Galinhas também curtem rock dos anos 80

Uma rede de criação de galinhas dos EUA inovou.

Abaixo você vê 3 comerciais que a Foster Farms está usando na terra do Tio Sam:

Neste blog, sempre abro espaço para propagandas bem boladas. Estas 3 se encaixam no perfil, não?!

“Breaking bad” atinge um recorde no valor de anúncios em TV a cabo

No último domingo (29 de Setembro), o canal a cabo AMC exibiu o último episódio da série “Breaking Bad”. Além de ter gerado muitas discussões nas redes sociais, o episódio fez com que o pequeno canal AMC batesse um recorde: 30 segundos no intervalo da série foram vendidos por até 400 mil dólares. A NBC, uma das 3 grandes redes de TV aberta (e, portanto, com audiências maiores) cobrou valores semelhantes no episódio final da série “The Office“.

No decorrer da 5a temporada do seriado, o mesmo tempo de anúncio custava cerca de 75 mil dólares – ou seja, o episódio final conseguiu a façanha de quintuplicar o preço. Há informações extraoficiais de que, com descontos (de agências etc), o custo final dos 30 segundos tenha batido na casa dos 250 mil dólares. Por ora, um dos maiores valores já cobrados em anúncios de seriados de TV ainda pertence a “Friends”: 30 segundos no episódio final (transmitido em 2004) foram vendidos por valores entre US$ 1,5 e US$ 2,3 milhões.

Para um canal da TV a cabo nos Estados Unidos, esses valores são realmente altos. Uma rápida comparação com os valores (e audiência/alcance) das grandes redes americanas dá esta dimensão: no seriado Lost, transmitido pela rede nacional ABC (outra das 3 grandes redes nacionais de TV aberta nos EUA, além da NBC e da CBS), os mesmos 30 segundos de propaganda custaram mais de 900 mil dólares – ou aproximadamente 100% mais, com uma audiência de 13,5 milhões de pessoas. Grosso modo, a ABC cobrou US$ 0,07 por telespectador.

Ainda não foram divulgados os números de audiência de “Breaking Bad”, mas há estimativas que mencionam mais de 8 milhões de espectadores. Se forem confirmados tais números, teríamos US$ 0,05 por espectador.

ATUALIZAÇÃO: Depois que redigi o post, foi divulgada a audiência de Breaking Bad: 10,3 milhões de telespectadores. Bateu todas as expectativas!

Um bom negócio para as agências e para os anunciantes!

Volkswagen de volta a 1985 com A-Ha

Jamais me canso de ver propagandas bem feitas. Eis aí mais um bom exemplo.

Avatar de Fabí MagnierComum de Duas

TakeOnMe_Volkswagen

Depois de mais de duas décadas do seu lançamento, o clipe da música “Take on me”, sucesso da banda A-Ha, continua inspirando os criativos. O videoclipe foi lançado oficialmente em 1985. Nesse ano eu ainda nem “sonhava” em nascer, mas minha irmã mais velha era adolescente e suspirava com olhinhos pequenos do Morten Harket. Conheci a música e o clipe através dela e se eu pudesse escolher o melhor clipe já criado, com certeza seria esse.

Pois bem, a Volkswagen, em parceria com a agência Deutsch L. A. criou seu novo comercial, intitulado “Feeling carefree” e dirigido por David Shane, seguindo a mesma ideia do clipe da música e, obviamente, a trilha sonora não deixaria de ser “Take on me”. Confira:

Aproveite e confira o clipe também:

Fonte.

Ver o post original

Slogans sinceros

 

Slogans sinceros assim deveriam ser vistos com maior frequência. Pelo menos são… SINCEROS!

O primeiro comercial do iPhone (2007)

Graças ao interessantísimo site PROPAGANDAS HISTÓRICAS, podemos relembrar o lançamento do iPhone, em 2007, e o seu primeiro comercial:

New York Times inovando na internet. Novamente.

O New York Times foi o primeiro grande jornal a utilizar o sistema pay-wall – no qual é possível acessar um número determinado de notícias por mês através do site; acima deste número (geralmente 20), é preciso fazer uma assinatura digital, que pode ser mais simples e dar acesso a menos recursos, ou completa, dando acesso ao conteúdo total do jornal.

Os jornais brasileiros (Estadão, Globo, Folha) já começaram a adotar o mesmo sistema.

Agora o NYT inova, mais uma vez, na propaganda em seu site:

The New York Times has notched a number of advertising firsts lately in its ongoing effort to make marketing messages more engaging, and today it’s unwrapping another one.

Bank of America is running a takeover unit at the top of the NYTimes.com homepage that when clicked, will activate a Webcast of the Times’ Schools for Tomorrow education conference. It’s the first time an advertiser has hosted a live Webcast of a Times conference within an ad unit.  The ad unit is expected to carry the entire all-day conference, which was scheduled to kick off at 7:45 a.m. Tuesday. BofA videos featuring Sal Khan, the founder of the online education site Khan Academy and a keynote speaker of the conference, will play until the start of the conference, of which BofA is a sponsor. (No annoying auto-play ad here; you have to click to activate the ad, and the player will stay confined to the banner ad. The ad is a homepage-only experience, too, so it won’t follow the viewer if he or she leaves the page.) The Times has allowed advertisers to run hand-picked editorial content in ad units before; examples are here and here. In those cases the articles were archived (lest it look like the edit side served up content to suit an advertiser’s purpose).
Through its Idea Lab, the Times has also drawn inspiration from editorial executions for new ad units. What sets apart the BofA example is that the content is live and streaming.
Meredith Kopit Levien, evp of advertising at the Times and a recent hire from Forbes, which has been aggressive in introducing new ad formats in its own right, said that the idea for the BofA unit grew out of a discussion about the bank’s support of the conference. “As with any of our content partnerships, we looked for a way to extend it beyond the people in the room,” Levien said. “The conference is about the intersection between technology and education, and there’s no better way to promote that than through technology.” The ad also represents the demand by marketers today to align with, create and use content to get the attention of ad-weary consumers in fresh ways, a trend that’s given rise to new forms of content marketing and its cousin, native advertising. In this case, BofA isn’t creating the content itself or trying to dress up an ad message as real editorial content; rather, its unit is a modern update on the “brought-to-you-by” sponsorship model where the conference is the content. “The need for marketers to be associated with content and to use content is a huge thing driving the market right now,” Levien said.

The Times, along with design and ad agency Pickle Group, worked with BofA to develop the unit. The newspaper has been focusing on measuring online ads in ways other than clicks, and as such, it’ll gauge the BofA ad’s success based on views and total viewing minutes, given the expectation that viewers will hop on and off throughout the day.  Lembro perfeitamente que quando o NYT começou a cobrar pelo acesso muita gente disse que seria um erro, que as pessoas não pagariam.

Estavam erradas.

O NYT conseguiu aumentar o número de assinantes de forma consistente desde que adotou o sistema. Vamos ver, agora, o resultado desse tipo de propaganda num site de conteúdo…

Exageros linguísticos em propagandas: o limite do ridículo

No fim de semana, ao ler o jornal, percebo que propagandas de lançamentos imobiliários são muito frequentes – numa frequência MUITO superior aos dias de semana.

Ok, isso sempre foi assim. E existem (boas) razões para tanto.

O problema é que algumas propagandas exageram no uso de palavras em outras línguas, especialmente o inglês, e acabam chafurdando no ridículo.

As 3 imagens abaixo são de um mesmo empreendimento imobiliário. Veja os nomes e termos usados:

2013 08 03 21 41 50

O nome do empreendimento: WIN WORK IBIRAPUERA – Offices & Mall. Só mesmo o nome do bairro escapou do uso indiscriminado (e errado!) do inglês.

Aliás, a quantidade de pessoas, no Brasil, que não sabe o significado da palavra MALL deve bater nos 90%.

Vamos à segunda:

2013 08 03 21 41 18

Vemos agora que o empreendimento tem um(a?) “PORTE COCHERE DE ACESSO AO OPEN MALL“.

Ganha um pirulito de jaboticaba (ou um raspberry lollipop) quem conseguir entender o que quiseram dizer com essa expressão tortuosa, que mistura 3 línguas diferentes em meras 7 palavras.

Finalmente, vamos à terceira:

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Uau, o empreendimento tem “BOUTIQUE OFFICES“!!!!!

FANTÁSTICO, NÃO?!

Certamente impressiona – ainda que não se saiba o que viria a ser isso.

Campanha publicitária da Colgate

Excelente sacada da Colgate com estas peças para propaganda impressa do fio dental.

Mostro as imagens primeiro, e comento depois.

 
 
 

 
 
 
 


Podemos observar, se voltarmos a cada uma das imagens com mais atenção, o seguinte:

1) Na primeira imagem a mulher tem um dedo a mais.

2) Na segunda ha um braço fantasma

3) Na terceira o homem só tem uma orelha.

Se você não havia notado estes “detalhes”, a campanha publicitária cumpriu o seu objetivo, pois demostrou que os restos de comida nos dentes chamam mais a atenção do que qualquer defeito físico.


Marketing político – POR DENTRO DE UMA CAMPANHA POLÍTICA

Já escrevi diversos posts aqui sobre essa coisa de “marketing político”. Sempre disse que não passa de “propaganda” – geralmente “enganosa”.

Bom, preciso registrar este texto IMPERDÍVEL: Por dentro de uma campanha política: Netinho de Paula, da agressão à… agressão, escrito BRILHANTEMENTE pelo Flávio Morgenstern.

Lendo este texto – que, a despeito de ser longo, é delicioso de ler! – ficará ainda mais claro porque eu chamo essa invenção tosca de “marketing político” pelo nome real, que, repito, geralmente não passa de “propaganda enganosa”.

Vem vou me dar ao trabalho de reproduzir o texto. Deixo apenas o linK AQUI.
RECOMENDO FORTEMENTE A LEITURA.

Ali, o Flávio mostra não apenas a sujeira que sustenta as campanhas eleitorais no Brasil atualmente, incluindo a manipulação descarada de uma imensa massa de desinformados que são levados a acreditar em coisas irreais, mas especialmente a enganação desse conceito vazio de “marketing político”.

Vá ler.