O garoto que na Europa é empreendedor, no Brasil seria "fora da lei"

O vídeo abaixo é um trecho de um programa de TV de Portugal. Tomei conhecimento graças ao blog do Reinaldo Azevedo.
A TV RTP tem um programa chamado “Prós e Contras”, comandado pela jornalista Fátima Campos Ferreira. “Prós e Contras” fez um debate cujo tema era sugestivo: “Mudar o país ou mudar de país?”.

Os convidados do dia eram jovens empreendedores, que estavam lá para relatar a sua experiência. Um deles foi Martim Neves, um garoto de 16 anos que, aos 15, criou uma marca de roupa chamada “Over it”. Seu produto é um sucesso, e ele já está até exportando.
Num dado momento, ele é interrompido por uma tal Raquel Varela.

O garoto de 16 anos humilhou a debilóide esquerdistinha de meia tigela com poucas palavras, mas foram tão acertadas que ela ficou com a carinha de debilóide estraçalhada no chão.

QUASE dá para sentir pena da esquerdopata…

Ao que consta, a tal Raquel Varela é doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa).
Como Marilenas Chauís e Emires Saderes da vida, ela achou que sua titulação e sua clara posição socialista seriam suficientes para intimidar o garoto de 16 anos, tentando fazê-lo parecer um explorador de trabalho escravo na China ou em Portugal.
Mas o feitiço virou-se contra a bruxa.

A resposta do garoto foi de uma simplicidade tão avassaladora, mas ao mesmo tempo tão complexa, que a doutora Raquel teve que enfiar o rabinho entre as pernas e fazer cara de paisagem. Ela poderia, inclusive, ter pedido licença, dizendo que precisava cagar, e sair do programa.

Em tempo: no Brasil existe uma lei PROIBINDO que garotos de 15 anos trabalhem.
Martim Neves, em Portugal, é um empreendedor de sucesso.
No Brasil, teria seus pais acusados por algum burrocrata metido a adorador de Che Guevara e seria impedido de empreender.

Isso diz muito sobre o Brasil.

Ajuda a explicar, inclusive, por que temos os bolsas-famílias da vida, os Lullas, as Dilmas, os Genoínos, os Malufs, os Tiriricas, os Suplycis, os Dirceus etc.

Encontrando e usando imagens online: dicas e direitos autorais

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This post originally appeared on social media consultant Malhar Barai’s blog.

As forças retrógrado-petistas

Artigo que merece ser lido e relido:

As forças retrógrado-petistas
Miguel Reale Júnior, O Estado de S. Paulo, 01/06/13

Em maio de 2011 foi apresentada no Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional n.º 33 (PEC 33), de iniciativa do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI). Por essa emenda se impõe grave restrição ao poder jurisdicional do Supremo Tribunal Federal (STF) como forma de combater o “ativismo judicial”. Na justificativa da emenda afirma-se que o STF, sem legitimidade eleitoral, passou a ser um legislador ativo, pois, indo além da solução do caso concreto, cria normas invadindo a atribuição reservada aos parlamentares, os únicos legisladores.

A PEC 33 ficou em “banho-maria” por mais de ano e meio, tendo sido apresentado na Comissão de Justiça parecer favorável à sua admissibilidade apenas em dezembro de 2012 e reconhecida sua constitucionalidade em abril do corrente ano, com publicação da decisão 15 dias atrás.

Dois fatores foram desencadeadores da agilização do procedimento para apreciação da PEC: o julgamento do mensalão e a sustação liminar da tramitação do projeto de lei, aprovado na Câmara dos Deputados, impondo limitação ao uso do Fundo Partidário e do tempo de televisão aos novos partidos a serem constituídos.

Merece ser ressaltado o conteúdo autoritário das duas propostas legislativas, que têm em comum pretender limitar o exercício da democracia, um submetendo o Judiciário ao Legislativo, o outro criando insegurança à ida de parlamentares para um novo partido, com efeito imediato durante a própria tramitação, uma forma insidiosa de estrangular o surgimento de agremiações, garantindo-se, de outro lado, maior tempo de televisão aos partidos da base governista, como forma de se tentar perpetuar no poder a coligação entre políticos retrógrados e petistas que domina o País.

Cabe, então, uma breve a análise do teor desses dois projetos. A Proposta de Emenda Constitucional n.º 33/11 constitui uma verdadeira aberração: primeiramente, pretende-se garantir a intocabilidade das leis consideradas inconstitucionais pela maioria dos ministros do STF, pois a Constituição passaria a exigir para decretação da inconstitucionalidade das leis que esse reconhecimento fosse feito por quatro quintos dos ministros do STF. Assim, apenas se 9 dos 11 ministros entenderem a lei inconstitucional será ela assim reconhecida. Se 8 ministros considerarem inconstitucional a norma, esta permanecerá eficaz, pois sua inconstitucionalidade foi reconhecida “apenas” por três quartos dos ministros. Dessa forma se pretende instalar a supremacia do Legislativo, cujas afrontas à Constituição devem ser perenizadas autorizando-se que lei, reconhecida inconstitucional pela maioria do STF, permaneça intangida.

Em outro artigo, a proposta de emenda generosamente permite ao STF criar súmula, também por quatro quintos dos seus membros, mas que somente terá força vinculante se tal efeito lhe for outorgado pelo Congresso Nacional. Recebida a comunicação de prolação da súmula pelo STF, o Congresso terá prazo de 90 dias para deliberar, em sessão conjunta, por maioria absoluta, sobre o seu efeito vinculante.

Assim, em matéria de cunho eminentemente jurisdicional como o relativo à interpretação de norma constitucional tributária, o entendimento, mesmo de quatro quintos do STF, apenas terá força vinculante para a administração pública se o Congresso entender de atribuir a tal enunciado esse efeito. A decisão técnico-jurídica do STF, fruto de decisão de quatro quintos de seus membros, ficará, então, sujeita ao crivo do Congresso Nacional, o único que, em sua suprema onisciência, poderá ou não dar força vinculante a uma súmula!

Em outro dispositivo se chega a mais um absurdo: se o STF reconhecer a inconstitucionalidade de uma emenda constitucional, como essa mesmo, por exemplo, tal decisão não terá efeitos imediatos, mas dependerá de apreciação do Congresso, que julga o julgamento do STF. Se o Congresso rejeitar a decisão do STF, a matéria será objeto de consulta popular, um plebiscito, para que o povo diretamente avalie se a emenda constitucional é constitucional ou inconstitucional, se deve ou não ter eficácia. Avilta-se o STF em favor de um populismo perigoso ao se submeter questão técnica de inconstitucionalidade à apreciação da população!

De outra parte, o Projeto n.º 4.470/2012, já aprovado na Câmara dos Deputados, torna impossível a transferência dos recursos do Fundo Partidário e do horário de propaganda eleitoral no rádio e na televisão proporcionalmente ao número de deputados que venham a integrar o novo partido, com isso desestimulando a migração de parlamentares para agremiações em formação.

Com toda a razão se argumenta que o projeto leva ao esvaziamento do direito fundamental à livre criação de partidos e do pluralismo político, em ofensa ao já decidido pelo STF em ação direta de inconstitucionalidade, a ADI 4.430.

Assim, diante do perigo iminente de dano à liberdade política, o ministro Gilmar Mendes deu liminar para sustar a tramitação do projeto, cujos efeitos nefastos já se faziam presentes. Foi o bastante para se espalhar a revolta dos parlamentares governistas em nome de um “espírito de corpo”, para chamar às falas a “honra” do Congresso, pois o STF teria interferido na apreciação de projeto ainda em votação, intrometendo-se no curso do processo legislativo.

Cabe ver, contudo, que o efeito pretendido pela maioria governista de intimidar colegas a não se transferirem para novas agremiações já se estava consumando no decorrer do processo legislativo, garantindo-se, pela mera ameaça, o garroteamento de novos partidos e a satisfação da fome de poder das forças retrógrado-petistas.

Esse quadro autoritário, fruto da aliança dos chefetes desde ontem com a corporação petista instalada na burocracia, é próprio dos atuais donos do poder.

 

O incêndio e os moradores do 4o andar

Recebi por e-mail, e transcrevo:

Um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível.

Todas as pessoas das 10 famílias de sem-teto, que haviam invadido o 1º andar, filhos de presidiários que ganham salário de R$ 850,00, faleceram no incêndio.

No 2º andar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que viviam dos proventos da “Bolsa Família”, também não escaparam.

O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo,filiados a um ParTido político influente, com altos cargos em estatais e empresas governamentais, que também faleceram.

No 4ºandar viviam engenheiros, médicos, advogados, professores, cirurgiões dentistas, empresários,bancários, vendedores, comerciantes, policiais, e trabalhadores com suas famílias. Todos escaparam.

Imediatamente a “Presidenta da Nação” indignada e toda a sua assessoria mandou instalar um inquérito para que o “Chefe do Corpo de Bombeiros” explicasse a morte dos “queridos cumpanheiros” e por que somente os moradores do 4º andar haviam escapado.

O Chefe dos Bombeiros prontamente respondeu:

– “Eles não estavam em casa. Tinham saído para trabalhar e estudar”



Os fatos mostram: Dilma Rousseff é apenas uma burrocrata incompetente

O que aconteceria numa empresa (não importa a área de atuação, tamanho) em que o gerente nunca sabe o que seus subordinados fazem? Numa loja, se os vendedores resolvessem oferecer descontos num fim de semana qualquer, sem que o gerente soubesse, e o fato viesse à tona dias depois, o que aconteceria? Quantos sofreriam perdas financeiras? Quantos seriam demitidos?

Numa indústria, se um funcionário de terceiro ou quarto escalão fizesse um negócio que gerará prejuízo, o que o CEO ou os donos da indústria fariam? O que aconteceria com o gerente?

Pois a “gerentona” Dilma Rousseff, como eu já expliquei AQUI, não tem nada de gerente. Ela não passa de uma burrocrata da mais latente e gritante incompetência.

Boato do Bolsa Família, capítulo 1 – Antes do início das investigações:
Dilma Rousseff: “foi desumano e criminoso
Lulla: “vandalismo”, “brincadeira estúpida”
Maria do Rosário (“ministra”): “central de notícias da oposição

Boato do Bolsa Família, capítulo 2 – Após a descoberta de que tudo não passou de uma trapalhada do governo e da Caixa Econômica Federal, nem Dilma, nem Lulla e nem a ministra (que, se não falasse as coisas erradas nas horas impróprias nem seria citada em jornais, dada sua irrelevância) abriram mais a boca sobre o caso. Para piorar, a Presidência emitiu uma nota oficial sobre o caso, que basicamente diz que nada muda na CEF (AQUI).

Então a Caixa Econômica Federal enfia os pés pelas mãos, ninguém sabe de nada, a Presidente da República afirma que quem espalhou os boatos foi desumano e criminoso e dias depois vem à tona a verdade: funcionários da CEF pisaram na bola, o presidente da CEF não sabia de nada e a chefe dele, Dilma, sabia menos ainda. Aliás, a Dilma sempre sabe menos do que todo mundo – impressionante, não ?!

Leia o editorial do Estadão sobre o caso da CEF e do bolsa-família AQUI. Leitura imperdível. Eis aqui o último parágrafo:

O Planalto, de seu lado, está numa enrascada. Tendo reagido pavlovianamente ao episódio, ao culpar a oposição pela boataria, sem procurar saber, primeiro, qual teria sido a verdadeira origem dos saques em massa, a presidente Dilma se vê mais uma vez no papel constrangedor de espectadora inerte da bagunça que reina no seu governo. 

E aquele monte de jornalista se esforçando para vender a estorinha de que a Dilma é centralizadora, “espanca” os projetos e propostas até que eles fiquem sólidos e exequíveis, que ela presta atenção aos mínimos detalhes de tudo etc….

TUDO MENTIRA. TUDO BOBAGEM.

Dilma Rousseff é incompetente, incapaz, ignorante e leniente com a corrupção que marca a desastrosa passagem do PT pelo governo.
Isso não chega a ser surpresa para quem, como eu, teve Luiza Erundina, Marta Suplicy e Fernando Haddad como prefeitos. Os 3 são um exemplo impecável do desastre que é o PT. Os 3, em seus respectivos tempos, deixaram São Paulo devastada.

E uma coincidência interessante sobre a imagem (falsa) de “gerentona” da Dilma: em 11/05 eu escrevi que essa mania de chamar Dilma de “gerente, técnica” e afins é uma falácia; em 24/05, o Valor Econômico publicou extensa matéria em que ficava mais evidente ainda a incompetência da Dilma.

A matéria, como eu disse, é longa. Bem longa. Está AQUI na íntegra.
Vou transcrever apenas alguns poucos trechos, curtos, e fazer alguns comentários pontuais (os trechos da matéria vão em vermelho):

Nos últimos dias, o Valor procurou 18 importantes empresários e altos executivos de grandes corporações do país. Dez concordaram em avaliar a presidente como gestora, oito sob a condição de anonimato. Administradora eficiente e perfil de liderança são qualidades que a colocariam no radar de “headhunters” para importantes cargos de comando em grandes corporações. Mas esses requisitos não são suficientes para bancá-la como uma grande gestora, como foi alardeado pelo PT. A competência da presidente não é colocada em dúvida, mas a de sua equipe sofreu um verdadeiro bombardeio dos empresários e altos executivos.

Não sei com base em que o Valor usa “administradora eficiente”, já que a íntegra da reportagem desmonta essa tese de forma avassaladora, mas eles tinham que dar um jeito de suavizar, né?! Seria interessante citar, digamos, 3 ou 4 exemplos de EFICIÊNCIA ADMINISTRATIVA da Dilma.

Fica um desafio: alguém consegue achar?

Não. Porque não existe.

“Ela está cercada de pessoas medíocres, que não a questionam. Todo mundo morre de medo dela. Ela não tem humildade para escutar os outros. Não dá para ter 39 ministérios, 39 subordinados. Em uma empresa, esse modelo não funcionaria”, disse um alto executivo de um banco de investimento.

Aqui temos 2 fatores relacionados: Dilma propositadamente cercou-se de gente medíocre, incompetente (talvez até mais do que ela mesma!); gente medíocre, incompetente, sempre tem medo de questionar quem quer que seja – chefe, subordinado, vizinho, parente…..

Tautologia da Dilma: ela cercou-se de gente medíocre porque não quer ser questionada por alguém minimamente capaz, ou ela não admite ser questionada porque está cercada de medíocres?

Finalmente: uma das grandes diferenças entre CHEFES e LÍDERES é que os primeiros buscam funcionários medíocres para que eles mesmos fiquem parecendo muito bons, muito competentes, enquanto os segundos sabem que devem contratar funcionários mais capazes do que eles mesmos. Um bom exemplo disso: Steve Jobs.
Desde sempre Steve Jobs demonstrava um comportamento anti-social: o grande inovador da Apple era grosseiro, mal-humorado, rude, prepotente etc. Mas sempre buscava contratar os melhores profissionais para trabalhar para ele e para a Apple. Ele sabia que isso é fundamental.

Obviamente não estou comparando Steve Jobs à Dilma; ele era um gênio, ela não passa de uma pífia farsante. O ponto central é que o fato de Dilma Rousseff cercar-se de gente medíocre, incompetente e corrupta já demonstra que de gerente ela não tem nada.

A demora para decidir a que se referiu Joesley Batista é outro aspecto que ministros e empresários criticam em Dilma. Até hoje, por exemplo, ela não indicou um ministro para a vaga de Carlos Ayres Britto no STF. Ele se aposentou em novembro do ano passado. Ela já havia demorado quase três meses para indicar a ministra Rosa Weber. Não se pode dizer que a demora é regra para a escolha de ministros do Supremo: em apenas 18 dias ela indicou o ministro Teori Zavascki para a vaga aberta com a aposentadoria, no fim de agosto – em pleno julgamento do mensalão – do ministro Cezar Peluso. A mesma coisa ocorre em relação às agências reguladoras – Dilma levou quase um ano para nomear o substituto do atual governador de Brasília, Agnelo Queiroz, para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Outro bom exemplo não apenas da incompetência gerencial de Dilma, mas também do inchaço ridículo que o PT criou no Executivo: se um cargo qualquer pode ficar meses sem ninguém para ocupá-lo, resta evidente que o cargo é desnecessário.

Se o cargo é desnecessário, por que ele existe?
Para permitir acomodar indicações políticas em troca de apoio dos partidos nas votações que interessam ao Executivo. E, mesmo assim, Dilma não tem conseguido votar questões do seu interesse num Congresso que tem aproximadamente 80% dos deputados e senadores como “base aliada” (vide o caso recente da MP dos Portos).

É muita incompetência!

A demissão do ministro da Defesa não deixou de ser simbólica: demonstrou o gosto da presidente pelo exercício da autoridade. Outros traços de Dilma já eram conhecidos, como o centralismo, o detalhismo – quer saber tudo sobre todos os projetos – e a capacidade de deixar interlocutores ruborizados. Um deles diz que a “presidenta” – Dilma exige ser chamada assim – é bem informada, tem acesso a muita informação de governo e interesse pessoal de “estar por dentro”. Lê muito. Dos jornais aos projetos de governo que leva para o Palácio da Alvorada. A receita para o ministro agendado para uma audiência, portanto, é saber do que ela já está informada e falar só o que a presidente precisa saber.

Não é incomum Dilma interromper o interlocutor com frases do tipo “não quero falar disso” ou com perguntas sobre uma minúcia qualquer do funcionamento do ministério que o ministro evidentemente desconhece. Os empresários estão certos quando dizem que Dilma causa pavor aos auxiliares, inclusive ministros. Na realidade, alguns preferem enviar seus secretários-executivos para os despachos. É certo que Dilma às vezes até gosta, pois trata-se de alguém que ela mesma pôs no posto – oficialmente, para ter uma visão alternativa da pasta; na prática, um atento vigia dos atos do ministro e, às vezes, do próprio ministro. Garibaldi Alves (Previdência Social), de início se queixava de não ter o que fazer – tudo era tocado e formulado pelo secretário Carlos Bargas. Com o tempo, Garibaldi, ex-presidente do Congresso, se acostumou e parou de se queixar ao PMDB.

Primeira coisa: chefe que EXIGE ser chamado de chefe é um boçal, que sabe que jamais merecerá o respeito e, por isso, EXIGE forçosamente alguma coisa. Dilma EXIGE ser chamada de presidenta?
Ela é boçal, incompetente e fraca, sabe disso, e usa o cargo para impor que seu interlocutor a “respeite”, porque sabe que jamais ganharia este “respeito” se dependesse da própria capacidade.

Segundo: ela interromper o interlocutor com “não quero falar disso”… Bom, o caso do bolsa-família e da Caixa Econômica Federal provou que não é bem assim… Ela não sabia de um cagada MONSTRUOSA que a CEF fez e causou tumulto em mais de 10 estados.

Finalmente: o ministro se queixa de não ter o que fazer… PEÇA DEMISSÃO, SENHOR.
Nitidamente o senhor é inútil, então saia daí.
Aliás, o ministério todo parece não ter utilidade, então que seja fechado de uma vez!

Downsizing, gerentona, downsizing – já ouviu falar, Dilma?
Reengenharia? Revise processos e CORTE tudo o que for desnecessário.
Se a Dilma fosse gerente, saberia disso e, mais importante, FARIA ISSO.

O Código de Mineração levou nove anos sendo elaborado pelo ministério que, no governo Lula, foi comandado por Dilma Rousseff. Toda semana Lobão responde que “em 15 dias” o projeto será enviado ao Congresso. Isso, já há mais de ano. Aliás, nesta semana, o ministério informou que o código estará no Congresso nos próximos 15 dias. Segundo Lobão “as questões de concessões demoram porque têm que ser decididas com segurança”.

O ministro exemplifica: quando foi criado o grupo de trabalho para fazer o marco regulatório do Pré-sal, “pensávamos em resolver tudo em três meses. Levamos três anos”. Sempre que os projetos ficam prontos, Dilma diz: “Vamos espancar a lei”. Isso significa esmiuçar cada artigo do projeto em busca de erros, contradições com a legislação existente, sua constitucionalidade. “Isso leva tempo”, diz Lobão. É o que estaria acontecendo, no momento, com o programa para importar 10 mil médicos – 6 mil cubanos – que tanto aflige o ministério da Saúde. A Casa Civil ainda está “espancando a lei”: qual tipo de visto será concedido aos médicos estrangeiros?

NOVE ANOS elaborando o código de mineração?????

NOVE?????

Isso não tem outro nome: incompetência.

Esse papo de “espancar” um projeto para que ele fique bom é bobagem. A realidade mostra que os projetos que chegam ao Congresso estão ruins demais. O caso das privatizações recentes da Dilma e do Lulla, que incluem portos, estradas e aeroportos, mostra isso. Desde 2007 isso vem sendo mudado, e as estradas privatizadas pelo governo federal ainda não estão prontas; os projetos, cheios de erros, não atraíram empresas interessadas em investir.

A Dilma anunciou o programa de privatização das rodovias federais em 2007.

O que aconteceu em 2008?

E em 2009?

E em 2010?

E em 2011?

E em 2012?

Estamos em 2013, e ainda não saiu nada.

Isso tem um único nome: INCOMPETÊNCIA.

“O processo de governo é muito ruim”, diz um ministro que tem uma pilha de projetos sendo “espancados” na Casa Civil. Os empresários criticam os ministros e os ministros, com raras exceções, criticam a Casa Civil da ministra Gleisi Hoffmann, habitada, segundo eles, por técnicos jovens, inexperientes e, às vezes, arrogantes. Não é raro um deles ligar para um ministro de Estado a fim de tomar satisfações sobre algum projeto. Constrangidos, os ministros respondem.

Precisa comentar muito aqui?
Os ministros respondem porque são medíocres, só isso.

O estilo Dilma faz escola no governo. Em uma reunião recente entre técnicos dos ministérios do Planejamento e da Integração Nacional, discutia-se a liberação de verbas para municípios e a secretária-executiva do Planejamento, Eva Chiavon, mandou fazer a “transferência fundo a fundo”, como se diz no governo. O pessoal da Integração Nacional achou por bem advertir que esse era um dos mais conhecidos focos de corrupção. “Manda para os municípios e os prefeitos que se expliquem depois aos tribunais de contas deles”. Alguém advertiu que já não era bem assim hoje, como demonstram decisões do Tribunal de Contas da União, mas principalmente agora que o STF acatou a teoria do “domínio do fato” para condenar José Dirceu como mandante do mensalão. Eva não se deu por vencida e saiu-se com a frase que encerra muitas discussões: “A presidenta mandou”.

Novamente a estória de usar a posição de “chefe” para evitar a argumentação, o convencimento, a negociação. “A presidenta mandou” é a frase que encerra a discussão – se a “presidenta mandou”, escolhe-se qualquer coisa que a “chefa-que-se-acha-a-rainha-do-Egito” quer, ainda que seja uma decisão economicamente ruim, ilegal ou qualquer coisa.

Além de demonstrar que o autoritarismo fala mais alto, sempre.

“A presidenta não se conforma com avaliações genéricas. Ela quer saber dos resultados, dos detalhes”, diz a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. “Ela questiona, pede correções, reorienta. Isso é fundamental para o sucesso de um programa e de um projeto”, explica. “Às vezes, até pode demorar um pouco mais. Mas ele é bem estruturado e dá resultado consistente. Não podemos ter projetos superficiais e genéricos para lançar e depois não ter sustentabilidade”.

Engraçado… o PAC está empacado (nem o governo fala mais dele, pois foi uma propaganda enganosa que não vingou, claro), diversos programas que o Lulla lançou (e colocou a Dilma como “gestora” de cada um deles) sumiram do mapa porque se mostraram um fracasso (Fome Zero, Primeiro Emprego, entre outros), a economia está parada, a inflação está descontrolada, enfim, está uma zona… E a ministra Gleise justifica a demora por causa da suposta preocupação com os detalhes para que os projetos dêem resultado?

Querida, os projetos demoram anos e, ainda assim, são um fracasso.

Isso significa, em bom e claro português: vocês são lentos e incapazes.

Entendeu ou precisa desenhar?

Na equipe econômica chama-se as escolhas de Dilma de “estilingadas”, decisões que, depois de tomadas, batem num muro e voltam. Só um ano e meio depois de estar no comando do governo ela se convenceu de que o Estado brasileiro não está em condições de investir e admitiu fazer as concessões. Ainda assim, tabelou por baixo o lucro das empresas, no caso das rodovias. Voltou atrás, quando percebeu que não daria certo.

Quem escreveu a matéria foi gentil, recorreu ao eufemismo elevado à vigésima potência multiplicado por 10: em 2007 a Dilma apresentou a programa de privatização das rodovias, e hoje, maio de 2013, ainda não se sabe se haverá ou não a privatização, se vai sair neste ano, em quais termos etc. São mais de SEIS ANOS.

SEIS ANOS SE PASSARAM e nada foi feito!!!!!!

Aliás, quando da aprovação da MP dos Portos (dias atrás), li uma entrevista de alguém do (DES)governo que, caso a MP não fosse aprovada,  haveria um colapso nos portos, porque o volume de exportações seria muito maior do que a capacidade de escoamento. Sendo mais específico, a ministra da Casa Civil da Dilma declarou o seguinte numa entrevista à Folha de São Paulo:

Mas por que foi criada essa resistência tão forte dos operadores em portos públicos?
Temos hoje um porto público com capacidade de movimentar 370 milhões de toneladas em cargas. Em 2015, nós já estaremos movimentando 375 milhões. Ou seja, estamos no limite da capacidade. Temos então de aumentar esta capacidade. Para isso, não podemos permitir que uma reserva de mercado fique em detrimento da eficiência do país.

Cara ministra: sua chefA, Dilma Rousseff, tornou-se ministra da Casa Civil em 2005. Em 2015, a data que a senhora menciona como “limite” para aumentar a capacidade dos portos, completar-se-iam DEZ ANOS em que a presidentA Dilma não fez nada sobre o assunto. Seja como ministra (desde 2005), seja como presidentA (desde 2010), DILMA ROUSSEFF NÃO FEZ ABSOLUTAMENTE NADA PARA RESOLVER ESSE PROBLEMA.

E agora, em 2013, ela quer que o Congresso aprove a medida provisória a toque de caixa?

Isso revela incompetência mais autoritarismo. Gente que não sabe qual a função do Congresso.
Não, dona Dilma, o Congresso não é, ao menos em tese, obrigado a aprovar todos os projetos do Executivo apenas e tão somente porque “a presidenta mandou”.

Ainda que este Congresso atual seja, ipso facto, uma pocilga, o Legislativo não é feito para ser capacho do Executivo.

E Dilma, você não é a rainha do Egito; você é apenas uma burrocrata incompetente.

Portanto, MENAS

Restrinja-se à sua insignificância e à sua gritante incompetência.

O humanismo e o nível intelectual da esquerda brasileira

No último domingo, 26/05, morreu Roberto Civita, diretor da Abril S/A.
A partir da divulgação da notícia, vejam abaixo algumas reações oriundas da esquerda brasileira (clique nas imagens para ampliar):

Destaquei alguns itens que demonstram ignorância, e outros que ilustram a conhecida cara-de-pau. Estas são algumas poucas coisas que vi pelo twitter, mas já são suficientes para ilustrar não apenas o baixo nível intelectual da esquerda brasileira (como se isso fosse alguma novidade!), mas também ajudam a demonstrar sua hipocrisia latente: quando o Lulla estava em tratamento contra o câncer, essa mesma matilha de boçais gritava que era um absurdo usar a doença para atacar a pessoa.
Vê-se que esta “máxima” só vale para os outros – eles, membros da trupe de palhaços adestrados pelo PT, são imunes a isso.

Esta é a esquerda que defende os direitos humanos, grita “higienista” para qualquer coisa, que jamais leu Marx a ponto de entendê-lo mas usa seu iPhone para defender o socialismo no Facebook e no Twitter…

Um dos abobadinhos ali ainda usa um inglês macarrônico, ridículo, para dizer que a Veja é uma revista de direita – obviamente o pateta não sabe o que é direita. Nem inglês. Nem revista.

Essa é uma amostra da mentalidade tacanha, ridícula e ignóbil da esquerda.

Cuba socialista

Uma professora cubana mostra aos alunos um retrato do presidente Bush, e pergunta à classe:
– “De quem é este retrato?”
Silêncio absoluto….
– “Eu vou ajudá-los. É por culpa deste senhor que nós estamos passando fome, vivendo na miséria.”
– “Ah, professora! É que sem a barba e o uniforme não dava para reconhecer!”

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Fidel está fazendo um de seus famosos discursos:
– “E a partir de agora teremos de fazer mais sacrifícios!”
Diz alguém na multidão:
– “Trabalharemos o dobro!”
Fidel continua…
– “E temos de entender que haverá menos alimentos!”
Diz a mesma voz:
– “Trabalharemos o triplo!”
– “E as dificuldades vão aumentar!”
Completa a mesma voz:
– “Trabalharemos o quádruplo!”
Nesse momento, Fidel pergunta ao chefe da segurança:
– “Quem é esse sujeito que vai trabalhar tanto?”
– “O coveiro; mi comandante.!

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O governo revolucionário vai tomar todas as providências para que nenhum cubano vá para a cama sem comer:
Vai recolher todas as camas…

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O pai cubano pergunta ao filho pequeno:
– “O que você quer ser quando crescer?”
– “Estrangeiro.”

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Putin foi a Cuba e ficou impressionado com o número de pessoas usando sapatos com solas furadas, rasgados em cima, etc.
Estranhou que, depois de passados 40 anos de melhorias(?), as pessoas ainda estavam com sapatos rasgados e maltratados.
Perguntou a Fidel a razão disso.
Fidel, indignado, respondeu com uma pergunta:
– “E na Rússia, não é a mesma coisa? Vai me dizer que lá todo mundo tem sapato novo?”
Putin disse a Fidel que fosse à Rússia para conferir.
E se ele encontrasse um cidadão qualquer com sapatos furados, tinha a permissão para matar essa pessoa.
Fidel tomou um avião e se mandou para Moscou.
Quando desembarcou, a primeira pessoa que viu estava com sapatos rasgados e furados, que pareciam
ter pertencido ao avô.
Não titubeou.
Tirou a pistola e matou o sujeito.
Afinal, tinha permissão de seu colega Putin para fazer isso.
No dia seguinte as manchetes dos jornais Soviéticos anunciaram:

“PRESIDENTE DE CUBA MATA SEU EMBAIXADOR NO AEROPORTO”

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Fidel Castro morre e chega no céu, mas não estava na lista.
Assim, São Pedro o manda ao inferno.
Quando chega lá, o diabo em pessoa o recebe e diz:
– “Olá, Fidel, seja bem-vindo. Eu estava à sua espera. Aqui você vai se sentir em casa.”
– “Obrigado, Satanás, mas estive primeiro no céu e esqueci minhas malas lá em cima, na portaria.”
– “Não se preocupe. Vou enviar dois diabinhos para pegar suas coisas.”
Os dois diabinhos chegam às portas do céu, mas as encontram fechadas, porque São Pedro tinha saído para almoçar.
Um dos diabinhos diz ao outro:
– “Olha, é melhor pularmos o muro. Aí pegamos as malas sem ninguém nos perturbar.”
Os dois diabinhos começam a escalar o muro; mas, dois anjinhos passavam por ali, e ao verem os diabinhos, um comenta com o outro: –
“Não faz nem dez minutos que Fidel está no inferno, e já temos refugiados!!!”

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Em Cuba, um menino chega da escola faminto e pergunta à sua mãe:
– “Mamãe, o que vamos comer?”
– “Nada, filhinho.”
O menino vê o papagaio da casa e diz:
– “Nem papagaio com arroz?”
– “Não temos arroz, filhinho.”
– “E papagaio assado?”
– “Não temos gás.”
– “Assa na churrasqueira elétrica!”
– “Não temos eletricidade, filho.”
– “Que tal papagaio frito?”
– “Não temos óleo, querido.”
Grita o papagaio:

– “VIVA FIDEL!!! VIVA FIDEL!!!”

Frases venenosas – e geniais

Li isso na Revista Bula (na íntegra AQUI), e resolvi transcrever algumas, pois valem a pena:

— O adultério é a democracia aplicada ao amor.
H. L. Mencken

— Todo homem decente se envergonha do governo sob o qual vive.
H. L. Mencken

— A guerra é a forma de Deus ensinar geografia aos americanos.
Ambrose Pierce

— Se as duas pessoas se amam, não pode haver final feliz.
Ernest Hemingway

— Qualquer idiota consegue ganhar a vida representando. Ora, Shirley Temple já fazia isso aos 4 anos!
Katharine Hepburn

— A cama é a ópera dos pobres.
Provérbio italiano

— Todo canalha é magro.
Nelson Rodrigues

— O casamento é a única aventura ao alcance dos covardes.
Voltaire

— Todos os casamentos são felizes. Tentar viver juntos depois é que causa os problemas.
Shelley Winters

— O filme é uma merda, mas o diretor é genial.
Paulo Francis

— Ser da classe média é achar Godard o máximo.
Paulo Francis

— Quando ouço falar em ecologia, saco logo meu talão de cheques.
Paulo Francis

— A ignorância é a maior multinacional do mundo.
Paulo Francis

— O balé é o beisebol das bichas.
Oscar Levant

— Todo homem se torna a coisa que mais despreza.
Robert Benchley

— Deus não existe e, se existe, não é muito confiável.
Woody Allen

— O que importa não é o fato, mas a versão.
José Maria Alkmin

— Se você tem de perguntar quanto custa, é porque não pode comprar.
J. P. Morgan

— A velhice é a paródia da vida.
Simone de Beauvoir

— Só há uma coisa mais rara do que uma primeira edição de certos autores: uma segunda edição.
Franklin P. Adams

— As pessoas nunca mentem tanto quanto depois de uma caçada, durante uma guerra ou antes de uma eleição.
Otto Von Bismarck

— A mulher ideal é sempre a dos outros.
Stanislaw Ponte Preta

— Abraço e punhalada a gente só dá em quem está perto.
Otto Lara Resende

— Todas as coisas de que gosto ou são imorais e ilegais ou engordam.
Alexander Woollcott

— De vez em quando um homem inocente é escolhido para a legislatura.
Kin Hubbard

— A filosofia é composta de respostas incompreensíveis para questões insolúveis.
Henry Brooks Adams

— Na política é difícil distinguir os homens capazes, dos homens capazes de tudo.
Henri Béraud

— A maneira mais fácil de ficar livre da tentação é ceder a ela.
Tristan Bernard

— Fez o melhor que podia — é porque não foi bom o bastante.
Arthur Koestler

— Aquele que se casa por dinheiro, tem pelo menos um motivo razoável.
Gabriel Laub

— O homem se desenvolve, melhora ou corrompe, mas não cria nada.
Antoine Fabre d’Olivet

— Aplique o marxismo em qualquer país e você sempre encontrará um gulag no final.
Bernard-Henri Lévy

— O segredo do sucesso, nos negócios como no amor, é a dissimulação.
René Girard

— Nasce um otário a cada minuto.
P.T Barnum

— O patriotismo é o último refúgio dos canalhas.
Samuel Johnson

— Ao contrário do que se diz, pode-se enganar a muitos durante muito tempo.
James Thurber

— O objetivo do socialismo é elevar o nível de sofrimento.
Norman Mailer

— Perdoar, sim; esquecer, nunca.
John Kennedy

 
 

Importar médicos? A gerente incomPTente é dilmais mesmo

Nunca tinha ouvido falar no deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), médico ortopedista, mas ele foi ao cerne da questão:

Essa coisa de “importar” médicos cubanos é mais uma demonstração da completa incompetência da “gestora” Dilma.
Aliás, é fruto de incompetência grave associada à mais rastaquera tentativa de fingir que alguém neste governo se importa com a saúde no Brasil – que está completamente abandonada, um verdadeiro caos.
Lulla não fez nada.
Dilma não fez nada.

Evidentemente nenhum dos 2 se importa com o lixo da saúde no Brasil, pois ambos foram se tratar no caríssimo (e excelente) Sírio Libanês.
Agora….do que adianta “importar” médicos (pode ser de Cuba, da Noruega, da China, não importa!) se não existe infra-estrutura para que os médicos trabalhem?
Faltam leitos, faltam equipamentos, faltam enfermeiros/auxiliares, faltam remédios…..enfim, falta tudo!

Recebi via e-mail, do amigo Lúcio Wandeck, o texto abaixo, extremamente apropriado (estou transcrevendo na íntegra, exatamente como recebi):

“Escrevi esse desabafo há pouco, no mural de mais um amigo que resolveu descascar os médicos no seu perfil do facebook, em virtude desse debate sobre a importação de médicos cubanos.
Deixei no meu perfil pra que aqueles que não são da área possam botar um pouco a mão na consciência. Vou substituir o nome do cara do início do texto, o resto vai na íntegra:

“Fulaninho, eu sou membro dessa categoria que você, com extrema classe, disse não respeitar. Discordo veementemente do modo esquerdista de ver o mundo, mas tento não deixar isso influenciar em qualquer conversa, e não pretendo fazer isso agora, mas peço que reflita sobre o que vou dizer.

Não acredito que os médicos cubanos sejam solução. Nem os espanhóis, nem portugueses, nem americanos, suíços, ou até mesmo brasileiros, extra-terrestres ou os mais belos anjos. O problema é estrutura. Digo isso com conhecimento de causa, visto que eu trabalho e trabalhei no SUS nos últimos 4 anos em que estive formado. De que adiantará um médico em qualquer localidade que seja, quando não se possui o MÍNIMO para trabalhar? Medicina é mais que estetoscópio e conversa. É saneamento básico, é educação, é leito hospitalar, é exame laboratorial, é ultrassonografia, é tomografia, ressonância, é UTI, centro cirúrgico, é fisioterapia pós-operatória… dentre outros. Eu já trabalhei em vários interiores, mesmo sendo membro dessa categoria “corporativista e de reserva de mercado” (em suas palavras). O meu primeiro paciente, o primeiro que eu vi na minha frente como médico, em uma USF a 400 km de Recife, possuía um quadro de icterícia obstrutiva, e estava ali, na minha frente, com dor e amarelo da cabeça aos pés. A conduta correta seria interná-lo pra investigar o que estava acontecendo. Falo com a minha enfermeira, ela diz que isso não é possível. Não havia leitos para alocá-lo, muito menos exames a serem realizados. Medicação no posto? Paracetamol. O tylenol que você toma.

Consegui, a duras penas, pedindo favor pra amigo residente na capital e transporte de CARONA, levar o pobre coitado pra Recife, onde foi realizada uma tomografia que constatou um tumor de pâncreas. Eu gostaria de saber o que o colega cubano, em locais mais inóspitos ainda, poderia ter feito. Porque nem medicação pra deixar o cara confortável em casa dava pra arrumar. E você se vira nos 30, tentando, de alguma forma, ajudar o cara, e ainda morrendo de medo de levar um processo nas costas, porque ninguém quer saber se você tinha ou não condições de trabalho. Tem que fazer feito o Harry Potter e fazer as coisas acontecerem em passe de mágica. Isso foi UM paciente. Na mesma manhã, atendi mais 19. Doente no interior não tem só hipertensão e diabetes. E mesmo quando o problema são as doenças mais básicas, elas complicam. Acidente vascular encefálico, pé diabético, crise hiperosmolar, infarto agudo do miocárdio… nada disso vai ser resolvido com “tome este comprimido duas vezes ao dia e retorne em duas semanas”.

Gostaria também de salientar que não são fornecidas, na grande maioria, as mínimas condições para que se realize um atendimento de qualidade. Dos diversos empregos que tive (mudei de alguns, porque levei CALOTE de prefeitura), em apenas UM eu tinha consultório, com uma porta e uma maca, que dava pra examinar alguém decentemente. Em TODOS OS OUTROS, trabalhei atendendo gente em varanda de casa (com dois cachorros que viviam puxando a barra da minha calça no meio do atendimento – muito divertido, queriam brincar, mas eu tinha que trabalhar), sala de aula em escola (dividindo o momento de atendimento médico, confidencial e sigiloso, com a turminha aprendendo o ABC), e até mesmo uma DESPENSA de um 1,5 metro quadrado, em que só cabia eu mesmo, sentado numa cadeirinha no escuro, escutando o coitado do paciente, de pé, na porta.

Vale relatar que todas essas referências que fiz quantos aos meus “consultórios” referem-se a cidades a não mais do que 100 km de distância de Natal. Quiçá outras localidades. Pra conseguir exame de sangue? 2, 3 semanas de atraso. Ultrassonografia? Vixe, um mês. Tomo? Ressonância? Mais fácil acabar a seca no sertão. Por melhores que sejam as intenções da atuação na medicina preventiva, caro Daniel, pessoas adoecem. Câncer acontece. Infarto também. Fratura. Pneumonia. Crise asmática. Pé diabético, AVE, parto complicado, pré-eclâmpsia.

Plantões de emergência em interior? Tente realizar uma reanimação de parada cardíaca, quando você sabe o que fazer, e o monitor dos dois desfibriladores não funciona. Ou então transferir um paciente com um acidente vascular encefálico hemorrágico, entubado, em uma ambulância que nada mais é que uma FIORINO, passando três horas debruçado em cima dele, fazendo a ventilação mecânica e balançando de um lado pra outro na “caçamba” da “ambulância”. Sabe o que aconteceu com o pobre coitado? Faleceu… Porque quando chegou na unidade de referência, havia mais 8 pacientes com quadro similar, ou piores no hospital de referência, e não existiam meios para fornecer o tratamento necessário àquele doente. E você faz tudo isso, passa horas tentando salvar o cara, pra saber que o sistema não te ajuda. E no fim de tudo, ainda arrisca levar um processo que vai te custar até as calças, porque a família não quer saber de nada disso. Só quer a compensação.

Cada doente que eu atendo em condições inóspitas para a prática da minha profissão, é um risco que eu corro. CADA UM. Se eu deixar de diagnosticar qualquer coisa, a culpa é minha. É erro médico. E vocês, que estão do outro lado, não querem saber de nada, só querem enfiar a porrada.

Manda um engenheiro projetar um prédio de 50 andares com um lápis e uma régua, sem transferidor. E fala pra ele que os tubos não podem ser Tigre. Que a fiação elétrica não pode ser aterrada. Que faltou dinheiro pra comprar a argamassa e ele vai ter que se virar com barro. E pergunta pra ele se ele quer trabalhar assim.

Achei a comparação feita, ao final do texto, extremamente pertinente: qualquer profissional (engenheiro, médico, advogado, professor etc) precisa de competência, claro, mas precisa de outras coisas também.

E o que fazem a Dilma, o PT e este ministro da saúde que nunca fez porra nenhuma para mitigar os problemas gravíssimos da saúde do Brasil?
Tentam importar médicos de Cuba????

Pra quê?????
Tem tanto médico brasileiro que adoraria exercer sua digníssima profissão se tivesse condições para tal.