O passado sempre assombra o presente

O tempo passa, e Rei Mulla continua o mesmo: só fala merda.

Pior: atualmente, além de falar, FAZ MERDA.

Para comparar o que ele dizia ANTES, e o que diz HOJE, ficam as sugestões aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. São trechos dos debates das eleições de 1989.

Fica aí a comprovação daquilo que já afirmei inúmeras vezes aqui no blog: os PTralhas no geral, e a Mulla em particular, são uma fraude.

Relógio do Lulla

ou “O Relógio da mentira”.

Um cidadão morreu e foi para o céu.
Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, viu uma enorme parede com relógios atrás dele.

Ele perguntou:
– O que são todos aqueles relógios?
São Pedro respondeu:
– São Relógios da Mentira. Todo mundo na Terra tem um Relógio da Mentira. Cada vez que você mente oponteiros se movem mais rápido.

– Oh!! – exclamou o cidadão – De quem é aquele relógio ali?
– É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.

– E aquele, é de quem?
– É o de Abraham Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.

– E o Relógio do Lula, também está aqui?
– Ah! O do Lula está na minha sala.

– Ué!! – espantou-se o cidadão. – Por quê?
E São Pedro, rindo, respondeu:
– É O MEU VENTILADOR DE TETO!!!!

Golpe da CPMF

O jornal Valor Econômico publicou este editorial ontem. Traduz perfeitamente o golpe que a corja de boçais (os PTralhas, claro!) está ensaiando.

A arrecadação previdenciária e tributária federal bateu, em abril, novo recorde. Trata-se de um fenômeno que vem se repetindo mês a mês desde que a economia começou a crescer de forma acelerada. No resultado acumulado do ano, o governo recolheu da sociedade R$ 214,4 bilhões em tributos e impostos, o equivalente a quase 9% Produto Interno Bruto.
Em termos reais (descontada a inflação do período), a arrecadação de janeiro a abril avançou impressionantes 12,09%, mais que o dobro da taxa de crescimento anual do PIB neste momento. Comparando o resultado com o do mesmo período de 2007, verifica-se que a arrecadação extra foi de R$ 23,1 bilhões. Por outro lado, consideradas as receitas não-tributárias (royalties, por exemplo), o ganho foi maior: R$ 24,9 bilhões.

Os números mostram que o fim da CPMF, em dezembro, não está fazendo falta alguma ao orçamento público. No primeiro quadrimestre do ano, o governo arrecadou, em recursos adicionais, quase 60% do que a CPMF recolheria em 12 meses. Se a contribuição estivesse em vigor, a mordida do Leão no bolso dos contribuintes teria sido, portanto, ainda maior do que já foi.
Em janeiro, depois de o Senado rejeitar a proposta de prorrogação da CPMF, o governo aumentou as alíquotas do IOF e da CSLL paga pelos bancos. No primeiro caso, a decisão entrou em vigor imediatamente. No segundo, dada a regra da noventena, o aumento só se tornou efetivo em abril, mas baterá no caixa da Receita Federal apenas em maio. Mesmo assim, os dois tributos contribuíram, já descontado o efeito da inflação no período, com R$ 6,5 bilhões para o ganho da arrecadação entre janeiro e abril, pouco mais do que a CPMF arrecadou nos primeiros quatro meses de 2007.
O recolhimento da CSLL, ainda sem o incremento de alíquota, cresceu 22,3% em termos reais até abril. Não é exagero, portanto, esperar que a arrecadação desse tributo, combinada com o IOF turbinado, compense em grande parte a perda da CPMF.

O fato é que, por causa do caráter pró-cíclico do regime tributário brasileiro, o governo central está nadando em dinheiro. Ao anunciar a arrecadação, a Receita Federal informou que, além dos recentes aumentos de imposto, a maior lucratividade das empresas, o crescimento geral das vendas (14,8% de janeiro a abril, segundo o IBGE), o aumento da massa salarial (14,56%) e a explosão do comércio de veículos no mercado interno (31,9%) foram os fatores que mais impulsionaram as receitas oficiais.
É importante registrar que a máquina arrecadadora federal está aumentando a eficiência na cobrança dos tributos. Entre janeiro e abril, a Receita arrecadou, a título de multa e juros, R$ 5 bilhões, 49,8% acima do que havia recolhido no mesmo período do ano passado. Recolheu mais também – 12,3% – por meio de depósitos administrativos e judiciais, o que mostra que o Fisco está apertando o cerco aos sonegadores e contribuintes inadimplentes, o que é positivo.

Tudo isso mostra, portanto, que é uma insensatez a base aliada do governo no Congresso planejar a ressurreição da CPMF. Na verdade, embora lideranças do PT tenham tomado a frente na defesa da infame proposta, sabe-se que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apóiam a idéia nos bastidores. Mantega se sentiu pessoalmente derrotado quando o Senado não autorizou a continuação da CPMF. O ministro chegou a defender abertamente a recriação do tributo, inclusive por meio de medida provisória, o que é ilegal, e agora voltou à carga.
A justificativa, segundo a qual o governo precisará de recursos adicionais para bancar a elevação de gastos com a saúde determinada pela emenda 29, carece de qualquer fundamento, como revelam os números da Receita Federal. Dinheiro não falta.
Não faz duas semanas desde que o ministro Guido Mantega anunciou à nação que criará um “cofrinho” – um fundo de riqueza soberano – para depositar excedentes de arrecadação, uma vez que o governo está obtendo superávit primário nas contas públicas superior à meta oficial de 3,8% do PIB. Diante disso, falar em recriar a CPMF é uma brincadeira de mau gosto, um despropósito grave.

Comparações pertinentes – e interessantes !

Diamantina, interior de Minas, 1914.
O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.

Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não ter estudado. Acha bobagem falar inglês. “Tenho diploma da vida”, afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar – sua meta até hoje, ao que parece.

Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.

Brasília, 2005.
A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana – e consegue. Explica, candidamente, que quer “um futuro melhor para seus filhos”. E FUTURO DOS NOSSOS FILHOS?

Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o “eu não sabia de nada!”, e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi “traído”, mas não conta por quem.

Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho nessa “sujeira”. Qual sujeira?

Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo BEM-195, da Embraer, por US$ 10 milhões.

Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA.

Rifando o burro

Certa vez, quatro meninos foram ao campo e, por R$ 100,00, compraram o burro de um velho camponês.
O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte.
Quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse-lhes:

– Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.

– Então devolva-nos o dinheiro!

– Não posso, já gastei todo.

– Então, de qualquer forma, queremos o burro.

– E para que o querem? O que vão fazer com ele?

– Nós vamos rifá-lo.

– Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

– Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:

– E então, o que aconteceu com o burro?

– Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.

– E ninguém se queixou?

– Só o ganhador, porém lhe devolvemos os 2 reais, e pronto.

Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Rural, uma empresa de publicidade chamada SMP&B, uma igreja chamada Universal e um partido político chamado PT.

PT e CPMF: mentiras e bobagens

A relação entre o PT e a CPMF é um bom modo de entender como opera esta quadrilha de aloprados, corruPTos e bandidos.

Quando FHC defendia a CPMF, o PT era contra.

Quando precisou do dinheiro da CPMF para remunerar seus asseclas, seus sindicalistas amigos e seus “enteados políticos”, o PT passou a defender a CPMF com unhas e dentes.

Quando a CPMF foi “derrubada” no Senado, o PT criticou, esperneou, afirmando que a arrecadação seria comprometida e, com isso, programas sociais estariam ameaçados ou seriam totalmente cancelados.

Mais uma vez, mentiras.

Arrecadação cresce 18% mesmo sem CPMF

Rachid, da Receita Federal, diz que ganho em janeiro foi “atípico” e que ainda não vê novo patamar de arrecadação

Crescimento econômico, com lucros em alta e maior formalização do emprego, turbinam resultado; ganho com IR de bancos sobe 149%

GUSTAVO PATU
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

No primeiro mês sem a cobrança da extinta CPMF, a arrecadação do governo federal aumentou em níveis muito superiores aos da inflação e do crescimento da economia.
Recorde para um mês de janeiro, a receita foi de R$ 62,6 bilhões, uma expansão de 20% acima da inflação em relação ao mesmo período do ano passado -ou de 18,3%, se descontada a arrecadação residual da extinta contribuição sobre movimentação financeira.

Em valores absolutos, o caixa do governo foi reforçado, num único mês, em R$ 9,6 bilhões, excluindo da conta os R$ 875 milhões em recolhimentos remanescentes da CPMF. É praticamente toda a arrecadação adicional estimada pelo governo para todo o ano com a melhora da economia. A perda estimada com o fim da CPMF é de R$ 39,3 bilhões no ano.
Ao anunciar o resultado, a maior preocupação do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, foi qualificar o desempenho do mês como “atípico”, ou seja, decorrente de fatores que não se repetirão ao longo do ano. “Não tenho nenhum elemento para afirmar que tenha havido uma mudança de patamar [na arrecadação].”
Os números mais elevados vieram dos tributos incidentes sobre os lucros das empresas, naturalmente afetados pela expansão da atividade econômica no final do ano passado. Só o Imposto de Renda cobrado dos bancos e instituições financeiras, no entanto, teve, na comparação com janeiro de 2007, alta de 148,7%, sem que tenha havido mudança de alíquotas ou base de cálculo no período.
A CSLL (tributo sobre o lucro) cobrada do setor financeiro cresceu outros 133,5%, mesmo sem ter ainda entrado em vigor o aumento da alíquota do setor de 9% para 15%, fixado para compensar a extinção da CPMF e sujeito ao período de 90 dias para a cobrança efetiva.
Principal fonte de arrecadação no mês, o Imposto de Renda teve aumento real total de 46,4%, praticamente igual ao da CSLL. Trata-se de um percentual muito superior ao do crescimento do PIB estimado para 2007, na casa dos 5%.
Segundo a Receita, os valores mostram um comportamento extraordinário: Rachid mencionou casos de empresas que elevaram seu pagamento de IR em até 500%. Não foi apresentada uma explicação detalhada para os números, mas citadas razões como a venda de participações acionárias, especialmente no setor de mineração, e a antecipação do recolhimento, que pode ser feito até março.
Ainda que o desempenho dos tributos sobre o lucro possa, nas palavras de Rachid, “fugir à normalidade”, todos os principais impostos e contribuições apresentaram ganhos de arrecadação superiores à expansão da economia -e nem todos os casos são explicáveis por fenômenos atípicos.
A receita da Previdência Social, por exemplo, subiu 16,6% acima da inflação (IPCA), provavelmente graças à formalização de empregados, resultante do bom momento econômico e da implantação da nova lei para micro e pequenas empresas.
O dólar barato, que estimula importações, também contribuiu para alta real de 29,1% do arrecadado sobre os importados. O aumento do consumo produziu altas fortes no ganho com Cofins e IPI -só nos automóveis, o arrecadado com o IPI aumentou 34,2%.

A turma do PT mentindo ?????? Nossa, que fato inédito !!!!!!!!

Conversão ou falta de opção ?

O senador Arthut Virgílio (de quem eu não gosto, registre-se) publicou na Folha um artigo tratando de um texto do Aloizio Mercadante (de quem quero ver a morte lenta e agonizante, conquanto efetiva) em que este exaltava “êxitos” da política econômica lullista.

O texto original, do Merda-andante, é um lixo; um primor de porcarias:

DIZIAM QUE SUA candidatura era a culpada pela crise que havia tomado conta do país. Diziam também que, caso fosse eleito, ele arruinaria a combalida economia nacional e implantaria uma política externa “terceiro-mundista”, que isolaria o Brasil no cenário internacional. Afirmavam que ele faria o país regredir décadas. Não faltaram figuras conhecidas que emprestaram rostos compungidos ao medo do desastre anunciado.
Para surpresa dos amedrontados e, talvez, decepção dos derrotados, o governo Lula não fez nada disso. Pelo contrário: avaliações objetivas demonstram que o governo Lula é o mais bem-sucedido governo brasileiro da história recente. Afinal, é o único que vem conseguindo combinar plena vigência das instituições democráticas, crescimento econômico sustentado com estabilidade macroeconômica e distribuição de renda.
A inflação, que estava saindo de controle antes da posse de Lula, foi definitivamente domada e, nos últimos dois anos, ficou abaixo da meta estipulada pelo Banco Central (4,5%). Tal estabilidade monetária tem amplo impacto positivo na renda dos trabalhadores e se traduz em melhoria da qualidade de vida. Trata-se de grande conquista da sociedade brasileira, que o atual governo teve o mérito de consolidar.
É verdade que essa estabilidade foi construída a partir do Plano Real, mas foi no governo Lula que ela efetivamente se consolidou, graças à drástica redução da vulnerabilidade externa da economia. Mediante um processo muito bem conduzido por nossa diplomacia, saímos de déficits vultosos para superávits avantajados, que geraram, junto à enxurrada de novos investimentos estrangeiros, as reservas que nos permitem, pela primeira vez na história, pagar a dívida externa. O enterro desse velho fantasma não foi mera conseqüência de conjuntura internacional favorável, mas também resultado de estratégia inteligente que colocou ênfase na conquista de novos mercados.
Por isso, o crescimento das exportações brasileiras no período 2003/ 2006 (128%) foi bem maior do que o crescimento das exportações mundiais (86%). Assim, o governo soube aproveitar, com competência, a conjuntura favorável.
E, no plano diplomático, basta ler os principais jornais internacionais para constatar que o Brasil tem hoje protagonismo mundial muito superior ao que tinha há alguns anos. Temos, evidentemente, o desafio de lidar com a excessiva valorização do real, embora tenhamos consistência nas contas externas.
Além de ter consolidado a estabilidade monetária e superado a vulnerabilidade externa, o governo Lula também vem obtendo êxito no controle da dívida interna. Com efeito, a relação dívida interna/PIB caiu de 59,2%, em 2002, para 42,8%, em 2007.
O resultado dessas ações é o crescimento econômico sustentado dos últimos quatro anos, baseado no novo dinamismo do mercado interno, que em 2007 alcançou a marca de 5,4%. Trata-se de crescimento de natureza diferente à do “vôo da galinha”, que tantas vezes iludiu as nossas esperanças. Para um país que não crescia há duas décadas, é excelente resultado, especialmente na atual conjuntura internacional. Precisamos, entretanto, superar os gargalos da infra-estrutura, que colocam entraves ao novo ciclo de desenvolvimento.
Contudo, o diferencial do governo Lula não se refere às dívidas externa e interna, mas sim ao pagamento de débito historicamente negligenciado: a dívida social. O programa Bolsa Família, internacionalmente elogiado e copiado, já beneficiou 11 milhões de famílias, permitindo-lhes manter seus filhos na escola e comprar bens de consumo antes inalcançáveis, até mesmo eletrodomésticos. A política de recuperação do salário mínimo faz que ele já atinja o valor de R$ 415. A combinação dos programas sociais com o crescimento sustentado fez explodir a geração de empregos formais, que alcançou a impressionante marca de 8,2 milhões ao longo do governo, e a renda dos 50% mais pobres da população, que experimentou ritmo de crescimento chinês: 32%. Já deixaram a miséria para trás 17 milhões de brasileiros.
Estamos em um raro período histórico que combina o crescimento do bolo com sua distribuição. E o social emerge, de forma inédita, como eixo estruturante do crescimento econômico. Por fim, a ONU já nos incluiu na lista dos países de nível alto de desenvolvimento humano, ainda que tenhamos grandes desafios à frente.
Dessa forma, os que diziam têm pouco a dizer. Perderam o discurso e, em alguns casos, até a compostura.
No Congresso, parte da oposição dedica-se à obstrução sistemática, com a expectativa de recompensas eleitorais que dificilmente virão por esse caminho. Poderíamos votar projetos como a reforma tributária, substanciais para consolidar esse novo ciclo de crescimento com distribuição de renda. Algumas vozes, contudo, preferem gritar o vácuo da intolerância e do preconceito contra o torneiro-mecânico que fez o que não conseguiram fazer. Enquanto isso, o governo Lula realiza, e o país melhora. Muito.

O do Arthur Virgílio, ainda que fraco, é engraçadinho:

SAÚDO A conversão do senador Aloizio Mercadante à política econômica que tanto combateu desde os tempos do governo Fernando Henrique e continuou combatendo ao longo de todo o primeiro mandato do presidente Lula.
Mercadante e o PT condenaram o Plano Real -portanto, foram contra a estabilização da moeda e o estancamento da avassaladora inflação que corroia os salários dos trabalhadores. Contra as privatizações, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Fundef, enfim, tudo aquilo que punha ordem na economia, nas finanças e na administração do país.
O senador e boa parte do seu partido mantiveram-se nessa posição mesmo depois que Lula acordou para a realidade e rompeu com os compromissos de toda uma vida. Antonio Palocci, na Fazenda, e Henrique Meirelles, na presidência do Banco Central, foram o sinal de lucidez do governo que se iniciava em 2003. Eles se incumbiram de segurar o leme, enfrentando setores petistas que queriam ver o barco em outra direção.
O país é testemunha dos embates travados no Senado, curiosamente com sinais trocados: a política de Palocci e Meirelles era combatida por Mercadante e defendida por mim e pelo PSDB. Eles tinham até um certo “Plano B” para a economia.
Agora vem Mercadante, de bandeira branca, saudando o êxito da política que condenara, lamentavelmente brandindo inverdades e distorcendo fatos (“Diziam”, “Tendências/Debates”, 16/3).
Afinal, as dificuldades enfrentadas por Fernando Henrique em seu último ano tinham nome: Lula. Dada a posição “histórica” dele e do seu partido, não eram infundados os receios manifestados por tanta gente. Foi isso que fez a cotação do dólar disparar, os investimentos escassearem e a inflação ameaçar sair dos trilhos. Quando Lula colocou Palocci na
Fazenda e Meirelles no Banco Central, garantindo que não haveria retrocesso nas conquistas de governos anteriores, o panorama econômico do país se acalmou e as águas revoltas voltaram ao leito normal.
A estabilidade econômica e o controle da inflação não se deveram, assim, a uma ação positiva, mas de negação do governo Lula: ele não fez o que se temia. Manteve as linhas básicas da política econômica que herdara do seu antecessor.
O governo Lula recebeu um país organizado, com as dívidas dos Estados sob o controle da União; a dívida externa equacionada; uma Lei de Responsabilidade Fiscal, que limitava gastos de Estados e municípios; uma máquina estatal mais leve e ágil -graças à privatização de estatais que entravavam o desenvolvimento nacional. E se beneficiou da conjuntura econômica internacional, que, unida aos demais fatores, lhe tem propiciado colher certos frutos.
Nem tudo, porém, são flores. E sobre isso o senador silencia.
O governo Lula merece críticas por não ter avançado na modernização do Estado brasileiro. Até andou para trás. Não fez as tão necessárias reformas tributárias e políticas; pôs de joelhos as agências reguladoras e as politizou; inflou e aparelhou o governo, com 38 ministros e 20 mil cargos comissionados; e tirou o foco dos programas sociais da gestão anterior.
Naquela, o Vale-Gás, o Auxílio Maternidade e o Bolsa Escola tinham por fim amparar as populações mais pobres, porém lhes apontando o caminho (a educação e o trabalho) para uma vida digna. Ora, o Bolsa Família registra altos índices de evasão escolar entre os filhos dos seus beneficiários. E não precisamos nem falar de segurança pública e saúde.
Na política externa, Lula ficou marcando passo, cortejando até ditadores africanos em busca de apoio, sem êxito, para uma cadeira permanente num Conselho de Segurança esvaziado de uma ONU que está virando Liga das Nações. Fracassou em suas indicações para a presidência da OMC e uma diretoria do BID. Não compareceu à reunião da OEA sobre a crise Venezuela-Equador-Colômbia, no mesmo passo em que seu governo não cumpriu o dever de declarar terroristas os traficantes das Farc.
Pior foi não ter sabido aproveitar o cenário econômico mundial tão favorável. No continente americano, o crescimento brasileiro, entre 2003/ 2005, só não perdeu para o Haiti.
Nem é preciso fazer comparação com Índia, China e Rússia.
Não se ponha nada disso à conta da oposição, que nunca deixou de aprovar nada do real interesse do país. Enfim, Mercadante rendeu-se.
Com quase seis anos de atraso!

Mosquitos e parasitas

A coluna do Clóvis Rossi (de 23/03/2008) é impecável:

Na campanha eleitoral de 2002, o lulopetismo colou no adversário José Serra o rótulo de “ministro da dengue”.
Cinco anos e três meses de lulopetismo depois, mudou o foco: o culpado pelo novo surto já não é o ministro, mas o prefeito, no caso o prefeito do Rio de Janeiro, principal foco da doença.
O que não mudou foi o mosquito, firme e forte. Também não mudou a mania lulopetista (e, mais amplamente, brasileira) de fugir para a frente, culpando sempre os outros por todos os problemas, erros, ineficiências e corrupções. É bem capaz de aparecer algum debilóide com a teoria de que foi a “mídia golpista” que soltou os mosquitos.
Outra coisa que não mudou: o profundo subdesenvolvimento do país, apesar de uma certa confusão interessada em tentar fazer crer que 5,4% de crescimento, que o aumento do crédito, que a expectativa de “investment grade” -que tudo isso são sinais de desenvolvimento.
São, sim, bons sinais, mas desenvolvimento é muito mais: é evolução na saúde (que o novo surto da dengue desmente), na educação (que todos os testes, nacionais e internacionais, desmentem), na segurança pública (que o noticiário cotidiano desmente), e o vasto etc. que todo mundo conhece.
Por falar em segurança pública, esta Folha mostrou ontem que os policiais militares de São Paulo morrem mais em “bicos” do que no serviço policial propriamente dito.
Traduzindo: o Estado é incapaz de oferecer segurança, o que leva à contratação de seus agentes para tentarem dar a segurança que, como policiais, não conseguem. E eles são mortos na tentativa.
Resumo da ópera: o Brasil é governado há 13 anos e três meses por tucanos e petistas. Treze anos perdidos em copiar um ao outro, sem dizer, claro, que há cópias, e em culpar um ao outro quando as cópias não dão certo. O mosquito e o crime agradecem.

É isso aí…..

Com o discurso populista, demagógico e mentiroso, Lulla e sua quadrilha (aquela do mensalão) repetem os mesmos erros de FHC – a despeito de tentar vender uma imagem diferente. Infelizmente, alguns menos desavisados (ou menos incapazes de sinapses), acreditam…..

Pior do que os mosquitos da dengue são os parasitas do PT.

Barbeiro

Será uma coincidência ?

Um acidente deixou dois batedores (motoqueiros que fazem escolta) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva feridos no final da manhã desta quarta-feira (16) no Eixo Monumental, uma das principais vias de Brasília.
Eles estavam voltando da Ceilândia, cidade próxima a Brasília, onde o presidente foi inaugurar uma nova estação de metrô.


Batedores da Policia Militar que acompanhava o presidente Lula à cidade-satélite de Ceilândia colidiram de frente com um poste no trajeto da volta ao palácio, no Eixo Monumental. (Foto: Alan Marques / Folha Imagem)

Alan Marques

O cabo da PM, Carlos Roberto Machado, bateu em um poste e quebrou a perna, e o soldado Milton Leite Sales caiu da moto e sofreu uma fratura no tornozelo. A polícia informou que não sabe as causas do acidente. Os dois feridos foram socorridos pela ambulância da comitiva presidencial.

A assessoria do Planalto informou que o presidente Lula não chegou a ver o acidente.

CLARO QUE NÃO !!!!!!!!!!!!!!! O Lulla nunca vê nada, nunca ouve nada, nunca sabe de nada !!!!!!!!!!! NENHUMA SURPRESA ATÉ AÍ…….

De qualquer forma, lembrei de um textículo (um texto pequeno) que recebi por e-mail, há algum tempo:

Um cidadão entra na polícia em plena Brasília e dirige-se ao delegado:
– Vim entregar-me, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.
– Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia!
– Atropelei um petista na estrada de Taguatinga.
– Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes petistas atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
– Mas ele estava no acostamento.
– Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor  seria outro qualquer.
– Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula !
– Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, CUT, MST, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
– Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
– O senhor é um grande humanista, enterrou um petista, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
– Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estou vivo, estou vivo!
– Tudo mentira, esses petistas mentem muito.