As imagens dispensam comentários:
Honestamente, algumas vezes fico em dúvida se trata-se apenas de erro, sem intenção, ou se é proposital, para chamar a atenção…
No último domingo (29 de Setembro), o canal a cabo AMC exibiu o último episódio da série “Breaking Bad”. Além de ter gerado muitas discussões nas redes sociais, o episódio fez com que o pequeno canal AMC batesse um recorde: 30 segundos no intervalo da série foram vendidos por até 400 mil dólares. A NBC, uma das 3 grandes redes de TV aberta (e, portanto, com audiências maiores) cobrou valores semelhantes no episódio final da série “The Office“.
No decorrer da 5a temporada do seriado, o mesmo tempo de anúncio custava cerca de 75 mil dólares – ou seja, o episódio final conseguiu a façanha de quintuplicar o preço. Há informações extraoficiais de que, com descontos (de agências etc), o custo final dos 30 segundos tenha batido na casa dos 250 mil dólares. Por ora, um dos maiores valores já cobrados em anúncios de seriados de TV ainda pertence a “Friends”: 30 segundos no episódio final (transmitido em 2004) foram vendidos por valores entre US$ 1,5 e US$ 2,3 milhões.
Para um canal da TV a cabo nos Estados Unidos, esses valores são realmente altos. Uma rápida comparação com os valores (e audiência/alcance) das grandes redes americanas dá esta dimensão: no seriado Lost, transmitido pela rede nacional ABC (outra das 3 grandes redes nacionais de TV aberta nos EUA, além da NBC e da CBS), os mesmos 30 segundos de propaganda custaram mais de 900 mil dólares – ou aproximadamente 100% mais, com uma audiência de 13,5 milhões de pessoas. Grosso modo, a ABC cobrou US$ 0,07 por telespectador.
Ainda não foram divulgados os números de audiência de “Breaking Bad”, mas há estimativas que mencionam mais de 8 milhões de espectadores. Se forem confirmados tais números, teríamos US$ 0,05 por espectador.
ATUALIZAÇÃO: Depois que redigi o post, foi divulgada a audiência de Breaking Bad: 10,3 milhões de telespectadores. Bateu todas as expectativas!
Um bom negócio para as agências e para os anunciantes!
Slogans sinceros assim deveriam ser vistos com maior frequência. Pelo menos são… SINCEROS!
Essa eu li no Meio & Mensagem (íntegra AQUI):
Com a apresentação de um curta-metragem de Roberto Andreoli, a Neve deu início, na segunda-feira 16, a um inusitado concurso. Pelas próximas semanas, a marca de papel higiênico da Kimberly-Clark promoverá uma votação para que os internautas elejam os melhores banheiros de restaurantes da cidade de São Paulo. Batizado de “Banheiros Espetaculares”, o projeto foi criado pela DPZ e Simple. “Queremos mostrar que zelamos pela intimidade do consumidor dentro e fora de casa, que temos a preocupação de reconhecer os ambientes que cuidam tão bem dele como a marca Neve”, afirma Alessandra Castro – gerente da categoria de papel higiênico. Mais de cem banheiros foram visitados na primeira fase do projeto. Destes, 30 foram selecionados por um júri formado por arquitetos, designers, fotógrafos e jornalistas para participarem da votação pública. Os finalistas receberam também a visita do mordomo Alfredo – o personagem protagonista dos anúncios da marca Neve entregou uma placa especial para os estabelecimentos e instalou um totem para a votação. Os seis banheiros mais votados serão divulgados durante o evento “O melhor da arquitetura”, da revista Arquitetura e Construção, da Editora Abril. A divulgação da promoção será feita em veículos online e impressos.
Uma excelente idéia!
Assim como o garoto Bombril, o mordomo Alfredo é um personagem estabelecido há anos, ainda que menos famoso do que o personagem de Carlos Moreno. A Kimberly-Clark vai gastar uns bons trocados com esta campanha, mas reforça os valores da marca Neve ao promover um concurso inusitado e, ainda assim, próximo do cliente – afinal, quem não gosta de ver banheiros bonitos para inspirar-se a reformar o próprio?
Graças ao interessantísimo site PROPAGANDAS HISTÓRICAS, podemos relembrar o lançamento do iPhone, em 2007, e o seu primeiro comercial:
Notícia interessante para quem acompanha a área de Relações Públicas (RP):
Business Insider has released its list of the best PR people in the tech industry and I’ll give you one guess which company’s rep sits atop the list.
Here’s a hint: Google it.Rachel Whetstone, Google’s top comms person, takes the honors of BI’s best tech PR pro.
BI’s reasoning for the choice is that Whitestone has political pull and has been known to dine with U.K. Prime Minister David Cameron.
“Although she’s not the one on the phone with reporters, she’s steering the search giant’s image with not just the media, but with the governments of Europe, the Middle East, and Africa,” according to the explanation.Here’s the top ten:
1. Rachel Whitestone, Google
2. Brooke Hammerling, Brew Media Relations
3. Caryn Marooney, Facebook
4. Frank Shaw, Microsoft
5. Margit Wennmachers, Andreessen Horowitz
6. Steve Dowling, Apple
7. Ricardo Reyes, Square
8. Barry Schnitt, Pinterest
9. Krista Canfield, LinkedIn
10. Carolyn Penner, TwitterClick here for the full list of the top 50.
Convenhamos: não deve ser fácil ser RP de uma empresa tão amada e, ao mesmo tempo, odiada como o Google…
No fim de semana, ao ler o jornal, percebo que propagandas de lançamentos imobiliários são muito frequentes – numa frequência MUITO superior aos dias de semana.
Ok, isso sempre foi assim. E existem (boas) razões para tanto.
O problema é que algumas propagandas exageram no uso de palavras em outras línguas, especialmente o inglês, e acabam chafurdando no ridículo.
As 3 imagens abaixo são de um mesmo empreendimento imobiliário. Veja os nomes e termos usados:

O nome do empreendimento: WIN WORK IBIRAPUERA – Offices & Mall. Só mesmo o nome do bairro escapou do uso indiscriminado (e errado!) do inglês.
Aliás, a quantidade de pessoas, no Brasil, que não sabe o significado da palavra MALL deve bater nos 90%.
Vamos à segunda:

Vemos agora que o empreendimento tem um(a?) “PORTE COCHERE DE ACESSO AO OPEN MALL“.
Ganha um pirulito de jaboticaba (ou um raspberry lollipop) quem conseguir entender o que quiseram dizer com essa expressão tortuosa, que mistura 3 línguas diferentes em meras 7 palavras.
Finalmente, vamos à terceira:

Uau, o empreendimento tem “BOUTIQUE OFFICES“!!!!!
FANTÁSTICO, NÃO?!
Certamente impressiona – ainda que não se saiba o que viria a ser isso.
Excelente artigo para quem trabalha com relações públicas ou comunicação em geral:
You might have written a great essay or article, but it’s still incomplete without an image. Images have the ability tell a story, and they form an integral part of the many articles we write.
The Web is a trove of terrific images, but not all of them are free. The challenge lies in finding the right images at the right price; generally they are classified as premium, “freemium,” or free images.
Before we dig into the best resources for free images, here are the classifications you should know about from Google:
Labeled for reuse
Your results will include only images labeled with a license that allows you to copy and/or modify the image in ways specified in the license.
Labeled for commercial reuse
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Labeled for reuse with modification
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Labeled for commercial reuse with modification
Your results will include only images labeled with a license that allows you to copy the image for commercial purposes and modify it in ways specified in the license.
Here is another great resource on copyright guidelines.
As for places to find images:
1. Google Images
Google Images is one of the best places to search for compelling images. For free images, look for the small gear icon on the right side of the screen and select “Advanced Search.” Select the correct image use type from the blue sign that says “Usage Rights,” and you’re set.Warning: Do not just grab an image from the search result; the images are protected by strict copyrights.
To pick up free images from Flickr, put the image subject in the search string and click the “Advanced Search” on the upper right corner of the screen. On the Advanced Search page, select “Creative Commons” at the bottom.
3. PhotoPin
One of the easier ways to find free images from Creative Commons is to search Photopin. It finds images with all the attribution license details, making it easier for you to plug in the image to your content.
This site has one of the best stocks of images. Free images are lower in size, apt for blogs, but if you want bigger photos, they are offered at a premium. It is often my go-to site.
5. Create your own
Yes, this could one of your best ways to get free images. I often end up making my own images when I am unable to find a suitable image on the Web. With cameras on most phones now, it is pretty much easy to click a snap and use it on your content. You can even add some beautiful text over it using image editing tools like PicMonkey.
This post originally appeared on social media consultant Malhar Barai’s blog.
Algumas empresas, por razões que escapam à minha compreensão, gostam de tratar seus clientes como perfeitos otários.
A SKY é uma delas.
Agora há pouco recebi, por e-mail, uma “oferta” da SKY. Peço ao paciente leitor dar uma olhada nas imagens abaixo (tive que “dividir” o print-screen do e-mail, devido à sua extensão):



Como você pode ver, a SKY está oferecendo “presentes” à minha escolha, a partir dos pontos que tenho acumulados no programa de fidelização deles, intitulado “Viva SKY”.
Infelizmente, os itens apresentados no e-mail levam a marca “Premiere FC”, ligada a futebol – algo que eu simplesmente ODEIO.
Mas isso é o de menos.
Cliquei no rádio para chuveiro (presente na 1a imagem, lá em cima) para ver detalhes, pois tenho os pontos acumulados, e melhor trocá-los por algo que tenha alguma função (a despeito de carregar a marca Premiere FC) do que deixá-los vencer e não ter nada em troca.
Fui direcionado para o site da SKY, fiz meu login, descobri que tenho mais de 12 mil pontos (suficientes, portanto, para tudo ofertado no e-mail exceto o último item, a horrorosa pipoqueira em forma de bola de futebol – isso eu não aceitaria nem que ME pagassem!).
Porém, no site da SKY, os items ofertados são RIDICULAMENTE POUCOS:

Observe, caro leitor, que passamos de adesivos para controle remoto de gosto duvidoso (que “custam” 400 pontos) diretamente para a HORROROSA pipoqueira em forma de bola de futebol de 15 mil pontos.
NADA intermediário!
Cadê o resto dos “presentes” que a SKY me ofereceu via e-mail?
Nada.
Não tem nada!
Porra, SKY, não faça propaganda enganosa!!!!
Você me oferece “presentes”, mas quando tento resgatá-los não acho nada além de adesivos de controle remoto e pipoqueira na forma de bola de futebol?
Você acha que sou otário?
ATUALIZAÇÃO: Recebi uma resposta, via twitter, da SKY (clique para ampliar):
Não apenas eles acham que o cliente é otário, como também me consideram analfabeto (por não ler as letrinhas miúdas da mensagem – que são miúdas mesmo, algo como fonte Arial 0,1), como eles também devem achar que sou um burro total.
SKY, eu sei que a oferta de itens depende de estoque, mas eu recebi o e-mail ontem às 22:30, e acessei o site menos de meia hora depois.
O e-mail não dizia que a mensagem era válida por apenas 5 minutos!
Ou vocês vão dizer que em menos de 30 minutos acabaram TODOS os itens exceto os adesivos e a maldita pipoqueira-bola ?
Me poupem de desculpas esfarrapadas, que só reforçam a certeza de que vocês adotaram a filosofia da vaca(*) para o cliente.
Quer oferecer um “presente” para o cliente? FAÇA ISSO DIREITO.
Caso contrário, melhor nem oferecer nada, e restringir-se à sua insignificância.
(*) filosofia da vaca = estou cagando e andando.
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