Graças ao interessantísimo site PROPAGANDAS HISTÓRICAS, podemos relembrar o lançamento do iPhone, em 2007, e o seu primeiro comercial:
New York Times inovando na internet. Novamente.
O New York Times foi o primeiro grande jornal a utilizar o sistema pay-wall – no qual é possível acessar um número determinado de notícias por mês através do site; acima deste número (geralmente 20), é preciso fazer uma assinatura digital, que pode ser mais simples e dar acesso a menos recursos, ou completa, dando acesso ao conteúdo total do jornal.
Os jornais brasileiros (Estadão, Globo, Folha) já começaram a adotar o mesmo sistema.
Agora o NYT inova, mais uma vez, na propaganda em seu site:
The New York Times has notched a number of advertising firsts lately in its ongoing effort to make marketing messages more engaging, and today it’s unwrapping another one.
Bank of America is running a takeover unit at the top of the NYTimes.com homepage that when clicked, will activate a Webcast of the Times’ Schools for Tomorrow education conference. It’s the first time an advertiser has hosted a live Webcast of a Times conference within an ad unit. The ad unit is expected to carry the entire all-day conference, which was scheduled to kick off at 7:45 a.m. Tuesday. BofA videos featuring Sal Khan, the founder of the online education site Khan Academy and a keynote speaker of the conference, will play until the start of the conference, of which BofA is a sponsor. (No annoying auto-play ad here; you have to click to activate the ad, and the player will stay confined to the banner ad. The ad is a homepage-only experience, too, so it won’t follow the viewer if he or she leaves the page.) The Times has allowed advertisers to run hand-picked editorial content in ad units before; examples are here and here. In those cases the articles were archived (lest it look like the edit side served up content to suit an advertiser’s purpose).
Through its Idea Lab, the Times has also drawn inspiration from editorial executions for new ad units. What sets apart the BofA example is that the content is live and streaming. Meredith Kopit Levien, evp of advertising at the Times and a recent hire from Forbes, which has been aggressive in introducing new ad formats in its own right, said that the idea for the BofA unit grew out of a discussion about the bank’s support of the conference. “As with any of our content partnerships, we looked for a way to extend it beyond the people in the room,” Levien said. “The conference is about the intersection between technology and education, and there’s no better way to promote that than through technology.” The ad also represents the demand by marketers today to align with, create and use content to get the attention of ad-weary consumers in fresh ways, a trend that’s given rise to new forms of content marketing and its cousin, native advertising. In this case, BofA isn’t creating the content itself or trying to dress up an ad message as real editorial content; rather, its unit is a modern update on the “brought-to-you-by” sponsorship model where the conference is the content. “The need for marketers to be associated with content and to use content is a huge thing driving the market right now,” Levien said.The Times, along with design and ad agency Pickle Group, worked with BofA to develop the unit. The newspaper has been focusing on measuring online ads in ways other than clicks, and as such, it’ll gauge the BofA ad’s success based on views and total viewing minutes, given the expectation that viewers will hop on and off throughout the day. Lembro perfeitamente que quando o NYT começou a cobrar pelo acesso muita gente disse que seria um erro, que as pessoas não pagariam.
Estavam erradas.
O NYT conseguiu aumentar o número de assinantes de forma consistente desde que adotou o sistema. Vamos ver, agora, o resultado desse tipo de propaganda num site de conteúdo…
Quem é quem entre os relações públicas do setor de tecnologia
Notícia interessante para quem acompanha a área de Relações Públicas (RP):
Business Insider has released its list of the best PR people in the tech industry and I’ll give you one guess which company’s rep sits atop the list.
Here’s a hint: Google it.Rachel Whetstone, Google’s top comms person, takes the honors of BI’s best tech PR pro.
BI’s reasoning for the choice is that Whitestone has political pull and has been known to dine with U.K. Prime Minister David Cameron.
“Although she’s not the one on the phone with reporters, she’s steering the search giant’s image with not just the media, but with the governments of Europe, the Middle East, and Africa,” according to the explanation.Here’s the top ten:
1. Rachel Whitestone, Google
2. Brooke Hammerling, Brew Media Relations
3. Caryn Marooney, Facebook
4. Frank Shaw, Microsoft
5. Margit Wennmachers, Andreessen Horowitz
6. Steve Dowling, Apple
7. Ricardo Reyes, Square
8. Barry Schnitt, Pinterest
9. Krista Canfield, LinkedIn
10. Carolyn Penner, TwitterClick here for the full list of the top 50.
Convenhamos: não deve ser fácil ser RP de uma empresa tão amada e, ao mesmo tempo, odiada como o Google…
A ética das baratas
Uma das razões pelas quais leio Luiz Felipe Pondé SEMPRE: ele não tem medo de apontar os ridículos dos “politicamente corretos” e da esquerdinha de iPhone que infestou o Brasil. Eis (mais) um texto genial dele:
A ética das baratasAs pessoas têm crenças desde a pré-história. Nossa constituição frágil é uma das razões para tal. Hoje, cercados de luxo e levados a condição de mimados que somos, até esquecemos que há anos atrás mais da metade de nossas mulheres morriam de parto. Elas viviam por conta de ficarem grávidas e pronto. Hoje existe essa coisa de “escolha”, profissão, filhos depois da pós, direitos iguais, ar-condicionado, reposição hormonal, bolsa Prada.
Esquecemos que direitos e escolhas são produtos mais caros do que bolsa Prada.Pensamos que brotam em árvores.
Mas existem crenças mais frágeis do que outras, algumas que beiram o ridículo. E algumas delas até recebem bênçãos de filósofos chiques.
Em 1975, o filósofo utilitarista australiano Peter Singer publicou um livro chamado “Animal Liberation”, que deixou o mundo de boca aberta.
Para Singer, “bicho é gente” (porque também sente dor). A partir daí, ele encampou toda uma gama de militantes que gostaria de tornar a alimentação carnívora um crime como o canibalismo.
Achar que se pode comer animais se basearia no preconceito de que os animais seriam “seres inferiores”, daí o conceito de “especismo” como análogo ao de “racismo”, o conhecido preconceito contra certas raças que foram consideradas inferiores no passado.
Tudo bem a ideia de que devemos tratar os animais com respeito e carinho e sem maus-tratos (eu pessoalmente gosto mais dos meus cachorros do que de muitas pessoas que conheço, e um deles é mais inteligente do que muita gente por aí), mas esta discussão quando toca as praias dos fanáticos puristas (essa praga que antes era limitada a crente religioso, mas hoje também se caracteriza por ser um ingrediente do fanatismo sem Deus de nossa época) é de encher o saco. Se um dia eles forem maioria, o mundo acaba.
O mundo não sobreviveria a uma praga de pessoas que não usam sapatos de couro porque os considera fruto da opressão capitalista contra os bichinhos inocentes.
Ainda bem que esta “seita verde” tende a passar com a idade, e aqueles que ainda permanecem nessa depois de mais velhos ou são hippies velhos que fazem bijuteria vagabunda em praças vazias (tem coisa mais feia do que um hippie velho?) ou são pessoas com tantos problemas psicológicos que esta pequena mania adolescente até desaparece no meio do resto de seus sofrimentos com a vida real.
Recentemente ouvi uma história hilária: alguém contra matar baratas porque não se deve matar nenhuma forma de vida. Risadas? É bom da próxima vez que alguém te convidar para ir na casa dela você checar se ela defende os direitos das baratas.
Nem Kafka foi tão longe ao apontar o ridículo de um homem que, ao se ver transformado num enorme inseto marrom, se preocupou primeiro com o fato de que iria perder o bonde e por isso perder o emprego.
Eu tenho uma regra na vida: quando alguém é mais ridículo do que alguns personagens do Kafka, eu evito esta pessoa.
Às vezes me pergunto o que faz uma pessoa razoável cair num delírio como esse.Como assim “não se deve matar nenhuma forma de vida”?
A pergunta é: essa moçadinha seguidora de uma mistura de filosofia singeriana aguada e budismo light (com pitadas de delírio) já olhou para natureza a sua volta?
A natureza é a maior destruidora de vidas na face da Terra. Ela mata sem pena fracos, pobres e oprimidos. A natureza é a maior “opressora” da face da Terra. E mais: normalmente essa moçadinha é bem narcisista e muito pouco solidária com gente de carne e osso.
Se todo mundo defender o direito da baratas, um dia vamos acordar com baratas na boca, nos ouvidos, na xícara do café da manhã. A mesma coisa: se não comermos os bois e as vacas, eles vão fazer uma manifestação na Paulista pedindo direito a pastos de graça (“os sem-pastos”) para garantir a sobrevivência de seus milhões de cidadãos bovinos.
Pergunto a esses adoradores de baratas: ele já pensou que as alfaces também sofrem? ela já pensou que quando come uma alface está interrompendo toda uma vida feliz de fotossíntese? Que as alfaces também choram? Malvados e insensíveis…
A desastrosa privatização da gerentona incomPTente
Está cada vez mais difícil ler algo que preste na Folha, mas neste domingo (15) havia uma entrevista com o Affonso Celso Pastore que valia a pena.
De forma bastante clara, didática até, ele demonstra os principais (não únicos) erros que a gerentona incomPTente vem cometendo na economia, citando desde o intervencionismo totalitário e burro (no caso do sistema elétrico, com quebra de contratos e ações mentirosas e populistas, ao pior estilo Hugo Chávez), passando pelo aparelhamento descarado do BNDES e outros bancos públicos, que vem sendo usado para beneficiar apenas e tão somente quem se alinha (por ideologia ou, mais frequentemente, por conveniência) ao projeto de poder do PT, e chegando à perda da competitividade no país.
Reproduzo na íntegra, porque merece:
Folha – O governo baixou o custo do capital, o dólar subiu, fizeram intervenções, tiraram impostos. Ainda assim o crescimento não foi o esperado. As premissas estavam erradas?
Affonso Celso Pastore – Foi a ideia de que o estímulo fiscal produz crescimento. Ou a de que baixar juros liberta o espírito animal. Ou a de que a depreciação cambial melhora a competitividade. Ou a de que, se intervir mais, produz resultados melhores. Esse grau de intervencionismo feito em um setor ou outro, em vez de gerar um setor privado que está atrás do lucro e da eficiência, deixa muito mais eficiente ir a Brasília batalhar pela sua isenção tributária, desde que você tenha o poder político de convencer o ministro, de convencer o presidente. Há algo de profundamente errado nessa política. Chega a absurdos. Por exemplo, para baixar o preço da energia, quebrou-se um contrato. Criou-se uma incerteza para quem investe em infraestrutura. Intervencionismo excessivo leva a desajustes.
O sr. vê uma reavaliação dessa política atualmente?
Quando as coisas dão errado, ou você recua, ou dobra a aposta. A outra opção são ajustes pequenos, sem mudar o curso. Na medida que vai empurrando com a barriga, não tira o desajuste, mas também não obtém resultado. É condenado a ter uma inflação em 6% e pouco, um deficit em conta-corrente em 3%, 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) e um crescimento de 2%, 2,5%. Tem um resultado medíocre e vai levando para ver até onde chega.
Estamos condenados, pela política econômica, a voltar a um crescimento de 3%, com uma inflação em 6%?
Affonso Celso Pastore – Não. O Brasil não está “condenado”, porque cometeu algum pecado, a ter que crescer sempre a 2%, 2,5%. Também não pode crescer 6%, não há mão de obra suficiente. Há uma vedação demográfica. De 2002 para cá, a taxa de ocupação subiu, o desemprego caiu. Agora há um estoque muito menor de gente voluntariamente fora do mercado de trabalho. Caiu na margem a contribuição do crescimento populacional para a expansão da economia. O segundo ponto é que a contribuição da produtividade total dos fatores no Brasil vem diminuindo.
É ela o que mais contribui para o crescimento, não?
Sim, embora você precise também de acumulação de capital. O Brasil, durante o início do governo militar, teve um conjunto de reformas que gerou um período de alta elevação de produtividade nos anos subsequentes, o chamado “milagre econômico”. Depois, houve um segundo ciclo, que começou com a abertura da economia no governo Collor, passou pelo ciclo de reforma monetária do governo FHC, pela Lei de Responsabilidade Fiscal e pelo período de reformas do primeiro governo Lula.
Esses são exemplos de reformas que realmente aumentaram a eficiência, aumentaram a produtividade. Mas o impulso dessas reformas está morrendo, porque nós estamos virando isso de cabeça para baixo. Em vez de acentuar a ida para a eficiência, estamos acentuando a ida para ineficiência. Um dos argumentos do governo é que as licitações vão dar esse ganho de produtividade porque, ao melhorar a infraestrutura, vão baixar o custo.
Eu não tenho dúvidas de que a infraestrutura é absolutamente fundamental para gerar tudo isso. Agora deixe-me falar um pouco sobre a forma como estão sendo conduzidas: o governo não tem dinheiro, então chama o setor privado. Mas ele diz “você tem que dar um passo aqui, outro passo para cá, você não pode sair desse círculo”.
Para elevar a TIR [taxa interna de retorno, medida de rentabilidade de um investimento], o BNDES alavanca com 80%, 90% de financiamento, baixa o custo de capital. Mas isso vira aumento de dívida pública. E tem um subsídio aqui dentro, além de você estar aumentando a dívida bruta para fazer o gasto. Não precisava pôr o BNDES para financiar a infraestrutura se você aceitasse uma TIR um pouco mais alta.
Aqui entra a filosofia do processo: tenho que ficar com o pedágio baixo porque quem usa a estrada é o cara que vota em mim. Se eu cobrar dele na forma de custo da dívida, ele não vai nem perceber. Vai dizer que a culpa é dos banqueiros. Então, eu baixo a TIR, baixo o pedágio, dou dinheiro para o BNDES, aumento a dívida bruta. Isso gera uma carga sobre a sociedade inteira, mas o eleitor está defendido.
A forma como está sendo feita não é a forma correta. Desculpe, é correta para quem tem o objetivo político de se eleger e de usar esse tipo de instrumento para ficar no poder. Mas não do ponto de vista econômico.
O papel do BNDES na sua visão está desvirtuado?
O BNDES não precisava ir ao extremo que está indo.
O sr. se lembra de algum outro momento da história em que o BNDES tivesse sido usado…
Isso aí? Mas nunca!
Esse tipo de medida é fruto de um projeto político ou se deve à convicção de que é um modelo que pode levar ao desenvolvimento do país?
As duas coisas. O Lula tinha o mesmo objetivo que a Dilma. O PT tem um projeto de poder para muitas décadas. A Dilma continua no mesmo projeto. Mas o Lula não teve dúvidas em pegar um banqueiro reputado [Henrique Meirelles] e colocar no Banco Central, em escolher um ministro da Fazenda que não levou nenhum economista do PT para trabalhar com ele.
O Antonio Palocci tinha uma característica básica: ele ouvia as pessoas. Ouvia as críticas e não as tomava pessoalmente. Era capaz de processar aquela informação. O Lula tinha pragmatismo. Tinha um projeto de poder, mas não tinha vedação ideológica. Agora compara o atual ministro da Fazenda com isso o que descrevi sobre o Palocci…
Mas foi o próprio Lula que escolheu o atual ministro…
É, sumiu o pragmatismo. O projeto de poder continua, mas aquele negócio de usar a economia de mercado por conveniência do projeto político mudou. Agora você quer usar o social-desenvolvimentismo. Quer dizer, tem um componente ideológico agora muito maior.
E qual o cenário para 2014?
Está para nascer o candidato que não aumenta gasto público em um ano de eleição. Acho que o superavit primário [economia do governo para pagar juros da dívida] vai para baixo. Acho que essas transferências para o BNDES e para a Caixa continuam. Acho que a inflação fica alta, vai sacrificar a Petrobras, vai sacrificar a energia elétrica para não repassar tudo para o preço.
Há uma pressão que está aumentando sobre o câmbio. Estamos intervindo um caminhão no mercado de câmbio e ainda assim ele está em R$ 2,30. O Banco Central está vendendo muito, algum sucesso ele tem. Mas isso mostra a força que tem para depreciar o real.
E o que acontece com quem herdar esse abacaxi em 2015?
Descasca e, se não estiver podre, come. O Brasil já pegou abacaxis complicados no passado. Alguém vai ter que suar sangue, suor e lágrimas para consertar isso. Mas tudo é consertável.
Sim, tudo é consertável.
Os problemas, no caso do Brasil, são: (1) a que custo/oportunidade? e (2) quando teremos alguém com capacidade e disposição para consertar tantas (e tão amplas) cagadas que foram feitas pela dupla Lulla+Dilma?
Mais novidades no blog
Neste ano já fiz algumas mudanças no blog, em termos de layout e conteúdo. Porém, agora é preciso mais uma leva de mudanças.
Desta vez fui obrigado. A Locaweb fez o favor de mudar todo o portfólio de pacotes de hospedagem de sites, e com isso tornou-se desvantajoso manter o blog hospedado lá.
Assim, transferi o blog pra a plataforma WordPress. O link permanece igual, mas tenho tido alguns problemas para transferir os mais de 600 posts que estavam abrigados no Blogger (até agora, o WordPress só conseguiu importar meno de 300).
Enquanto resolvo isso, estou também me familiarizando com algumas funções da nova plataforma. Assim, o blog ainda estará, por alguns dias, “incompleto”. Contudo, pretendo seguir com alguns novos posts ainda que seja em meio à instabilidade.
Peço aos leitores um pouco de paciência, pois esta mudança é bastante grande, e tenho que importar bases de dados de serviços diferentes, o que toma tempo e pode gerar algumas inconveniências. Me desculpo antecipadamente, e agradeço a paciência.
Vazou na internet a carta de Barack Obama em resposta ao ultimato de Dilma Rousseff sobre a espionagem da NSA
Vazou a carta do Obama sobre o ultimato brasileiro reclamando da espionagem americana e a imediata resposta da Dilma.
Cara Presidenta Dilma
Imensamente preocupados com o ultimato dado pelo Governo brasileiro, pelos problemas de espionagem que efetuamos aí nesse país, esclarecemos a V. Excia. que, por sermos uma superpotência, temos interesses a defender por toda a parte e por isso atuamos onde seja necessário.Meu primeiro impulso, visando atender ao seu pedido de esclarecimentos e desculpas foi entregar o farto material que temos gravado nos últimos 20 anos, ao Presidente do Supremo. Ministro Joaquim Barbosa, mas num gesto de amizade solicito que a Sra. Presidenta determine a quem de direito.Segue abaixo, só uma pequena amostra do que temos para sermos orientados do que fazer: 1-Gravamos secretamente, é claro, em foto e vídeo todas as reuniões que o seu padrinho participou (ele jura que não sabia de nada) com toda a Direção do PT, quando foram acertados os pagamentos do Mensalão. Consideramos esse material altamente explosivo pois iria desmascarar o seu Partido diante até do mais crédulo beneficiário do Bolsa Família, que como sabemos elegeu o Presidente anterior e a senhora.
Mesmo com todo o empenho do Levandowsky e do Tofoli, considero muito difícil que o Barbosa com essas provas na mão, não mande prender vocês todos.2-Temos em nosso poder todas as contas abertas no exterior, por todos os dirigentes do Governo atual e dos anteriores, com os respectivos extratos com valores que chocariam o mundo e dariam para pagar a dívida interna e externa do Brasil e de todos os demais países da América Latina.
Obs: Acompanhamos e documentamos com especial interesse a evolução da riqueza do Lulinha. O que temos é inacreditável até para os filmes de ficção que aqui costumamos fazer tão bem.3-Possuímos gravações (imagem e vídeo) nos últimos 20 anos, com todos os Ministros, Deputados e Senadores do Brasil confessando abertamente sobre vantagens financeiras auferidas por desvio de dinheiro público. Temos tudo documentado e também onde estão depositados esses valores, os números das contas e os respectivos saldos.
4-Temos uma filmagem efetuada em alta definição, no AEROLULA, onde o seu padrinho “deita e rola”, com uma senhora Assessora em São Paulo cujo nome andou muito nos noticiários e lembra um famoso filme do Polansky… O Bebê de… (não lembro o nome).
Como o material gravado é de extrema gravidade e poderia causar até uma revolução no Brasil sugiro que no ato da entrega, todas essas provas sejam colocadas no mesmo cofre da Caixa Econômica, aquele que queimou há um tempo atrás, sumindo com um monte de Contratos e que livrou muitos amigos de pagarem os empréstimos bilionários ao Governo… lembra?
Foi em Governos anteriores mas é uma boa sugestão…
Presidente B. Obama
Resposta da Dilma no dia seguinte:
Ilmo. Sr. Presidente B. ObamaUma única palavra…. pelo amor de Deus:ESQUEÇA!!!!Beijinhos na Michelle e nas crianças.Não se esqueça de me adicionar no seu FACEBOOK.O meu padrinho envia pelo portador uma caixa de Cachaça 51, muito famosa por aqui e uma das preferidas dele.AbraçosPresidenta
A arte de falar de forma clara
Nem vou escrever nada – o vídeo é mais do que auto-explicativo:
Pizzaria Google
Não é nova, mas segue atual e engraçada:
– Pizzaria Google, boa noite!
– De onde falam?
– Pizzaria Google, senhor. Qual é o seu pedido?
– Mas este telefone não era da Pizzaria do…
– Sim senhor, mas a Google comprou a Pizzaria e agora sua pizza é mais completa.
– OK. Você pode anotar o meu pedido, por favor?
– Pois não. O Senhor vai querer a de sempre?
– A de sempre? Você me conhece?
– Temos um identificador de chamadas em nosso banco de dados, senhor. Pelo que temos registrado aqui, nas últimas 53 vezes que ligou, o senhor pediu meia quatro queijos e meia calabresa.
– Puxa, eu nem tinha notado! Vou querer esta mesmo…
– Senhor, posso dar uma sugestão?
– Claro que sim. Tem alguma pizza nova no cardápio?
– Não senhor. Nosso cardápio é bem completo, mas eu gostaria de sugerir-lhe meia ricota, meia rúcula.
– Ricota ??? Rúcula ??? Você ficou louco? Eu odeio estas coisas.
– Mas, senhor, faz bem para a sua saúde. Além disso, seu colesterol não anda bom…
– Como você sabe?
– Nossa Pizzaria tem o banco de dados mais completo do planeta. Nós temos o banco de dados do laboratório em que o senhor faz exames também. Cruzamos seu número de telefone com seu nome e temos o resultado dos seus exames de colesterol. Achamos que uma pizza de rúcula e ricota seria melhor para sua saúde.
– Eu não quero pizza de queijo sem gosto e nem pizza de salada. Por isso tomo meu remédio para colesterol e como o que eu quiser…
– Senhor, me desculpe, mas acho que o senhor não tem tomado seu remédio ultimamente.
– Como sabe? Vocês estão me vigiando o tempo todo?
– Temos o banco de dados das farmácias da cidade. A última vez que o senhor comprou seu remédio para colesterol faz 3 meses. A caixa tem 30 comprimidos.
– Porra! É verdade. Como vocês sabem disto?
– Pelo seu cartão de crédito…
– Como?!?!?
– O senhor tem o hábito de comprar remédios em uma farmácia que lhe dá desconto se pagar com cartão de crédito da loja. E ainda parcela em 3 vezes sem acréscimo… Nós temos o banco de dados de gastos com cartão na farmácia. Há 2 meses o senhor não compra nada lá, mas continua usando seu cartão de crédito em outras lojas, o que significa que não o perdeu, apenas deixou de comprar remédios.
– E eu não posso ter pago em dinheiro? Agora te peguei…
– O senhor não deve ter pago em dinheiro, pois faz saques semanais de R$ 250,00 para sua empregada doméstica. Não sobra dinheiro para comprar remédios. O restante o senhor paga com cartão de débito.
– Como você sabe que eu tenho empregada e quanto ela ganha?
– O senhor paga o INSS dela mensalmente com um DARF. Pelo valor do recolhimento dá para concluir que ela ganha R$ 1.000,00 por mês. Nós temos o banco de dados dos Bancos também. E pelo seu CPF…
-ORA VÁ SE DANAR !
– Sim senhor, me desculpe, mas está tudo em minha tela. Tenho o dever de ajudá-lo. Acho, inclusive, que o senhor deveria remarcar a consulta que o senhor faltou com seu médico, levar os exames que fez no mês passado e pedir uma nova receita do remédio.
-Por que você não vai à m….???
– Desculpe-me novamente, senhor.
-ESTOU FARTO DESTAS DESCULPAS. ESTOU FARTO DA INTERNET, DE COMPUTADORES, DO SÉCULO XXI, DA FALTA DE PRIVACIDADE, DOS BANCOS DE DADOS E DESTE PAÍS..
– Mas senhor…
-CALE-SE! VOU ME MUDAR DESTE PAÍS PARA BEM LONGE. VOU PARA AS ILHAS FIJI OU ALGUM LUGAR QUE NÃO TENHA INTERNET, TELEFONE, COMPUTADORES E GENTE ME VIGIANDO O TEMPO TODO…
– Sim, senhor… entendo perfeitamente.
-É ISTO MESMO! VOU ARRUMAR MINHAS MALAS AGORA E AMANHÃ MESMO VOU SUMIR DESTA CIDADE.
– Entendo…
– VOU USAR MEU CARTÃO DE CRÉDITO PELA ÚLTIMA VEZ E COMPRAR UMA PASSAGEM SÓ DE IDA PARA ALGUM LUGAR BEM LONGE DE VOCÊ !!!
– Perfeitamente…
– E QUERO QUE VOCÊ ME ESQUEÇA!
– Farei isto senhor… … (silêncio de 1 minuto)
– O senhor está aí ainda?
– SIM, PORQUE? ESTOU PLANEJANDO MINHA VIAGEM… E PODE CANCELAR MINHA PIZZA.
– Perfeitamente. Está cancelada…(mais um minuto de silêncio) – Só mais uma coisa, senhor…
– O QUE É AGORA?
– Devo lhe informar uma coisa importante…
– FALA, CACETE….
– O seu passaporte está vencido.
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