Ok, “quem foi rainha nunca perde a majestade”, diz o ditado popular.
Os vídeos abaixo comprovam isso.
Sim, Paul Rodgers é ótimo.
Indiscutivelmente.
Porém……Freddie Mercury faz uma falta danada.
Para quem quiser comparar o processo eleitoral norte-americano com o brasileiro, fica uma sugestão: AQUI.
Mais interessante, ainda, é a chance de ver a cédula de votação de Miami (“cédula” é generosidade minha…… “livreto” ou talvez “brochura” seria mais adequado!).
A julgar pelos comentários lidos lá no blog do G1, fico imaginando o que seria a adoção desta “cédula” no Brasil……
Não obstante, alguns comentários demonstram grande ignorância sobre o sistema de votação distrital…. Nem vou entrar no mérito, pois iguinorantes (e PTistas, ou seja, sinônimos) existem em quaisquer lugares.
Quero destacar o seguinte: perceba, caro leitor, que a votação contempla a aprovação dos eleitores para diversos outros cargos locais (do Executivo, Legislativo e Judiciário).
O Judiciário, em particular, é um “ente” distante dos brasileiros…. Se, talvez, a população tivesse voz na formação do Judiciário, isso talvez fosse diferente……
Segundo a gerente jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Karina Grou, as novas regras tarifárias do Banco Central não permitem aumentos em um intervalo menor que seis meses. “Recentemente, o Unibanco aumentou praticamente todas as suas tarifas e o Itaú fez o mesmo em pelo menos duas”, afirma.
Ela também alerta para o fato de que, quem já é cliente de um dos dois bancos, deve ficar atento com os serviços. “Quem já é cliente precisa acompanhar o processo e esclarecer suas dúvidas nas agências, ouvidorias dos bancos e até órgãos de defesa do consumidor”, diz.
Concorrência menor
Karina considera que a fusão das duas instituições irá diminuir a concorrência no setor. “Esse setor já tem uma concorrência pequena, sendo que o consumidor precisa de um banco, quase ninguém vive sem. O problema é que, onde não tem concorrência, ou tem pouca, tende-se a prejudicar o consumidor”, explica.
A gerente também afirma que o Idec considera que todo processo de fusão tem que trazer benefícios para toda a sociedade, incluindo consumidores e trabalhadores. “A gente espera que o Banco Central e o Cade analisem a fusão e que o consumidor seja bem informado e esclarecido sobre o processo”, diz.
Opiniões
Já o advogado e especialista em fusões e aquisições, Paulo Augusto Silva Novaes, acredita que a fusão traz tranqüilidade, pois cria uma nova instituição que assume totalmente os direitos e obrigações de cada uma delas. “Em tempo de crise financeira mundial, é um sinal posistivo para os agentes econômicos brasileiros e estrangeiros”, afirma.
“Embora nem sempre seja muito bem vista pelas autoridades da defesa da concorrência, em todo o mundo, a concentração é um fato da vida, assim como o movimento de sístole do coração. Esse pulso constitui, portanto, uma ação natural, assim como o seu oposto, a diástole, que significa desconcentração. É dessa maneira, ora contraída ora descontraída, que funcionam todos os organismos vivos, inclusive os mercados, que são criações do homem”, considera.
Já o professor PhD da Fiap, Marcos Crivelaro, possui uma opinião mais semelhante à de Karina. “Esse afunilamento faz com que tenhamos muitas contas concentradas em poucos bancos e, conseqüentemente, reduz a concorrência. O resultado dessa equação é um elevado número de correntistas insatisfeitos com as condições que lhes são impostas e sem uma variedade de opções no mercado”, explica.
Que os PTralhas são uns canalhas, falsos e hipócritas, não é novidade nenhuma.
Porém, quando juntamos algumas coisinhas aqui e acolá, é realmente gritante o grau de cinismo dessa cambada de boçais.
Peguemos, por exemplo, Maria Victória Benevides.
Eis a descrição que foi feita dela em 1998:
Maria Victoria Benevides é uma das mais importantes cientistas políticas brasileiras e uma petista de primeira hora. Empreendeu sistemático estudo da nossa vida política no período entre 1945 e 1964, que resultou em três obras originais: O governo Kubitschek, A UDN e o udenismo e o PTB e o trabalhismo. Foi também uma das pioneiras no estudo da questão dos direitos humanos no Brasil. Violência, povo e política, primeiro fruto deste trabalho, é de 1983.
Professora da Faculdade de Educação da USP, Maria Victoria apresentou como tese de livre-docência uma importante reflexão teórica sobre os limites da democracia representativa, A cidadania ativa.
No últimos anos suas preocupações têm se concentrado em torno da educação para a cidadania. Daí resultaram não só artigos e ensaios sobre o tema, mas também sua participação, juntamente com o professor Fabio Konder Comparato, na criação e direção da Escola de Governo.
Contudo, na recente entrevista que ela deu à Folha de São Paulo (na íntegra aqui, restrita a assinantes), a Folha, muito boazinha e condescendente com a PTralhada, esqueceu de mencionar que a “intelectual” (acho o fim da picada usar este termo para fazer referência a qualquer PTralha, uma vez que é condição sine qua non ter QI de ameba em coma para dizer-se “petista”, mas vamos adiante…) é “petista de primeira hora”.
De qualquer forma, na entrevista, a tal criatura dá a descarga na sua suposta “intelectualidade”, aos dizer asneiras desse calibre:
E a própria Marta é vítima de muito preconceito e muita rejeição. Dela ficou o quê? O que ficou de lembrança da Marta? O “Martaxa”. A prova é que ela bateu muito contra isso. O problema é que a memória da imensa maioria dos eleitores, os mais pobres e os menos politizados, é mais curta. Marta devia ter um nível de aprovação altíssimo por causa dos CEUs, mas os CEUs foram apropriados pelos outros: ninguém diz que vai abandonar os CEUs. Deixou de ser algo exclusivo do PT. E a rejeição a Marta é muito forte porque juntou a rejeição ao PT, que piorou muito em razão do que aconteceu, à rejeição a Marta, que é grande por ela ser a Marta: ela agrega rejeição por ignorância, por preconceito, pelo grupo dela no PT.
Vários dirigentes desta horda de boçais chamada PT já vieram a público atribuir a derrota da dona MarTAXA a um suposto “preconceito”; chegou-se a afirmar, categoricamente, que o eleitor paulistano é “conservador, de direita”.
Quanta conveniência dessa cambada de imbecis !!!!!
Quando a Erundina foi eleita, pelo próprio PT, São Paulo teve um “surto” de modernidade ?!
Quando dona MarTAXA foi eleita, novamente, o eleitor deixou de ser preconceituoso ?!
Coincidência das conivências: sempre que o eleitor paulistano deixa de eleger alguém do PT, automaticamente é chamado de “preconceituoso, conservador, direitista, udenista” ou qualquer outra merda congênere.
Em suma: segundo a torpe ótica dessa gentalha escrota do PT, o eleitor só é inteligente quando elege alguém do PT ?!
Em quaisquer outras circunstância, se o PT perde, a culpa é do eleitor – claro! – que é burrinho, ingênuo, preconceituoso, se deixou enganar etc….
Se a memória do eleitor fosse tão fraquinha como afirmou Maria Victória Benevides, dona MarTAXA teria sido eleita em 2004 e/ou em 2008. Mas, ao contrário, a memória do paulistano não é fraca – nós lembramos do desastre que foi a passagem da dona MarTAXA pela prefeitura.
Por isso, ela foi reprovada DUAS vezes, e perdeu a eleição.
DUAS VEZES.
Mas retomando as baboseiras de Maria Victória Benevides, reproduzo algumas das cartas publicadas na própria Folha, de leitores indignados, como eu, com o espaço dado a esta intelectual de bosta – aliás, é o único tipo que preenche os quadros do PT:
“Causaram-me espécie as declarações da cientista política Maria Victória Benevides quando aduziu que Kassab foi fabricado por Serra: “Quem era o Kassab antes do Serra? Eu mesma nunca tinha ouvido falar dele”.
Ela pode nunca ter ouvido falar de Kassab, todavia, os eleitores de Kassab certamente acompanharam a sua brilhante carreira política, tanto é que ele foi vereador na capital, deputado estadual e deputado federal. E não se pode compará-lo aos políticos que teriam sido fabricados pelos caciques. A vida política de Kassab já existia muito antes da descoberta da nobre cientista.”
NELI APARECIDA DE FARIA (São Paulo, SP)“”Brilhante” a posição da cientista política Maria Victória Benevides: “a classe média é a culpada pela derrota da Marta”. O único problema é o ressentimento típico da esquerda com aqueles que a derrotam.
Doutora Benevides, a classe média não corresponde a 62% do eleitorado paulistano.”
EGBERTO RODRIGUES (São Paulo, SP)“A sra. Maria Victoria Benevides parece estar pedagogicamente, e pelo visto mentalmente, desqualificada para o exercício de sua profissão. Como uma professora titular/cientista política pode afirmar que Gilberto Kassab é um político fabricado, tendo este sido eleito vereador, deputado estadual, deputado federal (por duas vezes), foi secretário municipal, vice-prefeito e agora eleito prefeito? O mínimo que esta senhora poderia fazer é pedir desculpas, ficar quietinha e parar de dar palpites inoportunos.”
GUILHERME COTAIT (São Paulo, SP)
Uma “cientista política” paulistana, professora da USP, dizer numa entrevista a um jornal de grande circulação que nunca ouvira falar do Kassab ?! Aonde esta senhora estava com a cabeça ??????????
Mas, como de costume, sempre tem um PTralha para aplaudir os “intelectuais” do seu partidinho:
“Excelente, primorosa, louvável…. entre muitos outros adjetivos a entrevista da cientista política Maria Victoria Benevides. A Folha foi muito feliz em entrevistar uma profissional com uma visão clara do cenário político do Brasil, em particular de São Paulo. Ela explicitou os pontos favoráveis e desfavoráveis prefeito eleito Gilberto Kassab e da candidata derrota Marta Suplicy. Foi maravilhoso ler as explicações coerentes e contextualizadas. Faço votos de que todos os políticos leiam e analisem, e recomendo que os professores, principalmente do ensino médio, utilizem a matéria como objeto de estudo em suas aulas. Com certeza os alunos terão a oportunidade de ter uma visão critica e imparcial.”
JOSÉ ALBERTO DA SILVA (Diadema, SP)
O termo “imparcial”, em relação à entrevista da Maria victória Benevides, foi um primor. Do exagero de burrice.
IMPARCIAL ???????
Fala sério……..!
Com tantos adjetivos, o José Alberto da Silva (que é de Diadema, nem de São Paulo!) realmente exagerou. Muito. Demasiadamente.
Vamos ver a “imparcialidade” de Maria Victória Benevides ?! Ei-la:
A globalização alimenta esse processo, sobretudo em relação às decisões econômicas e financeiras. Para ficarmos apenas no caso brasileiro, é evidente que hoje o Banco Central tem um papel decisivo em nosso processo político, tomando decisões fundamentais, muitas delas sigilosas e fora do controle do próprio Legislativo. O presidente do BC acaba mandando mais que o presidente da República e seu ministro da Fazenda. No Brasil tudo é pior porque somos um dos primos pobres da globalização. Quem está efetivamente controlando o poder são as grandes empresas transnacionais, que acabam deslocando a chamada “classe política”. É verdade, então, que a política está se elitizando no sentido de que ela se confunde cada vez mais com o poder decisório do grande capital.
[…]
Hoje, por exemplo, vejo parte da velha UDN no governo FHC, através do que era paradoxalmente a ala mais arejada, chamada “bossa nova”, com Antônio Carlos Magalhães e José Sarney. Tivemos, até recentemente, o velho PSD com Tancredo Neves e Ulysses Guimarães. O próprio Fernando Henrique, por ligações e gosto político, é próximo do PSD e da UDN, embora o pai fosse ligado aos militares comunistas. Mas ele é um homem da conciliação, dos acordos, e se aproximou muito do velho PSD, na formação do MDB.
A escolha da UDN como tema do meu doutorado foi mais ou menos automática a partir do trabalho sobre o governo Kubitschek e o PSD. A UDN era o outro lado. Meu interesse por ela veio também por procurar entender que liberais, afinal, eram esses que se intitulavam “da eterna vigilância”. Daí o subtítulo do livro: ambigüidades do liberalismo brasileiro. O partido que nascera contra o Estado Novo, em nome das bandeiras liberais, torna-se vivandeira de quartel, radicalmente antipopular – se dizia antipopulista, mas era acima de tudo antipopular – e encarna a perna civil do golpe. Por que esses liberais, que tinham como alter ego o jornal O Estado de S. Paulo, eram golpistas?
Só um detalhe: esta entrevista é de 1998 (na íntegra, AQUI).
Não dá para saber se ela está falando de FHC ou Lulla, não é mesmo ?!
Afinal, em termos de alianças, quem o Lulla tem a seu lado ?! Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá………
QUE COINCIDÊNCIA !!!!!!!!
Mais uma vez, o passado assombra a PTralhada: o que eles diziam em 1998, para criticar FHC, permanece atual, e pode ser usado para criticar o Lulla – que, coincidência ou não, integrou-se perfeitamente bem à cartilha “da direita”.
Finalmente é desvendado o segredo referente à maneira de andar das gueixas:
PS – Agradeço a contribuição do Lázaro, que me mandou esse por e-mail.
E, mudando de assunto – mas, ainda dentro do escopo de propagandas criativas – , abaixo está um dos comerciais mais bem-bolados que eu já vi:
A Mariana me mandou por e-mail, e achei IMPAGÁVEL.
Dr. Paulo Ubiratan, de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local, foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados.
P: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?
R: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e só. Não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais. Isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !
P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?
R: Você precisa entender a logística da eficiência. O que a vaca come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema. Precisa de grãos? Coma frango.
P: Devo reduzir o consumo de álcool?
R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho destilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior proveito dela. Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar.
P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?
R: Minha filosofia é: Se não tem dor, tá bom.
P: Frituras são prejudiciais?
R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO ? Hoje em dia a comida é frita em óleo vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais vegetal ser prejudicial para você?
P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?
R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de tamanho.
P: Chocolate faz mal?
R: Tá maluco? Cacau ? Outro vegetal ? É uma comida boa pra se ficar feliz !
E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem preservado. Melhor enfiar o pé na jaca – Cerveja em uma mão – Torresmo na outra, muito muito muito sexo e um corpo completamente gasto, totalmente usado…PS: SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL, O CARTEIRO SERIA IMORTAL !
Esta contribuição é da Carol:
CAROS AMIGOS,
Fico chateado quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem!
Me enviaram hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo e o dos eleitores dele é do tipo O-tário.É muita sacanagem e falta de ética, usar a Internet para passar esse tipo de coisa…
Temos que divulgar informações corretas!O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados.
A mentira tem perna curta, língua presa, barba e um dedo a menos na mão.
Outra contribuição que recebi por e-mail, desta vez, do Lúcio:
De algum jeito, Luiz Favre e Kassab foram parar na mesma barbearia. Lá sentados, com um barbeiro atendendo a cada um, não se falou uma palavra.
Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa pois poderia descambar para discussão política.
Terminaram a barba de seus clientes mais ou menos ao mesmo tempo.
O barbeiro que tinha o Favre em sua cadeira estendeu o braço para pegar a loção pós-barba, no que foi interrompido rapidamente por seu cliente.
– Não obrigado, minha esposa Marta vai sentir o cheiro e pensar que eu estava num puteiro – disse Favre.
O segundo barbeiro virou-se para o Kassab.
– E o senhor? – indagou.
E Kassab respondeu:
– Vá em frente, minha familia não sabe como é o cheiro de um puteiro.
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