Quase 100%

Outra contribuição, desta vez do Nilson:

Partindo do pressuposto de que as pesquisas espelham a verdade e que há honestidade nos métodos empregados pelos Montenegros da vida, tentemos encontrar a explicação para essa quase unânime aceitação do governo de Luiz Inácio fazendo uma espécie de retrospectiva.

Embora fora de ordem cronológica, vamos lá:

1) Explode o escândalo do mensalão – as atenções se voltam ao chefão, mas ele, Lula, sobe na pesquisa;

2) Os velhinhos aposentados são taxados em 11% – Eles gritam, Lula sobe na pesquisa;

3) O irmão de Genoíno é apanhado com 200 mil dólares na cueca – Genoíno cai, Lula sobe na pesquisa;

4) Lula confessa crime eleitoral em entrevista, de que fez uso do caixa 2 e desafia um político ou partido que não o faça – mais alguns pontos na pesquisa;

5) Duda Mendonça confessa que ‘lavava’ dinheiro do PT – Duda perde o contrato, Lula sobe na pesquisa;

6) Inquérito envolve gente de Lula no assassinato do prefeito Celso Daniel – Delegados são afastados e perseguidos, mais alguns pontos na pesquisa;

7) Ameaçada de morte, a família do ex-prefeito deixa o país – Eles se exilam, Lula sobe na pesquisa;

8) Delúbio Soares, tesoureiro do PT, é indiciado por peculato – Perde o posto de anos dentro da ‘quadrilha’, Lula sobe na pesquisa;

9) O ministro Antônio Palocci viola o sigilo bancário do caseiro – Cai o ministro, Lula sobe na pesquisa;

10) A Telemar doa 15 milhões a Lulinha, filho do Lulão, em troca de favores do governo – Os concorrentes se aviltam e denunciam, mais pontos na pesquisa;

11) A revista Veja revela que os bancos foram os maiores financiadores da reeleição de Lula – Bancos se calam, a mídia vermelha e setores dominados pelos ‘companheiros’ atacam a revista, mais pontos na pesquisa;

12) CPI lista 161 ligações telefônicas de um amigo de Lula a envolvidos no mensalão – O ‘amigo’ é defenestrado e perde o acesso, mais pontos na pesquisa;

13) Dona Marisa renega a cidadania brasileira e adota a italiana – ‘É para proteger o FUTURO dos filhos, alega’, Lula sobe na pesquisa;

14) O MST invade e destrói fazendas – Eles tripudiam, Proprietarios que reagem são iniciados e presos, quem nao reage ao direito de defesa da propriedade, previsto na constituição, perde tudo, Lula sobe na pesquisa;

15) Mensaleiros são absolvidos na Câmara e deputada petista samba em plenário – O povo fica indignado, mas ele, Lula, sobe na pesquisa;

16) Sílvio Pereira, secretário do PT, ajuda a firma GDK numa negociata com a Petrobras e ganha um Land Rover – Perdeu o posto e foi, Lula sobe na pesquisa;

17) Ministério Público Federal oferece denúncia contra 40 petistas e assemelhados por envolvimento com o mensalão – Zé Dirceu assume a bronca sozinho, cai do pedestal e Lula, o chefão, consegue a proeza de ficar de fora porque NADA SABIA e sobe na pesquisa;

18) Petistas aloprados falsificam documento de Furnas para incriminar políticos da oposição – O FBI informa a PF que os dólares originaram de uma das contas de sua filha em Miami, todos se calam, alguns perdem a cabeça, mas Lula sobe na pesquisa;

19) Explode o escândalo das sanguessugas – a base aliada do governo e até mesmo da oposição está envolvida, a tramóia envolve todos os três níveis da administração pública, principalmente a base aliada, cabeças rolam e Lula sobe na pesquisa;

20) Vem à tona a farra de milhões de reais da família Silva com os chamados cartões corporativos – A CPI comandada pelo PSDB virou em PIZZA (seria para defender FHC????), as oposições se calam, Lula e cia, os principais destrambelhados com a coisa pública saem ilesos e ele sobe na pesquisa;

21) Irmão de Lula é flagrado vendendo facilidades de órgãos do governo a empresas paulistas – O Irmão se queima, mais pontos na pesquisa;

22) Lula esnoba a Embraer e compra por 80 milhões de dólares avião de empresa estrangeira – Isso porque nos palanques pró-eleitorais ele fez muitos votos em ‘DEFESA da EMBRAER’ para depois demonstrar o que é de fato a realidade, mais pontos na pesquisa;

23) Milhares de companheiros são nomeados e passam a mamar na teta do Tesouro – Um escândalo atras do outro, um verdadeiro aparelhamento do Estado, o povo se avilta, mas Lula continua sobindo na pesquisa;

24) Evo Morales invade e se apropria de usina da Petrobras – Lula APÓIA, bate palmas e ainda tem ‘brasileiro’ que lhe garante o feito de subir na pesquisa;

25) Lula beija a mão de Jader Barbalho e chama usineiros de mártires – Provando que em política não existem adversários reais, existem sim oportunismos de momento, mais pontos na pesquisa.

26) Rafael, presidente do equador, em movimento populista pró-eleitoral, resolve fazer o mesmo que o irmão Evo (‘Zacarias’) e mete a mão nas empresas brasileiras que operam no Equador – Lula APÓIA novamente, mais pontos na pesquisa .

LULA 80% DE APROVAÇÃO!!!

Bem, acho que só faltam mais umas três ou quatro proezas para o Homem chegar aos 100%… ‘

EU PAREI EM 26, SE VC SABE DE MAIS ALGUNS, ACRESCENTE E REPASSE, CONTRIBUA PARA QUE A ‘DOENÇA DO ESQUECIMENTO’, DO QUAL OS BRASILEIROS SOFREM, NÃO SE ALASTRE E ASSIM CONTRIBUA PARA MANTER VIVA A HISTÓRIA REAL DESSA QUADRILHA QUE SE APOSSOU DO PAÍS.

HOMENAGEM

Fazia tempo que não via esse vídeo, um “hit” do YouTube.

Depois das eleições de 2008, sabe-se lá por qual razão, acabei lembrando…..

Então, lembrando do excepcional trabalho realizado pela ex-prefeita Marta Suplicy, minha singela homenagem à sua história política – e, principalmente, ao seu FUTURO político:

Obama virou bar ?!

Gentil contribuição que recebi da Cibele:

LULA afirma:

– O próximo Presidente dos EUA, e que terá meu total apoio, será o companheiro OBrahma.

Preocupado, o Itamaraty já está treinando o ‘HOMI’, avisando-o de que o nome correto é Barack Obama e não Barraca da Brahma.

Drucker, Schumpeter e Keynes

O artigo abaixo é GENIAL, e foi publicado no Valor Econômico:

Revisitando Drucker, Schumpeter e Keynes: a crise
Marcilio R. Machado
28/10/2008

Enquanto as manchetes dos jornais anunciam os desdobramentos da crise financeira e seu impacto na economia global, alguns analistas chegam a dizer que chegou ao fim o domínio do capitalismo financeiro anglo-saxão. Outros querem fornecer um atestado de óbito antecipado a Wall Street. Entretanto, a crise atual, embora de proporções gigantescas, não é novidade para quem acompanhou os acontecimentos econômicos e sociais do século passado. O Século XX teve vários períodos de grande ansiedade que balançaram o mundo. O primeiro grande choque, a Grande Depressão, que muitos hoje receiam que esteja próximo de acontecer de novo, foi também considerado uma crise do capitalismo. O segundo evento, não tão convulsivo como o primeiro, ocorreu na década de 70, quando a economia mundial praticamente afundou. Essa crise trouxe baixo crescimento econômico, inflação, desemprego e um novo termo para o mercado: estagflação. Mais uma vez, a eficácia do capitalismo foi questionada.

A recente injeção, pelo governo dos EUA, de US$ 200 bilhões para a nacionalização da Fannie Mae e Freddie Mac, dois gigantes do refinanciamento hipotecário, e US$ 85 bilhões para recapitalizar a AIG, fizeram com que a mídia clamasse que os EUA estavam nacionalizando empresas e agindo como a antiga URSS. Tais acontecimentos nos fazem revisitar os trabalhos de John Maynard Keynes, que teve um papel fundamental na recuperação da economia mundial na Depressão de 30, Joseph Schumpeter, que contribuiu para que entendêssemos melhor inovação, e Peter F. Drucker, cujas idéias foram responsáveis pela recuperação do Japão e Europa no Pós-Guerra.

Na década de 80 havia o receio de que a economia japonesa iria suplantar a americana, e as empresas japonesas faziam incursões nos Estados Unidos tanto na indústria automobilística como na cinematográfica. Na década seguinte a teoria keynesiana, aplicada no Japão, não teve sucesso, e o país passou 10 anos em recessão. Os japoneses tentaram aumentar o poder de compra do consumidor, criaram déficits governamentais e não conseguiram ativar a economia. O modelo de Keynes, baseado no Estado nacional como única unidade econômica, não alcançou os resultados almejados. Contudo, como pensador, a sua maneira de olhar para a economia deve continuar sendo referência por muito tempo.

Por outro lado, Schumpeter, que como Keynes nasceu em 1883, porém, na Áustria, duvidava da capacidade do Estado, por meio do intervencionismo, de garantir a estabilidade. Enquanto Keynes se interessava por equilíbrio e estabilidade econômica, Schumpeter se preocupava com crescimento. Para Schumpeter, a estabilidade não era uma prioridade. Bastante conhecido pela formulação do conceito de “destruição construtiva”, ele acreditava que o livre mercado era responsável por produzir o bem-estar da sociedade. Entretanto, ele não negava a existência de uma dor temporária que pode acompanhar o crescimento econômico. De acordo com seu ponto de vista, a mudança não é algo que aconteça por acaso, mas seria a essência do crescimento. Qualquer que seja o estado das coisas, estabilidade ou instabilidade, não seria algo permanente.

Schumpeter se interessou pelos atores responsáveis pelo capitalismo, as pessoas que assumem riscos e iniciam novas empresas, que oferecem novos produtos e serviços: os empreendedores. Os empreendedores nos trazem de volta a realidade da economia real. Nela, existem pessoas como Fred Smith, da FedeX; Steve Jobs, da Apple; Bill Gates, da Microsoft; Sam Walton, da Wall Mart; Pierre Omydiar, da eBay; Andy Grove, da Intel; entre outros, que desenvolveram o seus negócios nos Estados Unidos. A maioria dos jovens brasileiros querem hoje se tornar empreendedores, como os fundadores da Google e da eBay. Esse impulso empreendedor faz com que as pessoas corram riscos e, assim, torna-se impossível obter a estabilidade. Não há dúvida que os EUA não possuem a hegemonia mundial, mas será que uma economia com tanta capacidade empreendedora e com marcas globais fortes não encontrará uma saída para o problema que enfrenta atualmente? De acordo com Schumpeter, a instabilidade é inerente ao capitalismo, e não uma exceção.

Na busca de proporcionar o crescimento das empresas e assumir riscos, empreendedores cometem erros e adotam posturas demasiadamente gananciosas. O cenário nas últimas semanas é de falência de bancos e instituições financeiras cujas perdas podem atingir US$ 265 bilhões. Mas alguns executivos, como o ex-presidente do Washington Mutual, que havia assumido a presidência 17 dias antes que o banco decretasse falência, recebeu US$ 20 milhões de dólares de bônus de contratação e indenização por demissão. Umas das exigências dos deputados americanos, ao aprovar a ajuda de US$ 700 bilhões, foi a de impedir que os bancos despejassem tanto dinheiro no bolso dos executivos. Drucker (1910-2005) reportou, em 1984, que o pagamento dos altos executivos tinha passado de limites racionais. Ele diagnosticou que a tendência de distribuir excessivos ganhos aos executivos era imperdoável tanto no aspecto social como moral, e que a sociedade iria pagar alto preço por isso.

Segundo Drucker, apesar das grandes contribuições, tanto de Keynes como de Schumpeter, o mundo iria precisar de uma nova teoria. Ele suspeitava que, embora Keynes e Schumpeter tivessem sido brilhantes, o mundo iria precisar de uma nova teoria econômica. E essa teoria, provavelmente, deveria começar com a Economia Global como unidade de análise, e não o Estado Nacional. Parece que, ao tentar debelar a crise que nos assombra, os líderes mundiais estão no caminho certo, pois estão orquestrando ações coordenadas com os presidentes dos bancos centrais de outros países. Além disso, já se discute a reformulação do grupo G7, de modo a incluir os países emergentes como Brasil, Rússia, Índia e China, que foram responsáveis por dois terços do crescimento do PIB global em 2007. Concluindo, já que o desequilíbrio tende se repetir, esperamos que os líderes do mundo globalizado continuem agindo dentro da nova lógica demandada pela economia global de modo que possam, pelo menos, amenizar os efeitos nocivos dessa grave crise financeira.

Marcilio R. Machado é membro do Conselho de Administração da AEB- Associação de Comércio Exterior do Brasil, diretor da Famex Importadora e Exportadora Ltda e doutor em administração de empresas pela Nova Southeastern University.

 

Diminuindo

Primeiro, vamos aos números:

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) não só conseguiu se reeleger neste domingo como o fez com grande vantagem sobre sua adversária Marta Suplicy (PT). Se no primeiro turno a disputa foi apertada, com uma pequena vantagem para Kassab -pouco mais de 50 mil votos- no segundo turno a diferença entre ele e Marta superou 1 milhão de votos.  A diferença -1.338.031- é mais do que o dobro do conseguido pelo governador José Serra (PSDB) em 2004, quando derrotou Marta no segundo turno das eleições municipais por pouco mais de 590 mil votos.
Mesmo com a redução dos votos válidos -quando se excluem brancos e nulos- do primeiro para o segundo turno na eleição da capital paulista -126.198 a menos-, Kassab aumentou seu eleitorado em 1.650.135. O crescimento do prefeito reeleito de um turno para o outro representou mais do que o tucano Geraldo Alckmin obteve na primeira fase da disputa. O ex-governador teve 1.431.670 votos.
Uma das explicações para a derrota petista pode ser encontrada no fraco desempenho de Marta em conquistar novos eleitores. Do primeiro para o segundo turno da disputa o eleitorado da ex-prefeita cresceu em 364.198 votos. Já em comparação a 2004, Marta viu seu eleitorado ser reduzido em mais de 287 mil pessoas. Na ocasião, Marta obteve 2.740.152 de votos, contra os 2.452.527 de eleitores que a escolheram na disputa de hoje.
No primeiro turno, a petista já havia apresentado desempenho inferior ao que teve na disputa anterior, quando perdeu para a chapa formada por Serra e Kasab. Em comparação com a porcentagem de votos válidos, Marta também foi pior. Em 2004, teve 45,14% dos votos na disputa contra Serra. Neste ano, obteve 39,3%.

Pois é…..

A despeito das constantes, insistentes e chatas reclamações da PTralha sobre a “imprensa golpista” (aquele blábláblá mentiroso de sempre, que a imprensa representa a elite burguesa e trabalha contra os corajosos e honestos defensores dos pobres e oprimidos, ou seja, os PTistas), o colunista da Folha, Gilberto Dimenstein, escreveu um verdadeiro manifesto de admiração à MarTAXA, AQUI.

Ok, liberdade de expressão é isso aí – ele pode escrever o que quiser.

Porém, o articulista sofreu um surto PTralha agudo, e saiu a afirmar que a culpa pela derrota “não é de Marta”.

Ora, seria de quem ?????????????

Será que a arrogância da ex-prefeita não teve nenhum peso ?

Será que o rombo financeiro que ela deixou nas contas da cidade não teve nenhuma influência na decisão dos eleitores ?

Será que o baixo nível da campanha não interferiu na decisão ?

Será que a reprovação do seu (ridículo) mandato, indicada em pesquisas do Ibope e do DataFolha, não teve nenhum impacto ?

Será que o “relaxa e goza”, vindo de uma Ministra, num momento sério e delicado como foi aquele ápice do “apagão aéreo”, não contribuiu para piorar sua já depauperada imagem política ?

Convenhamos, senhor Dimenstein: São Paulo NÃO é uma cidade na qual o voto de cabresto ou a “iguinorânssia” política se dão bem. Por essas e outras, muitas outras, o PT e até mesmo o Lulla sofrem para conseguir votos por aqui.

O nível sócio-cultural é maior; as pessoas são mais bem-informadas. Mas, principalmente, as pessoas sentem no seu dia-a-dia os problemas causados pela incomPTência da MarTAXA.

O paulistano lembra dos túneis caríssimos que alagavam.

O paulistano lembra do estado precário do asfalto da cidade nos tempos da MarTAXA.

O paulistano lembra das taxas.

O paulistano lembra do triste, melancólico e patético período no final do mandato da ex-prefeita, em que a cidade ficou particularmente abandonada.

Eu, pessoalmente, lembro de ter ouvido, na época, MUITA gente que até então defendia a Marta, criticando a bagunça financeira que ela causou. Recordo-me vivamente de pessoas que trabalhavam nos CEUs inaugurados pela prefeita, mas que passaram a não receber seus salários porque a MarTAXA quebrou a cidade. Vi, li e ouvi relatos de pessoas que admiravam o PT, ou mesmo a MarTAXA, em particular, reclamando da zona que São Paulo se tornara graças à incomPTência da criadora das taxas.

Portanto, não me surpreende que dona Marta esteja DIMINUINDO a cada eleição.

Este é o futuro para esta destrambelhada: diminuir, diminuir, até sumir.

Sumirá, perdida no lixo da história política do país.

É o máximo que ela merece.

E o eleitor paulistano sabe disso.

Marta, relaxa e goza
Marta, relaxa e goza

MARTA: RELAXA E GOZA

O prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), manteve a trajetória do primeiro turno e venceu neste domingo em todas as seis regiões de São Paulo. No primeiro turno, o prefeito perdeu para Marta Suplicy (PT) apenas na região sul. Hoje, no entanto, o democrata superou a adversária em todas as regiões.
De acordo com o TRE-SP, existem 57 zonas eleitorais na capital paulista, em seis regiões da cidade –norte, sul, leste, oeste, central e centro-sul. Kassab venceu em 44 das 57 zonas eleitorais da capital paulista, enquanto Marta superou o adversário em apenas 13 zonas eleitorais.
A região onde a petista obteve melhor resultado foi na zona sul. Na zona sul, Marta venceu nas zonas eleitorais de Campo Limpo, Piraporinha, Grajaú, Capão Redondo, Parelheiros, Jardim São Luís e Pedreira –totalizando sete zonas. Kassab venceu em outras nove zonas eleitorais na região.
A petista mais uma vez perdeu no seu tradicional reduto eleitoral –a zona leste– onde teve votação menor em 15 das 21 zonas eleitorais.

ENFIM, POSSO DIZER, COM GOSTO:

MARTAXA, RELAXA E GOZA, SUA HIPÓCRITA INCOMPETENTE !

Mudanças no CRM graças ao comportamento "digital" dos consumidores

O texto abaixo é instigante, pois realmente muitas ferramentas de segmentação terão que ser revistas, mais cedo ou mais tarde:

A geração on-line tornará os métodos tradicionais de vendas, baseados em informações demográficas, irrelevantes? Como as equipes de vendas deverão se comportar para manter a produtividade em alta no mundo das informações virtuais? O processo de CRM nos moldes que conhecemos perderá o seu valor? Essas e muitas outras são questões que, as organizações que dependem da força de vendas para sobreviver, terão que se preocupar nesses novos tempos onde quase tudo acontece na velocidade do clicar do mouse.

A geração virtual não é definida por idade, sexo, estado civil, social demográfico ou geográfica como acontece no mundo convencional. Eles recorrem a métodos digitais de comunicação para informar-se, construir novos conhecimentos e ficar por dentro de tudo que acontece, mudando, inclusive a natureza do relacionamento entre compradores e vendedores. Recentemente comprei, no exterior, um Iphone da Apple e precisei saber mais sobre o seu funcionamento. Daí, acessei a Internet, e encontrei várias notícias e, inclusive, uma comunidade que me forneceu todas as informações que eu necessitava, deu dicas de acessórios existentes e de vários aplicativos disponíveis para o aparelho. Eu não tive que me deslocar, não tive que procurar nenhuma loja e, também, não fui atendido por nenhum vendedor para ter o meu problema, rapidamente, solucionado.

Provavelmente, alguns dos que ajudaram a sanar o meu problema eram jovens ou adolescentes que ganharam o aparelho de seus pais e que estavam em diferentes regiões do Brasil ou quem sabe no exterior. Nesse exemplo, a sabedoria convencional, focada na identificação do consumidor e nos princípios de marketing one-to-one, ficou “a ver navios”. O problema foi solucionado e outras vendas foram realizadas (já que eu adquiri novos aplicativos e acessórios pela internet), e nenhuma empresa física do ramo teve a oportunidade de interagir comigo ou obter os meus dados para futuras estratégias de vendas e marketing. Essas empresas, que não têm como me contatar, provavelmente, nunca venderão seus produtos e serviços para mim.

Nesses novos tempos, a verdadeira identidade da pessoa é o que menos importa e as empresas terão que se readaptar e criar novos métodos de lidar com a situação análoga acima descrita se quiser obter sucesso, pois o comportamento do consumidor continua evoluindo rapidamente. Deveria, então, a empresa abandonar seu processo convencional de CRM? Não diria abandonar ou mudar por completo, mas sim adaptá-lo implementando soluções on-line. As ferramentas analíticas automatizadas ajudarão no aprimoramento do relacionamento com essa nova geração de consumidores virtuais.

Neste contexto, eu diria que algumas boas recomendações para tornar o CRM mais adequado aos novos tempos seriam:

* Buscar entender como a inteligência artificial está mudando os negócios – as pessoas estão a cada dia mais voltadas para a busca de soluções e auto-aprendizado. Na economia convencional priorizava-se a busca de soluções em ambientes físicos. Porém, agora a geração crescente de consumidores autodidatas, também conhecidos como “persona bots”, são mais ligados à tecnologia e só pensam em se deslocar em último caso.

* Recorrer aos chamados “automated bots” (softwares que interagem e buscam informações automatizadas na internet) – essas ferramentas devem contemplar relacionamento, serviços ao consumidor e pesquisas. Tudo funcionando 24 horas e com interatividade amigável.

* Desenvolver relacionamento que proporcione benefícios mútuos – As informações obtidas devem recompensar a empresa idealizadora, a pessoa que forneceu os dados e, eventualmente, outros usuários. Por exemplo, se você cria uma comunidade informativa na internet, poderá solicitar os dados de quem pretende dela participar e poderá permitir que as informações obtidas por uma determinada pessoa possam ajudar um terceiro a solucionar o seu problema.

E quanto a você: acha mesmo que os caminhos para vender baseado nos métodos convencionais se tornarão irrelevantes com o crescimento e sofisticação do mundo virtual? O que a sua empresa tem feito para se adaptar a essa nova realidade?

FONTE: HSM

Os questionamentos são interessantes, e bastante relevantes, sim.
Cabe refletir sobre eles….

Exame ou Playboy ?

Tomo a liberdade de reproduzir um e-mail de um aluno meu, tratando dos e-mails que troquei com a Editora Executiva da Exame, Cristiane Correa. A troca de e-mails eu publiquei AQUI.
A seguir, o e-mail do Gustavo, com alguns grifos meus:

Rapaz… Não sei onde é que eu estava com a cabeça.

Resolvi entrar no seu blog, levei a menos uma hora pra terminar. Agora no meu computador registra 1 hora da manhã em ponto, sendo que as 6 eu acordo.

Só uma curiosidade… Como aguenta discutir com a mulher por e-mail!? Haja paciência, se sou eu ja tinha mandado catar coquinho. O chatice!! Afinal de contas, a mulher não vai assumir o erro e defender com unhas e dentes de que eles estão certos?

Só uma observação, é um saco ler sobre sustentabilidade. Podem dizer que não… Mas ta na moda… Hoje tem tudo que é banco adotando a palavra sustentabilidade.

Abraços, e boa sorte nessa briga… Pq eu já teria desistido há muito tempo.

E mais, trocaria pela assinatura da playboy (não pelo fato de ter mulher pelada, digo pelas reportagens, que são bem bacanas). A Exame compro uma vez ou outra dependendo da capa. Não acho que vale a pena gastar uma assinatura na Exame.

Bom, preciso dizer que eu concordo com ele ?

Alvo

Atenção, Osama Bin Laden:quer destruir o Bush ?!

Começe por aqui, ó:

ALVO
ALVO

Eu não resisto: o botox “photoshopado” não está super meigo ?

A Dona Marta não está com uma expressão de “relaxa e goza” ?