Lista negra do comércio eletrônico atualizada

A lista de lojas virtuais não confiáveis, segundo o Procon-SP, ganhou 71 endereços na última segunda-feira, 22/04/2013. Agora já são 275 sites desde 2011, quando a seleção começou a ser feita.

Com o título “Evite esses sites”, o órgão identifica as páginas nos grupos “fora do ar” ou “no ar” e informa seus respectivos números do CNPJ ou CPF e razões sociais.

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Segundo o Procon-SP, as principais reclamações dos consumidores dizem respeito a irregularidades como a falta de entrega dos produtos e a ausência de soluções para este problema.

Segundo ele, o rastreamento dos fornecedores virtuais se torna complexo porque as lojas não mantêm cadastros em órgãos oficiais, como a Receita Federal, o Registro BR e a Junta Comercial.

Para sanar eventuais dúvidas antes de comprar produtos via internet, o Procon-SP disponibiliza em seu site o “Guia de Comércio Eletrônico“.

Consulte o levantamento do Procon e evite lojas/sites com reputação duvidosa.

Internet vesus agências bancárias? Parece que não.

A notícia, da Agência Estado, é bastante interessante:

Mesmo com o avanço do uso da internet nas transações bancárias, as agências físicas ainda são valorizadas pelos clientes e devem continuar com peso relevante nas operações dos bancos. Uma pesquisa da Cisco divulgada nesta quarta-feira mostra que 80% dos entrevistados abandonariam seu banco caso as agências fossem fechadas.

“A agência bancária ganha um novo papel. Vai ser o elo de integração entre os canais (virtual e físico)”, afirmou o diretor de Estratégia da Cisco do Brasil, Paulo Abreu.

O levantamento mostra que 92% dos entrevistados no Brasil disseram que gostariam que as agências bancárias oferecessem mais serviços financeiros e de assessoria. A internet vem sendo cada vez mais usada para transações bancárias, mas sobretudo para operações mais simples, como pagamento de contas, consulta de extratos e saldos.

Segundo a pesquisa, 82% dos brasileiros preferem usar a internet para essas finalidades. “Mesmo com as pessoas mais confiantes e íntimas da tecnologia, elas ainda buscam as agencias na hora de fechar uma operação mais complexa, como um empréstimo”, afirmou o executivo.

O número de pessoas que usam a internet para fazer serviços bancários no Brasil (82%) é, aliás, superior a de países desenvolvidos (77%) e outros mercados emergentes (70%). Em nível global, o levantamento mostrou que os clientes rejeitam a ideia de agências muito automatizadas.

Em palestra no congresso da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para discutir tecnologia bancária, o Ciab, o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, foi questionado pelos especialistas se as agências bancárias poderiam desaparecer no futuro próximo.

Setubal descartou essa hipótese e ressaltou que o atendimento em pontos físicos vai continuar com espaço relevante nas operações bancárias, ainda que com estruturas mais enxutas. A pesquisa da Cisco referenda a avaliação de Setubal e mostra que 81% das pessoas de países emergentes (e 56% nos desenvolvidos) preferem entrar em uma agência bancária para receber atendimento personalizado e assessoria financeira.

A pesquisa ouviu 5,3 mil consumidores de produtos bancários em cinco países desenvolvidos (Canadá, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido) e emergentes (Brasil, China e México).

Uma pesquisa muito valiosa, pois ajuda a entender o comportamento do consumidor.

Terceirizando a língua portuguesa

Essa é uma piadinha à qual eu não resisti…..
Semana passada recebi uma entrega do Submarino.
Acho que foi a 1a vez que a 1a entrega não foi bem sucedida (até porque eles tentaram entregar em pleno feriado, e eu nunca imaginei que isso aconteceria, então estava esperando a encomenda só no dia seguinte).

Por isso, prestei atenção na etiqueta da transportadora que estava na embalagem.
Vejam as fotos:

Eu nunca tinha lido IMCOMPLETO.
Foi a primeira vez na vida…..
O submarino terceiriza a entrega – ok, isso eu sabia.
Mas terceirizou a língua portuguesa também ?!