Caso Pasadena desnuda a fraude que Dilma sempre foi

A destruição da Petrobras continua…

Empreendendo e mobilizando pessoas para alcançar o sucesso

Em Novembro de 2011, a Revista Administradores publicou uma entrevista com a minha ex-aluna, ex-orientanda e hoje amiga Kelly, que está disponível on-line AQUI.

Destaco alguns trechos:

Dinâmica e corajosa diante de obstáculos, Kelly Christina Campolongo enxerga oportunidades onde poucos encontram. Formada em junho de 2011 pela Faculdade de Administração de Empresas de São Paulo (Faesp), a jovem revela seu empreendedorismo desde a graduação. Um exemplo foi sua atuação na empresa júnior (EJ), ao levar soluções e contribuir para o sucesso do grupo, adequando estratégias de acordo com as possibilidades dos membros e as necessidades dos demais estudantes.

O professor Carlos Munhoz, que ministrou aulas das disciplinas Marketing I e II na turma de Kelly, afirmou que a ex-aluna, no quesito entusiasmo, veste a camisa da organização e faz acontecer. “Ela consegue extrair não apenas boas análises das situações, mas enxerga soluções – e consegue, como se não bastasse, concretizá-las. Ademais, a capacidade de mobilizar as pessoas ao longo de todo este processo também é um diferencial fortíssimo que ela possui”.

Você foi presidente da empresa Junior na Faesp. Como foi essa experiência?

Desde quando entrei na faculdade, sempre tive vontade de colocar todas aquelas teorias em prática. Logo vi a possibilidade com a criação da empresa júnior em 2007/2008. As vagas estavam abertas para alunos que tinham interesse de participar. Não pensei duas vezes e me inscrevi. No início, entrei como coordenadora editorial pelo fato de ter cursado dois anos de jornalismo e, assim, seria mais fácil para tocar o projeto de um jornal que íamos implantar.

Com algumas mudanças de diretoria, acabei tornando-me diretora de projetos, no qual minha primeira missão foi apresentar ao grupo toda uma pesquisa que fiz numa ONG – nosso primeiro cliente. Visitei a ONG, fiz entrevista com a proprietária que tinha uma belíssima história. Foi muito bacana.

Essa vida de professor, mal remunerada e com carga horária louca, acaba valendo a pena quando vemos nossos alunos evoluindo, melhorando a cada dia. A Kelly é um exemplo disso. Felizmente, outros (ex)alunos meus também estão no mesmo caminho. Muitos permanecem em contato comigo até hoje, o que me permite observar seu desenvolvimento.

Isso me deixa orgulhoso e feliz.

O caso da CEAGESP e a “militância política” burra

Na última sexta-feira, a CEAGESP foi palco de mais um caso de violência, depredação, ignorância e bandidagem.

O caso ajudou a desnudar, ainda, duas questões subjacentes, quais sejam:

1) A estatal CEAGESP é alvo da sanha do PT em alojar seus aliados e cúmplices, pouco importando a gestão da autarquia em si – o importante mesmo é alocar o maior número possível de PTistas na máquina, para gerar dinheiro para o partido e, claro, aumentar o escopo da influência do PT.

2) A estratégia de comunicação oficial do PT, chamada de “MAV” (ou Militância em Ambientes Virtuais”), é uma tragicomédia de péssimo gosto.

Em reportagem do Estadão, a primeira questão foi devidamente esmiuçada AQUI. Segue apenas um trecho:

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) é reduto de apadrinhados dos petistas João Paulo Cunha (SP), deputado condenado no esquema do mensalão, e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem seu sobrinho, filho do irmão Vavá, trabalhando na empresa. Edison Ignácio da Silva ocupa cargo de confiança de gerente, com salário de R$ 15 mil.

O presidente, Mário Maurici, é próximo a Carvalho, com quem trabalhou na Prefeitura de Santo André na gestão de Celso Daniel, assassinado em 2002. Companheira do prefeito na época do assassinato, Ivone Santana também assumiu cargo comissionado na Ceagesp.

A segunda questão foi desnudada AQUI. Um pequeno trecho (por favor, leitor, leia o texto original, na íntegra, porque é hilário – e triste):

Críticas à Companhia simplesmente DESAPARECEM quando a militância petista descobre que a empresa é do governo federal. A situação é tão patética que chega a ser cômica – porém, como sabemos, é na verdade bem trágica.

[…] Ocorre que a CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) é uma empresa gerida pelo GOVERNO FEDERAL (sim, do PT). Já pertenceu ao governo de SP, é verdade, mas foi federalizada em 1997. A tal incompetência, portanto (e como sói), cabe a Dilma e seus asseclas.

Agora, apenas imagine a cara do pessoal que se apressou em xingar a péssima gestão da Companhia… Claro que pararam na hora! Passou a ficar TUDO BEM com a CEAGESP! Oloco! Tá uma maravilha, pô!

Pois é…

O pessoal que fica no Twitter e no Facebook (especialmente, mas infestam outras redes sociais também) com a função exclusiva de espalhar mentiras para defender o PT e atacar (não é criticar, é ATACAR mesmo) qualquer um que critique o PT é patético. Vamos a alguns exemplos:

MAV NÚMERO 1: Já de cara o sujeito ataca o Alckmin. Quando é perguntado se a CEAGESP é do governo federal ou estadual, o sujeito diz que é estadual. Mentira. Ou ele é mal-informado, ou sabe que é federal e, ainda assim, mente. Na primeira vez que alguém questiona a informação de que a CEAGESP é responsabilidade federal, ele duvida, e ainda solta um “sabe o que significa esse SP no final?“. Na cabecinha oca do MAV, qualquer palavra que tenha SP é responsabilidade do PSDB, do Alckmin, do FHC, do Serra, do Mário Covas etc… Super inteligente!!!

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Aí, parece que alguém informa que é uma autarquia FEDERAL, e, portanto, “administrada” (muitas aspas, por favor) pelo PT. O que o sujeito faz? Diz que agora não há mais nenhum problema com a CEAGESP. Ou seja, os problemas da empresa “desaparecem” apenas e tão somente porque o MAV descobre que ela é do PT.

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A melhor parte: até o ator-militante-mal-informado-mal-intencionado-ignorante-puxa-saco José de Abreu havia usado seu Twitter para espalhar críticas ao PSDB e ao Alckmin em decorrência do caso da CEAGESP. Ele e o MAV trocaram mensagens:

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De novo: mal-informado ou mentiroso?

Ambos.

MAV NÚMERO 2: Esse é típico: PRIMEIRO acusa seus “inimigos” (os tucanos) de serem ignorantes porque estariam criticando o Haddad (nos comentários da reportagem da Folha), e DEPOIS revela a própria ignorância ao afirmar que a CEAGESP, ao voltar atrás na decisão de cobrar o estacionamento, gerou uma perda política para o Alckmin – e, na sequência, o MAV ignorante (desculpem pelo pleonasmo) exalta o candidato Alexandre Quadrilha – ops, Padilha.

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A propósito, o PT investe aproximadamente R$ 12 milhões para sustentar esses MAVs (fora os blogs sujos que recebem verbas diretamente do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras etc) para fazer a mesma coisa: espalhar mentira pela internet. Há mentiras mais evidentes (porque os sujeitos que fazem os perfis falsos são muito mais burros, como os acima), e há também aqueles que tentam se fazer passar por perfis sérios, reais – mas cujo objetivo é exatamente o mesmo: mentir.

Eis aqui mais alguns exemplos diversificados (atenção para o sujeitando que citou a cocaína apreendida num helicóptero de um deputado: ele diz que é um senador do PSDB para tentar ligá-lo ao Aécio Neves, mas na verdade trata-se de um deputado de um dos partidos da base aliada do PT):

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O Eike e a Caca

Eike Batista foi escolhido pela CartaCapital como o empresário mais admirado em 2011.

A CartaCapital escreveu o seguinte (a íntegra está AQUI):

Já Eike Batista, o chairman da EBX e dono da maior fortuna do Brasil, é admirado por sua audácia. Ele não esconde seu objetivo de se tornar o homem mais rico do mundo até 2015. “Só que, com o meu dinheiro, vou construir hospitais, universidades, vou fazer tudo o que o Brasil precisa fazer nessas áreas. Porque eu vi o Brasil perder uma geração e meia de jovens.”

Batista também alfinetou os empresários nacionais. “O brasileiro não tem a cultura de investir no risco. Se habituaram a fazer uma hidrelétrica, uma estrada. E tem de ser 15% de taxa (de retorno)”. E foi mais longe: “Costumava dizer que 50% dos CEOs das companhias estão no lugar errado. Aumentei o número para 87,5%. Os caras são ruins, não pensam em 360 graus”. Tão ousado nas palavras quanto nos negócios.

Eike Batista agradeceu a generosidade da CartaCapital:

Eike na CartaCapital

A CartaCapital, pelo seu conteúdo, deveria trocar de nome e chamar-se CacaCaPTal.

Mas pelo menos podemos dizer que Eike e a Caca se merecem. Todos sabem, a esta altura, que Eike era uma farsa, um embuste. O episódio em que todo o seu “grupo” faliu repercutiu no mundo inteiro. Sugiro ao leitor interessado que leia isso, isso e especialmente isso.

Por outro lado, a Veja publicou algumas reportagens apontando problemas no repentino “sucesso” do grupo EBX, e Eike não gostou:

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Ele recebeu, via twitter, o apoio de gente que entende muito do mercado, gente que sabia que a Veja estava errada e Eike é quem estava certo:

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O Rafael, o Luis e o João são brilhantes.

Pena que o Eike faliu.

Pena que o Rafael, o Luis e o João estavam errados.

Mas a culpa, claro, é da Veja, que não tem credibilidade nenhuma, segundo o inteligentíssimo João Paulo – ele, sim, tem credibilidade de sobra.

E o Rafael? Passou de admirador e defensor do Eike a acionista da LLX. Sua timeline do twitter indica uma, digamos, mudança de opinião sobre o Eike:

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Algum tempo depois, o Rafael Bullara, que tanto defendeu o Eike contra a reportagem da Veja, passou a ficar meio… irritadinho:

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Eike e a Caca se merecem. Assim como os “leitores” da CacaCaPTal merecem ser leitores da CacaCaPTal – ainda que não saibam ler.

Promoção & Comunicação em supermercados – erros feios

Algumas situações no mínimo “estranhas” envolvendo supermercados (clique nas imagens para aumentar):

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Supermercados: POR FAVOR, prestem mais atenção à comunicação com seus clientes!

Petrobras: mais US$ 8 bilhões em dívidas e menos R$ 8 bilhões em multas

Há alguns anos a Petrobras está metida em problemas decorrentes da gestão temerária imposta na estatal pelo PT. Indicações de políticos e companheiros do partido, mas sem NENHUMA capacidade gerencial, colocaram a empresa em rota descendente.

Ações da Petrobras

Porém, agora a Petrobras parece ter chegado ao fundo do poço:

A Petrobras recebeu cinco autos de infração da Receita Federal desde outubro, no valor de R$ 8,768 bilhões. O volume equivalente a 37,2% de seu lucro em 2013, de R$ 23,6 bilhões.

A empresa recorre de todos e, por isso, decidiu não provisionar (lançar no balanço como perda provável) nenhum dos pagamentos.

As informações constam em prospecto preliminar entregue pela empresa à SEC (Security and Exchange Comission, instituição que regula o mercado de capitais nos EUA) ontem, por ocasião da emissão de títulos para captação de US$ 8,5 bilhões. A divulgação dos casos é realizada como forma de alertar os investidores que compram os títulos sobre riscos de impactos potenciais no resultado da empresa.

Segundo o documento, em outubro a empresa foi autuada em R$ 2,348 bilhões por supostamente não ter pago IOF por empréstimos entre suas controladas estrangeiras PifCo, Braspetro e Braspetro Oil Company, em 2009.

Em dezembro, foram duas autuações relacionadas ao não pagamento de IR na fonte, no valor de R$ 2,347 bilhões, e de Cide (Contribuição de Intervenção sobre Domínio Econômico), em R$ 1,539 bilhão, no afretamento de plataformas.

No início de janeiro, o auto de infração apresentado foi de R$ 1,093 bilhão, sobre não pagamento de IR e CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) relacionado a lucros de subsidiárias no exterior.

Os questionamentos da Receita sobre os dois primeiros episódios são anteriores à emissão dos autos de infração e constam nas demonstrações financeiras da empresa em 2012 e 2013. O episódio de janeiro é indicado como questionamento nas demonstrações de 2013.

O mais recente episódio registrado ocorreu em janeiro. Trata-se de auto de infração no valor de R$ 1,442 bilhão devido ao não pagamento de contribuições previdenciárias sobre benefícios dados a um grupo de empregados e sobre remuneração de serviços médicos de terceiros, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2011.

Com a captação ontem de US$ 8,5 bilhões por meio de Global Bonds oferecidos a investidores no exterior, a Petrobras, supera, em tese, o volume de recursos que precisaria buscar no mercado neste ano, segundo seu plano de investimentos, de US$ 12 bilhões.

Os novos recursos pioram o grau de endividamento da companhia, que chegaria ao equivalente a 4,2 vezes sua geração de caixa anual, calcula Flávio Conde, analista-chefe da Gradual Investimentos. A empresa encerrara 2013 com esse indicador em 3,5.

A matéria na íntegra está AQUI.

Os trechos que destaquei acima indicam a penúria da estatal.

Este é o fundo do poço mesmo para a Petrobras?

Não. Enquanto Dilma Rousseff continuar usando a BR de forma irresponsável e com sua incompetência típica, a tendência é que a Petrobras continue afundando.

É necessário privatizar a Petrobras o quanto antes.

2013-09-24 00.17.51

O que o PT vem fazendo com a Petrobras (com Lulla ou com Dilma, tanto faz) se chama GESTÃO TEMERÁRIA. Eis aqui outro exemplo:

2013-12-08 08.58.07

Mas o Brasil é esse país único, estranho mesmo. Aqui, um batalhão de gente que não entende nada de nada, gente incapaz de entender que 2+2=4, prefere o estatismo que gera elefantes mal-administrados que apenas sugam os cidadãos…

2013-11-14 09.48.51

Eleitor burro

Graças a esses ignorantes, verdadeiros quadrúpedes, dizia-se que o Eike Batista era alvo de denúncias falsas e inveja. A realidade mostrou-se quando ele foi à falência, financiado em grande parte com dinheiro público (BNDES):

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Ministro do TSE julga a favor de Dilma. CURIOSIDADE: ele foi advogado dela em 2010.

Isso é Brasil!

Anatel publica regulamento que amplia direitos de usuários de telefonia, internet e TV paga

Boa notícia por um lado.
Por outro, a necessidade de criar algumas dessas normas demonstra a falta que faz a concorrência verdadeiramente livre: muitas coisas seriam práticas de mercado se houvesse concorrência de fato acirrada ao invés de certos oligopólios.

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Foto: Emily Baron/Creative Commons Foto: Emily Baron/Creative Commons

A Anatel publicou hoje, no Diário Oficial da União, o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços Telecomunicações (RGC), que tem como objetivo aumentar a transparência nas relações entre usuários e prestadoras. A maioria das novas regras, que ampliam os direitos de quem utiliza telefonia fixa e móvel, internet e televisão por assinatura, entra em vigor no dia 8 de julho de 2014.

Para elaborar o Regulamento, a Anatel levou em consideração os principais problemas registrados pelos consumidores na central de atendimento da Agência. Apenas no ano de 2013, a Agência recebeu mais de 3,1 milhões de reclamações contra operadoras de serviços de telecomunicações, a maioria delas relacionadas à cobrança (33,9% do total).

As novas obrigações previstas no regulamento variam de acordo com o porte da operadora: as que têm até 5 mil consumidores, as que têm entre 5 mil e 50 mil consumidores e…

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A economia brasileira em discussão

O vídeo é longo, mas vale a pena ser visto: