MarTAXA: o desespero da incomPTencia

Primeiro, o comercial da “nova fase” da campanha da PTralhada:

Para fazer o download e encaminhar aos amigos (precisamos garantir que esta incomPTente seja banida da política!), clique AQUI.

Agora, a coluna de Kennedy Alencar:

Dá para entender a opção da campanha de Marta Suplicy por uma estratégia agressiva na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Com 17 pontos percentuais de desvantagem, segundo o Datafolha, em relação ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), Marta não tem tempo para ser olímpica. O segundo turno acontecerá no dia 26.

No entanto, há limites que não devem ser ultrapassados. Um deles é o do respeito à vida privada. Comercial político do PT paulistano indaga se o prefeito Gilberto Kassab (DEM) é casado e se tem filhos.

Ora, qual a relevância disso para quem é candidato? Qual a importância para administrar a maior cidade do país se ele é casado, solteiro, viúvo, tico-tico no fubá?

Kassab tenta a reeleição. É um político que esteve aliado ao malufismo e que hoje segue a liderança do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

É pertinente questionar as ligações com Paulo Maluf e com Celso Pitta. É do jogo perguntar se ele seria um teleguiado do governador tucano.

No debate da TV Bandeirantes, Marta foi incisiva, mas sempre tratando de temas administrativos e políticos. Ao agir assim por todo o segundo turno, o risco que Marta corre é o de adotar uma estratégia agressiva que pode não dar resultado.

Marta tem uma trajetória respeitável. Defendeu bandeiras modernas quando deputada federal. Combateu preconceitos e enfrentou preconceitos quando se separou do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e começou outro relacionamento.

O PT já foi vítima de baixarias eleitorais. A maior delas: o episódio Miriam Cordeiro. Em 1989, o candidato Fernando Collor de Mello, num sinal do que viria a ser no governo, atacou pessoalmente Luiz Inácio Lula da Silva.

Logo, o PT e Marta deveriam ser os primeiros a evitar o lamaçal. É uma baixaria utilizar aspectos da vida privada numa campanha. Pena que Marta tenha enveredado por esse caminho. Pena que recorra a uma dissimulação desleal. O tucano Geraldo Alckmin já saiu menor do que entrou desta eleição. Ela corre risco maior ao mandar a ética às favas. Pode perder muito feio.

Em suma: dona MarTAXA, como não tem o que mostrar além de seu patético desespero, faz exatamente aquilo que se espera de um legítimo PTralha: tergiversa, tenta mudar de assunto, diz que quer comparar as administrações mas não o faz. Prefere inventar factóides do mesmo baixo nível que ela.

Que boniiiiiiiitoooo !!!!!!!

Mais uma vez, o PT age exatemente como o PT: critica a invasão da vida pessoal de alguém, mas, na primeira oportunidade, faz exatamente isso – tenta confundir os menos informados e ignóbeis, como se todos tivessem o mesmo QI de ostra congelada da Islândia que domina a Executiva do PT.

MarTAXA ou MartANTA ?

O ditado diz que uma imagem equivale a 1.00 palavras, não é mesmo ?!

Então……

Na sanha por conseguir votos, alguns candidatos exageram......
Na sanha por conseguir votos, alguns candidatos exageram......

2.087.504

2.087.504.

Este é o número de votos computados até o momento (99% das urnas apuradas) para Dona MarTAXA.

2.087.504.

Este é o número de paulistanos que precisam tomar conhecimento de alguns fatos sobre Dona MarTAXA.

A vantagem: alguns munícipes ACORDARAM.
Em 2004, Dona MarTAXA recebeu 2.209.264 votos.
A rainha do botox perdeu votos – nem tantos quanto o picolé de chuchu, registre-se.

Mas agora é preciso reduzir ainda mais o montante de incautos que acreditaram na rainha do botox.

Eis uma breve contribuição:

A herança de Prefeita Marta Suplicy

Radiografia da cidade de São Paulo no último dia de mandato do governo do Partido dos Trabalhadores

Janeiro 01, 2005


FONTE:
http://www.sampaonline.com.br/reportagens/aherancademartasuplicy.htm

Marta Suplicy finaliza seu mandato de quatro anos à frente da Prefeitura do Município de São Paulo deixando, segundo dados do Sistema de Execução Orçamentária, um rombo de quase R$ 440  milhões, e uma dívida que beira os 30 bilhões de reais.

Marta Suplicy, candidata ao governo do Estado em 2006, parece ter traçado sua estratégia eleitoral: deixar a cidade em ruínas, impossibilitando seu gerenciamento mediante manobras na Câmara Municipal, onde seu partido ainda usufrui uma considerável maioria. Segundo o jornal Folha de São Paulo, “Petistas ligados a Marta apostam que um início de governo conturbado do PSDB pode valorizar sua gestão, dando impulso para sua candidatura ao governo do Estado em 2006”.

Após perder a eleição, Marta Suplicy dedicou-se à tarefa de adequar sua gestão à Lei de Responsabilidade Fiscal. Até programas que foram o cartão de visita de sua gestão, e garantiram votos das camadas mais miseráveis da população, como o Renda Mínima, sofreram com corte ou atraso nos pagamentos. Inúmeras manifestações de servidores municipais e prestadores de serviço tumultuaram a cidade.

Como é o estado da cidade de São Paulo no último dia da gestão do Partido dos Trabalhadores ?

Projeto Belezura

Após assumir o mandato, Marta Suplicy lançou o Projeto Belezura, para resgatar a beleza da cidade, e -com maciça cobertura da imprensa- deu o exemplo pintando as paredes do estádio do Pacaembu. Os eventos do projeto contaram com presenças ilustres: até o senador Eduardo Suplicy prestigiou a revitalização da Praça Nossa Senhora aparecida, em Moema.

Confira:

Arlindo Chinaglia e Eduardo Suplicy participam do projeto belezura na Praça Nossa Senhora Aparecida em Moema

Projeto Belezura chega à Praça Coronel Fernandes de Lima, no Jardim Novo Mundo (Moema)

Quatro anos depois, os locais ora embelezados estão completamente abandonados, como demonstram as fotos abaixo:

Praça Coronel Fernandes de Lima

Praça Nossa Senhora Aparecida

Moradores de Rua

“É inadmissível que num governo do PT haja gente morando na rua”. Beatriz Pardi, subprefeita de Pinheiros, não podia expressar melhor a aparente intenção do governo Marta Suplicy de dar dignidade aos 8.704 moradores de rua da cidade de São Paulo (segundo censo da FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Mas se a área de saúde foi abandonada por não dar votos, morador de rua, então, caiu no esquecimento. No início da gestão, o governo Marta Suplicy começou -com ampla difusão na mídia- uma campanha de transferência de moradores de viadutos para hotéis.

Confira:

Administração Regional de Santo Amaro retira indigentes sob viaduto da Avenida Vereador José Diniz

Administração Regional de Santo Amaro completa remoção de moradores do viaduto Transamérica

Quatro anos depois, moradores sob os viadutos Transamérica e Ver. José Diniz estão de volta (foto abaixo): abandonados pelo governo Marta Suplicy  e sem qualquer ajuda do Serviço de Assistência Social da Prefeitura do Partido dos Trabalhadores.

Poluição Visual

Ao começar a governar a cidade de São Paulo, e em alguns casos até antes, membros do alto escalão do Governo Marta Suplicy enfatizaram seu compromisso com a despoluição visual da cidade:

  • “Secretário diz que poluição visual diminui em 8 meses (Jornal O Estado de São Paulo, Outubro 7, 2000).
  • “Marta decreta guerra à sujeira e poluição visual” (Jornal O Estado de São Paulo, Janeiro 5, 2001).
  • “Poluição visual: o alvo nº 1 do Belezura” (Jornal O Estado de São Paulo, Janeiro 5, 2001).
  • “A prefeita Marta Suplicy promete ser implacável com a questão da poluição visual. Comerciantes que estiverem usando faixas, placas e banners que não estejam de acordo com a legislação, serão severamente punidos”. (Gazeta de Santo Amaro, edição N° 2109 de 17 a 23 de Fevereiro de 2001).

O Governo Marta Suplicy começou sua gestão com uma campanha -mais uma vez, com intensa cobertura da mídia- para retirada de outdoors irregulares. Houve quem duvidasse da real intenção da Prefeita: em reportagem publicada pelo jornal O Estado de São Paulo em 10 de Abril de 2001 Cláudio Pereira, diretor-executivo da Central de Outdoor, qualificou a mesma como “um factóide” afirmando que a intenção “é criar um barulho para os cem dias de governo”.

Confira: Retirada de outdoors ilegais gera confusão na Faria Lima

Quatro anos depois, há milhares de faixas instaladas irregularmente na cidade. A nova Lei aprovada durante a gestão de Marta Suplicy, elaborada pela Vereadora Myriam Athié, liberou a instalação de outdoors nas avenidas da cidade. A situação piorou consideravelmente.

Buracos

O governo Marta Suplicy recebeu do governo Celso Pitta uma cidade destruída. Nos primeiros meses foram organizados mutirões para recuperar a cidade.

Confira: Mutirão Tapa-Buraco continua nesta sexta e sábado

Quatro anos depois, as principais avenidas apresentam crateras que custaram rodas e pneus de milhares de paulistanos. Ruas secundárias estão completamente abandonadas; algumas são praticamente intransitáveis. Segundo dados divulgados no SP/TV em 7 de janeiro de 2005, há trinta mil buracos nas ruas da cidade de São Paulo.

Av. Washintgon Luís, altura da Rua Bourbon (Chácara Flora)

Rua Professora Maria de L.S. Nogueira esquina com a Rua Ubatu Mirim (Campo Grande)

Mato

O governo Marta Suplicy encontrou a cidade com o mato nas Marginais e principais avenidas alcançando quase meio metro de altura. Arlindo Chinaglia, Secretário de Implementação das Subprefeituras, disse no começo da gestão petista que “No estado que encontramos a cidade não dá para exigir que em apenas um mês você consiga limpar todo o mato, limpar bueiro, tirar entulho. Mas na minha avaliação já tem uma diferença significativa”.

Confira: Arlindo Chinaglia avalia um mês de Governo petista

Quatro anos depois, há sim uma diferença significativa: o mato ultrapassa um metro de altura. Compare a altura do mato, na foto abaixo à esquerda, com a altura da placa de trânsito.

Av. Prof. Alceu Maynard de Araújo, em Santo Amaro

Praça dos Libaneses, na Av. Jornalista Roberto
Marinho (ex-Água Espraiada)

Lixo

Apelidada de Martaxa pelas taxas do Lixo e Iluminação criadas na sua gestão, Marta Suplicy entrega o governo com toneladas de lixo acumuladas nas ruas de São Paulo. Para piorar a situação, Marta Suplicy anulou por decreto, em 29 de dezembro, despesas já revistas no Orçamento. Limpeza Urbana sofreu um corte de mais de R$ 220 milhões. Quando o ex-prefeito Celso Pitta utilizou recurso similar no fim de sua gestão, Marta Suplicy, que estava na cidade do México, qualificou a situação de “hecatombe”.

Rua Luís Correia de Melo, em Santo Amaro

Combate à corrupção

Após assumir seu mandato, em 2001, Marta Suplicy prometeu uma devassa no PAS, o sistema de saúde idealizado por Paulo Maluf. Nada fez. É mais: durante a campanha eleitoral de 2004, disse que “pontos bons no programa, como os cartões de cadastramento” (Folha de São Paulo, 29 de outubro de 2004). A condescendência com o ex-Prefeito foi tanta que segundo a revista Veja (edição 1878, 3 de novembro de 2004) “O Ministério Público estadual fará nos próximos dias o derradeiro pedido para que a prefeitura de São Paulo contrate um advogado para trabalhar no caso da Ilha de Jersey, paraíso fiscal onde Paulo Maluf guarda cerca de 200 milhões de dólares. É a sexta vez que os procuradores fazem essa solicitação”.

Não pode-se afirmar que houve cobrança de propina por parte de fiscais da Prefeitura durante o governo do PT. Mas também não é possível fazer tal afirmação do governo Pitta. Quem paga propina não denuncia por medo às represálias. Mas há indícios interessantes. Na reportagem “Camelódromo fracassa e perde até o nome”, publicada no Caderno Cidades do jornal O Estado de São Paulo em 15 de julho de 2004, fala sobre o Popcentro, uma espécie de shopping center para camelôs inaugurado na Rua Florêncio de Abreu. Inaugurado há meses como parte “de um projeto para amenizar o problema dos camelôs no centro”, o ” local só tem dois boxes para alugar, mas atraiu poucos ambulantes”. Segundo a reportagem, Valmir Siqueira, que foi camelô por 15 anos, alugou um box, tornando-se microempresário. Siqueira, que tem uma loja de ferramentas “afirma que gasta com o aluguel o que pagava de propina para fiscais“. Quais fiscais? Os do governo Marta Suplicy.

Foram, sim, demitidos alguns servidores: na maior parte dos casos, foi o resultado de processos iniciados no governo Celso Pitta.

Passa Rápido

Uma das grandes bandeiras eleitorais do governo Marta Suplicy. Feito às presas em 2004, vários trechos apresentavam buracos e defeitos no asfalto já no final do ano, após as eleições. Mas o custo real só veio à tona em 2005. Segundo informa a Folha de São Paulo em 12 de fevereiro de 2005,  “a quantidade de pedestres mortos na cidade de São Paulo disparou 20% em 2004, na primeira elevação dos últimos 11 anos e no maior salto anual do histórico de estatísticas da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego)”. A companhia trabalha ” como a principal hipótese para a alta de 20% a inauguração dos corredores exclusivos de ônibus à esquerda”, um projeto do governo Marta Suplicy. Este hipótese foi levantada “pelo fato de a elevação ter sido maior a partir do segundo semestre, quando a maioria passou a funcionar”.

Em 13 de junho de 2005, a Folha de São Paulo, na reportagem “Câmeras de Passa Rápidos não funcionam”, informa que “As 59 câmeras implantadas pela Prefeitura de São Paulo [nos corredores de ônibus à esquerda] foram desativadas ainda no governo petista”. Ainda segundo a Folha, “A desativação foi mantida sob sigilo no governo Marta, mesmo diante de questionamentos da reportagem no final de 2004. O ex-secretário dos Transportes Jilmar Tatto, abordado na semana passada, afirmou inicialmente que não sabia da inatividade dos aparelhos. Depois, disse se lembrar de algum problema, mas sem dar detalhes”.

CET

Reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo em 21 de fevereiro de 2005 afirma-se que “a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo começou 2005 numa das piores crises de sua história”, com ” mais de cem veículos de sua frota parados, em manutenção, principalmente por falta de peças”. O governo do PT diminuiu também os postos de medição de congestionamentos (de 45 para 34), desativou metade das câmeras de monitoramento do trânsito, deixou sem manutenção os semáforos inteligentes, atrasou pagamento de fornecedores e acabou com a gratuidade do serviço 194, que passou a ser atendido pelo 156, tarifado.

No final do governo Marta Suplicy a situação piorou. Em novembro foram suspensos os contratos terceirizados de guinchamento, já que a própria CET ia fazer o serviço. Deu no que deu: de 1.733 remoções de carros estacionados em situação irregular efetuadas em agosto, passou-se a 35 remoções em dezembro. A frota da companhia, sucateada, “tem uma idade média de 9,7 anos”. Ainda segundo a reportagem, se a Prefeitura aplicasse às viaturas da CET as mesmas regras que regem o serviço de transporte coletivo, onde ônibus com mais de dez anos não podem circular, “boa parte” dos 703 veículos da CET “ficaria proibida de circular”.

CEUs

Construídos a toque de caixa, a um custo até 425% maior do que em uma escola padrão, segundo dados do Ver. Ricardo Montoro, foram a grande bandeira eleitoral do PT. Duraram pouco: segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo em 18 de fevereiro de 2005, uma auditoria da secretaria municipal da Educação constatou que “todos os 21 prédios que abrigam unidades dos CEUs (centros educacionais unificados) têm problemas na construção”. Ainda segundo a reportagem, o CEU Paz, na zona norte, exemplifica a situação: há “rachaduras, as duas piscinas foram esvaziadas e interditadas. Há também rachaduras no piso da escola, degraus quebrados, falta de escadas, tubulações com vazamento, pintura danificada, problemas na vedação e no ar-condicionado e até infiltração de esgoto no poço do elevador”.

Túnel da Rebouças

Mais um cartão postal de dona Marta e do PT. Segundo a revista Veja São Paulo de 19 de janeiro de 2005, a obra, que “consumiu 97,4 milhões de Reais, 49% a mais em relação à previsão inicial de gastos da gestão Marta Suplicy”, deixou “seis carros submersos” em dois messes, foi interditada “dez vezes por precaução” e, segundo laudo do IPT, há “trechos das galerias de drenagem pluvial do túnel que já estão em péssimo estado”. Pouco tempo depois o governo José Serra interditou novamente a avenida para reconstrução das galerias.

Dívidas e calote

Em editorial de 01 de março de 2005, a Folha de São Paulo afirma que “há sinais enfáticos de que a prefeita Marta Suplicy infringiu a Lei de Responsabilidade Fiscal, reservando para seu sucessor restos a pagar sem a necessária cobertura”. Há, segundo a matéria, 12.875 credores, que reivindicam R$ 2,1 bilhões “por serviços supostamente realizados sem o devido pagamento”. R$ 800 milhões em empenhos foram cancelados pelo governo do PT, o que motivou a intervenção do Ministério Público Estadual para investigar o caso.

Mauro Ricardo Costa, secretário de Finanças do governo José Serra , estimou que em R$ 1,6 bilhão as dívidas de curto prazo deixadas pelo governo do PT, liderado por Marta Suplicy. Foi só tomar posse o novo prefeito e os fornecedores, que ficaram calados durante o governo do PT, botaram a boca no trombone. Em anúncio pago na imprensa divulgado em janeiro de 2005 a Associação de Pequenas e Médias Empresas da Construção Civil (APeMEC) afirmou que seus 225 associados estão “sendo vítimas de gravíssima inadimplência originária da administração anterior (NR: Governo Marta Suplicy)”. As empresas de lixo, que alegam ter R$ 298 milhões a receber da Prefeitura, também entraram com representação no Ministério Público Estadual para tentar garantir seus direitos.

Nem a energia elétrica o governo de Marta Suplicy pagou. Segundo a Folha de São Paulo (“Prefeitura às escuras”, 31 de março de 2005), da dívida da Prefeitura com a Eletropaulo “ao menos R$ 108 milhões são de contas atrasadas desde outubro de 2004, período em que se intensificou a gastança que caracterizou a gestão de Marta Suplicy, por razões sabidamente eleitoreiras.”

Os perueiros divulgaram no começo de 2005 um manifesto afirmando enfrentar uma ” situação desesperadora”, afirmando que nada recebem pelas baldeações gratuitas permitidas pelo bilhete único -e que já representam 30% do total de passageiros que eles transportam- ou pela viagem de idosos. Esta situação vem se arrastando desde julho de 2004, quando o governo Marta Suplicy se comprometeu a repassar aos perueiros uma subvenção adicional de R$ 15,3 milhões de agosto a outubro. Na oportunidade, o governo do PT prometeu que em novembro iam ser definidas novas regras de remuneração. Após a constatação da derrota eleitoral, danem-se os perueiros: nada foi definido nem sequer pago.

Em 11 de janeiro o governo José Serra enfrentou a primeira greve de ônibus: motoristas e cobradores do consórcio Via Sul, que pertence ao empresário José Ruas Vaz, o maior empresário do setor, recolheram 380 veículos às garagens -prejudicando mais de 190 mil passageiros-  por falta de pagamento dos salários, que deveria ter sido efetuado no dia 5. Segundo divulgado na Folha de São Paulo, os empresários do setor afirmam que “a demora para pagamento se deve aos atrasos da gestão anterior”.

Reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo em 21 de fevereiro de 2005 informa a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) acumulou “dívidas milionárias em impostos, que deixaram de ser pagos para compensar a redução orçamentária determinada pela Prefeitura de São Paulo na gestão Marta Suplicy (PT)”. Segundo a reportagem, a CET reconheceu, “no governo petista”, dívidas superiores a R$ 43 milhões com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e de R$ 25 milhões de ISS (Imposto Sobre Serviços). Segundo Alfredo Coletti, diretor do sindicato que representa os empregados da CET – filiado à CUT (Central Única dos Trabalhadores), o braço sindical do próprio PT- a crise é a pior na história da companhia, e os “problemas financeiros deixados por Marta são até piores que os de Pitta”.

O calote foi geral. Segundo reportagem da Folha de São Paulo de 21 de janeiro, Valéria Lauand, educadora do CEU Jambeiro, afirma que “ainda não recebeu os salários referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2004”. Ricardo Nicola Luccas, professor de música do CEU Alvarenga, afirma que teve de “vender um de seus carros” já que não recebeu “os salários do último trimestre de 2004”.

O programa Reluz, que prevê a troca de mais de 40 mil lâmpadas de rua, também foi afetado. Segundo informa a Folha de São Paulo em 3 de março de 2005, uma parcela da AES Eletropaulo no valor de R$ 2,3 milhões referente à instalação -já realizada- de 19 mil pontos de luz com vencimento em 31 de dezembro de 2004 (último dia da gestão da petista Marta Suplicy) não foi paga, comprometendo o financiamento da Eletrobrás (R$ 120 milhões).

Segundo informa o site do Estadão em 16 de abril de 2005, o pagamento do serviço 156 foi suspenso por Marta Suplicy em agosto de 2004. Este serviço presta informações sobre 65 serviços municipais da cidade de São Paulo (itinerários de ônibus e bilhete único, trânsito, limpeza urbana e iutros ). O serviço voltou a funcionar em abril de 2005, depois que o governo José Serra se comprometeu a pagar em 15 dias as dívidas correspondentes aos meses de janeiro, fevereiro e março.

Subprefeituras

Na primeira reunião com Walter Feldman, secretário municipal das Subprefeituras, os subprefeitos interinos informaram como encontraram suas unidades. Na Casa Verde (zona norte), o piscinão está assoreado, a altura do mato ultra passa um metro de altura e as ruas estão todas esburacadas. Já a subprefeitura de Ermelino Matarazzo (zona leste) deve dois meses de aluguel do prédio. Todas as subprefeituras informaram dívidas com fornecedores e prestadores de serviço. A frota de veículos está sucateada, e os poucos veículos que rodam não têm combustível. Na Usina de Asfalto da Barra Funda (zona oeste), por exemplo, há 22 veículos. Desses, somente 4 têm condições de rodar.

Empreguismo

Os subprefeitos também relataram a Walter Feldman que em cada subprefeitura há de 10 a 20 funcionários em “cargos de confiança”, cuja principal missão era fazer trabalhos políticos. A esmagadora maioria desses “assessores” eram filiados ao PT, e como tais tem obrigação de doar uma percentagem dos seus rendimentos às finanças do partido.

A família Tatto, cujos membros segundo o jornal Folha de São Paulo ” formavam o clã mais poderoso na cidade durante a administração de Marta”, perdeu cerca de 40 cargos na Subprefeitura da Capela do Socorro. A derrota eleitoral afetou também o clube de futebol da família, o Barcelona Esportivo Capela, que estreou em 2003 na Série B-2 do Campeonato Paulista. O time jogava no Capelão, estádio construído durante a gestão do PT com ajuda da subprefeitura local, que colaborou com areia e blocos. Após a divulgação do resultado do segundo turno, a família decidiu vender sua participação no time, que deverá deixar a região rumo ao interior.

Resumão: para relaxar

Mentiras da rainha do botox desmentidas

Isso é ÓTIMO, e acontecesse com maior freqüência no Brasil, ajudaria sobremaneira na limpeza de corruPTos e incomPTentes: o site do Metrô publicou, hoje, uma nota que refuta as propostas amalucadas de Dona MarTAXA Suplício para os transportes em SP.

A Folha Online noticiou (aqui):

A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo recorreu nesta sexta-feira ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo que considerou regular uma nota técnica publicada no site do Metrô contra a candidata Marta Suplicy (PT).

A ação foi apresentada por Marta para que o site do Metrô fosse proibido de divulgar a nota por seu caráter de propaganda eleitoral negativa. A Justiça Eleitoral em primeira instância julgou a ação improcedente. O TRE-SP manteve a decisão, apesar do parecer da Procuradoria favorável à ação.

A Procuradoria recorreu ao TSE por entender que a decisão do TRE-SP contraria a resolução 22.718, que limita a propaganda eleitoral na internet somente no site do candidato ou do partido. “No caso a contrariedade é evidente, pois o site do Metrô comenta de forma manifestamente depreciativa, numa análise técnica, os projetos da candidata para o metrô de São Paulo”, diz a Procuradoria por meio de nota.

A nota, na íntegra, está aqui. Conhecendo a PTralhada, tomo a liberdade de reproduzi-la integralmente, antes que saia do ar por razões pouco lícitas:

A proposta da candidata Marta Suplicy para o transporte metroviário da cidade de São Paulo é totalmente incompatível com os fundamentos técnicos que orientam o planejamento do transporte público metropolitano. As novas linhas que a candidata imagina fazer sobrepõem-se a linhas que já estão sendo construídas ou são inadequadas e ocasionariam distúrbios na operação do Metrô.

A proposta ignora itens básicos que determinam a construção de linhas de metrô em todo o mundo, como interconexões com outras linhas, demanda de passageiros e origem e destino preferencial das pessoas. Um projeto de ampliação do Metrô de São Paulo não pode se resumir, como quer a candidata, a acréscimos de segmentos às linhas atuais, definidos sem o necessário suporte técnico.

Outra inconsistência da proposta é o seu financiamento*. Valores, prazos e fontes de financiamento apresentados não fecham, são contraditórios e irreais. De concreto, a candidata propõe que a Prefeitura invista R$ 490 milhões por ano, o que significa, para um mandato de 4 anos, R$ 1,9 bilhão, o que representa 10% do investimento que está sendo feito pelo Governo do Estado, através do Plano de Expansão.

Para apresentar um projeto de ampliação das atuais linhas do Metrô é necessário, de antemão, conhecer o que já está sendo executado pelo Plano de Expansão do Transporte Metropolitano do Governo do Estado, iniciado em 2007, no valor de R$ 19 bilhões, o maior investimento já feito no setor. O Plano de Expansão foi concebido de forma a tornar o sistema, como um todo, mais eficiente, quadruplicando a extensão – dos atuais 61,3 km para 240 km – de linhas com qualidade de metrô, aumentando, até 2010, em 55% o número de passageiros transportados sobre trilhos e reduzindo em 25% o tempo de viagem.

*Em alguns documentos, a candidata propõe investir R$ 11,8 bilhões e, de maneira confusa, apresenta dois prazos para isso: de 2009 a 2012 e de 2009 a 2014. Por ano, ela declara que irá investir R$ 1,9 bilhão. As fontes citadas desse investimento são: Prefeitura R$ 490 milhões Governo Federal R$ 490 milhões Governo do Estado R$ 980 milhões. Para o Governo do Estado realizar esse aporte, precisaria retirar praticamente R$ 1 bilhão anual do Plano de Expansão, o que é inaceitável, pois implicaria paralisar obras que já estão sendo executadas para investir em um projeto que não faz sentido.

O Plano de Expansão está fundamentado em estudos feitos, ao longo de anos, para uma rede metroferroviária que se expande, de maneira coerente, até 2025, capaz de assegurar atendimento à demanda de forma equilibrada. Além disso, preserva as funções de cada meio de transporte, seja ônibus, trem metropolitano ou metrô, de forma a evitar a sobreposição de atendimento, procurando utilizar, de maneira racional, os recursos públicos.

Trechos propostos pela candidata, que conflitam com o Plano de Expansão ou que já estão sendo executados:

(As obras a seguir relacionadas estão sendo feitas com recursos do Governo do Estado de São Paulo, com exceção das obras do trecho da Linha 5-Lilás e da Linha 6-Laranja, para as quais o Metrô conta, pela primeira vez em 30 anos, com recursos da Prefeitura Municipal).

Proposta da candidata: Linha 4-Amarela até Vila Maria: Trata-se de um equívoco, uma vez que o atendimento à população da região de Vila Maria será feito por linha específica, a Linha 15-Vila Maria-Campo Belo, que passará pelo centro da cidade e pela av. Brigadeiro Luiz Antônio. A definição desse itinerário levou em conta a demanda preferencial da região de Vila Maria, levantada pela pesquisa Origem e Destino.

Proposta da candidata: Linha 5-Lilás até Santa Cruz: A candidata propõe uma obra que já está iniciada e tem recursos alocados pelo Governo do Estado e que, acima disso, irá além de Santa Cruz. Além disso, a mera extensão da Linha 5-Lilás até Santa Cruz acarretaria graves problemas de superlotação na estação e em toda a linha. A rede proposta não leva em consideração outros projetos da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, como o do Metrô Leve, que irá atender o Aeroporto de Congonhas e deverá estar pronto em 2010, ou o do Trem de Guarulhos, que também entrará em operação em 2010, e o do Expresso Aeroporto que deverá estar pronto a partir de 2011.
A primeira fase do Metrô Leve liga o aeroporto de Congonhas à estação São Judas, na Linha 1-Azul. Sua extensão, numa segunda etapa, se dará ao longo da av. Jornalista Roberto Marinho, com integração na Linha 5-Lilás, seguindo até a região da av. Luiz Carlos Berrini, onde se conecta com a Linha 9-Esmeralda da CPTM.

Proposta da candidata: Linha 3 até Freguesia do Ó: A extensão da Linha 3-Vermelha revela desconhecimento dos procedimentos operacionais na atual rede metroviária, pois propõe algo que pode sobrecarregar ainda mais essa linha. Para atender à região da Freguesia do Ó e Cachoeirinha, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos está preparando a contratação do projeto de engenharia da Linha 6-Laranja, que ligará a Freguesia do Ó à estação São Joaquim, na Linha 1-Azul, cujo início das obras está previsto para 2010.

Proposta da candidata: Linha 2 até Cerro-Corá e Sapopemba: Novamente, a candidata demonstra total desconhecimento do Plano de Expansão, uma vez que a Linha 2 até Cerro-Corá já está no programa de expansão do Metrô.  A  região de Sapopemba será atendida pelo ramal Vila Prudente-Oratório, que se integra à Linha 2-Verde, cujo projeto executivo deverá ser elaborado em 2009.

Proposta da candidata: Linha 6, de Cachoeirinha a Conceição: Com o traçado proposto pela candidata para chegar ao centro da cidade (destino da maioria dos passageiros da região, conforme levantado pela pesquisa Origem e Destino), a população da Vila Nova Cachoeirinha teria de fazer viagem negativa passando por Pinheiros. Para atender à população da região, a Linha 6-Laranja contará com a  estação João Paulo, na Vila Nova Cachoeirinha.  Pinheiros e região serão atendidos pela linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia), que está em construção e terá a primeira fase operando entre Luz e Butantã em 2010.

Proposta da candidata: Linha 7, de Vila Maria a Vila Prudente: Essa linha não faz sentido, uma vez que a ligação Vila Maria-Vila Prudente será atendida pela Linha 15 (Vila Maria-Campo Belo), com integração na Linha 2, que está sendo ampliada até a Vila Prudente e, posteriormente, será estendida até a avenida Tiquatira, na Penha, passando pelos bairros de Água Rasa e Vila Formosa.  De Alto do Ipiranga até Vila Prudente, as obras seguem rapidamente. A extensão até a Avenida Tiquatira, onde haverá a conexão com a CPTM, encontra-se com o projeto funcional em fase de conclusão e os estudos geotécnicos para a elaboração do projeto básico em fase de contratação.

Achei bastante didática. Pena que 99,99% de quem pretende votar na MarTAXA não lerão isso, tampouco saberão a verdade.

Se bem que…..muitos nem sabem ler, ou então não entendem o que lêem……

Mais taxas – por 4 anos

Ouvi no rádio, há pouco, e depois fui ler na web:

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (12) pelo SPTV, da TV Globo, indica que a candidata Marta Suplicy (PT) caiu quatro pontos percentuais, mas permanece na liderança nas intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo, com 35%.
O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou negativamente um ponto percentual em relação à pesquisa anterior, de 22% para 21%. O tucano está empatado na segunda posição com o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), que subiu de 12% para 21%.

Dona MarTAXA com 35% ?!

Ainda é muito, para uma louca, incomPTente, que deixou a cidade quebrada, falida e afundada.

Há tempo de reverter o quadro – mas a julgar pela incomPTência dos tucanos e demos, duvido.

Candidatos 2008

As imagens falam por si mesmas. Nem preciso comentar nada……


O equívoco e o equivocado

Primeiro, parte de uma matéria da Folha Onlina (na íntegra aqui):

A campanha da petista recebeu hoje o apoio do ministro da Justiça, Tarso Genro, que a acompanhou por cerca de 20 minutos numa caminhada no Jardim Helena, no extremo leste da zona leste. Em discurso num carro de som, Genro fez uma crítica aos eleitores paulistanos pelo resultado da campanha de 2004, quando Marta foi derrotada na tentativa de reeleição pelo atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

“Nesta eleição, o povo de São Paulo, que se equivocou na última eleição, está reconhecendo que a Marta foi a melhor prefeita que a cidade já teve”, disse Genro, num carro de som, para cerca de 200 pessoas.

“Agora é hora de São Paulo recuperar não somente a sua relação com o mundo, mas recuperar o seu vínculo com o Brasil. O Brasil que está crescendo, que está gerando emprego, do Bolsa Família, da distribuição de renda”, afirmou o ministro, que também participou de atos de campanha de candidatos do PT em São Bernardo do Campo, Diadema e Guarulhos, na Grande São Paulo, e Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo.

Agora a minha pergunta: “o povo” é que “equivocou-se” anteriormente, é ?!

Isso vindo de um “Ministro da Justiça” [sic] como Tarso Genro ?????????????????

PQP………….

Plástico ou Botox

O botox é a marca americana da toxina botulínica e foi a primeira a ser liberada para uso estético (em rugas de expressão), por isso é o mais conhecido. Existem, ainda, o Dysport, da Suécia e o Prosigne, de Israel. Toxina botulínica tipo A (cosmético Botox) é um complexo de proteínas produzido pela bactéria Clostridium botulinum, a qual contém a mesma toxina que causa envenenamento alimentar. Quando usada para fins médicos, como uma forma injetável da toxina botulínica purificada, pequenas doses podem bloquear a liberação pelas células nervosas de uma substância química chamada acetilcolina, a qual sinaliza a contração muscular normalmente. Ao interferir seletivamente com a capacidade de contração dos músculos as linhas de expressão são suavizadas e, em muitos casos, ficam praticamente invisíveis em uma semana. A toxina botulínica pertence à classe das toxinas clostridiais. Essa toxina complexa-se irreversivelmente com o axônio terminal colinérgico, bloqueando a liberação de acetilcolina pelos terminais nervosos na junção neuromuscular. Assim não ocorre a permeabilização dos canais de acetilcolina na placa terminal,consequentemente não há a entrada dos íons sódio para desencadear o potencial da placa motora. A toxina botulímica é também utilizada para tratamento em crianças com problemas musculares. Esta toxina permite, que depois de aplicada na zona em causa (ex: pernas), a criança tenha mais flexibilidade muscular. É pena que tenha uma curta duração, ou seja, depois de aplicada só tem uns meses até o organismo voltar ao mesmo.

Tudo isso eu copiei da Wikipedia, apenas para fazer a adequada introdução à ilustre figura abaixo:

Que ironia: Marta Suplicy não conseguiu chorar no debate com José Serra, mesmo tentando desesperadamente, devido ao excesso de botox na cara (só botox, vergonha que deveria ter, nada!). E depois ela chama o Alckmin de “candidato de plástico”……

Cúmulo da ironia !!!!!!!! O botox criticando o plástico !!!!!!

Mas o pior é saber que esta asquerosa mentecaPTa ainda é um risco à política brasileira. Ela se acha a Hillary Clinton dos trópicos, e almeja tornar-se Presidente(a?) da República.

Com a classe que lhe é peculiar:

Cada povo tem o governante que merece……..