ocupa a presidência do Senado, teve uma filha fora do casamento e enviava dinheiro à ex-amante por meio de um lobista de uma grande empreiteira.
Em meio a todo esse lixo, que alimenta o reality show, ou o realpolitik-show da vida pública brasileira, insinua-se entre alguns políticos e intelectuais “de esquerda” a tese de que tudo, no final das contas, é culpa da “mídia”, que não se conformaria com a eleição do ex-operário. Diga-se que os acusadores (e também o presidente) foram (e alguns ainda são) colunistas dessa mesma mídia -e a municiaram durante anos com denúncias contra políticos dos quais são hoje aliados.
Houve um tempo em que o PT fazia questão de se apresentar como paladino dos bons costumes republicanos e de se diferenciar daquilo que seus militantes chamavam de “política tradicional”.

(…) uma vez no poder, o PT se tornou uma máquina eleitoral conservadora, passando a se comportar como as siglas que antes condenava.

(…) Nossos narcisos lulo-petistas não gostam de ver nas páginas dos jornais escândalos semelhantes àqueles que aconteceram em governos anteriores. A grande competição, na realidade, é com a gestão de Fernando Henrique Cardoso, cuja superação os lulistas têm como ponto de honra. Mas, nessa competição de mediocridades, ambos, petistas e tucanos, mais parecem ser faces de uma mesma moeda -a da hegemonia política paulista no Brasil pós-ditadura militar.
Se FHC engatou o Brasil tardiamente no processo de estabilização das economias periféricas, Lula o vai engatando, também tardiamente, no ciclo de crescimento global. Tudo em ritmo lento. Filme de arte.
Alguém dirá que o governo do príncipe da moeda foi mais “republicano”. Mas ao lembrarmos que FHC criou uma reeleição para si próprio, recorrendo ao jogo pesado, como divulgou a mídia (golpista?), essa suposta vantagem revela-se apenas mais uma quimera.

Volta à tona, novamente, o absurdo de culpar a “mídia golpista” por tudo. Contudo, o PT só culpa a mídia quando ela revela os seus podres – quando a Folha de São Paulo investigou e denunciou a compra de votos de deputados para aprovação da emenda da reeleição de FHC, o PT bateu palmas para o jornal. Quando a Veja denunciou Fernando Collor, estampando a entrevista bombástica de seu irmão Pedro Collor, novamente estava lá o PT (inclusive Lulla, Dirceu, Genoíno, Mercadante, Suplicy e demais asseclas) aplaudindo, elogiando a “mídia”…..

Não bastasse a incomPTência dessa corja do PT, o grau de hipocrisia deles é assustador.

Renan Calheiros ILUSTRADO

Uma explicação simples e facilmente compreensível sobre o “Caso Renan Calheiros”, recebida por e-mail……

Mais sobre a CPMF

A Revista Exame (Edição 902, de 20/09/2007, nas bancas) traz uma matéria excelente sobre a CPMF (aqui, passa assinantes), e outra, sobre a desoneração do setor de informática (aqui), que demonstra a miopia do governo brasileiro (não apenas do PT, registre-se, a despeito dessa gentalha PTista ser, de longe, a mais boçal e hipócrita, superando até os “clássicos” anteriores), bem como a incomPTência no gerenciamento da máquina pública (esta, muito pior no desgoverno PTista).

Na matéria sobre a CPMF, há informações preciosas sobre a falta de comPTência na gestão governamental, e o impacto disso na carga tributária brasileira. Destaco alguns trechos: A despesa corrente da União tem crescido à média de 0,6% do PIB nos últimos cinco anos — ou seja, cerca de 14 bilhões de reais. O inchaço da máquina pública continua desenfreado. Nos últimos cinco anos, as despesas da União cresceram 53 bilhões de reais somente com a admissão de 94 000 funcionários. É uma média de 11 bilhões de reais por ano de elevação de gastos fixos. Para o ano que vem, está previsto que as repartições federais serão lotadas com a contratação de mais 56 000 servidores, a um custo fixo adicional de 3,5 bilhões de reais por ano. Somando-se apenas esses valores referentes ao aumento do quadro de pessoal, chega-se a 14 bilhões de reais, mais de um terço do que se pretende arrecadar com a CPMF no próximo ano. Trata-se de um gasto particularmente daninho, pois os salários e as futuras aposentadorias provavelmente pesarão por décadas à frente. Além disso, a inventividade do governo para criar novas formas de torrar o dinheiro subtraído dos contribuintes não tem limites. Para ficar em alguns exemplos, neste ano foi anunciada a criação da TV Brasil, uma emissora estatal, a um custo inicial de 350 milhões de reais. Outra novidade é a Secretaria de Planejamento de Longo Prazo da Presidência da República, com status de ministério e despesa de 44 milhões de reais por ano. Em 2007, até a comemoração do Sete de Setembro foi inflacionada. Custou 800 000 reais a mais que o desfile do ano passado. Quando somadas, tais despesas indicam que, com um pouco de controle, há muito espaço para que a União inicie uma eliminação gradual da CPMF.
Em termos absolutos, os 40 bilhões de reais da CPMF são uma fração menor da carga tributária total, que deve superar os 900 bilhões no ano que vem. Acontece que o orçamento da União é quase todo comprometido por gastos fixos, como folha de salários. Nesse contexto, a CPMF se transforma em ouro puro. De acordo com Velloso, o tributo representa 73% da receita líquida não comprometida da União. Muito já se falou sobre os males da CPMF. Seu principal vício é o caráter cumulativo, ou seja, incide sobre toda a cadeia produtiva, encarecendo bens e serviços. Agora, um estudo do economista Paulo Rabello de Castro indica que a elevação da carga tributária está relacionada à baixa expansão da economia. Segundo ele, para cada 5 pontos percentuais de carga de impostos, o país deixa de crescer 1,43%. Se a carga de 2006, que foi de 35,5%, fosse reduzida para 30%, o crescimento, que ficou em 3,7%, poderia ter sido de 5,1%. “Prorrogar a CPMF é prorrogar a improdutividade”, diz Rabello.

Por outro lado, quando há desoneração de impostos, o resultado mostra-se muito melhor (para todos!): Enquanto empenha todas as forças em prol da manutenção da cobrança da CPMF, o imposto do cheque, o governo deixa de observar os resultados de um exemplo positivo que ele próprio criou. Esse exemplo é o da chamada MP do Bem, medida provisória editada há quase dois anos para diminuir os impostos pagos pelo consumidor ao comprar computadores. Por se aplicar a um produto de grande apelo de consumo e valioso tanto para pessoas quanto para empresas, tornou-se o mais bem-sucedido caso de corte de tributos feito pelo governo — outros, como o da cesta básica de itens da construção civil, não produziram efeito tão visível. Em pouco tempo, a medida provou ser eficiente para cumprir todos os objetivos a que se propunha: combater o mercado cinza e expandir as vendas legais, ampliar a inclusão digital, criar empregos formais e estimular investimentos. Mais que isso, a redução da carga tributária dos PCs gerou um ganho efetivo para o próprio governo na forma de mais arrecadação. Segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a receita com impostos recolhidos pelo setor de computadores deve chegar a 1,5 bilhão de reais neste ano, quase 50% mais que o valor arrecadado em 2005.
O alívio tributário foi um dos fatores que impulsionaram as vendas de computadores no Brasil nos últimos anos — a valorização cambial também ajudou ao baratear a importação de componentes. Apenas o corte de tributos — do PIS e da Cofins — significou uma queda imediata de 9,25% nos valores. Em novembro de 2005, ele foi aplicado inicialmente para os PCs de mesa com preço de até 2 500 reais e portáteis de até 3 000. No início deste ano, a redução foi ampliada para compu tadores de até 4 000 reais. Com o impulso, as vendas totais no país devem superar os 10 milhões de unidades neste ano, quase o dobro de 2005. O melhor é que o crescimento se deu no mercado formal — o comércio de computadores contrabandeados ou piratas empacou, enquanto o de produtos legais triplicou. Assim, o jogo de forças no mercado se inverteu: agora, os produtos que saem de fábricas que pagam impostos já respondem por 70% do consumo nacional. No momento de maior domínio da ilegalidade no setor, em 2004, os piratas chegaram a ter 73% de participação. “Entramos num círculo virtuoso com aumento da escala e de faturamento”, diz Jorge Almeida, diretor comercial de pequenos e médios negócios da Itautec, que está aproveitando uma mudança de endereço da fábrica em São Paulo para dobrar a capacidade de produção.
Pelo menos metade da expansão das vendas oficiais do setor deve ser atribuída à formalização de fabricantes que antes operavam na clandestinidade. De acordo com levantamento da Abinee, o número de empresas que produzem PCs no Brasil aumentou de 45 para 90 no período. O número de empregos com carteira assinada cresceu 30%, para 25 000 atualmente. No varejo, a possibilidade de oferecer produto mais barato foi combinada com a ampliação da oferta de crédito. O resultado é uma febre de consumo de micros, agora um produto que compete em volume com os televisores. A Casas Bahia multiplicou por 4 seu faturamento com artigos de informática em relação a 2004. No crediário, há computadores a partir de 59,90 reais por mês em 20 parcelas, facilitando o acesso da classe C ao mundo digital. Mais de 2 milhões de famílias no país compraram seu primeiro computador.

É possível concluir, pois, que o maior problema no Brasil continua sendo o mesmo, há mais de 10 anos: falta de uma Administração profissionalizada, orientada para resultados. As picuinhas políticas, porém, ainda ganham. Basta ver a questão envolvendo a (ridícula) proposta de re-estatizar a Vale do Rio Doce….

Enquanto isso, Rei Lulla segue passeando de jatinho chique, criticando “a zelite”, e desviando dinheiro público para o seu PT…..

É ou não é a Casa da Mãe Joana ??????????

CPMF

A história dá voltas, o tempo passa, e muita gente acaba tendo sua verdadeira essência revelada.

O PT votou em peso para aprovar a prorrogação da CPMF, ontem. A lista completa de quem votou pela manutenção do “imposto do cheque” está disponível AQUI. Vale a pena guardar para ser verificada novamente nas próximas eleições.

Minha vontade é enviar um e-mail para cada um dos mentecaPTos, perguntando quais razões levaram o partido, como um todo, a mudar de posição (novamente), dado que anteriormente, quando o Executivo (mandato de FHC) criou o tal imposto, o PT foi virulenta e enfaticamente CONTRÁRIO à criação do imposto.

Nada mais parecido com a situação do que a oposição no governo…………………..

Será que alguém, do PT, consegue explicar mais esta mudança de “lado” ???? Justo no “partido da ética, do socialismo” ??????

A versão pobre de Oscar Wilde

A pior pobreza não é a material, de bens e dinheiro.
A pior é a pobreza de espírito.Empatada, talvez, com a pobreza intelectual.

A mesma pobreza intelectual que assola o PT, estende-se a seus asseclas remunerados e acachapa, ainda, os asseclas não-remunerados – estes, talvez, o pior tipo: não ganham nada para proferir asneiras – conseguindo, assim, unir o inútil (não-remuneração) com o desagradável (bobagens que escrevem e/ou propalam).

Gilson Caroni Filho, segundo o site do PT, é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro. Publicou, acredite-se, um exemplo indefectível do cinismo PTista temperado com a mais característica e torpe ignorância – dois fatores, aliás, recorrentes no PTismo….. O petardo intitulado “Dorian Gray e a oposição golpista” continua repetindo o discurso batido da tal “oposição golpista”…..

Obviamente, o texto (aparentemente publicado originalmente no site da Agência Carta Maior, outro braço de desfaçatez da organização criminosa vulgarmente chamada PT) não faz referência ao PT, que clamava pelo impeachment de FHC durante boa parte de seu segundo mandato; o texto, da mesma forma, não faz referência direta ou indireta à oposição golpista que votou contrariamente à lei da Responsabilidade Fiscal, nem tampouco à oposição golpista que tentou vetar a prorrogação da CPMF.

Engraçado que, dados estes fatos, é possível o leitor se questionar: “mas quem votou contra a CPMF ? Foi o PT ou o PSDB ?”. Pois é………..

Como estamos na Casa da Mãe Joana, primeiro era o PSDB tentando aprovar a prorrogação da CPMF; atualmente (2007), é o PT quem tenta, desesperadamente, aprovar no Congresso a prorrogação do tributo (que surgiu, pasme-se, como “provisório”).

Neste mar de lama que é a política brasileira, não se sabe quem é oposição golpista, quem é quadrilha.

Pessoalmente, arrisco um palpite: TODOS.
Começo pelos “300 picaretas” que outro picareta um dia apontou, enquanto os 300 mamavam nas tetas do contribuinte (através da remuneração – sempre polpuda – da Câmara dos Deputados), e o picareta que os denunciou mamava nas tetas do PT. Engraçado notar que hoje todos estes picaretas mamam nas tetas do contribuinte, o coitado que paga escorchantes 40% de seus rendimentos para sustentar picaretas…….

Isso sem falar nos 81 picaretas que no último dia 12/09 absolveram o picareta que preside o Senado Brasileiro. Mas estes 81 picaretas receberam ajuda, claro – de mais picaretas que locupleteiam-se no Executivo.

Mas, voltando ao ilustre Professor Gilson Caroni Filho, alguém precisa ensiná-lo a redigir suas asneiras de forma ao menos coerente. Quando afirma “Pois bem, em meados de 2007 é isso que continua em jogo. Uma agenda que pretende, entre outras coisas, retomar a privatização de patrimônio público transferindo recursos para o setor financeiro. Estancar uma política econômico-social que faz o consumo crescer a uma média de 13% ao ano. Uma economia que vai se ajustando a taxas de crescimento cada vez maior, com aumento de demanda agregada e expurgo da mentalidade inflacionária.“, o desespero de atacar a privatização o faz confundir-se. Coitado.

“Setor financeiro” ? Ele começa falando da tal agenda “neo-liberal”, mas emenda (com uma redação tão torpe quanto seus pobres neurônios, Tico e Meio-Teco, permitem) com uma tal “economia que vai se ajustando a taxas de crescimento cada vez maior” (o erro de português é todo dele, além, é claro, do conceitual)…. Ele tenta atacar a privatização, mas escreve tão mal, coitado, que perde-se no meio do caminho……(isso porque é, supostamente, “professor”…..!)

Gostaria de entender por que o PT gosta de desenterrar o assunto da privatização….. Só porque o tucanato tem vergonha das privatizações (ao menos, é o que parece haja vista a sucessão de desastres da falida campanha do picolé de chuchu, em 2006) ? Eis um tema interessante: o PT ameaça o PSDB com a privatização, e o PSDB não sabe o que fazer – mas ninguém toma o cuidado de verificar quais os RESULTADOS das privatizações.

O PT não quer comprar os votos do estrato mais pobre e excluído da Sociedade ? Pois a privatização da telefonia serviu, ao menos, para incluir IMENSA parcela desta população, universalizando serviços básicos – não me refiro apenas ao exorbitante crescimento do número de celulares, mas falo também de orelhões, barateamento de acesso à internet (e, como conseqüência direta, a informações e conhecimento) e empregos gerados pelos bilhõesinvestidos por empresas de mais diversos países no Brasil. Isso tudo o PT ignora(como bons ignorantes que são, nada mais lógico), e o PSDB não tem coragem de propalar.

Não sei por quê, mas o tucanato deixa a PTralhada reinar sozinha.

Muita incomPTência de ambos os lados.

E, por falar em incomPTência, voltemos ao Professor Gilson Caroni Filho: “Contudo não pretendo discutir política, sociologia ou metafísica com você. Prefiro as pessoas aos seusprincípios, e prefiro, acima de qualquer coisa neste mundo, as pessoas sem princípios”. Daria um excelente editor de política.

Ele se refere aos PTistas ou aos tucanos quando menciona “pessoas sem princípios” ?!
Ou talvez seja uma “auto-promoção” apenas.

INAUGURANDO A SALA

Um dia perfeito para inaugurar a SALA DA MÃE JOANA.

Poucos dias atrás, o Senado Federal foi palco de (mais) uma demonstração de que o Brasil é, definitivamente, a “Casa da Mãe Joana”. Por conta de uma liminar do STF, 13 deputados federais foram autorizados a assistir à sessão secreta do Senado que decidiu pela não-cassação do Presidente do Senado (aquele mesmo cidadão que fazia parte da “tropa de choque” do cassado Fernando Collor de Mello).
Uma verdadeira “Casa da Mãe Joana”.

Não bastasse o ridículo que vem sendo desempenhado pelo Congresso Nacional (e me refiro à Câmara, que absolveu basicamente TODOS os mensaleiros, e também ao Senado), agora somos obrigados a ver estas cenas deploráveis.

Enquanto isso, Lulla e outros membros da gangue estão passeando pela Finlândia…… Decerto seguindo à risca a sugestão mais inteligente, perspicaz e sã que a Ministra do Turismo Sexual jamais conseguir proferir em sua triste e deplorável vida: “relaxa e goza!”.

Quero aproveitar este blog para retratar pelo menos uma parte de um hábito que mantenho há alguns anos……
Interessado nos caminhos e dissabores do país, costumo disparar, via e-mail, notícias auspiciosas, patéticas, ridículas, horríveis e decreptas sobre os desmandos da política brasileira para alguns amigos. O alvo preferencial dos e-mails, obviamente, é o PT, por ser, de longe, o mais vil e desprezível entre todos os desprezíveis e vis partidos aos quais a política brasileira está entregue.

A cada declaração do “Presidente Lulla”, a cada pérola da ignorância, de cinismo e de incomPTência que cerca esta figura insólita produzida na pobreza de intelecto e espírito de um período deplorável da história do Brasil, urge uma vontade incontrolável de registrar a absurda situação de aturar um mandatário tão rélis, tão despreparado, tão torpe. Esta vontade incontrolável de disseminar a burrice – mas, ao mesmo tempo, disseminar uma informação para que futuramente (quiçá!) as pessoas abram os olhos e pensem melhor na hora de votar.
É esta vontade, este inconformismo com a existência de Martas Suplicys, Marilenas Chauís e Josés Dirceus, que me leva a disparar os e-mails (devidamente arquivados, desde 2000) para a seleta (e, surpreendentemente, receptiva) lista de destinatários das mensagens.

Aos poucos, as razões desta escolha ficarão claras. Por ora, vamos apenas sentar, confortavelmente, na Sala da Mãe Joana e assistir a mais um espetáculo grotesco, patrocinado pelos vis e desprezíveis “representantes do povo”……