Nunca antes na história desse país

Agora, em meio à crise que, segundo Marilena Chauí e outros retardados do mesmo naipe, não existe, Rei Mulla terá que incluir em algum dos vários discursos: NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS DEMITIU-SE TANTO, MESMO NÃO HAVENDO CRISE ALGUMA.

O mercado de trabalho formal brasileiro já perdeu 797,5 mil vagas desde novembro. O número é equivalente ao da população de São Bernardo (SP), com 781 mil habitantes. Em janeiro, pelo terceiro mês seguido, as demissões superaram as contratações com carteira assinada, e o saldo de vagas ficou negativo em 101.748 postos.
Foi o pior resultado para o mês de janeiro da série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), levantamento mensal de vagas formais do Ministério do Trabalho. A última vez em que houve saldo negativo de empregos formais em janeiro foi em 1999- ano da desvalorização do real.
No mês passado, a indústria de transformação mais uma vez liderou a queda do emprego com carteira assinada, sendo responsável por mais da metade dos postos eliminados no período. O desempenho fortemente negativo do setor de comércio também contribuiu para o encolhimento do mercado formal em janeiro, assim como o da agropecuária e do setor extrativo mineral.
Em dezembro, o emprego formal registrou a perda inédita de 654 mil postos de trabalho. Em todos os setores da economia e em todas as regiões, os dados foram negativos. Os quatro setores listados pelo ministro devido ao desempenho positivo no mês passado são: construção civil, serviços, administração pública e serviços de utilidade pública. Já os Estados com desempenho positivo foram: Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Roraima e Rondônia.

Pois é……

Mas convido os leitores a conhecerem um estudo, produzido pelo IPEA (disponível para download AQUI), tratando do emprego no Brasil nos últimos anos.

Sendo mais específico: vá direto à página 19, para visualizar o Gráfico 7. Ali, podemos ver alguns dos resultados deste desastre que tem sido a corja de PTralhas no governo.

Mais outra asneira da asna

O que diferencia Marilena Chauí de uma asna é apenas a asa.

Se, por outro lado, asnas não têm asas, então não falta nada.

Nadica de nada.

Não sei se a declaração é verídica ou se foi falsamente atribuída – mas, a julgar pelas declarações anteriores da asna, não me surpreenderia. Fato é que fui indicado a conhecer este blog AQUI, e leio a seguinte pérola:

“A crise é um produto da mídia”: é o que pensa a pensadora profissional Marilena Chauí

PENSA A PENSADORA PROFISSIONAL ???????????????

Esta foi ótima !

Marilena Chauí não é pensadora, muito menos profissional ! E, pior: não pensa !

Basta ver o histórico da asna, AQUI.

E comparar a (suposta) declaração com alguns fatos, AQUI.

Essa matilha de boçais continua afirmando taxativamente que não existe crise, que a economia está de vento em popa.

Engraçado. São dementes, mas ainda assim engraçados. Exceto os doentes, esquizofrênicos, que não passam do patético. Coitados.

Batom do PAC: ridículo

A Mulla falando besteira não é novidade alguma – muito pelo contrário.

Mas ultimamente, o imbecil tem se superado – como aponta Elio Gaspari:

O PROCESSADOR de Lula está sobrecarregado. Têm sido frequentes os seus momentos de impaciência e mau humor na rotina do palácio. Obrigado a trocar o triunfalismo do pré-sal e da “marolinha” pelas dificuldades da crise econômica, Nosso Guia está sem agenda.
Há um indicador seguro para medir o aquecimento da placa de Lula. Sem assunto, ele retoma o discurso do nós-contra-eles e vai-se embora pra Pasárgada, onde “a existência é uma aventura”.
Durante seu discurso para cerca de 4.000 prefeitos reunidos em Brasília, Nosso Guia ofendeu a inteligência alheia duas vezes. Na primeira fez uma piada à la Maria Antonieta: “Nós cortaremos o batom da dona Dilma, o meu corte de unhas, mas não cortaremos nenhuma obra do PAC”. Lula estava num evento onde estima-se que o governo gastou R$ 240 mil.
Uma manicure de Lula contou que cortava suas unhas duas vezes por mês. Estimando-se que deixe boas gorjetas, Nosso Guia queima R$ 1.000 anuais nesse conforto. Se dona Dilma usar um batom caro (Sisley), gastará, no exagero, outros R$ 1.000. Portanto, só para custear o convescote dos prefeitos, Lula e Dilma precisariam cortar 120 anos de bem-estar.
A vinheta foi apenas uma tirada boba, mas o segundo atentado foi malévolo e enfático. Dirigindo-se ao prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, disse o seguinte: “Você vai cair da cadeira. Você não sabe e eu não sabia, mas no Estado de São Paulo nós ainda temos 10% de analfabetos no Brasil”.
A taxa de analfabetismo em São Paulo está em 4,6%, metade do índice nacional. Lula viajou na planilha. São Paulo abriga 10% dos analfabetos do país, o que, pelo tamanho do Estado, não chega a ser motivo para cair da cadeira. (São Paulo tem 36% da frota nacional de veículos.)
Essa foi a quarta vez que o governo de Lula atropelou a boa norma para criticar a rede de ensino paulista. Ela não é uma esquadra inglesa, mas o governo insiste nos golpes baixos. Já divulgou indicadores misturando metodologias, embaralhou notas da Prova Brasil e apresentou listas de desempenho contaminadas por dados errados. Em duas ocasiões as lorotas coincidiram com as campanhas eleitorais.
Um companheiro dizendo tolices não é um grande problema. Um presidente capaz de fazer campanha dizendo não importa o quê, indica que 2010 será um ano feroz.

Depois de ter canalizado algumas centenas de milhares de dólares num encarte da revista “Foreign Affairs”, enfeitando-o com publicidade da Petrobras, do BNDES e da Embratur, o comissariado de informações do governo prepara um novo incentivo ao mercado editorial americano. Planeja-se um festim bananeiro para acompanhar a visita de Nosso Guia a Nova York, em março.
Gastar dinheiro com publicidade em veículos sérios na busca de simpatia é uma variante do costume de jogá-lo pela janela.
O Planalto dispõe de R$ 15 milhões para promover a imagem do governo no exterior. Os arquivos do palácio informam: todas as iniciativas anteriores serviram para fazer a alegria de alguns bem-aventurados, e mais nada.
Um governo que tentou expulsar do país o correspondente do “New York Times” mostra que trocou a linha das bravatas gratuitas pela das besteiras remuneradas.

Mas não para aí – a coluna da Danuza Leão da Folha do último domingo garantiu-me boas gargalhadas:

CHEGAR de férias é sempre um choque; já no táxi, quando você vê no jornal fotos de Sarney e Michel Temer, teme pela sua sanidade mental. Mas será que é isso mesmo? De novo? Não, não pode ser. Enquanto na França a cada dia o presidente Sarkozy fala na TV sobre mudanças -um dia na educação, no outro na saúde, no seguinte nas aposentadorias-, aqui são só escândalos, e até um castelo -e que castelo!- apareceu.
Lula está com um humor de cão, e Dilma anda tão feliz que não para de rir, coisa de quem arranjou um namorado; no lugar de mãe do PAC, merece ser Miss PT (e deveria divulgar o nome do médico que a operou, tão bom foi o resultado).

Marolinha e mentirinha

Não é difícil localizar algum site e/ou blog produzido por PTralhas que afirme que a “crise” econômica no Brasil não passa de uma invenção da “mídia golpista”.

Essa cambada de imbecis deve ter começado a incluir o IBGE no rol da “mídia golpista”:

Nunca nem de forma tão rápida a indústria sofreu uma derrocada tão forte como no último trimestre de 2008. Em dezembro, o tombo foi de 12,4% na comparação livre de efeitos sazonais com novembro. Foi a maior queda desde o começo da série histórica do IBGE, em 1991.
Em novembro, o índice já havia recuado 7,2%. Em outubro, a queda ficara em 1,4%. Em apenas três meses, a indústria acumulou perda de 19,8%, variação negativa sem precedentes no histórico da pesquisa para período tão curto.
A atual crise bateu com mais força e mais rapidamente na indústria do que a do governo Collor, em 1992, a do México, em 1995, a do racionamento de energia, de 2001, e a da eleição de Lula, em 2002.
“Nunca se viu uma queda tão forte num espaço de tempo tão curto. Desse ponto de vista, o resultado de dezembro surpreende. Houve uma mudança abrupta de cenário”, disse Isabella Nunes, do IBGE.
Na comparação com dezembro de 2007, a retração foi mais intensa: 14,5%, também a maior desde 1991. Com isso, o último trimestre fechou com queda de 6,8% ante o terceiro trimestre e de 9,8% em relação a mesmo período de 2007.
Diante de dados tão negativos, a produção da indústria encerrou 2008 com expansão de 3,1%, taxa modesta se comparada com o crescimento de 6,4% acumulado de janeiro a setembro -antes do recrudescimento da crise. Em 2007, a expansão havia sido de 6%.
Com a queda desde outubro, a indústria voltou a produzir no mesmo patamar registrado em março de 2004. E acumulou recordes negativos de produção em diversos setores -só em 7% deles houve expansão, e 70% dos produtos registraram queda em dezembro.
Para Nunes, o movimento de retração “foi intenso e generalizado”, mas afetou mais os ramos ligados às exportações e dependentes do crédito. Entre eles, estão veículos, máquinas e equipamentos, metalurgia e indústria extrativa -com destaque para o minério de ferro.

Só para esclarecer: o IBGE é um órgão do Ministério do Planejamento. Ou seja: pertence ao próprio (des)governo PTralha.

E agora, será que esses imbecis que afirmam que a crise é invenção da mídia golpista vão inventar mais alguma estupidez para tentar justificar sua própria existência ?????

Direitos e direitos

Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na tv:

De mãe para mãe…

Direitos humanos são para humanos direitos !!!

No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas ‘Entidades’ que tanto lhe confortam, para me dar uma  palavra de conforto, e talvez me indicar ‘Os meus direitos’ !’

Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo…

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs etc….

Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto.

Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.

Quero com ele fazer coro.

Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.

Enorme é a distância que me separa do meu filho.

Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Hipocrisia e confusão: a mídia PTralha na sarjeta

Não faltam ataques e críticas dos PTralhas àquilo que eles resolveram chamar de “mídia goplista”.

Segundo a visão estreita e burra dessa corja de boçais, a maioria da imprensa seria contrária ao PT, e faria o possível e o impossível para atribuir aos santos do PT crimes que os anjinhos (que mataram Celso Daniel) jamais seriam capazes de cometer.

Pseudo-intelectuais vendidos à própria ignorância, como Marilena Chauí, vira e mexe acusam a “imprensa golpista” de tentar derrubar o coitadinho do Lulla – aquele que nunca sabe de nada, nunca viu nada.

Veja, Globo e Folha de São Paulo, geralmente, figuram entre as publicações que estariam tentando derrubar o representante dos pobres, da classe operária, dos trabalhadores – aquele presidente analfabeto, igorante e incomPTenteque locupletou o Estado brasileiro com seus “cumpanheiros”.

Por outro lado, Caros Amigos, Carta Capital e outras publicações é que seriam sérias – na visão torpe da corja de boçais dos pseudo-esquerdistas tapados.

Mas é engraçado comparar as edições desta semana de Veja e Carta Capital.

Começando pela Carta Capital:

Nos próprios corredores do Planalto admite-se a possibilidade de que o Supremo venha a declarar inconstitucional a decisão do ministro da Justiça. Neste caso, a questão teria de ser administrada diretamente pelo presidente da República. Lula seria capaz de voltar atrás? A considerar os eventos que se seguiram ao anúncio da extradição negada, CartaCapital tem sérias dúvidas a respeito.

Um caminho a ser seguido pela Itália, o de recurso à Corte de Haia, já está a ser definido, e o tribunal internacional seria solicitado por “violação dos direitos humanos”, fórmula perigosa porque, se aceita, não deixaria de criar sérios embaraços para a política exterior brasileira. A Corte, faz dois anos, manifestou-se a favor da extradição.

Não nos tira o sono o cancelamento da viagem do premier Berlusconi ao Brasil, antes agendada para março próximo. Pesam mais as considerações da The Economist, na sua última edição. Diz o semanário mais influente do mundo que as razões apresentadas “para proteger Battisti” não convencem e define como “anacrônica” a tradição do País de dar asilo a figuras contraditórias como Alfredo Stroessner e Oliverio Medina.

Enfim, toca em um ponto que coincide com o pensamento de CartaCapital: como é possível que o governo abrigue um ex-terrorista, e tanto mais alguém que cometeu seus crimes à sombra de um disfarce ideológico, enquanto teme punir os torturadores do Terror de Estado gerado pela ditadura?

Permanece o mistério: por que o Brasil negou a extradição? Arriscamos um palpite: Battisti serve a uma manobra para recompactar o PT, estilhaçado por refregas internas, recentes e nem tanto, na perspectiva das eleições de 2010.

A íntegra da matéria está AQUI.

Agora, um trecho da matéria da Veja, sobre o mesmo assunto:

Na Carta ao Leitor de sua última edição, VEJA deu crédito a Tarso Genro, ministro da Justiça, que, depois de “estudo cuidadoso” dos processos italianos, disse não ter encontrado neles provas concretas que colocassem Cesare Battisti na cena dos quatro homicídios pelos quais ele havia sido condenado à prisão perpétua em seu país. Battisti, agraciado por Genro com o status de refugiado político no Brasil, foi um dos líderes do grupo extremista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), desbaratado há mais de vinte anos pela Justiça italiana graças à delação premiada de Pietro Mutti, um de seus fundadores. A reportagem de VEJA refez na semana passada o mesmo estudo que Tarso Genro garantiu ter feito. Além de ler os autos de cinco tribunais internacionais, a revista entrevistou magistrados italianos diretamente responsáveis pela investigação dos crimes de Battisti. Os resultados obtidos desmentem em sua essência todos os argumentos do ministro da Justiça brasileiro. Havia a possibilidade de Tarso estar certo, mas agora há a certeza de que ele está errado.

Ao contrário do que sustentou Tarso Genro, Battisti teve amplo direito de defesa e as provas contra ele vieram de testemunhos de diversas pessoas, e não apenas da delação premiada de Mutti. O ministro brasileiro colocou em suspeição as confissões de Mutti por duas razões. Primeiro, por entender que ele se beneficiou delas ao pôr toda a culpa sobre os ombros de Battisti. Segundo, porque Mutti estaria vivendo sob identidade falsa e não poderia ser encontrado para eventualmente inocentar Battisti no caso de o processo ser reaberto. Os fatos desmentem Tarso Genro em ambos os casos. Primeiro, Mutti cumpriu oito anos de cadeia por sua parceria terrorista com Battisti e nada teria a ganhar incriminando injustamente o colega, já que delatou o grupo todo. Segundo, Mutti não mudou de identidade e pode ser facilmente encontrado – como efetivamente o foi na semana passada por repórteres da revista italiana Panorama, que, depois de saberem da decisão e dos argumentos do ministro brasileiro, também foram atrás do ex-terrorista para elucidar o caso.

A íntegra está AQUI.

Como se pode perceber, tanto Veja quanto Carta Capital apontam a mesma conclusão: o asilo político dado pelo (argh!) Ministro Tarso Genro ao terrorista italiano foi uma cagada monstruosa. Coisa, aliás, típica dessa gente do PT, CUT, MST e demais asseclas.

Agora pergunto àqueles boçais que sempre conclamam guerra à “mídia golpista”: será que a Carta Capital, do Sr. Mino Carta, repentinamente passou a integrar a “mídia golpista” ????????

O que será que estes boçais que insistem na tese da “mídia golpista” têm a dizer sobre isso ??????

Sugiro ver AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI algumas das tergiversações dessa formidável imaginação (doentia) que assombra os pretensos “representantes da esquerda”. Um dos mais engraçados, contudo, é ESTE AQUI.

Engraçado é perceber que, algumas vezes a “mídia golpista” é fonte respeitável de informações para estes esquizofrênicos, como vemos AQUI.

Então, conclui-se o seguinte: se determinado jornal, revista ou site dá uma notícia que me agrada, trata-se de fonte respeitável, crível. Se, por outro lado, a notícia não me agrada, automaticamente a fonte passa a ser parte da “mídia golpista” e, de forma bastante simples, eu passo a desqualificá-la. Mas isso só dura até a próxima notícia que me parecer favorável: aí, passo a divulgar, e volto a chamá-la de fonte “confiável”.

É assim que funciona a cabecinha oca dos PTralhas.

Coitada da esquerda…….Com representantes e defensores tão tapados, nem precisam de contraposição da direita (que, convenhamos, também anda muito mal representada, mas pelo menos nem tanto!)

Bandidos conhecidos

A notícia não chega a surpreender quem conhece o histórico dessa quadrilha chamada MST:

Procuradoria investiga repasses de R$ 3,5 mi a ONGs ligadas a José Rainha

CRISTIANO MACHADO
colaboração para a Folha Online, em Teodoro Sampaio

O Ministério Público Federal investiga suspeitas de desvio de verba destinada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário a associações de produtores rurais ligadas a José Rainha Jr., principal coordenador de grupos dissidentes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) no Pontal do Paranapanema (oeste de São Paulo).

Dados do Portal da Transparência, da CGU (Controladoria Geral da União), revelam que, em pouco mais de um ano, essas duas associações de produtores rurais do Pontal receberam R$ 3,5 milhões.

Uma delas, a Associação Amigos, de Teodoro Sampaio (672 km a oeste de SP), foi beneficiada com R$ 2.165.395 para prestar assistência técnica a agricultores no plantio de mamona –matéria-prima para produção de biodiesel– e na construção e reforma de moradia nos assentamentos.

A outra, a Faafop (Federação das Associações de Assentados e Agricultores do Oeste Paulista), criada por Rainha em 2005 em Mirante do Paranapanema (530 km a oeste de SP), recebeu R$ 1.373.598,25 também para produção de mamona.

A liberação do dinheiro para os convênios começou em outubro de 2007, sem contrapartida das associações, e foi intermediada pela Superintendência do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em São Paulo. Via assessoria, o Ministério do Desenvolvimento Agrário disse que desconhece as irregularidades, mas afirmou que vai apurar as denúncias.

Alvo de ações e investigação do próprio Ministério Público Federal por desvio de verbas da Cocamp –cooperativa do MST no Pontal em que atuou como diretor na década de 90–, Rainha oficialmente não está na direção das entidades.

Ambas são presididas por José Eduardo Gomes de Moraes, ex-coordenador do MST e um dos principais aliados de Rainha no controle de assentamentos e acampamentos do Pontal. Filiado ao PV, ele é presidente da Câmara Municipal de Teodoro Sampaio, onde foi o vereador o mais votado.

A Folha apurou que a ausência de Rainha na direção das associações é uma maneira de evitar suspeita por conta da série de denúncias contra si. À reportagem Moraes se limitou a negar irregularidades no uso da verba. “A prestação de contas está em dia. Toda vez que lideramos ações para desenvolver o Pontal sofremos esse tipo de perseguição e suspeita”, diz.

Iniciada em dezembro, a investigação feita pela Procuradoria da República em Presidente Prudente (565 km de SP) está na fase de coleta de provas e de documentos.

Segundo a Folha apurou, a principal linha de investigação é o uso, por parte de representantes das associações, de notas fiscais frias na prestação de contas dos gastos dos convênios. As notas, conforme denúncias feitas à Procuradoria, foram obtidas com comerciantes e autônomos da região que, em troca, recebiam gratificações, eram ressarcidos dos custos fiscais e ainda tinham prioridade na realização de serviços para as associações.

Sob a condição do anonimato, um comerciante, um dono de van e o proprietário de ônibus usado no transporte de trabalhadores rurais de Teodoro Sampaio disseram à Folha que cederam notas fiscais frias a pessoas ligadas à Faafop e Associação Amigos.

Um deles, o dono de um ônibus ano 1974 que transporta cortadores de cana-de-açúcar, afirmou ter cedido R$ 70 mil em notas em menos de uma semana para justificar transporte de trabalhadores ao Paraná e a assentamentos do Pontal.

Segundo ele, pelo “favor” deveria receber R$ 10 mil, que ainda não foram pagos. Porém, o motorista disse que “eles demoram, mas sempre pagam”. O dono da van disse que cedeu R$ 6.000 em notas frias. O comerciante não quis falar em valores, mas admitiu empréstimo de “uma dezena de notas”.

O que é política ?

Esta é impagável (e particularmente verídica):
– Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma pergunta?
– Claro, meu filho, qual é a pergunta?
– O que é política, pai?
– Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
– Não entendi. Dá para explicar?
– Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra, gasta o dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, a babá dele, é a classe trabalhadora. Entendeu, filho?
– Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo.
Foi ao quarto da babá e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu.

Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:

-Pai, agora acho que entendi o que é política.
– Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.

– Bom, pai, acho que é assim:  enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente, o povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

Previsão de uma mula

A notícia abaixo saiu no iG:

Rio de Janeiro, 29 set (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou ontem sua tese de que a crise internacional não afetará a “sólida” economia brasileira e defendeu uma maior supervisão do sistema financeiro mundial.“O Brasil nunca teve uma situação tão sólida como tem agora”, disse ontem de manhã no programa semanal de rádio “Café com o Presidente”.”Estamos preparados para crescer mesmo com a crise americana”, afirmou Lula, que considera que o pior desastre do sistema financeiro mundial desde a Grande Depressão dos anos 1930 está limitado aos Estados Unidos e a seus mercados financeiros.

O Brasil está a salvo “porque nós estamos exportando mais, porque a economia está crescendo”, ressaltou.

O nosso mercado interno, na medida em que a gente está crescendo, as empresas estão crescendo, fazendo novos investimentos (…) poderá sustentar grande parte da nossa economia”, disse.

No entanto, pela primeira vez admitiu a possibilidade de algum impacto da crise no Brasil.”É importante que o povo brasileiro saiba que uma crise de recessão num país importante como os EUA pode trazer problemas a todos os países do mundo, porque eles representam a maior economia do mundo”, destacou.

Lula deixou claro que se o Brasil tiver que passar por algum aperto, “será muito pequeno”, e garantiu que a economia conta com um forte mercado interno e tem diversificado sua carteira de exportações vendendo para novos clientes, e não apenas aos americanos.

A previsão foi feita pela Mulla em setembro de 2008.

Ao verificarmos as demissões recentes, bem como outros indicadores econômicos, pode-se perceber que a “marolinha” afogou a mullinha.